segunda-feira, setembro 08, 2008

Até parece que Madonna conhece as profecias

A cantora Madonna, durante o show que realizou na noite de sábado no estádio olímpico de Roma, dedicou ao Papa Bento XVI uma de suas canções mais famosas, “Like a virgin”. “Dedico esta canção ao Papa porque sou filha de Deus. Vocês também são filhos de Deus”, afirmou a estrela pop, segundo vários sites locais. O show, que teve um público de mais de 60 mil pessoas, entre elas o estilista Giorgio Armani e o jogador de futebol Totti, faz parte do “Sticky and Sweet”, nova turnê da cantora que fez recentemente 50 anos.

A rainha do pop já havia causado polêmica em seu primeiro show da turnê, realizado em Cardiff. Reino Unido, ao cantar “Get stupid” enquanto eram projetadas imagens num telão de Hitler, do presidente do Zimbábue Robert Mugabe e do candidato republicano à Casa Branca, John McCain.

A turnê de Madonna é formada de 49 shows e o últimos dele será realizado em São Paulo, no dia 18 de dezembro.

(Yahoo)

Nota do estudante de Teologia Francis Giovanella Valle: “Será que a Madonna andou estudando o Apocalipse? Como ela sabe que a Igreja Romana já não é mais como a virgem vestida de sol?!”

Jovens quase iguais aos outros

Deu na revista Veja desta semana: “Eles vão a baladas, namoram, surfam e usam roupas da moda. A diferença entre os evangélicos e a maioria dos outros jovens é que suas festas são sem álcool, o namoro é sem sexo e as roupas, sem exageros – nada de saias pelos pés e cabelos pela cintura, mas decotes e comprimentos moderados. A maneira brasileira de ser evangélico ajuda a explicar os números impressionantes: 17% dos jovens entre 15 e 29 anos se identificam como seguidores de alguma das confissões evangélicas. Basta entrar em qualquer culto pentecostal para constatar a vitalidade de sua presença: praticamente a metade da igreja é sempre composta de jovens. Orgulhosos de seguir uma doutrina aparentemente [note a palavra] tão contrária a tudo o que a juventude aprecia em nome de valores espirituais, também assumem a busca da realização material (‘Nós merecemos o melhor’ é uma declaração constante). Em algumas igrejas específicas, a promessa de redenção é um atrativo poderoso. ‘A maioria vem aqui porque tem angústias de várias naturezas, entre elas o vício em drogas. Mas uma vida desregrada e um certo desconforto com o mundo, que muitas vezes nem eles mesmos sabem explicar, também trazem muitos jovens para a igreja’, enumera Rodrigo Ribeiro Rodrigues, membro há três anos e meio da Bola de Neve Church, igreja conhecida em São Paulo pela presença absoluta de jovens. Rodrigo trabalha como assessor de imprensa da Bola de Neve – sim, a igreja tem assessor. Além dos cultos, ele freqüenta o inusitado pub gospel Brother Simion, ponto de encontro de jovens crentes em São Paulo. O Brother Simion é isso mesmo: pub, ou seja, lugar meio escurinho onde jovens se encontram, e gospel, o que quer dizer que lá não se pode fumar nem beber. ‘O que mais sai aqui é açaí’, diz o Brother Simion em pessoa, o dono do estabelecimento. E que fique claro aos casais: beijar, pode; avançar o sinal, não.”

A certa altura, a reportagem pergunta: “Não fazer sexo com a namorada é difícil?” E o jovem Jeferson Ricardo Silva, de 19 anos, estudante de moda e membro da igreja Sara Nossa Terra, responde: “Ficar sem sexo dói, é um sacrifício, mas no final da minha busca eu vou ter um prêmio. O ápice da minha procura vai ser com uma pessoa que eu conheço e com quem tenho uma aliança verdadeira. Estou me guardando para o melhor.” Aqui há um aspecto positivo na matéria que não trata o tema com ar de deboche, como já ocorreu em outras reportagens da mídia secular. Ponto pra Veja.

Veja destaca também o “evangelho da prosperidade” que se alastra em muitas igrejas, especialmente na neo-pentecostal Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). A revista afirma: “Nessa antecipação de dias melhores, poucas coisas fazem tanto sentido quanto a valorização do progresso material. “Todas as segundas-feiras temos uma palestra na igreja chamada Congresso Empresarial. Nela aprendemos que prosperar financeiramente não é sujo. ... Deus nos ensina a ter o melhor, a lutar para melhorar de vida”, empolga-se Nathalia Gomes, 20 anos, fiel há seis anos da IURD.

Nicanor Lopes, professor de teologia da Universidade Metodista de São Paulo, faz a sua análise: “De um lado, as igrejas mais tradicionais deixaram de reprimir o ato de ver TV, de ir à praia, de usar maquiagem, cabelo curto e roupas da moda. De outro, as pentecostais passaram a fazer de seus cultos verdadeiros shows de música e dança, proporcionando-lhes um caráter de entretenimento. Isso atraiu muitos jovens.”

Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, cerca de 30% dos fiéis das igrejas evangélicas estão nas classes C e D, em que a teologia da ascensão material encontra terreno propício. “A igreja nos ensina a ter o melhor. Aqui a gente aprende que ter prosperidade é dom de Deus. Se somos pessoas boas, nossa fé vai nos dar condições de, por exemplo, viajar, fazer cruzeiros e ficar em hotéis cinco-estrelas”, diz Daniela Soares, 32 anos, fiel da Universal há dezoito.

Nota: À primeira vista, essa nova juventude evangélica é tudo de bom. De fato, deve-se reconhecer, há aspectos muito positivos nisso tudo, como o abandono do álcool e das drogas, o compromisso de envolvimento sexual apenas depois do casamento, etc. Por outro lado, essa religiosidade revela o pano de fundo pós-moderno, em que o foco está nas sensações, no prazer e na prosperidade material. Aqui a luz vermelha deveria estar acesa. Nos quesitos vestuário, música e diversão, os jovens evangélicos quase não se distinguem dos demais e atraem mais pela “festa” do que pelo evangelho que deveriam pregar.

Para o blogueiro Marcello Flores, responsável pelo Diário da Profecia, “esse fenômeno que hoje vemos no ambiente evangélico/pentecostal aos poucos está se alastrando para o nosso meio [adventista], e pessoas sinceras têm advogado a falsa premissa de que qualquer concessão vale para manter nossos filhos na Igreja. Nesse contexto, é impossível não se lembrar de Ellen White, que escreveu: ‘A conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo’ ($, p. 512)”.

Marcello cita também o pastor Jorge Mário de Oliveira, em seu discurso aos formandos de Teologia de 2005: “Adequação de métodos, não contextualização de mensagem. O mundo evangélico está infestado dessa praga que já assola o arraial adventista. Temos bebido em cisternas rotas e vazias, e de lá trazido águas sujas e a maldição da contextualização da verdade com adequação aos gostos e preferências do homem pós-moderno. É uma maldição na história do povo Deus.”

“Estou convencido de que é por esse motivo que somos aconselhados a deixar as grandes cidades desde já. É a salvação de nossos filhos que está em jogo, como a Sra. White tão bem adverte, quando fala sobre Ló no contexto de Sodoma”, conclui Marcello.

Impacto permanente em Belém

O Impacto Esperança foi um evento macante para todos nós (veja alguns lances clicando na foto ao lado, para ampliá-la). Primeiro "impactamos" pessoas com a mensagem da volta de Jesus. Mas em especial a igreja como um todo foi "impactada" com a necessidade de pregar e participar da obra missionária. Pessoas que talvez nunca tenham distribuído um folheto na vida tiveram a nobre oportunidade. Toda a igreja envolvida, seja a pé, de moto, de carro. Até pessoas não batizadas, nossos amigos, se envolveram, e alguns, em virtude do Impacto, pediram o batismo. Gloria a Deus! Idosos, adultos, jovens e, em especial, crianças foram usados por Deus.

Os nossos pequenos estavam tão entusiasmados que se recusavam a entrar e permanecer nos carros de apoio. Apenas nos procuravam para tomar água ou para pegar mais folhetos. Realmente foi inesquecível.

A idéia é que esse fogo missionário não se apague. E já temos pelos menos três propostas:

1) A proposta do Franco é para repertirmos esse evento uma vez por semestre, envolvendo toda a igreja e todo o território que foi mapeado.

2) A outra proposta é que façamos, toda a igreja, uma vez (num sábado tambem) por vez o Impacto com folhetos sobre a volta de Jesus em uma área das muitas que foram mapeadas (por exemplo, no mês de outubro fazemos apenas a área pela qual a Silvia foi responsável; no mês de novembro, fazemos a área do Bernardo, e assim por diante até repassarmos todas as áreas). Ao término disso, fazemos a área toda como sugerido pelo Franco.

3) A Iracilda deu a sugestão de orarmos ao Senhor e lançarmos sorte para a escolha de uma casa (uma família) moradora de determinada área mapeada. Essa família sorteada seria convidada para uma programação especial, receberia toda a atenção da igreja, receberia um brinde especial e almoçaria com toda a igreja.

Ótimas propostas, não acham, irmãos? Alguém tem mais alguma?

Oremos para que o evangelho seja pregado.

Aleluia! Vem,Senhor Jesus.

(Claudio Almeida, Vila dos Cabanos, distrito de Barcarena, Estado do Pará)

domingo, setembro 07, 2008

Distribuindo esperança no trem

No dia 6 de setembro, eu estava de plantão no Hospital Adventista Silvestre e não tive a oportunidade de participar do Impacto Esperança nas ruas, como minha esposa, mas recebi no hospital duas revistas Viva com Esperança. Peguei o trem na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, para ir embora. Ao sentar, abri uma das revistas e comecei a ler. Passados 15 minutos, um passageiro sentou-se ao meu lado e ficou olhando o que eu tinha nas mãos. Ao perceber isso, abri a mochila e lhe entreguei a outra revista. Ele nem esperou eu explicar do que se tratava e começou a ler com muita atenção. Fiquei sem reação e para não atrapalhar a leitura dele me mantive atento ao que eu estava lendo.

Passados mais 30 minutos, o trem estava um pouco cheio, então percebi que entrara uma adolencente, com aparência de moradora de rua, com no máximo 18 anos e com um filho no colo. Ela ficou em pé ao meu lado e eu prontamente me levantei e cedi o lugar a ela, e continuei a ler a revista. Quando terminei a leitura, percebi que ela estava olhando a revista e pensei: "Coitada, não deve nem saber ler", mas senti dentro de mim que deveria oferecer o impresso a ela. Respirei fundo e entreguei a revista com um sorriso nos lábios. Logo em seguida, fiquei pasmo, pois ela aceitou com um sorriso lindo e, ao pegar a revista, percebi que ela lia atentamente os textos. Fiquei profundamente emocionado, pois vi o Espirito Santo trabalhando naquele momento.

Muitas vezes, escolhemos a quem vamos passar a Palavra, mas Deus nos mostra que isso é para qualquer pessoa.

(Lourival Guimarães Alves, da Igreja Adventista Central de Campo Grande, Rio de Janeiro)

Nota: Se você viveu uma história parecida e quer partilhá-la com os leitores deste blog, escreva um pequeno texto de uns dois ou três parágrafos e envie para michelson.borges@gmail.com (se tiver fotos, melhor ainda). Os melhores testemunhos serão publicados aqui.

Comer menos carne para ajudar o planeta

As pessoas deveriam parar de comer carne um dia por semana se quiserem fazer uma contribuição pessoal e efetiva ao combate à mudança climática, segundo o presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), Rajendra Pachauri.

Em entrevista ao dominical britânico The Observer, o presidente do IPCC, prêmio Nobel da Paz 2007 junto com ex-vice-presidente americano Al Gore, destacou a importância de mudanças na dieta, devido à grande quantidade de emissões de dióxido de carbono e outros problemas ambientais associados à criação de gado.

Na opinião do economista indiano, que é vegetariano, é relativamente fácil mudar os hábitos alimentares em comparação à modificação dos sistemas de transporte. Após eliminar o consumo de carne um dia por semana, Pachauri propõe continuar reduzindo.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) estimou que o setor de criação de gado representa 20% das emissões globais de gases do efeito estufa.

Além disso, também é uma das principais causas da degradação do solo e dos recursos hídricos. A FAO advertiu também que o consumo de carne vai duplicar em meados deste século.

(G1 Notícias)

Nota: Existem muitos outros motivos para parar de comer carne. Esse só amplia a lista.[MB]

Leia também a matéria publicada no site da BBC Brasil.

sábado, setembro 06, 2008

Histórias do Impacto

Hoje é o dia do Impacto! Milhões de pessoas na América do Sul serão contatadas pelos adventistas do sétimo dia e receberão deles uma revista Viva com Esperança. Esse é o maior projeto missionário com impressos da Igreja Adventista em toda a sua história. Em Vitória, ES, o Impacto Esperança começou cedo. Às 5h da manhã, adventistas "invadiram" a Rodoviária Estadual e distribuíram a revista que fala de esperança para os dramas humanos. Em Divinópolis, MG, o maior jornal da cidade deu na capa “6 de setembro, o dia do Impacto” (a propósito, somando todos os jornais brasileiros que encartarão a revista, serão cerca de 2 milhões de exemplares).

Durante o dia, certamente surgirão muitas histórias bonitas de vidas tocadas pelo evangelho, por um sorriso, por uma palavra amiga. Histórias como a do meu amigo Vagner Zil, que participou do projeto de distribuição em massa das revistas no município paulista de Tietê (leia a história dele aqui). Se você viveu uma história parecida e quer partilhá-la com os leitores deste blog, escreva um pequeno texto de uns dois ou três parágrafos e envie para michelson.borges@gmail.com (se tiver fotos, melhor ainda). Os melhores testemunhos serão publicados aqui.

Vamos "incendiar" a igreja com o espírito missionário! Jesus tem pressa de voltar!

sexta-feira, setembro 05, 2008

Para viver com esperança

Você sabe quais são as três frases que as pessoas mais gostam de ouvir? Começando pela primeira: “Eu te amo.” Ainda não nasceu quem não queira amar e ser amado. E dependendo de quem diz e de quem ouve, essa pode ser a frase de uma vida. Com o amor não existe meio-termo; ninguém ousa dizer que ama mais ou menos. Um meio-amor não deixa de ser um meio-desprezo, um meio-ódio. O compositor Jader Santos escreveu em uma bela canção que “o amor pode ser bonito, sincero e genuíno, mas o amor tem que ser divino pra ser amor”. Nosso amor é falho e condicionado à reciprocidade; mal merece ser chamado de amor. Mas ninguém pode ter maior amor do que este: o de amar os habitantes do mundo a ponto de dar a própria vida em favor deles. Há dois milênios, a cruz de Cristo incansavelmente declara: “Eu te amo.” Não amar o Salvador é como dizer: “Eu não preciso de salvação.” Amar o Salvador é como dizer: “Obrigado por me salvar”, e, então, procurar viver como Ele viveu aqui. Contudo, para Deus não é suficiente morar no coração das pessoas; Ele quer habitar pessoalmente com elas. É por isso que poemas e canções, atos e palavras apenas antecipam um tênue rascunho do que será dado àqueles que escolherem amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmos. “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Co 2:9). Nossa esperança precisa estar firmada no Deus cujo sinônimo é Amor.

Outra frase prestigiada é “Vamos comer”. Quem renuncia um convite amigável para sentar-se à mesa e partilhar uma refeição especial? Li uma história sobre uma anciã cristã que costumava oferecer almoços deliciosos. Antes de servir a sobremesa, ela sempre dizia: “Segurem seus garfos; o melhor está por vir”. Quando ela faleceu, seus amigos seguiram seu último e estranho pedido, o de que fosse enterrada com os talheres nas mãos. Ela quis assim para que, aos que perguntassem a respeito, respondessem: “É apenas um sinal de que ela crê que o melhor está por vir.”

Jesus também quer sentar-Se à nossa mesa e partilhar de nossa vida. Por isso, Ele está à porta e bate. Ele não força a entrada nem põe as portas abaixo. Ele espera pacientemente para que abramos o nosso coração e O convidemos para que “entre, por favor”. Ao entrar, Ele não irá vasculhar nossos quartos, nem irá logo até a sala aprovar a nova decoração. Ele quer apenas sentar e cear. Como um amigo de longa data a quem reencontramos, Ele preencherá os espaços vazios em que entulhamos nossas vontades egoístas, nossa busca de auto-glorificação, nosso tempo em que O rejeitamos. E como o melhor ainda está por vir, nossa humilde refeição em breve dará lugar ao banquete celeste, onde estarão todos os que aceitarem o convite para a ceia das bodas do Cordeiro. Nossa esperança é saber que o Anfitrião desse banquete é aquele que mais quer sentar e cear conosco.

A terceira frase que todos amam ouvir é: “Vamos para casa.” Após semanas longe de casa, após um dia extenuante de trabalho, após uma reunião festiva com os amigos, é sempre reconfortante ouvir que estamos indo ao nosso lar. Quando eu era criança, certo dia meu pai me deixou na casa de uma de suas irmãs enquanto ia cuidar dos seus afazeres de adulto. Para me confortar, disse que voltaria após o meio-dia. Então, assim que acabou o almoço, fui esperá-lo no pátio. O tempo passava e eu sentia que as horas se arrastavam penosamente enquanto me vinha a infantil convicção de que ele tinha esquecido de mim. Já passava das três horas da tarde, quando meus olhos já marejados o viram chegar. Foi um alívio ouvi-lo dizer: “Filho, vamos pra casa.”

Jesus demora e o tempo de Sua vinda parece não chegar? Como crianças, ficamos inseguros, mas o Pai sabe o tempo certo para vir, e mesmo que pareça, Ele não Se esqueceu de nós. Seu coração parece sentir saudades de Quem você só conhece pela fé? Não tardará e Ele virá. Veja os sinais da manhã gloriosa que está raiando e saiba que Jesus voltará para fazer justiça e também para dizer: “Filhos, vamos para casa.” Ele nos ama com inigualável amor. Ele prepara a mesa e deseja repartir um banquete conosco, Ele irá restaurar o lar que um dia perdemos. Nossa esperança é saber que há um Deus que quer nos levar para casa.

(Joêzer Mendonça, editor do blog Nota na Pauta, com exclusividade para este blog)

Nota: Que tal sair às ruas amanhã e dizer às pessoas que logo Jesus vai nos levar para casa?

Proselitismo ou reforço à ética

Nos estados Unidos, há anos se arrasta o debate em torno do Ensino Religioso nas escolas públicas e sobre a prática da Oração Comum. No Brasil, uma reportagem publicada pela revista Época desta semana mostra que a polêmica americana já começa a se insinuar em território tupiniquim. Alguns benefícios da implementação de preceitos religiosos nas escolas são citados na matéria: a prática da oração antes da aula (que em determinada escola recebeu o nome de “acolhimento”) traria equilíbrio além de aquietar o ambiente, de acordo com a diretora Patrícia Bonília, da escola Walter Carretero, Sorocaba (no interior de São Paulo). Para a advogada Maria Lúcia Amary, autora do programa que orienta como trabalhar valores cristãos nas escolas, é perceptível uma mudança de comportamento nas crianças que freqüentam as aulas de Ensino Religioso, que, para ela, pode ser constatada “no modo como [os alunos] tratam os professores, a família e os amigos”. Claro que existe quem argumente em outro sentido.

Para o sociólogo Luiz Antônio Cunha, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e criador do Observatório da Laicidade do Estado, o Ensino Religioso é dispensável, uma vez que, segundo sua visão, não há modelo aceitável – todas as diversas abordagens da matéria escolar seriam doutrinárias, ou seja, influenciadas pela religiosidade do próprio professor. Para Roseli Fischmann, da USP, a Religião em sala é nosciva porque atrasa o pensamento crítico e favorece o argumento do “Deus das lacunas”.

A respeito do primeiro argumento, é claro que é impossível, de forma concreta, ensinar Religião de maneira absolutamente neutra. No que se refere à Religião como responsável pelo atraso da mentalidade crítica, essa crítica é infundada. No período em que o ensino positivo da Bíblia foi mais bem disseminado, na época subseqüente à Reforma Protestante, ocorreu um avanço da cultura geral e não atraso. Certo estudioso do período afirmou: “A noção comum entre poetas, literatos, cientistas e filósofos do século XVII sobre cultura é a de que ela compreende atividades que objetivam a anulação das conseqüências do pecado, ou seja, concebe-se nesta época um aspecto redentivo à cultura. ... Nos próprios anos da Revolução Científica, esse esquema teológico constitui não o simples resíduo de um distante medievo, mas uma força real e operante, que age sobre a vida e as atitudes, fornece à cultura uma série de orientações, um conjunto de pontos de referência, uma direção real, uma terminologia” (Paolo Rossi, “A ciência e a filosofia dos modernos: aspectos da revolução científica”, São Paulo, SP: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1992, p. 61, 62).

Sob a égide da Reforma Protestante, houve progresso em diversos campos do conhecimento. Lutero, entre outros reformadores, possuía a visão de que tudo deveria estar sujeito à Revelação das Escrituras. Aliás, a reportagem equivocadamente atribui a fundação da igreja protestante a Martinho Lutero, e em uma data tão recuada quanto 1517, quando tudo o que o monge alemão mais queria era cumprir seu dever como bom católico que ainda era!

A história de Lutero é citada por Época para reforçar a tese do Estado Laico. Não estou bem certo de que Lutero concordaria com o moderno conceito de Estado Laico, que no século XXI está mais para “Estado Ateu”. O que o trabalho dos reformadores proporcionou foi uma abertura para a liberdade religiosa como um princípio do Estado. Nesse contexto de liberdade religiosa, a própria reportagem questiona a certa altura como a educação religiosa deveria lidar com os não-religiosos: “Como trazer Deus para a sala de aula de forma respeitosa a todas as linhas religiosas – incluindo os ateus e agnósticos?”

Por trás dessa pergunta, existem os maiores conflitos ideológicos envolvendo as aulas de Ensino Religioso nas escolas públicas nacionais. Conforme o pesquisador em direito Salomão Ximenes, o Ensino Religioso no Brasil estaria funcionando em um dos três possíveis modelos a seguir:

Modelo interconfessional: norteado por uma determinada visão religiosa, o que, na prática, tende ao catolicismo, principal fatia do Cristianismo no Brasil. Não é incomum que haja o proselitismo (tentativa do adepto de uma dada religião de converter outrem) na sala de aula.

Divisão dos alunos por credos: empregando profissionais indicados por entidades religiosas (como nas escolas públicas do Rio de Janeiro, nas quais 94% dos profissionais contratados para ensinar a disciplina nas escolas eram católicos e evangélicos). Grupos religiosos de expressão menor e lares agnósticos ou não-religiosos são os maiores insatisfeitos com essa divisão, por não se sentirem devidamente representados.

Ensino da religião como fenômeno social: defendido por Anísia de Paulo Fiqueiredo, assessora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB – órgão ligado à cúpula católica) e Afonso Soares, presidente da Sociedade de Teologia e Ciências da Religião do Brasil. Dentro dessa abordagem, o Ensino Religioso passa a tratar do fenômeno religioso, como diversidade cultural e dentro de um desenvolvimento histórico. Procura ser uma abordagem neutra – e moralmente relativista, poderíamos acrescentar.

Pessoalmente, creio que o Ensino Religioso funciona dentro de escolas confessionais com maior propriedade do que na rede pública, haja vista que a estrutura das escolas confessionais permite ao professor trabalhar com maior liberdade o pensamento religioso de uma perspectiva que equilibre teoria e prática.

Por outro lado, uma vez que as aulas de Religião se tornem obrigatórias pelo governo nas escolas municipais e estaduais, o movimento ecumênico, que visa a integração das denominações religiosas, irá diluir os verdadeiros princípios bíblicos, porque em nome de uma tentativa de agradar a todos e não desrespeitar nenhuma religião, a versão do Cristianismo apresentada não será baseada no ensino das Escrituras.

Vamos ver até onde a controvérsia envolvendo o Ensino Religioso irá nos levar.

(Douglas Reis, Questão de Confiança)

Dez Mandamentos da felicidade

Os Dez Mandamentos enviados por Deus a Moisés, segundo o Antigo Testamento, são comumente entendidos como regras difíceis de serem integralmente cumpridas e cuja não obediência pode levar as pessoas ao inferno. Para o juiz de direito William Douglas, autor de Os 10 Mandamentos Para uma Vida Melhor – Os segredos espirituais que trazem a verdadeira felicidade, no entanto, eles são a chave para fazer as vidas mais felizes, prósperas e abundantes. O novo livro de William - co-autor do livro Criando Campeões, em parceria com Diego Hypolito e Renato Araújo - estuda as dez leis bíblicas sob a ótica contemporânea. O lançamento é da Thomas Nelson Brasil. O livro faz uma expedição exploratória nos textos mais conhecidos das Escrituras Sagradas. “À primeira vista, parecem tratar-se apenas de regras e proibições que revelam uma face implacável de um Deus que, ao mesmo tempo, Se apresenta como fonte de graça e misericórdia. Creio que o problema não está no texto, mas nas lentes que usamos para examinar cada uma dessas dicas”, analisa o autor.

William Douglas atribui novos valores e perspectivas aos mandamentos bíblicos. Para o autor, os dez mandamentos são, na verdade, dez desafios. “Enquanto muitos pensam a respeito do quanto os dez mandamentos tornam a vida mais pesada, proponho a reformulação da pergunta: ‘Será que os dez mandamentos podem me ajudar a ter uma vida melhor?’ Eu acredito que sim. O foco do decálogo está na relação que temos com o próximo, com o nosso vizinho, com os nossos pais, empregados ou o motorista no trânsito. O ponto de partida pode ser individual, mas os benefícios são muito mais do que individuais. Assim, a aplicação das regras vai melhorar não só a sua vida, mas também a de todos que estão perto de você”, argumenta.

(Release enviado por Escritório de Comunicação Lu Fernandes)

quinta-feira, setembro 04, 2008

E ainda se consideram humanos...

Nesta filmagem, animais são vistos tendo suas peles retiradas ainda vivos. Os assassinos dizem que é para permitir um "corte limpo". Arrancada a pele, as carcaças são deixadas de lado. Os animais permanecem vivos, agonizando por cerca de dez minutos. Tanto sofrimento pra quê? Para que madames possam se exibir com seus custosos casacos de pele! No que se tornou o ser humano?! As palavras do sábio Salomão continuam atuais como nunca: "O justo atenta para a vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel" (Pv 12:10).

Piercing no lábio pode causar perda de dentes

Especialistas da Universidade de Ohio alertam para o fato de que quanto mais tempo um piercing permanecer no lábio, maior será a retração da gengiva com instabilidade dos dentes afetados. Um alerta semelhante havia sido feito por dentistas ingleses em 2003. Para recolher os dados, os especialistas acompanharam mais de 50 usuários de piercing de lábios. O piercing quando colocado nos lábios fica roçando a região próxima aos dentes, causando a retração da gengiva. A retração gengival, depois de instalada, tem pouca chance de recuperação passando a funcionar como porta de entrada para as bactérias que causarão a doença periodontal. Após a contaminação pelas bactérias acontece a formação de uma bolsa de material infectado que compromete o dente.

A doença periodontal, nome técnico da inflamação crônica das gengivas, está associada a uma série de doenças, podendo causar a perda dos dentes. Além da inflamação crônica, a retração gengival traz o aumento da sensibilidade dolorosa dos dentes aos estímulos de calor e frio. ...

(G1 Notícias)

Mau exemplo presidencial

"Eu defendo, na verdade, o uso do fumo em qualquer lugar. Só fuma quem é viciado." Essa foi a resposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ser indagado sobre sua opinião sobre o projeto federal que proíbe o fumo em lugares fechados, a exemplo do que foi proposto pelo governador José Serra (PSDB), na semana passada. Durante a pergunta que lhe foi formulada, Lula fumava uma cigarrilha. ... O projeto do Ministério da Saúde está em tramitação na Casa Civil, desde fevereiro, e propõe a extinção de todos os fumódromos em recintos fechados, liberando o cigarro apenas em casa ou na rua.

Lula não quis manifestar sua opinião sobre o mérito do projeto. ­"Eu não vou propor. A idéia do Ministério da Saúde é a proibição do fumo em todos os lugares fechados. Eu mando o projeto para o Congresso e não voto." Ao ser questionado sobre um decreto que proíbe o fumo no Planalto, o presidente respondeu: ­"Menos na minha sala. Eu, se for na sua sala, certamente não fumarei porque respeito o dono da sala. Mas, na minha, sou eu que mando."

A Casa Civil afirmou que o projeto federal está em análise, sem previsão de ser enviado ao Congresso. Informou ainda que o Palácio do Planalto observa a lei 9.294, de 15 de julho de 1996, e o decreto nº 2.018, de 1996. A lei proíbe o uso de cigarro ou qualquer outro produto do gênero em recinto coletivo, privado ou público, salvo em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada ou com arejamento conveniente". ...

Segundo a economista Márcia Pinto, o fumo traz prejuízo anual de R$ 338,6 milhões ao SUS, em internações e quimioterapia. ...

(Terra)

quarta-feira, setembro 03, 2008

Milagres do Impacto Esperança na mídia

Segundo o pastor Wilmar Hirle, diretor associado do departamento de publicações da igreja adventista mundial, o projeto Impacto Esperança é o maior programa adventista de distribuição de literatura missionária da história da igreja. No próximo sábado, mais de 20 milhões de exemplares da revista Viva com Esperança serão distribuídos por dois milhões de membros da igreja na América do Sul. Milagres já estão sendo vistos, prenunciando o sucesso do evento. Grandes jornais também vão distribuir as revistas. Primeiro foi o Diário Catarinense, que aceitou encartar mais de 60 mil exemplares da publicação. Agora é a vez de O Globo (285 mil, no Rio), O Estado de Minas (70 mil, Belo Horizonte), Super (145 mil, Minas) e Tribuna (72 mil, Vitória). A Casa Publicadora Brasileira teve que manter suas impressoras rodando na noite de segunda-feira para dar conta dessa nova demanda.

Tudo isso demonstra que Deus está à frente do projeto, porque Jesus tem pressa de voltar (Mt 24:14)!

Participe você também desse impacto!

Vingança e perdão

A revista Veja desta semana destaca um tema bastante oportuno: a vingança. A publicação relaciona o que chama de as faces atuais do ancestral dilema da humanidade, perdoar ou retaliar. Segundo a revista, a luta entre a sabedoria que leva à reconciliação e o desejo de vingança... essa luta é mais antiga que a civilização e continua sendo travada nos dias atuais. A reportagem ressalta que parece fazer parte do mecanismo instintivo de defesa dos seres humanos responder a um tapa com outro tapa. Diante da constatação, Veja resgata algumas histórias curiosas. Histórias de gente que tramou até por seis meses uma forma de vingança contra uma pessoa. A revista também revela as novas de formas de vingança. Se, no passado, a vingança tomava corpo, muitas vezes, através de um ato agressivo, hoje, a retaliação vem, por exemplo, através da internet. Tem pessoas encontrando na rede mundial a chance de denegrir a imagem de alguém que as ofenderam em algum momento. Eu, por exemplo, conheço o caso de uma jovem que teve fotos íntimas publicadas na internet depois da separação do marido...

Mas a revista traz uma conclusão importante para o drama da humanidade. De acordo com Veja, a lição que podemos aprender na história é que foi através do perdão que a humanidade conseguiu interromper as espirais de violência provocadas pela vingança.

E a publicação tem toda razão. Toda vez que o ser humano tenta responder um tapa com outro tapa, toda vez que isso acontece, o quadro de tensão inicial tem como conseqüência um fato novo e, quase sempre, mais grave.

É por isso que Deus nos ensina a perdoar. A máxima de Jesus de darmos a outra face quando somos agredidos também é clara. A atitude pacificadora, o perdão... é sempre a saída mais sábia.

Mas talvez você diga: “Mas, Ronaldo, eu estou muito magoado. Fui ofendido... O que fizeram comigo foi muito grave.” Eu não duvido de você. Sei que algumas atitudes nos entristecem e despertam a nossa ira. Nossa atitude mais natural é mesmo partir para a retaliação; imaginar uma forma de nos vingar da pessoa que nos fez algum mal.

Acontece que nossos desejos instintivos, pecadores, nos levam a cometer um novo erro. Entretanto, o Deus dos Céus promete nos ensinar a perdoar. Por isso, como encerra a reportagem da Veja, quero concluir minha reflexão com você. Contra a nossa vontade, podemos contar com a graça divina. A graça divina nos garante a sabedoria necessária para perdoarmos.

(Ronaldo Nezo, Fato Pensado)

terça-feira, setembro 02, 2008

Casa Publicadora Brasileira leva esperança a Tietê

Era bonito de ver. Do pátio da expedição, oito ônibus lotados de funcionários da Casa Publicadora Brasileira saíram em direção a Tietê, município próximo a Tatuí (onde fica a editora), com uma igreja adventista em fase de crescimento. Os mais de 300 servidores da instituição "invadiram" as ruas e praças da cidade para entregar milhares de revistas Viva com Esperança para a população de cerca de 40 mil habitantes. Histórias interessantes como a do vendedor de sorvete ambulante que recolhia as revistas que alguns deixavam nos bancos da praça, alegando que as levaria para entregar em seu bairro, marcaram o dia. Diálogos comoventes como o travado por um funcionário com a jovem Fernanda, viciada em crack e andando a esmo pela cidade, mostraram que o trabalho vale mesmo a pena. Ela prometeu ir à igreja e disse que aquele contato não podia ser por acaso.

Gastamos cerca de duas horas conversando e espalhando esperança na cidade que nos recebeu muito bem. Esse trabalho missionário foi apenas o "ensaio", uma "amostra" do que vai acontecer em toda a América do Sul, no dia 6, quando serão distribuídas mais de 20 milhões de revistas Viva com Esperança. A experiência gostosa de tocar vidas que experimentamos hoje na "cidade jardim" pode ser a sua também, em sua cidade. Envolva-se nesse projeto que nasceu no coração de Deus.

Mais detalhes sobre o impacto em Tietê e em várias partes do Brasil poderão ser lidos na Revista Adventista de outubro.

Leia também: "O impacto de uma revista histórica"

População sofre com problemas psicológicos

Na região controlada pela Índia, há uma geração de jovens traumatizados por duas décadas de conflito. A maioria sofre de depressão, transtorno de estresse pós-traumático, tóxico-dependência e tendências suicidas. O número de jovens afetados é muito alto, especialmente se comparado com o de países ocidentais. Especialistas dizem que a saúde mental é uma vítima invisível da guerra e que isso irá deixar cicatrizes, comprometendo as perspectivas de um futuro promissor para a Caxemira, seja ele com ou sem a Índia.

Os pacientes têm insônia, dificuldade de aprendizagem, ansiedade e sofrem de uma síndrome caracterizada pelo medo dos ataques-surpresa empreendidos pela Índia para eliminar suspeitos de participarem da insurgência.

(Opinião e Notícia)

Nota: De certa forma, todos nós, neste planeta, sofremos de problemas psicológicos e físicos em decorrência do pecado. O objetivo de Deus é nos levar tanto quanto possível ao modelo de vida edênico, com as bênçãos da alimentação natural, do relacionamento conjugal baseado no amor e na fidelidade e da harmonia física, mental e espiritual - tudo isso em preparação para o mundo que virá. Pode parecer que isso é andar na "contramão", mas, na verdade, é seguir o manual da vida. O mundo é que está na contramão.[MB]

segunda-feira, setembro 01, 2008

O impacto de uma revista histórica

O evangelismo por meio de impressos na Igreja Adventista do Sétimo Dia teve início em julho de 1849, com a publicação da revista The Present Truth (A Verdade Presente). De lá para cá, bilhões de páginas têm sido produzidas pela meia centena de editoras adventistas espalhadas pelo mundo. Páginas cujo objetivo principal é levar esperança a todos os cantos do planeta.

No dia 6 de setembro, a igreja adventista na América do Sul vai realizar uma distribuição de impressos sem precedentes em sua história: 20 milhões de revistas Viva com Esperança serão entregues às famílias brasileiras.

Tive o prazer e o privilégio de escrever o primeiro artigo dessa revista, intitulado “Esperança para vencer os traumas emocionais”. Lembro-me bem do dia em que o escrevi. Era 7 de janeiro e eu estava num quarto de hospital, em Tatuí, aguardando minha esposa retornar da sala de cirurgia. Ela havia sido submetida a uma colecistectomia (extração da vesícula biliar). Enquanto orava por ela, também pedi a Deus que me iluminasse a mente a fim de que pudesse digitar palavras capazes de tocar mentes e corações. Liguei o notebook e o texto fluiu. Quando a Débora chegou ao quarto, o artigo estava pronto. Uma oração e dois pedidos atendidos!

Toda a revista Viva com Esperança foi escrita “com os joelhos”. Os adventistas que se envolverem nesse projeto de distribuição em massa podem ter certeza de que tudo foi feito com muita oração e dedicação – desde a redação ao acabamento.

Tenho certeza de que Deus abençoará a distribuição desses milhões de revistas que vão impactar a vida de muita gente com a maior de todas as notícias: a volta de Jesus.

Amanhã, os mais de 300 servidores da Casa Publicadora Brasileira irão para a cidade de Tietê (próxima de Tatuí) e darão abertura ao projeto “Impacto Esperança”, distribuindo os primeiros exemplares da revista que ajudaram a produzir.

Depois conto como foi...

Michelson

Aproveite e leia aqui a revista virtual.

Subir escada pode aumentar expectativa de vida

Um estudo feito por cientistas da Suíça afirma que subir de escada em vez de usar o elevador no trabalho pode aumentar a expectativa de vida. Abandonar o uso de escadas-rolantes pode melhorar a condição física, diminuir a gordura corporal, reduzir o tamanho da cintura e diminuir a pressão sangüínea, afirma a pesquisa feita com 69 pessoas. Isso representaria uma redução de 15% na chance de se morrer prematuramente de qualquer doença, afirma a equipe de cientistas do Hospital Universitário de Genebra. Os resultados do estudo foram divulgados em uma conferência da Sociedade Européia de Cardiologia, na Alemanha. [Leia mais]