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Parece que faz tempo que Richard Dawkins não faz ciência nem entra num laboratório, afinal, anda escrevendo um livro atrás do outro, atacando a Deus e aos crentes e sempre exaltando o darwinismo como única explicação para a origem da vida. Sua nova obra - A Grande História da Evolução - foi cuidadosamente lançada no mesmo ano em que que se comemoram o 200º aniversário de nascimento de Darwin e o 150º ano de publicação de sua obra mais conhecida: A Ogigem das Espécies. Fã de carteirinha do naturalista inglês (tanto que foi chamado de "o devoto de Darwin" pela revista Veja), Dawkins afirma em sua nova obra que "a evolução biológica não tem uma linha de descendência privilegiada, nem um fim projetado. A evolução alcançou muitos milhões de fins provisórios (o número de espécies sobreviventes no momento da observação), e não há nenhuma razão além da vaidade - vaidade humana, diga-se de passagem, já que somos nós que estamos falando - para designar qualquer um mais privilegiado ou mais culminante do que outro. ... O historiador precisa precaver-se contra costurar uma narrativa cuja impressão, por mínima que seja, tenha como alvo o clímax humano".
Deu na Veja desta semana: "Na cúpula da Record, há uma certa divisão entre bispos pudicos e liberais. Tudo indica, porém, que na decisão de tesourar cenas ousadas [na novela Poder Paralelo] o que prevaleceu não foram considerações teológicas, mas razões comerciais (nas quais as duas facções concordam). Os bispos temem que o sexo afugente os espectadores, supostamente de perfil conservador, das classes C, D e E, seu público-alvo. A maneira como a direção da emissora promoveu os cortes foi desastrada. Tudo foi feito à revelia do núcleo criativo da novela, que agora incorporou um espírito de desforra: o sexo está mais presente do que nunca, ainda que apenas à contraluz. Mas também não há por que tachar os bispos de censores neste episódio. Os pedaços ceifados não fazem falta à narrativa. O espectador foi poupado de frases como "a gente está no cio", digna de uma canção de Wando. E, mesmo com os cortes, ainda vão ao ar diálogos como o que se viu na última terça-feira: numa alusão à cena famosa do filme Último Tango em Paris, um personagem sugeriu à sua patroa o uso de manteiga numa relação sexual. Precisa mais?"
Finalmente uma revista teve coragem de colocar em cheque a maior descoberta preparada para o ano de Darwin. O Darwinius masillae vinha sendo apontado como "elo perdido" na evolução dos "primatas superiores". Segundo a matéria "Ida: Humankind's Earliest Ancestor! (Not Really)", publicada na Time, o achado faz parte de um "disparate supervalorizado pela promoção sensacionalista" (clique aqui para saber que estratégia de marketing é essa). E a matéria revela, nas palavras de Michael Novacek, curador de Paleontologia do Museu Americano de História Natural: "A maior parte do que sabemos sobre a evolução de primatas é montado de pedaços de dentes e maxilares." É, parece que o sonho pode virar pesadelo...
Apesar das diversas características físicas que os indivíduos espalhados pelo mundo apresentam, não se costuma mais utilizar o conceito de “raça”, mas sim de grupos étnicos, que surgiram quando os homens começaram a ocupação do planeta. Clarice Alho, professora de Genética, conta que nossos ancestrais, que compartilhavam genes com outros primatas [sic], viviam na África. “Eles conseguiram se expandir e, há cerca de 200 mil anos, foram ocupando outras áreas, primeiro a leste, onde hoje é a Ásia, e depois, já por volta de 60 mil anos atrás [sic], foram para o norte, onde encontramos a Europa”, diz ela.
Nascemos programados para esquecer. Mais cedo ou mais tarde, cada um e nós apagará da lembrança informações recentes, compromissos, conceitos, habilidades. A perda da memória é gradativa e determinada geneticamente com a morte das células nervosas em diferentes áreas do cérebro, provocada por um inimigo certo e igual a todos: o envelhecimento. Ao longo da vida, muito antes mesmo de ficarmos velhos, nossa memória é atacada de diversas formas, sem que tenhamos controle sobre isso. Traumas, doenças, medicamentos, exposições a componentes químicos podem causar lesões irreversíveis no cérebro. Mas muitas vezes nos tornamos aliados dos nossos inimigos com atitudes que tomamos conscientemente e, algumas vezes, com muito prazer.
O governo de São Paulo enviou a alunos de terceira série um livro feito para adolescentes, que possui frases como “nunca ame ninguém. Estupre”. O livro Poesia do Dia – Poetas de hoje para leitores de agora foi enviado às escolas há cerca de duas semanas para ser usado como material de apoio. A obra é uma coletânea de poesias. Tem frases como “tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto”; e “Odeie. Assim, por esporte”. A publicação foi entregue a alunos da faixa etária de nove anos da rede pública de ensino do Estado de São Paulo. Foram distribuídos 1.333 exemplares.Hoje à noite, o Jornal Nacional da TV Globo, em continuidade de uma série sobre ação social dos evangélicos, apresentará a Igreja Adventista do Sétimo Dia. A reportagem mostrará as atividades desenvolvidas no Centro Adventista de Desenvolvimento Comunitário (Cadec) com crianças em situação de risco, em Campo Grande e Magarça, zona oeste carioca. São 500 crianças atendidas em três Centros administrados pela sede regional adventista Associação Rio de Janeiro Sul. O repórter Flávio e o diretor de produção Tindaro, que estiveram no local, ficaram impressionados com o atendimento, alimentação (sem agrotóxicos) e cursos profissionalizantes oferecidos aos pais das crianças.
A matéria vai ao ar a partir das 20h15, horário de Brasília, e pela internet, no site da Globo.
A festa foi grande em torno da divulgação do fóssil da Ida, o suposto "elo perdido" da evolução dos primatas. Quem trabalhou mesmo foram os marketeiros darwinistas, já que aproveitaram ao máximo "a descoberta científica do ano". O fóssil da espécie convenientemente batizada de Darwinius masillae pertencia a um colecionador há mais de 20 anos, mas só veio a público - veja que concidência! - no ano de Darwin. Nesse período, deu tempo de criar um site, publicar um livro e produzir um filme. Tudo em segredo, por dois anos. E mesmo que parte da comunidade científica se mostre cética em relação à descoberta (um dos principais editores da revista Nature, Henry Gee, chegou a dizer que o termo "elo perdido" pode induzir ao erro e que o fóssil não deve figurar entre as grandes descobertas recentes), parece que para muitos o que importa mesmo é a festa e não os fatos.
O polêmico livro que mexeu com os fundamentos científicos. Por quê? Ele demonstra que a teoria da evolução não tem sua base em fatos, mas na fé – fé no naturalismo filosófico. Phillip Johnson argumenta corajosamente que simplesmente não há um vasto corpo de dados que deem suporte à teoria. Com o clima intrigante de um mistério e detalhes que nos prendem como ao assistirmos a um julgamento, Johnson conduz o leitor através das evidências com a perícia de um advogado, a qual ele adquiriu como professor de Direito em Berkeley, especializando-se na lógica dos argumentos. Johnson é graduado em Harvard e na Universidade de Chicago. Ele foi oficial de direito do presidente do Superior Tribunal Earl Warren e ensinou por mais de trinta anos na Universidade da Califórnia, Berkeley, onde é professor emérito de Direito.
Tübingen é uma pequena cidade próxima de Estugarda. Aqui cruzaram-se, nos anos sessenta, as vidas de dois membros da igreja católica. Foi nessa década que o teólogo Hans Küng convidou o amigo Josef Ratzinger, o atual Papa Bento XVI, para ensinar na Universidade Católica. Chocado com a revolta estudantil de 1968, Ratzinger assume convicções conservadoras enquanto Hans Küng, visto como uma estrela da teologia europeia, se torna num crítico acérrimo da hierarquia dentro da igreja, exigindo o fim do celibato e a aceitação dos métodos contraceptivos. Küng e Ratzinger participaram no Concílio Vaticano II, o maior “abanão” na Igreja Católica do século 20, um símbolo da chegada do mundo moderno e do diálogo entre religiões e diferentes convicções. Do século 20 ao 21, as posições mudaram. Küng tem opinião firme sobre as atitudes e declarações controversas do Papa. (...)
A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (20) um projeto que possibilita divórcios mais rápidos, sem advogados e com menos burocracia. Segundo o texto, deixaria de ser exigida a chamada fase de separação, e o casal poderia entrar direto com o pedido de divórcio. A proposta ainda precisa passar por outra votação na Câmara e depois segue para o Senado. Segundo o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), a proposta interessa a, pelo menos, 800 mil brasileiros. Na teoria, um casal poderá conseguir o divórcio no dia seguinte da separação. O divorciado já pode casar novamente, enquanto quem ainda está no período de separação fica impedido por lei de se casar no civil.
O astronauta Mike Massimino, quando estava descansando de sua tarefa de fazer a manutenção do telescópio espacial Hubble, enviava recados pelo Twitter. Leia alguns aqui: “A Terra é tão linda, é como ver o paraíso.” “Nós vemos 16 nasceres do sol e pores do sol em 24h; cada espetáculo é único com luzes sobre a atmosfera num espectro de cores.” “Meu único pesar quando vejo a Terra é que minha esposa e meus filhos não a estão vendo comigo.” “Ver a Terra é um estudo dos contrastes, cores bonitas do planeta, fina linha azul da atmosfera e pura escuridão do espaço.” “As estrelas na noite no espaço não cintilam, elas são como perfeitos pontos de luz e posso ver claramente a Via Láctea.” “Estava sobrevoando o Oceano Pacífico esta noite e havia algumas tormentas; é tão legal ver relâmpagos entre as nuvens.” “É tão lindo aqui em cima, gostaria que todos pudessem ver!” “Quando fechei meus olhos para dormir na noite passada pensei: ‘Estes olhos viram muitas coisas lindas hoje’.”
A revista Veja desta semana (edição 2114, data de 27/05) dedica a sua capa a uma reportagem de incríveis 42 páginas editoriais (considerando os anúncios, são 57 páginas) intitulada “Emagrecer pode ser uma delícia”. Sim, deve ser uma delícia, até porque a concorrente Época também deu capa, na semana anterior (edição 574, de 16/5), para matéria bastante parecida – “Comer para viver melhor”. No caso de Veja, porém, trata-se de um arrazoado que ganhou status diferenciado, qual seja o de “Especial Mulher”. É claro que os homens são mais gulosos e relapsos, mas não parece ter sido este o critério da Redação para a identificação da pauta com o gênero feminino. Ao longo das 57 páginas do tal “Especial Mulher”, os anúncios são todos dirigidos ao público feminino, à exceção de um, do automóvel Outlander, da Mitsubishi. Os anunciantes “compareceram” e a pauta saiu do forno. Redação e Departamento Comercial, irmanados, produziram um belo material de utilidade pública para a mulher moderna que compra ou assina a Veja. (...)
Um casal britânico, de Plymouth, Devon, completou 81 anos de casamento no que pode ser a união mais longa da Grã-Bretanha. Frank e Anita Milford, que moram juntos em uma casa de repouso em Plymouth, Devon, se casaram no dia 26 de maio de 1928. Frank tem 101 anos e Anita deve completar 101 em junho. Em fevereiro eles poderão quebrar o recorde de casal britânico com a mais longa união. O casal afirma que ainda tem pequenas discussões, mas sempre se beijam e abraçam antes de dormir.A obrigatoriedade do diploma para exercer o jornalismo ainda está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF). A questão divide a opinião dos ministros. Dos 11 que compõem o Supremo, seis já se declararam contra a obrigatoriedade da formação em ensino superior para a prática jornalística. O principal questionamento levantado é "por que é preciso ter um diploma para escrever?". No entanto, de acordo com declaração da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o diploma jornalístico deve ser regulamentado porque "a sociedade tem direito à informação de qualidade, ética e democrática".
Mesmo entre os veículos jornalísticos que, teoricamente, deveriam apoiar a manutenção do diploma, são encontrados os que são contrários a isso. O jornal Folha de S.Paulo faz parte desse grupo. Em um editorial publicado em 1.º de abril deste ano, o veículo defendeu que "a obrigatoriedade do diploma afronta a liberdade de expressão, diminui a oferta de informação de qualidade e se reveste de anacronismo na era da internet, quando todos têm a oportunidade de apurar e publicar notícias".
O argumento da internet tem sido bastante usado. Mas o jornalista e editor da Casa Publicadora Brasileira (CPB), Michelson Borges, vê com ressalvas essa abertura para a participação das pessoas. Embora seja positiva, ele acredita que ela não deve ser confundida com o jornalismo tradicional. "Sem os critérios de apuração adequados e o treinamento apropriado, os novos webjornalistas acabam gerando muita informação não-confiável. E aí se multiplicam as 'barrigadas' virtuais", alerta. [Leia mais]
Neste fim de semana, aproveitei para variar um pouco a leitura e li Onde Existe Amor, Deus aí Está (Ed. Verus), de Leon Tolstói (1828-1910). O autor, mais conhecido pelos famosos romances Guerra e Paz e Anna Karenina, também escreveu belíssimos contos de forte conteúdo espiritual. No conto que abre o livro Onde Existe Amor, Deus aí Está, Tolstói fala de Martyn Audeitch, velho sapateiro russo que perdeu a esposa e os filhos e se distanciou de Deus devido à dor. Aconselhado por um amigo, Audeitch começa a ler os Evangelhos e encontra consolo na figura amorosa e sofredora do Filho de Deus, Jesus Cristo. Por meio de personagens da vida real, necessitados de ajuda física e sentimental, Tolstói ilustra as palavras de Jesus registradas em Lucas 6: "Como quereis que os outros vos façam, fazei também a eles." Minorando a dor de seus semelhantes, Audeitch encontra novo sentido para viver e compreende, como nunca antes, que receber pessoas necessitadas, dar-lhes atenção e atender suas necessidades é receber o próprio Cristo e dar real sentido à palavra amor (v. 44).Na manhã de quarta-feira, 20 de maio, o líder de Comunicação e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista para a América do Sul, pastor Edson Rosa, e o advogado da Igreja para a mesma região, doutor Luigi Braga, estiveram em reunião com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), doutor Reynaldo Fernandes. Esse é o órgão responsável pela aplicação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). O motivo do encontro foi encontrar uma alternativa para os adventistas que irão participar do Enem, nos dias 3 e 4 de outubro deste ano, já que a data envolve um sábado. Também participaram do encontro o chefe de gabinete João Marcos Martins e o deputado Charles Lucena.
O presidente do Inep informou que já estava no planejamento ter salas disponíveis para os guardadores do sábado. Durante a audiência foi feita uma solicitação no sentido de que na normativa para aplicação do Enem conste a existência dessa sala especial onde os guardadores do sábado possam ficar reservados até o horário do pôr-do-sol do dia 3 de outubro, quando, então, farão a prova. Essa solicitação foi prontamente aceita pelo presidente Fernandes.
Para o pastor Edson, "trata-se de uma conquista junto ao Ministério da Educação que permite a liberdade de consciência. Nossos alunos terão o direito de guarda do sábado preservado e poderão participar tranquilamente dessa seleção". O pastor ainda acrescenta que "assim que tivermos a normativa em mãos vamos divulgá-la".
Já está agendada uma segunda audiência com o doutor Reynaldo Fernandes, quando, em entrevista, ele dará maiores esclarecimentos sobre a importância do Enem e o direito de consciência que deve ser preservado.
O Enem é um exame individual, de caráter voluntário que, a partir deste ano, deixará de ser apenas um instrumento para avaliação e passará a ser adotado como válido para ingresso na universidade.
(Agência Sul-Americana de Notícias)
Um grupo isolado de dinossauros de alguma maneira sobreviveu ao evento catastrófico que eliminou a maioria dos animais do gênero cerca de 65,5 milhões de anos atrás [tanto tempo e ainda encontram tecidos moles deles...], sugere um novo estudo. Os dinossauros desse "mundo perdido", em uma região de difícil acesso no oeste dos Estados Unidos, podem ter sobrevivido aos seus parentes condenados por até meio milhão de anos, de acordo com James Fassett, cientista emérito do Serviço de Levantamento Geológico dos Estados Unidos (USGS), em Santa Fé, Novo México. Fassett, que vem argumentando já muitos anos que alguns dinossauros teriam sobrevivido à extinção em massa, baseia seu mais recente trabalho em fósseis localizados na bacia de San Juan, que hoje é parte dos territórios dos Estados do Colorado e Novo México. Lá, os ossos de hadrossauros, tiranossauros, anquilossauros e diversas outras espécies de dinossauros foram encontrados juntos [um evento catastrófico hídrico poderia ter juntado e sepultado os cadávers desses animais] em uma formação de rocha calcária que data da era do paleoceno - o período que se sucedeu ao evento de extinção, acontecido durante o Cretáceo-Terciário, que é visto como o fenômeno responsável pela morte dos dinossauros. Como no caso de suas passadas pesquisas, a mais recente descoberta de Fassett provavelmente vai continuar a despertar descobertas entre os paleontologistas.
Juntamente com O Desejado de Todas as Nações (meu preferido), O Grande Conflito, Caminho a Cristo e A Ciência do Bom Viver, o livro Educação é uma das obras-primas da escritora Ellen White. Tive que reestudá-lo para a disciplina de Fundamentos da Educação Cristã, do curso de Estudos em Teologia. E cada vez que o leio, fico ainda mais fascinado com os princípios ali registrados há mais de cem anos. Nesse livro, Ellen White mostra que o objetivo da verdadeira educação é (1) restaurar no ser humano a imagem e semelhança do Criador, (2) levar o ser humano à perfeição em que fora criado e (3) promover o desenvolvimento de todas as faculdades humanas, com foco em seus aspectos mental, físico, espiritual e social.
A abertura do 25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, promovido pela Abert, nesta terça-feira, 19, contou com um comentário inusitado do ministro das Comunicações, Hélio Costa. O ministro fez uma defesa arraigada do setor de rádio e televisão, e sugeriu que os jovens devem usar menos a internet e assistir mais programas de TV e de rádio. "Essa juventude tem que parar de só ficar pendurada na internet. Tem que assistir mais rádio e televisão", afirmou o ministro em seu discurso, após relembrar a distância entre o faturamento da radiodifusão e das telecomunicações. "O setor de comunicação fatura R$ 110 bilhões por ano. Desse total, somente R$ 1 bilhão é do rádio e R$ 12 bilhões das TVs. O resto vocês sabem muito bem onde está", provocou o responsável pelas comunicações do país. 
Nota: As incertezas ainda são grandes. Mesmo assim, a mídia (como sempre) colabora para o clima de euforia darwinista (até o Google está dando sua parcela de contribuição à louvaminhice precipitada ao Darwinius masillae, conforme a imagem aí ao lado). Mais pesquisas devem ser realizadas antes de se permitir que o "sonho" interfira nas conclusões. Aguardemos os desdobramentos dessa descoberta.[MB]
Muitas pessoas pensam que ter dinheiro, boa aparência e a admiração dos outros traz a felicidade. Porém, estudo publicado na edição de junho do Journal of Research in Personality indica que a perseguição a metas materiais e relacionadas à imagem poderia contribuir para o mal estar físico e mental. A análise de 147 alunos de duas universidades mostrou que “apesar de nossa cultura colocar uma forte ênfase na realização com riqueza e fama, perseguir esses objetivos não contribui para ter uma vida satisfatória”. Na verdade, isso foi associado à presença de mais emoções negativas, como vergonha e raiva, e mais sintomas físicos de ansiedade, como dores de cabeça, de estômago e falta de energia.
Uma estatueta feminina com seios e quadris aumentados data de ao menos 35 mil anos [sic] e mostra que os antigos humanos pensavam em sexo, afirmaram pesquisadores na quarta-feira. A estatueta de 60 milímetros de altura provavelmente é a mais antiga peça do tipo já descoberta e sugere que a arte no Paleolítico era muito mais complexa do que se pensava, escreveu Nicholas Conard, da Universidade de Tubingen, na Alemanha, na revista Nature. A datação feita com radiocarbono indica que a peça retirada de uma escavação arqueológica no sul da Alemanha, perto do vale do Danúbio, tem ao menos 35 mil anos, afirmam os pesquisadores.
A revista Scientific American deste mês traz a matéria de capa "O que nos faz humanos", assinada pela bioestatística Katherine S. Pollard. No texto, a pesquisadora fala sobre comparações entre genomas humanos e de chimpanzés que revelam extensões de DNA exclusivas de nossa espécie. Num dos boxes da matéria, é dito que "mudanças para certas sequências genômicas podem ter efeitos graves no cérebro. Mutações do gene ASPM, por exemplo, levam a uma redução marcante no tamanho do cérebro comparando-se com o cérebro normal, indicando que esse gene exerceu um papel fundamental na evolução do cérebro grande em humanos". A pergunta é: Como, quando e por que surgiu o tal gene fundamental ASPM? Qual a explicação para o surgimento de informação genética fundamental, complexa e especificada?
O consultor e palestrante James C. Hunter criou uma ficção (essa é a parte frágil de sua obra; depois digo por quê) para transmitir seus conceitos de liderança – próprios ou aprendidos de outros entendidos do assunto. De modo geral, o livro é interessante e apresenta bons conceitos de gerenciamento que podem ser adotados por empresários, líderes religiosos ou mesmo cônjuges e pais. O grande objetivo do autor é mudar o foco do leitor da liderança pelo poder para a liderança pela autoridade, tendo como um dos grandes exemplos disso Jesus Cristo, que ensinou que o verdadeiro líder deve amar seus liderados e servi-los.
Protágoras: "A verdade é relativa. É somente uma questão de opinião."
Circula na internet um vídeo que faz parte de uma pesquisa sobre a inconsciência do racismo entre crianças negras. Peço licença para fazer alguns comentários. Tive meu primeiro professor negro apenas no 2° Colegial, e nunca tinha me dado conta disso. Era Geraldo. Foi meu melhor professor de História. Sua esposa, também negra, era uma ótima professora de Sociologia. Eles eram tementes a Deus. Tenho saudades deles. Estudando o assunto, descobrimos que não existem raças, mas etnias; não há gente “de cor”, mas gente negra ou mulata. As palavras “negro” ou “negra” são tão bonitas e honrosas quanto “morena”, ou “branco”. Na verdade, não há negros, brancos, índios e “olhinhos puxados”, mas pessoas. Todos somos simplesmente pessoas. Portanto, por exemplo, ao apontar uma pessoa em meio a um grupo, não fale: “Aquele preto ali” ou “Aquele senhor de cor”, mas “Aquele senhor negro” ou “Aquele senhor de camisa listrada”, assim como você faria normalmente para identificar outros. Trate as pessoas como tais, sem desmerecê-las, pois, às vezes, fazemos isso sem perceber. Sei que muitos de nós já temos consciência disso.
Parece fácil associar uma bela paisagem, com árvores floridas e cachoeiras, a momentos de prazer. Estar em contato com a natureza transmite uma sensação de calma e tranquilidade e faz bem para a mente, certo? Mas isso quer dizer que a cidade pode fazer mal ao seu cérebro? Segundo um estudo da Universidade de Michigan, a resposta é sim. O psicólogo Marc Berman publicou um estudo em que mostrou como, depois de algum tempo andando numa rua barulhenta e movimentada, o cérebro humano perde parte de sua capacidade de guardar informações na memória. Isso explica também por que nos sentimos tão exaustos vivendo em cidades grandes. 

Marcelo Gleiser chutou o balde mesmo (saiba por que aqui). Disse que "nossa geometria descreve aproximadamente as formas que vemos à nossa volta; esferas, quadrados, cubos, círculos, linhas". Um aluno do Ensino Médio talvez pudesse dizer isso. Mas alguém que faz curso superior, não. Além dos axiomas básicos da geometria e que a ideia de tais não é nada simples, há muitas formas complexas de geometria - muito utilizadas e trabalhadas na matemática -, mas pouquíssimo observadas no mundo real, como os espaços curvos e hiperbólicos. O que dizer, então, de uma geometria em R^n (lê-se como se o "n" fosse um expoente), no qual interagem dimensões que não podem ser observadas? E num curso de cálculo 4 e avançado no qual se veem funções em Rn, e domínios em Rn. E mesmo naqueles "espaços", não oculares, a geometria ainda trabalha, sobretudo uma geometria vetorial.
Pensamentos negativos podem influenciar na vida das pessoas. A reação de um paciente diante da doença pode influenciar na sua recuperação, pense ele de maneira positiva ou negativa. Exemplo disso são pessoas que participam de ensaios clínicos. Metade dos pacientes são submetidos à verdadeira droga e a outra metade recebe o placebo, porém, todos estão cientes dos possíveis efeitos colaterais. O que foi observado é que entre as pessoas que sofrem com os efeitos colaterais estão também pessoas que tomam apenas o placebo. Enquanto o efeito placebo consiste em a pessoa doente tomar uma substância qualquer, que não seja um remédio, e melhorar simplesmente por ter sido feito acreditar que aquele era um remédio real. O contrário disso é chamado de efeito nocebo, ou seja, uma reação adversa que não é causada por alguma droga, mas apenas pela crença de que efeitos indesejáveis são possíveis. Aí entra o efeito do pensamento negativo.
A ciência é a autoridade suprema na sociedade. Se há uma disputa, a ciência é o juiz. Se uma lei está para ser aprovada, a ciência tem de comprová-la. Quando a ciência é ignorada, brados de protesto ecoam na mídia, nas universidades e nas esquinas. A autoridade atribuída à ciência é tão grande que muitos são tentados a usá-la para validar afirmações que vão além das evidências disponíveis. Phillip Johnson quer trazer de volta ao debate público questões que muitas vezes têm sido consideradas resolvidas. Ao analisar os fundamentos do naturalismo, o autor ressalta os últimos debates sobre ciência e evolução. No fim, ele conclui profeticamente que as muralhas do naturalismo ruirão e que o evangelho deve desempenhar um papel vital na construção de um novo tipo de pensamento — não apenas em relação à ciência e à religião, mas no que diz respeito a tudo que oferece esperança e sentido à vida.
Nos evangelhos sinóticos, encontramos a parábola do semeador. Lucas 8:5-8: “Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. Outra caiu sobre a pedra; e, tendo crescido, secou por falta de umidade. Outra caiu no meio dos espinhos; e estes, ao crescerem com ela, a sufocaram. Outra, afinal, caiu em boa terra; cresceu e produziu a cento por um. Dizendo isto, clamou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.” Semanas atrás, pude ver germinar uma semente. Claudinei Módolo, mais conhecido como “Branco”, pode ser comparado a uma dessas sementes produtivas. Ele sempre foi bom pai de família, trabalhador, honesto. Casado com Suzana, que foi a primeira a ser batizada na Igreja Adventista do Sétimo Dia de Boituva, SP, ele é pai de Renan, que é desbravador e cantor na igreja. Entretanto, Claudinei, apesar de conhecer a mensagem adventista há tempos, resistia a tomar a decisão de ser batizado e pertencer, como sua família, à Família de Deus.
Aos 40 anos de idade, Claudinei foi batizado, no dia 12 de abril, pelo pastor Benhur Domingues, no mesmo tanque em que a esposa foi batizada dez anos antes. Os membros da igreja e a família se emocionaram com a feliz surpresa. “Branco”, que é meu cunhado, hoje afirma: “Ao longo desse tempo, já ouvi muitos sermões, por muitas vezes atendi a apelos, sabia que devia tomar uma decisão séria, mas algo me impedia. Até que não pude mais adiar. Senti que aquele era o momento exato.”