domingo, maio 21, 2017

Sistema Solar foi projetado para abrigar vida

Nossa casa benfeita
São 400 bilhões de estrelas que integram a Via Láctea, e o Sol - e o Sistema Solar - está em posição privilegiada em relação à maioria delas. O ponto onde o Sol está localizado é uma região propícia para o desenvolvimento da vida, uma vez que não cruza os braços espirais da galáxia. A descoberta é resultado do trabalho de cientistas brasileiros, liderados por Jacques Lépine, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP. O artigo científico que explica o estudo foi publicado na revista especializada Astrophysical Journal. A nossa galáxia funciona de forma semelhante ao Sistema Solar, dadas as devidas proporções de magnitude, é claro. Se organiza em forma de um disco achatado com um centro gravitacional em torno do qual estrelas e nuvens de gás giram - no Sistema Solar, são planetas orbitando o Sol. Além de estrelas e gases, contudo, a Via Láctea tem ainda os tais dois principais braços espirais da Via Láctea, Sagittaruis e Perseus, que são estruturas de matéria mais brilhantes de estrelas jovens e luminosas. Pelo que se sabe, as condições nesses braços seriam improváveis para o surgimento [sic] de vida. “Sempre se especulou sobre o que acontecia cada vez que o Sol atravessa os braços, e se pensava que isso acontecia periodicamente, por exemplo a cada 150 milhões de anos”, relata o professor Jacques Lépine. “Mas, de acordo com os nossos cálculos, isso não acontece nunca.”

O que Lépine e sua equipe descobriram é que o Sol jamais cruza tais braços espirais. Especula-se que, caso houve esse encontro entre nosso sistema e os braços espirais, poderia haver extinções em massa na Terra.

Os cálculos desenvolvidos no trabalho garantem que nossa estrela se movimenta pela galáxia com a mesma velocidade que Sagittarius e Perseus. Ou seja, orbitando todos no mesmo ritmo não há risco de se atravessarem - levam aproximadamente 200 milhões de anos para dar uma volta galáctica. E isso só acontece porque o Sol está localizado em uma faixa específica da Via Láctea: é a velocidade característica das estrelas a aproximadamente 26.000 anos-luz do centro da galáxia. “No entanto, até agora, não foi proposto nenhum mecanismo específico para a origem do braço local [estrelas na mesma posição que o Sol]. Esse peculiar comportamento do Sol poderia ter inúmeras consequências para a nossa compreensão da cinemática local das estrelas, a Zona Habitacional Galáctica e a evolução do Sistema Solar”, afirma o estudo.

(Vix)

Nota: A verdade é que o Universo, nossa galáxia, o sistema solar e a Terra (confira) foram projetados para nos receber, tamanhas são as “coincidências” necessárias para que a matéria e a vida existam. A grande pergunta: Por que existe tudo, ao invés de nada?” continua sem resposta, do ponto de vista naturalista. As probabilidades de que tudo desandasse (se é que alguma vez acontecesse) são tão altas que a origem do universo e da vida estão na categoria dos milagres. Pena que muitos cientistas continuem rejeitando o óbvio e ensinando multidões a dar as costas para esse óbvio. [MB]

Evangélicos são condenados por falsa profecia


Dom profético? Não, fofoca
Dois frequentadores de uma igreja evangélica carioca deverão indenizar outra fiel, sobre quem espalharam fofocas na comunidade. A decisão foi do desembargador Eduardo de Azevedo Paiva, da 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Em primeiro grau a Justiça já havia decidido de forma favorável à autora. Segundo relatado nos autos, os réus espalharam a informação de que a mulher havia traído o marido após terem recebido uma “revelação divina” sobre o suposto fato. De acordo com informantes que atuaram no caso, um dos réus “confirmou ter recebido uma ‘mensagem de Deus’ para que ele propagasse a notícia do adultério e a segunda ré também confessou ter agido da mesma forma”. Em sua defesa, alegaram que a mulher não sofreu qualquer tipo de dano, apenas mero aborrecimento. Afirmaram, também, que a condenação na primeira instância, de pagamento à fiel no valor de R$ 5 mil para cada demandado, foi excessiva. O desembargador, porém, não teve dúvidas a respeito dos elementos configuradores da responsabilidade civil subjetiva dos réus para que se configurasse o dano moral.

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sexta-feira, maio 19, 2017

Os desafios de ser geocientista criacionista no Brasil

Que dizem as rochas?
Em entrevista dada à coluna de tecnologia de um jornal local em Minas Gerais, o cientista francês Jérôme Baron, pós-doutor pelo Max Planck Institite (referência mundial em pesquisas do cérebro), afirmou que fazer pesquisa no Brasil “é quase heroico”. Baron mudou-se para o Brasil, abandonando o Instituto Max Planck, na Alemanha, para ficar perto da esposa, brasileira, e da filha. Hoje ele é pesquisador na Universidade Federal de Minas Gerais, onde trabalha estudando a percepção visual de corujas. Se nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil já temos grande falta de investimentos em projetos de pesquisas científicas, o que falar então de regiões como Norte e Nordeste? Mas é de lá que vem o maior número de geocientistas criacionistas, principalmente geólogos, que eu conheço.

Durante minha graduação, não abracei de imediato o criacionismo. Talvez por ter pouco conhecimento a respeito ou achar pouco interessante. Entretanto, ficou claro para mim, no decorrer dos anos, principalmente durante meu mestrado, que não podia conviver com a ciência de um lado e a religião do outro. Era estranha a ideia de que, durante a semana, eu vestia minha “roupa” de pesquisador, e nos fins de semana, a “roupa” de cristão. O conflito de crenças e ideias sempre vem. E você é obrigado a tomar uma posição: ou fé ou razão. Foi aí que descobri que não precisava abrir mão de uma ou de outra. Que, na verdade, há muita fé no que chamamos de “razão” e bastante razão no que embasamos nossa fé, a Palavra de Deus. Foi então que decidi mergulhar fundo no criacionismo, onde descobri que, semelhantemente, outros colegas de diferentes áreas da ciência também estavam na mesma busca – a ciência na religião.

Os desafios vêm. Os questionamentos crescem de maneira exponencial. Porém, como na ciência, são as perguntas que nos motivam a avançar em busca de novas descobertas. E como tenho descoberto! Como tenho visto que novos modelos podem ser propostos e antigos modelos, questionados. Como, aos poucos, Deus nos revela Seus maravilhosos mistérios por meio da ciência. Como consegui enxergar que aquilo que parecia impossível de se harmonizar em minha mente, ciência e religião, na verdade, são áreas que podem caminhar lado a lado. Porque o Deus da religião usou Sua maravilhosa ciência para criar todas as coisas. O problema está na “ciência” que os homens querem enxergar. Não é errado questionar. Não é errado investigar... Sendo assim, por que não questionar antigos modelos e propostas para darmos passos largos em direção às verdadeiras descobertas sobre as origens, ou mesmo coisas ainda não reveladas a respeito?!

Mas quem disse que é fácil? Se para a pesquisa científica secular no Brasil já não se tem muito incentivo, o que falar sobre pesquisas criacionistas, sobretudo na área de geociências? “A falta de conhecimento sólido sobre os argumentos criacionistas por parte da grande maioria dos acadêmicos (professores e alunos) dentro do campo das geociências tem sido uma das maiores dificuldades para os geocientistas criacionistas”, afirma David Pereira, criacionista, mestrando em geologia pela Universidade Federal do Pará. No campo das geociências, ainda temos pouco com o que contar, principalmente no Brasil. Graças a trabalhos como os dos geólogos doutores Nahor Neves, Marcos Natal e outros, a Sociedade Criacionista tem recebido importantes contribuições nessa área nos últimos anos. Mas é preciso mais! É preciso sair da zona de conforto e caminhar com ousadia e confiança. É preciso crer que se está do lado certo. Ainda que o “caminho largo” pareça mais confortável e ninguém olhe para você com receio, como disse o criacionista e estudante de geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro Thiago Soldani.

Ao longo desses anos de estudante e pesquisador, tenho visto colegas de fé e profissão ficarem na “sombra”, com receio de serem ridicularizados. Outros, por não haver um aporte de material conciso ou mesmo “convincente” a respeito da geologia criacionista, preferem acreditar em teorias seculares, montando ideias que misturam um pouco daqui e dali, para não desagradar a “gregos e troianos”. Mas, nesse ponto, precisamos olhar para trás e aprender com nossos irmãos evolucionistas. Basta lembrar que, quando a teoria da Tectônica de Placas foi apresentada ao público pela primeira vez pelo geólogo norte-americano Harry Hass (que tomou como base os estudos de Alfred Wegner sobre a Deriva Continental), na década de 1960, foi simplesmente ridicularizada. Mas a persistência dele, a dedicação e, sobretudo, a fé em suas pesquisas o levaram ao progresso. Desde então, inúmeras pesquisas foram e vêm sendo realizadas nessa área. E hoje essa teoria é considerada seminal para a geologia moderna.

Por mais desafiador que seja trabalhar com a geociência e o criacionismo, mesmo sem haver grandes financiamentos ou mesmo um grande número de pesquisadores para “somar” a esse tão “temido” grupo nos estudos criacionistas, sinto que fomos chamados para marcar uma nova geração de pesquisadores que não têm medo de caminhar a segunda milha! Que não medem esforços para ir além dos livros seculares. Que, como Harry Hass, não têm medo de serem ridicularizados.

Saiba que existe um universo de evidências enterradas e registradas nas rochas sobre os grandes mistérios da Criação. Saiba que você, geólogo, geofísico, engenheiro, geólogo ou qualquer outro profissional ligado às áreas da geociência pode e tem o direito de não aceitar esse desafio... Mas só quero que você não esqueça: se você não falar, “as pedras clamarão”! (Lucas 19:40).

(Hérlon Costa é geólogo formado pela UFPA e mestre em Geologia Exploratória pela UFPR)

Sons da natureza relaxam ajustando cérebro e corpo

Criados em um jardim
O ruído suave de um riacho ou o som do vento nas árvores podem mudar fisicamente nossa mente e nossos sistemas corporais, ajudando-nos a relaxar. Isso não é exatamente uma novidade, mas agora os cientistas estão se dedicando a descobrir como essas sensações tão sutis alteram nossa fisiologia. “Todos estamos familiarizados com o sentimento de relaxamento e ‘desligamento’ que vem com uma caminhada no campo, e agora temos evidências do cérebro e do corpo que nos ajudam a entender esse efeito. Elas vieram de uma emocionante colaboração entre artistas e cientistas, que produziu resultados que podem ter um impacto no mundo real, particularmente para pessoas que estão enfrentando altos níveis de estresse”, conta a professora Cassandra Gould van Praag, da Universidade de Sussex (Reino Unido). A equipe documentou como ouvir sons naturais afeta os sistemas corporais que controlam o mecanismo “luta ou fugir” do cérebro e as partes do sistema nervoso autônomo responsáveis pela digestão e pelo repouso.

Para isso, os participantes ouviam sons de ambientes naturais e artificiais enquanto sua atividade cerebral era medida em um aparelho de ressonância magnética e a atividade do sistema nervoso autônomo era monitorada através de pequenas mudanças na frequência cardíaca. Também foram realizados testes cognitivos paralelos. Os resultados mostraram que a atividade na rede de modo padrão do cérebro (uma coleção de áreas que ficam ativas quando estamos descansando) era diferente dependendo dos sons tocando em segundo plano. Ao ouvir sons naturais, a conectividade cerebral refletia um foco de atenção dirigido para fora; ao ouvir sons artificiais, a conectividade cerebral refletia um foco de atenção direcionado para dentro, semelhante aos estados observados na ansiedade, no transtorno de estresse pós-traumático e na depressão.

Houve também um aumento na atividade do sistema nervoso digestivo (associada ao relaxamento do corpo) ao ouvir sons naturais em comparação com sons artificiais, e melhor desempenho em uma tarefa de monitoramento externo da atenção.

Curiosamente, a intensidade das alterações na atividade do sistema nervoso se mostrou dependente do estado basal de cada participante: indivíduos que apresentavam maior estresse antes do início do experimento mostraram maior relaxamento corporal ao ouvir sons naturais, enquanto aqueles que já estavam mais relaxados apresentaram um ligeiro aumento no estresse ao ouvir os sons naturais em comparação com os sons artificiais.

Os resultados foram publicados na revista Nature Scientific Reports.


Nota: Será que esses resultados se devem ao fato de que fomos criados em um jardim e de que temos conexão com a natureza e saudades de uma vida simples, natural? Uma dica: sempre que possível, passe tempo em meio à natureza. As digitais do Criador estão por toda parte. [MB]

quarta-feira, maio 17, 2017

Novidades no blog Criacionismo!

Sempre evoluindo
Olá, querido(a) leitor(a). Você sempre foi o maior patrimônio deste blog que tem como objetivo principal divulgar e tornar acessíveis conteúdos relacionados com a controvérsia entre o criacionismo e o evolucionismo, bem como assuntos relacionados a ciência e religião. Esse é um projeto pessoal no qual trabalho voluntariamente há mais de dez anos. Ao longo desse tempo, tive a alegria de saber que muitas pessoas – especialmente estudantes – foram beneficiadas com algum texto ou vídeo postado. E é isso o que me motiva a prosseguir. Também acabou sendo formada naturalmente uma rede de colaboradores anônimos que quase todos os dias me envia dicas de conteúdos e sugestões de postagens. A essas pessoas a minha profunda gratidão, por tornarem meu trabalho bem menos difícil. Espero continuar contando com esse apoio e com suas orações.

Bem, chegou a hora de fazer uma mudança editorial e visual no blog. Alguns de vocês já devem ter percebido que criei um novo blog (clique aqui para conhecer). Daqui para a frente, os conteúdos que não tenham relação direta com criacionismo (como profecias, devocionais, comportamento, saúde, sexualidade, mídia e outros) serão postados lá. Aqui continuarei postando matérias e vídeos relacionados mais diretamente com ciência e religião, sempre em uma perspectiva apologética. Para “reforçar” o conteúdo, convidei um ótimo time de colunistas, com nomes como Eduardo Lütz (físico), Graça Lütz (bióloga e bioquímica), Tarcísio Vieira (biólogo e químico), Herlon Costa (geólogo) e outros que você conhecerá logo, logo.

Quanto ao visual, o blog passará a ter a “cara” de um portal/site, portanto, mais moderno, bonito e funcional. Isso graças à grande ajuda do amigo designer Alex Kretzschmar, a quem também devo muito. Amanhã ele começará a trabalhar nisso. Não estranhe se alguma coisa lhe parecer fora de lugar durante esse processo. Com o tempo, tudo será ajustado.

Continue visitando este blog e convide mais pessoas para conhecer nossos conteúdos.

Um abraço criacionista.

Michelson Borges  

Para feminista, falta de aborto causou aquecimento global

Controle populacional?
Em uma ampla entrevista na última terça-feira, a ícone feminista Gloria Steinem disse à Refinery29 que a mudança climática pode estar diretamente relacionada à falta de aborto. Steinem, de 83 anos, que ajudou a popularizar a controversa camiseta “Eu fiz um aborto”, disse ao site que a mudança climática é uma “questão feminista” porque a superpopulação mundial poderia ter sido evitada se os abortos fossem mais facilmente acessíveis às mulheres. “Ouça, o que causa a mudança do clima é a população”, disse ela. “Se não estivéssemos forçando sistematicamente mulheres a ter filhos que não querem ou não podem cuidar durante os 500 anos de patriarcado, não teríamos os problemas climáticos que temos. Essa é a causa fundamental da mudança climática. Mesmo que o Vaticano não nos diga isso. Além disso, porque as mulheres são as principais trabalhadoras agrícolas no mundo, e também as portadoras de água e as alimentadoras de famílias e assim por diante, é um fardo desproporcional.”

Durante a entrevista, Steinem também aproveitou a oportunidade para atacar Ivanka Trump, filha do presidente norte-americano. Quando perguntada pelo entrevistador se ela achava que Ivanka era uma feminista, Steinem disse: “Ninguém na Terra acha que ela é uma feminista, você está brincando comigo?” E observou que Ivanka nem sequer tenta defender o feminismo. “Eu não a vi levantando e dizendo que as mulheres deveriam ter o direito de controlar seus próprios corpos e decidir quando e se ter filhos, não”, disse Steinem.

[Continue lendo e saiba o que este assunto tem que ver com a Nova Ordem Mundial e outras questões relevantes.]

terça-feira, maio 16, 2017

O dinossauro mais bem preservado do mundo

Só um sepultamento rápido explica
Geólogos revelaram nesta semana o que é, provavelmente, o dinossauro mais bem conservado da história. O animal provavelmente morreu como vivia – desafiando predadores com sua armadura pesada e seu tamanho – e depois de 110 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], seu rosto permanece congelado em um feroz resplendor reptiliano. Não se sabe como ele, um herbívoro de uma espécie chamada nodossauro, morreu, mas, de alguma forma, seu corpo acabou no fundo de um mar antigo. Minerais mantiveram seus restos mortais incrivelmente intactos, gradualmente transformando o corpo em um fóssil. E quando foi descoberto em 2011, os cientistas rapidamente perceberam que era o espécime mais bem preservado de seu tipo. “É basicamente uma múmia de dinossauro – é realmente excepcional”, diz Don Brinkman, diretor de preservação e pesquisa no Royal Tyrrell Museum, em Alberta, no Canadá. O dinossauro, com conteúdo de pele e intestino fossilizados intactos, veio de uma escavação nas areias do norte de Alberta, que no passado foi o fundo de um mar, há seis anos.

Esse mar estava cheio de vida, repleto de répteis gigantes que chegavam a 18 metros de largura, enquanto suas costas foram atravessadas por dinossauros gigantes por milhões de anos. A área está repleta de fósseis desde o início dos registros. “O operador de pá na mina viu um bloco com um padrão engraçado e entrou em contato com um geólogo”, disse o Dr. Brinkman. O fóssil, fotografado para a edição de junho da revista National Geographic, foi exposto na sexta-feira.

A lei de Alberta designa todos os fósseis a propriedade da província, não dos proprietários da terra onde eles são encontrados. A maioria é descoberta depois de ser exposta pela erosão, mas a mineração também provou ser uma bênção [!] para os paleontólogos.

Dr. Brinkman disse que o museu foi cuidadoso para não inibir a atividade industrial ao recuperar fósseis para que os operadores das escavadeiras não tivessem medo de chamar quando encontrassem algo. “Esses são espécimes que nunca seriam recuperados de outra forma”, diz Brinkman. “Nós recebemos dois ou três espécimes significativos a cada ano”.


Nota: Pense comigo: se o animal morresse em condições normais e seu cadáver escapasse de ser devorado por carniceiros, com o tempo apodreceria. A hipótese acima é a de que “seu corpo acabou no fundo de um mar antigo”, onde teria fossilizado. Ocorre que o mar seria o pior lugar para um corpo fossilizar. Experiência feita com o corpo de porcos já deixou isso bem claro (confira aqui). Fossilização ocorre sob lama, e o sepultamento tem que ser instantâneo. Animais pegos de surpresa por uma catástrofe envolvendo água e lama, sepultados instantaneamente a ponto de ter seus corpos perfeitamente preservados... O que isso lhe sugere? E mais: esse é um fenômeno observado em todos os continentes, incluindo a Antártida. O que quer que tenha acontecido foi uma catástrofe global. [MB]

segunda-feira, maio 15, 2017

Jesus Cristo existiu? A “descontribuição” de Onfray

Na contramão dos fatos
O filósofo francês ateu Michel Onfray (sobre quem falei em 2006) voltou a ganhar espaço na mídia por causa do lançamento de seu novo livro de 600 páginas intitulado Décadence, no qual ele defende a tese de que Jesus – sim, o Jesus histórico – nunca teria existido. Onfray sempre foi polêmico e agora vai na contramão da posição de outros ateus, como o famoso Bart Ehrman, segundo os quais a existência do Jesus histórico é inegável. Assista abaixo a alguns vídeos que apresentam a posição de dois outros filósofos, de uma bacharel em Teologia e doutoranda em Filosofia e de um pastor adventista. E tire suas conclusões.




Cientistas questionam a teoria da evolução


Clique aqui para assistir à reportagem.

domingo, maio 14, 2017

Escolas eliminam Dia das Mães do calendário

Querem destruir a figura dela
Foi-se a época em que as famílias tinham um formato padrão. Hoje em dia, são incontáveis os exemplos de mães ou pais solteiros, casais [sic] homossexuais e até mesmo parentes como avós e tios educando crianças. Em respeito a essa diversidade, algumas escolas brasileiras eliminaram de seus calendários comemorações de datas como o Dia das Mães e o Dia dos Pais, substituindo-as por festas que celebram o núcleo familiar de um modo geral. “Não podemos generalizar na escola algo que é diferente no mundo privado, avalia Ana Lúcia Figueira da Silva, gestora da Educação Infantil da Escola Viva, em São Paulo. “As pessoas têm formas diferentes de comemorar, fazem escolhas diferentes. Além disso, a família contemporânea tem novas configurações, fora o fato de que há também pais e mães que não são presentes pelos mais variados motivos. Os contextos são diversos.”

sexta-feira, maio 12, 2017

Dr. Rodrigo Silva não é terraplanista (óbvio!)

quinta-feira, maio 11, 2017

Mackenzie cria núcleo de estudos em DI

Cristãos cada vez mais influenciados por ideias não bíblicas

Falta cosmovisão bíblica
Uma nova pesquisa revela o aumento da influência de crenças não cristãs na mentalidade dos cristãos praticantes, com grandes porcentagens deles concordando com ideias que contrariam as Escrituras. O levantamento realizado pelo Instituto Barna, em cooperação com Summit Ministries, foi divulgado nesta semana. Ele mediu o quanto as crenças centrais de outras visões de mundo, como nova era, secularismo, pós-modernismo e marxismo, afetaram a maneira com que os cristãos veem o mundo. “Sua influência generalizada sobre o pensamento cristão é evidente, incluindo ideias de religiões concorrentes”, afirma o relatório. Ao todo, 1.456 cristãos praticantes foram confrontados com uma série de afirmações e precisavam dizer se concordavam ou não com elas. Por exemplo, 61% dos entrevistados concordavam com pelo menos um dos ensinamentos da nova era. Quase 30% concordaram que “todas as pessoas rezam/oram ao mesmo deus ou espírito, não importa o nome que deem a ele”. Cerca de um terço das pessoas também disse acreditar que “o significado e o propósito da vida é se tornarem um com o universo”.
A influência dessas filosofias pagãs também está presente nas questões éticas apresentadas aos cristãos, sendo que 32% acreditam em alguma forma de “reciprocidade ou karma”. Eles disseram concordar com a afirmação “se você fizer o bem nesta vida, receberá o bem, e se você fizer algo ruim, receberá algo ruim”. Embora apele para um senso de justiça, isso não é ensinado nas Escrituras.

Fátima, o islã e o muçulmano pagador de promessa

O poder da Virgem
Deu no site católico Aleteia: “À medida que nos aproximamos do centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima, um aspecto que geralmente passa despercebido é a sutil conexão dela com o islã. A Santíssima Virgem Maria apareceu aos três pastorzinhos perto da cidade de Fátima, em Portugal, um lugar cujo nome homenageia tanto uma princesa muçulmana quanto a filha de Maomé. Durante o século 12, exércitos cristãos tomaram cidades da Espanha e Portugal, que tinham sido ocupadas por forças muçulmanas. Nesse período, um cavaleiro chamado Gonzalo Hermigues e seus companheiros capturaram uma princesa muçulmana chamada Fátima. Algumas histórias dizem que, depois de ser capturada, Fátima se apaixonou por Gonzalo e pouco depois eles se casaram. Antes, porém, Fátima foi batizada na fé católica e recebeu o nome de Oureana. Diz-se que as cidades portuguesas de Fátima e Ourém recebem esses nomes em homenagem à princesa muçulmana. O interessante é que a princesa muçulmana tinha o nome de uma das filhas de Maomé, Fátima bint Muhammad, mulher de grande reverência no Islã.
“A filha de Maomé também recebeu o título de al-Zahra, ‘a brilhante’, e Maomé, certa vez, disse sobre ela: ‘Você será a mais abençoada de todas as mulheres no paraíso, depois de Maria’ (embora o muçulmanos não compartilhem as mesmas crenças que os católicos em relação à Virgem Maria, eles têm o mais profundo respeito por ela). Segundo o padre Miguel Ángle Ayuso, secretário do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, essa conexão pode ser uma porta para o diálogo.
[Continue lendo e se surpreenda!]

quarta-feira, maio 10, 2017

Mackenzie cria centro que questiona a evolução

Universidade realmente plural
[Meus comentários seguem entre colchetes. – MB] A Universidade Presbiteriana Mackenzie, uma das mais tradicionais de São Paulo, acaba de inaugurar um núcleo de ciência, fé e sociedade que tem como um de seus objetivos a realização de pesquisas sobre a chamada teoria do DI (Design Inteligente). Os defensores do DI, cujas ideias são rejeitadas pela maioria da comunidade científica, argumentam que os seres vivos são tão complexos que ao menos parte de suas estruturas só poderia ter sido projetada deliberadamente por algum tipo de inteligência. O novo centro recebeu o nome de Núcleo Discovery-Mackenzie, por causa da parceria entre a universidade brasileira e o Discovery Institute, nos EUA. A instituição americana está entre os principais promotores da causa do DI e já sofreu derrotas judiciais em seu país por defender que a ideia fosse ensinada em escolas públicas em paralelo com a teoria da evolução, hoje a explicação mais consolidada sobre a diversidade da vida [note a confusão: tanto criacionistas quando teóricos do DI admitem que exista “diversidade da vida” como fruto de diversificação de baixo nível, que alguns também chamam de “evolução”; a matéria da Folha muda de assunto, deixando claro que o repórter não está bem inteirado do assunto de que está tratando. O desafio do DI à evolução consiste em questionar a insuficiência dos mecanismos evolutivos para explicar a origem de sistemas complexos interdependentes e dependentes de muita informação complexa e específica, coisa que realmente a teoria da evolução não explica – nem a matéria da Folha.]

Tribunais dos EUA consideraram que o DI seria, na essência, muito semelhante ao criacionismo bíblico (a ideia de que Deus criou diretamente o homem e os demais seres vivos) e, portanto, seu ensino violaria a separação legal entre religião e Estado no país [o que é uma tremenda forçação de barra, já que o DI nem se ocupa da natureza do Designer, por entender que esse assunto extrapola a capacidade de pesquisa dos cientistas. A TDI apenas identifica evidências de um design na natureza, mais ou menos como fazem os cientistas forenses, por exemplo. Há entre os defensores do DI até ateus e agnósticos. O próprio Michael Behe (que esteve na Mackenzie) não é criacionista. Dizer que DI é um tipo de criacionismo trata-se de má-fé das autoridades norte-americanas e do autor da matéria da Folha, na tentativa de evitar a discussão e blindar o evolucionismo].

“É importante destacar que não é um núcleo de DI, e sim um núcleo de fé, ciência e sociedade”, declarou à Folha o teólogo e pastor presbiteriano Davi Charles Gomes, chanceler da universidade. “Nossa instituição é confessional, o que significa que ela tem uma visão segundo a qual o mundo tem um significado transcendente. E não existe ciência que, no fundo, não reflita também sobre coisas transcendentes.”

Segundo Gomes, o contato com o Discovery Institute já acontece desde a década passada, quando a universidade começou a organizar o ciclo de simpósios “Darwinismo Hoje”, trazendo biólogos defensores da teoria da evolução e palestrantes que questionam o consenso científico. “Visitei o Discovery em Seattle e descobri que eles aplicam a ideia de design inteligente e complexidade irredutível a uma série de questões que vão além dos seres vivos, como sistemas de trânsito.” [A Mackenzie está de parabéns, pois está fazendo o que todas as ditas universidades deveriam estar fazendo: dando voz e vez ao contraditório, permitindo que haja discussão aberta e plural, oportunizando aos alunos a chance de ter contato com várias facetas da discussão sobre a origem e o desenvolvimento da vida. Palestrantes evolucionistas têm livre acesso aos eventos da Mackenzie. Por que o mesmo não ocorre com os pesquisadores criacionistas e do DI em todas as universidades não confessionais? Algumas até lhes fecham as portas. Confira aqui e aqui.]

“Complexidade irredutível” é uma das palavras de ordem dos defensores do DI. O termo costuma ser aplicado a estruturas biológicas que, em geral, têm escala celular ou molecular e apresentariam organização tão intrincada que não poderiam ter surgido de forma gradual e não guiada, contrariando, portanto, o que diz a teoria da evolução. O grande exemplo seria o flagelo (grosso modo, “cauda”) de certas bactérias. Embora biólogos já tenham apresentado indícios fortes de que o flagelo bacteriano poderia ter sido construído a partir de peças de “seringas moleculares” usadas pelos micróbios para injetar toxinas, os adeptos do DI resistem à ideia. “Quanto mais a gente estuda o flagelo, mais complexo ele fica”, argumenta o químico Marcos Eberlin, pesquisador da Unicamp que coordenará o núcleo e é presidente executivo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente. [Depois de mais de vinte anos que Behe publicou seu livro A Caixa Preta de Darwin, com seu desafio bioquímico à teoria da evolução, tudo o que os evolucionistas têm a oferecer são “indícios fortes”?]

Eberlin afirma que seu objetivo é promover a “avaliação crítica das duas possibilidades” (teoria da evolução e DI), um debate que, segundo ele, estaria sendo barrado pela maior parte da comunidade científica. “O problema é que a academia fechou a questão e não abre brecha para nenhum debate: só existe matéria, energia e espaço no Universo e acabou. Não é assim, os debates é que tornam a ciência divertida”, diz.

Grande parte dos defensores do DI são cristãos conservadores, interessados em mostrar uma possível consonância entre os dados biológicos e o relato bíblico da Criação, mas Eberlin afirma que o movimento não impõe uma linha religiosa ou filosófica única. “Tem gente que acha que o design vem dos ETs, outros falam de um Grande Arquiteto do Universo, como os maçons, ou um espírito evoluído, como os espíritas.”

Para especialistas [e os pesquisadores do DI não são especialistas?], o projeto tem sabor de fracasso. “É triste e extremamente preocupante”, diz o paleontólogo Mario Alberto Cozzuol, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). “As premissas do DI foram derrubadas e expostas já faz muito tempo. Seus proponentes não têm aportado nenhuma novidade para a discussão. O único motivo pelo qual isso continua atraindo gente é a falta de educação em ciências.” [Para mim, o projeto deixa na boca dos evolucionistas um sabor de desespero e medo. Eles não suportam a ideia de a academia se abrir para o diálogo ou de ver o evolucionismo ser contestado em bases científicas.]

“Sabendo que o Mackenzie tem um curso de biologia que não compartilha, ou não compartilhava, das ideias do DI, pode haver choque de interesses. De qualquer forma, o peso simbólico é grande”, afirma o teólogo Eduardo Rodrigues da Cruz, especialista na relação entre ciência e religião da PUC-SP. “Considero que se trata de uma tremenda desonestidade intelectual”, diz Maria Cátira Bortolini, geneticista da UFRGS. “As evidências, fatos, provas pouco importam – o que importa é a narrativa, construída de forma que se coadune com a ideologia ou a crença do sujeito.” [Desonestidade intelectual é uma instituição de ensino proibir seus alunos de saber que existem outros modelos que estudam o assunto das origens, e que o evolucionismo tem, também, aspectos filosóficos/metafísicos. Desonestidade intelectual é não querer ver que a TDI não se baseia em livros religiosos nem em crenças subjetivas. Desonestidade intelectual é não apresentar argumentos e ficar no mi, mi, mi.]


Nota: Após a solenidade de inauguração do espaço na Mackenzie, entrevistei o Dr. Mikhael Behe (confira a entrevista na edição de junho da Revista Adventista) e entreguei-lhe dois livros: Por Que Creio, no qual há uma entrevista com ele, e The Power of Hope (O Poder da Esperança), versão em inglês do livro missionário para 2018. Ambos de minha autoria. [MB]

domingo, maio 07, 2017

O que não é um perfeccionista

Viver em conformidade com Deus
O perfeccionista “clássico” é aquele que acredita que pode “marcar pontos no Céu” por meio de suas boas obras. No extremo dessa crença, está a ideia de que a própria salvação pode ser alcançada por mérito. O perfeccionista geralmente pensa em Jesus mais como modelo do que como redentor. Por isso, ele minimiza a gravidade do pecado, encarando-o antes como uma escolha do que como uma condição (embora ambas as coisas coexistam). Acha que pode igualar o Modelo, mais do que assemelhar-se a Ele. Assim, o perfeccionista, por minimizar a doença, acaba minimizando também a importância do remédio. Perfeccionistas são críticos e verdadeiros vigias dos deslizes alheios. Geralmente, condenam nos outros aquilo contra o que eles mesmos lutam. Essas pessoas são infelizes, já que, em seu íntimo, sabem que não conseguem viver à altura do padrão que elas mesmas estabeleceram. Ou, então, são orgulhosas, pois, por rebaixar o padrão, vivem na ilusão de havê-lo alcançado e, por causa disso, acabam olhando de cima para baixo seus irmãos “imperfeitos”. Há quem diga que esse tipo de perfeccionista não existe. Tenho minhas dúvidas…
Tratei do tema do perfeccionismo aquiaqui e aqui. Mas tem algo mais que precisa ser dito a respeito desse assunto: há pessoas zelosas e sinceras sendo consideradas perfeccionistas pelo simples fato de desejarem viver de acordo com a luz que receberam. Assim, creio que é importante listar algumas características daqueles que não são perfeccionistas, mas que, às vezes, são tidos por:

sexta-feira, maio 05, 2017

A Igreja Adventista e seus críticos

Falar mal é sempre mais fácil
Parece ser cada vez mais frequente haver entre nós uma estranha propensão para a crítica à Igreja Adventista do Sétimo Dia como organização e entidade. Qualquer pequeno ou grande motivo é logo razão para o início de uma cruzada, individual ou coletiva, contra aquela que sempre soubemos ser e reconhecemos como a Igreja de Deus para este tempo. Antes de mais nada, devemos compreender a diferença entre duas críticas diferentes: (a) a primeira será perceber que certamente existem membros que assumem um comportamento errado diante de determinadas circunstâncias ou fatores (neste caso, entenda-se crítica como avaliação); (b) a outra será criticar a Igreja Adventista em si, questionando suas doutrinas, seus princípios e até mesmo sua importância escatológica. O que importa aqui nesta reflexão é a crítica à instituição e não ao comportamento particular dos membros.
Tentando exemplificar um pouco, as acusações que se levantam contra a Igreja podem ser de âmbitos diferentes: (a) genericamente, somos acusados de ter jesuítas infiltrados (confira aqui), de fazer pactos secretos com a Igreja Católica, de participar dos movimentos ecumênicos e do Concílio Mundial de Igrejas, etc.; (b) em casos específicos, a queixa é sobre doutrinas ou escritos de Ellen White que foram propositadamente alterados, pastores que estão em apostasia, o uso do dízimo, a natureza do Espírito Santo, etc.

quinta-feira, maio 04, 2017

Trump visitará o papa e assina decreto que enfraquece separação igreja-Estado

Estratégias sendo costuradas
[Não, o decreto do título acima não é o dominical, ainda.] A Santa Sé confirmou nesta quinta-feira que o papa Francisco receberá no Vaticano, em 24 de maio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que depois se reunirá com o secretário de Estado vaticano, o cardeal Pietro Parolin. A Santa Sé explicou em um comunicado que o encontro entre o papa e Trump está previsto para às 8h30 local (3h30, em Brasília) e acontecerá no Palácio Apostólico vaticano. Após a reunião, o governante norte-americano conversará, como é habitual, com o secretário de Estado vaticano, o cardeal Parolin, e com o secretário vaticano de Relações com os Estados, Paul Gallagher. Trump será recebido pelo papa dois dias antes dos chefes de Estado e de Governo do G7, que se reunirão em uma cúpula entre 26 e 27 de maio na cidade siciliana de Taormina (sul). Em 29 de abril, o papa Francisco afirmou sua disponibilidade para receber Trump, como qualquer outro chefe de Estado que solicitar, durante o voo de volta a Roma procedente do Cairo. (Terra)
A Casa Branca deu detalhes dessa primeira viagem oficial de Trump, que inclui mais do que a sede papal. O presidente norte-americano visitará, nesta ordem: Arábia Saudita (interesses petrolífero$, evidentemente), Israel (afago no parceiro número um) e Vaticano (pedir a bênção do papa). Mais parece uma peregrinação religiosa: Islã, Judaísmo e Catolicismo...