Além
do terremoto de magnitude 6 que atingiu a Austrália no dia 23, outro forte tremor foi sentido no
Chile, no domingo, 25. A notícia é do G1: “Um terremoto de magnitude 7.2 atingiu o centro do Chile neste domingo
(25), chacoalhando prédios da capital Santiago. A agência de emergência
governamental, Onemi, afirmou que não há risco de tsunami, mas decretou a
evacuação de algumas áreas da costa do país como medida preventiva. O epicentro
do sismo é próximo à área atingida em 2010 pelo terremoto de magnitude 8.8, que
gerou tsunamis que mataram 500 pessoas. ‘O evento não produziu e não vai
produzir um tsunami na costa do Chile’, afirmou o ministro do Interior Rodrigo
Hinzpeter. No entanto, um representante do governo disse anteriormente que
havia sinais de que o mar tinha retraído um pouco e o escritório de emergência voltou a ordenar uma evacuação da costa na área de
Mauler, como medida preventiva.”
segunda-feira, março 26, 2012
Belugas e narvais: adaptação recente a águas frias
segunda-feira, março 26, 2012
animais, evolucionismo
As
baleias belugas e os narvais vivem somente em águas geladas do Ártico e
subártico. Agora, os cientistas descreveram uma espécie ancestral que vivia em
águas temperadas entre 3 milhões e 4 milhões de anos atrás [segundo a
cronologia evolucionista]. A descoberta, publicada no periódico científico Journal of Vertebrate Paleontology, pode
indicar que as belugas e os narvais se
adaptaram a águas frias mais recentemente. A espécie ancestral foi descrita
pelos cientistas a partir de um crânio completo encontrado em 1969 na Virgínia,
nos Estados Unidos. Eles fizeram comparações anatômicas do fóssil com
esqueletos de belugas e confirmaram que se tratava de uma nova espécie de
baleia sem dentes – o grupo das belugas. O animal, que recebeu o nome de Bohaskaia monodontoides, vivia no clima
temperado da Virgínia.
“As
belugas e os narvais são encontradas somente no Ártico e subártico, apesar de
que os registros de fósseis mais antigos terem sido encontrados em regiões
tropicais e temperadas”, afirmou Nicholas Pyenson, geólogo que fez parte da
pesquisa, em material de divulgação. “Para obter evidências sobre quando e como
as belugas e os narvais se adaptaram ao Ártico, nós precisaremos buscar
respostas em tempos mais recentes.”
Nota:
As belugas e os narvais se adaptaram “mais recentemente” às águas geladas pelo
simples fato de que, antes do dilúvio e das alterações climáticas decorrentes
dessa catástrofe, essas águas provavelmente não existissem. A verdade é que, no
mundo pós-diluviano, muitas espécies acabaram sofrendo microevoluções e
passaram pelo “pente-fino” da seleção natural. Os sobreviventes (mais capazes
de sobreviver às mudanças e ao meio em que se fixaram) estão aí para contar a
história, mas continuam sendo versões modificadas dos mesmos animais
ancestrais, o que contraria a tese macroevolutiva. Belugas e narvais se
adaptaram às águas geladas, mas continuam sendo belugas e narvais, mais ou
menos como as bactérias que adquirem resistência a antibióticos, mas não deixam
de ser bactérias.[MB]
domingo, março 25, 2012
Ser vivo mais antigo com esqueleto antecede cambriano
domingo, março 25, 2012
evolucionismo
No
artigo “Oldest
organism with skeleton discovered in Australia” (Science Daily), somos informados: “Uma equipe
de paleontólogos descobriu o animal com esqueleto mais antigo. Chamado de Coronacollina acula, o organismo tem
entre 560 milhões a 550 milhões de anos de idade [segundo a
cronologia evolucionista], o que o coloca no período Ediacarano, antes
da explosão e da diversificação dos organismos que ocorreu na
Terra no período Cambriano.” O mais antigo até aqui, nós imaginaríamos.
“Até o período Cambriano, era sabido que os animais tinham corpo mole e não tinham partes duras”, disse Mary Droser, professora de Geologia na Universidade da Califórnia, Riverside, cuja equipe de pesquisa fez a descoberta no sul da Austrália. “Mas agora temos um organismo com partes individuais do esqueleto que surgem [sic] antes do período Cambriano. Portanto, é o animal mais antigo com partes duras, e tem um punhado delas – elas teriam sido apoios estruturais – essencialmente sustentando tudo. Isso é uma inovação importante para os animais.”
“Até o período Cambriano, era sabido que os animais tinham corpo mole e não tinham partes duras”, disse Mary Droser, professora de Geologia na Universidade da Califórnia, Riverside, cuja equipe de pesquisa fez a descoberta no sul da Austrália. “Mas agora temos um organismo com partes individuais do esqueleto que surgem [sic] antes do período Cambriano. Portanto, é o animal mais antigo com partes duras, e tem um punhado delas – elas teriam sido apoios estruturais – essencialmente sustentando tudo. Isso é uma inovação importante para os animais.”
“Os
pesquisadores destacam que o Coronacollina
acula vivia no leito do mar. Com um formato tipo dedal, ao qual pelo menos
quatro ‘espículos’ tipo agulha de 20-40 centímetros de comprimento eram
ligados, a Coronacollina acula mais
provavelmente se mantinha estruturada pelos espículos. Os pesquisadores
acreditam que ela ingeria alimentos do mesmo modo que a esponja, e que era
incapaz de locomoção. Como se reproduzia permanece um mistério.”
Os darwinistas frequentemente apontam alegremente para tais descobertas, esperando derrubar a significância da explosão cambriana há [supostos] 500 milhões de anos, quando quase todos os filos de animais atuais apareceram prontamente. O problema que eles nunca discutem (e agora ninguém poderia legalmente discutir em muitos sistemas escolares) é este: Se as explosivas inovações ocorreram muito mais cedo, elas diminuem o tempo para a seleção natural ter agido sobre as mutações aleatórias (darwinismo) para produzir tais inovações, um processo que deve, geralmente, ser lento, de qualquer maneira.
Mas por que se preocupar sobre o fato quando você tem um caso jurídico a seu favor? É assim que a ciência funciona, não é? É mesmo?
(UncommonDescent Blog)
Nota do blog Desafiando a NomenklaturaCientífica: “Por que a Explosão Cambriana é tratada en passant em nossos livros didáticos de Biologia do ensino médio TODOS aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM? Por que os alunos não são informados sobre o que isso significa para a corroboração de uma teoria científica no contexto de justificação teórica? O nome disso é 171 epistêmico, desonestidade científica, e nenhum desses autores de livros didáticos me processa por danos morais e materiais. Por quê? Porque eles sabem que Darwin vai junto comigo para o banco dos réus!!!”
Leia também: "Fósseis do Cambriano: um dilema para o darwinismo" e "O mistério da 'explosão cambriana'"
Os darwinistas frequentemente apontam alegremente para tais descobertas, esperando derrubar a significância da explosão cambriana há [supostos] 500 milhões de anos, quando quase todos os filos de animais atuais apareceram prontamente. O problema que eles nunca discutem (e agora ninguém poderia legalmente discutir em muitos sistemas escolares) é este: Se as explosivas inovações ocorreram muito mais cedo, elas diminuem o tempo para a seleção natural ter agido sobre as mutações aleatórias (darwinismo) para produzir tais inovações, um processo que deve, geralmente, ser lento, de qualquer maneira.
Mas por que se preocupar sobre o fato quando você tem um caso jurídico a seu favor? É assim que a ciência funciona, não é? É mesmo?
(UncommonDescent Blog)
Nota do blog Desafiando a NomenklaturaCientífica: “Por que a Explosão Cambriana é tratada en passant em nossos livros didáticos de Biologia do ensino médio TODOS aprovados pelo MEC/SEMTEC/PNLEM? Por que os alunos não são informados sobre o que isso significa para a corroboração de uma teoria científica no contexto de justificação teórica? O nome disso é 171 epistêmico, desonestidade científica, e nenhum desses autores de livros didáticos me processa por danos morais e materiais. Por quê? Porque eles sabem que Darwin vai junto comigo para o banco dos réus!!!”
Leia também: "Fósseis do Cambriano: um dilema para o darwinismo" e "O mistério da 'explosão cambriana'"
Sucursal da Globo destaca estilo de vida adventista
domingo, março 25, 2012
adventismo, mídia, vegetarianismo
sexta-feira, março 23, 2012
Breve análise das parábolas de Jesus
sexta-feira, março 23, 2012
bíblia, cristianismo, Jesus
Jesus
demonstrou em Seus ensinos ser o Mestre por excelência. Seu conhecimento e
sabedoria causaram admiração aos leigos e educadores de seus dias. A
metodologia de ensino era inigualável e as mais importantes universidades foram
fundadas por causa dEle. Alguns de Seus ensinos mais sublimes foram expressos
em linguagem figurativa, como as parábolas. “Ele não poderia haver usado método
de ensino mais eficaz.”[1] A reação dos ouvintes era: “Jamais alguém falou como
este Homem” (João 7:46). Um exame minucioso desses ensinos é significativo
quando se evidencia que um terço do ensino de Jesus nos evangelhos sinóticos se
apresenta em forma de parábolas.[2] O evangelista Marcos comprovou esse fato,
quando escreveu: “Com muitas parábolas semelhantes Jesus lhes anunciava a
palavra, tanto quanto podiam receber. Não lhes dizia nada sem usar alguma
parábola” (Mc 4:33, 34).
O que é uma Parábola?
O
conceito popular de parábola é um tipo de figura de linguagem em que se fazem comparações.
“No Antigo Testamento, o termo utilizado é marshal,
que também é usado para designar provérbio ou enigma.”[3] No Novo testamento, o
termo é parabole e “vem do grego para
(‘ao lado’ ou ‘junto a’) e ballein (‘lançar’).
Assim, a história é lançada com a verdade para ilustrá-la”.[4] “No âmago do
significado de parabole e marshal está a ideia de uma comparação
entre duas coisas dessemelhantes. A realidade de nosso mundo é posta em contato
com um mundo narrativo da parábola para alguma comparação que produza uma nova
compreensão.”[5]
As
parábolas de Cristo estão correlacionadas com outras figuras de linguagem. As
“similitudes” geralmente falam de costumes no tempo presente fazendo uma
comparação entre dois elementos e usam geralmente as expressões como, assim como, tal qual, tal como. Pedro usou uma símile quando
escreveu: “toda humanidade é como a relva” (1 Pedro 1:24). As parábolas falam
de um determinado momento do passado (e.g., “o semeador saiu a semear” [Mateus13:3]).
Também são perceptíveis as alegorias. “É uma figura de linguagem, mais
especificamente de uso retórico, que produz a virtualização do significado, ou
seja, sua expressão transmite um ou mais sentidos que o da simples compreensão
ao literal.”[6] Enquanto que a parábola consiste num acontecimento factível, a
alegoria pode ser tanto factível como fictício. “Olhando para todas as
parábolas que Jesus contou e as situações variadas em que Ele as proferiu, é
razoável afirmar que Ele usou uma variedade de parábolas, algumas das quais
eram meros símiles que não precisavam muito de alguma explicação (todos
compreendiam imediatamente seu propósito), e outras que poderiam ser mais bem
descritas como metáforas ou como de natureza alegórica e precisando de explicação.”[7]
Por que Jesus falava
por parábolas?
Assim
como a Divindade foi revelada por meio de humanidade de Cristo, ao usar os elementos
da natureza em Suas parábolas, Jesus fornecia um veículo poderoso para
compreensão das verdades espirituais em Seus ouvintes. “Tão ampla era a visão
que Cristo tinha da verdade, e tão extensos os Seus ensinamentos, que cada
aspecto da natureza foi utilizado para ilustrar verdades.”[8] Ensinava com
autoridade, já que toda a criação era obra de Suas mãos. “O desconhecido era
ilustrado pelo conhecido; verdades divinas, com as quais o povo estava
familiarizado.”[9] Mais tarde, quando os ouvintes se deparavam com os objetos
ilustrados, vinham-lhes à mente os ensinos de Jesus.
Não
eram simples ilustrações como as que estamos acostumados a ouvir num sermão. A
parábola envolvia as pessoas em um nível muito aprofundado de reflexão. Eram
tão penetrantes que produziam efeitos diversos. Enquanto uns entregavam o
coração instantaneamente a Cristo, outros procuravam matá-Lo.
“Ele
lhes disse: A vocês foi dado o mistério do Reino de Deus, mas aos que estão
fora tudo é dito por parábolas, a fim de que, ainda que vejam, não percebam;
ainda que ouçam, não entendam; de outro modo, poderiam converter-se e ser
perdoados” (Marcos 4:11, 12).
Percebe-se
que o propósito das parábolas de Jesus era multifacetado. Ele as usava para
revelar e, ao mesmo tempo, para esconder.
Como “a multidão não julgava as parábolas; eram as parábolas que
julgavam as pessoas”,[10] ao ouvinte interessado e sincero era revelado aquilo
que anteriormente estava oculto: o mistério do Reino de Deus. Esse grupo sentia
o desejo de ganhar a salvação, enquanto o ouvinte desinteressado ouvia a
parábola, mas não entendia porque o coração estava endurecido e por achar que
sabia tudo. Para esses, restava-lhes apenas o juízo.
Ellen
White, no livro Parábolas de Jesus, afirma
que nem todos estavam preparados para aceitar e compreender as parábolas do
Mestre. Assim, Ele evitava que a multidão incrédula Lhe fizesse alguma acusação
e interrompesse Seu ministério de maneira prematura.[11]
Regras para a interpretação
de parábolas
No
livro Compreendendo as Escrituras,[12]
são apresentandas seis regras básicas de interpretação:
1. Evite a alegorização
–
Inicialmente, é importante diferenciar entre alegoria e alegorização. Como já
foi dito, a alegoria usa uma metáfora ampliada para referir verdades fora do
significado literal da narrativa. Já a alegorização é o processo de usar algum
texto que não é alegórico por natureza e transformá-lo em alegoria, a fim de
promover novos significados que originalmente não eram a intenção do autor. O teólogo
Agostinho usou a alegorização para dizer que na parábola do Bom Samaritano o
homem que descia de Jericó era igual a Adão.[13] Ele não foi o único a usar esse
princípio interpretativo. Durante séculos, esse foi o método mais usado, mas seu
rompimento teve início no movimento da Reforma e terminou com o erudito alemão
A. Jülicher, no século passado.[14]
A
alegorização facilita o ato de enxergar qualquer
coisa em quase todas as parábolas. Acaba impondo um significado que o autor
jamais pretendia.
2. Reúna dados
históricos, culturais, gramaticais e léxicos –
O mundo em que vivemos é muito diferente do mundo dos aldeões da palestina.
Essa distância pode ser amenizada usando-se as descobertas arqueológicas, bem
como a leitura de bons dicionários e comentários bíblicos, além de livros que
retratam os costumes da época.
3. Analise a narrativa
da parábola – “As parábolas têm personagens, ações,
cenários e suportes, e relações de tempo; elas têm um narrador e um leitor
subentendido, um ponto de vista e um enredo. A Análise destes ajuda o leitor a
ver, de forma objetiva, a maneira por que é criado o impacto emocional da
narrativa e ajuda a delinear os temas e ênfases da narrativa.”[15]
4. Determine o
auditório – Para quem Jesus está falando? Para
escribas, Fariseus, às multidões, ou aos discípulos? A compreensão dessas
perguntas ajudará o leitor a determinar se a aplicação da parábola é para os de
dentro ou de fora da igreja; para grupos ou pessoas. Também observe a reação
dos ouvintes de Jesus, pois servirá de excelente pista para o significado das palavras.
5. Use o Espírito de
Profecia – Depois da leitura bíblica, essa deveria ser a
primeira fonte de pesquisa. O livro Parábolas
de Jesus é rico em detalhes e, por ser inspirado, fornece uma interpretação
correta das parábolas. Dessa forma, grande soma de tempo pode ser poupada em
busca de respostas em outras literaturas.
6. Aplique a parábola à
situação de hoje – Identifique o princípio teológico ensinado
por Jesus na parábola e aplique-o à sua vida pessoal. Lembre-se de que a
aplicação provém da parábola em vez de ser imposta a ela.
(Fabio dos Santos é pastor
na Associação Paulista Oeste [distrito de Barretos] da Igreja Adventista do
Sétimo Dia)
Referências:
1.
Ellen White, Parábolas de Jesus, p.
21.
2.
Grant R. Osborne, A Espiral Hermenêutica:
uma nova abordagem à interpretação bíblica (São Paulo: Vida Nova, 2009), p.
372.
3.
Ibidem.
4.
Roy B. Zuck, A Interpretação Bíblica:
meios de descobrir a verdade bíblica (São Paulo: Vida Nova, 1994), p. 225.
5.
George W. Reid, Compreendendo as
Escrituras: uma abordagem adventista (Engenheiro Coelho, SP: Unaspress,
2007), p. 232.
6.
Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Alegoria
7.
George W. Reid, Op. Cit., p. 225.
8.
Ellen White, Parábolas de Jesus, p.
20.
9.
Ibidem, p. 17.
10.
Warren W. Wiersbe, Comentário Bíblico
Expositivo: Novo Testamento: v. 1 (Santo André, SP: Geográfica Editora,
2006), p. 157.
11.
Ellen White, Op. Cit., p. 21.
12.
George W. Reid, Op. Cit., p. 235.
13.
Ibidem.
14.
Kennet Bailey, As Parábolas de Lucas (São
Paulo: Vida Nova, 1995), p. 25.
quinta-feira, março 22, 2012
Mamíferos carnívoros incapazes de sentir gosto doce
quinta-feira, março 22, 2012
animais, evolucionismo
Muitas
espécies de mamíferos carnívoros perderam a capacidade de sentir sabor doce,
devido à evolução de sua dieta consistente em comer carne exclusivamente,
revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (12). Estudos anteriores já
tinham demonstrado que os gatos selvagens e domésticos que se alimentam só de
carne são incapazes de perceber o sabor doce devido a um defeito em seus genes.
A partir disso, cientistas do Instituto Monell na Filadélfia (Pensilvânia,
leste) e da Universidade de Zurique, na Suíça, decidiram investigar se outros
mamíferos que se alimentam de carne e peixe tampouco percebiam o sabor doce. Para
isso, estudaram os genes dos receptores do gosto adocicado em 12 espécies de mamíferos.
E, para sua surpresa, descobriram que a percepção do doce tinha desaparecido em
muitas espécies carnívoras.
“Pensava-se
que o sabor doce fosse um traço universal nos animais. Que a evolução tenha levado de forma independente espécies tão diferentes
a perdê-lo foi muito inesperado”, disse Gary Beauchamp, autor principal do
estudo publicado na edição online das Atas
da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).
Assim, a preservação do receptor do sabor doce está estreitamente relacionada com os hábitos alimentares dos animais. Entre os leões marinhos, o lobo-marinho antártico, as focas comuns, as lontras anãs orientais ou as hienas-malhadas, espécies exclusivamente carnívoras, os genes que controlam o receptor do sabor doce eram defeituosos, acrescentou o estudo. Ao contrário, esse receptor foi encontrado intacto no lobo terrestre, no urso de óculos, no guaxinim e no lobo-vermelho, todas espécies carnívoras que também comem outro tipo de alimentos, especialmente doces.
Assim, a preservação do receptor do sabor doce está estreitamente relacionada com os hábitos alimentares dos animais. Entre os leões marinhos, o lobo-marinho antártico, as focas comuns, as lontras anãs orientais ou as hienas-malhadas, espécies exclusivamente carnívoras, os genes que controlam o receptor do sabor doce eram defeituosos, acrescentou o estudo. Ao contrário, esse receptor foi encontrado intacto no lobo terrestre, no urso de óculos, no guaxinim e no lobo-vermelho, todas espécies carnívoras que também comem outro tipo de alimentos, especialmente doces.
A
descoberta sugere que a perda da capacidade de perceber o sabor adocicado
ocorreu ao longo da evolução, mostrando a importância das dietas exclusivas na
estrutura e função do sistema sensorial dos animais, afirmaram os
pesquisadores.
Também
examinaram os genes dos receptores do sabor doce e “umami” (gosto de carne) -
dois dos cinco sabores básicos - em dois mamíferos marinhos que [segundo a
hipótese evolucionista] originalmente viviam na terra: os leões marinhos e os
golfinhos nariz-de-garrafa. Esses animais foram escolhidos porque engolem a
comida, o que sugere que o gosto não é importante na escolha dos alimentos.
Como
se esperava, a perda de sabor estava muito disseminada nos dois mamíferos. Os
genes da ativação dos receptores para o sabor doce e o sabor “umami” não
funcionavam nos dois. Além disso, os genes responsáveis pelo gosto amargo
estavam inativos nos golfinhos.
“Esse
estudo mostra claramente que os receptores do sabor na cavidade bucal não são
necessários para a sobrevivência de algumas espécies”, concluiu Peihua Jiang,
do Instituto Monell.
Nota:
Na verdade, a maior dificuldade é explicar como espécies tão diferentes tenham
“evoluído” a mesma capacidade gustativa (assim como espécies totalmente
diferentes “evoluíram” o voo, a visão e outras capacidades e órgãos similares).
A perda é o que os criacionistas sempre tem dito: involução. Note que, na
natureza, observando espécimes vivos, os cientistas sempre notam perda de informação,
desativação de genes e coisas do tipo. Para afirmar que a macroevolução é um
fato, os darwinistas sempre têm que apelar para os fósseis e muita, muita
especulação. Os fatos sempre apontam para a “evolução negativa”, ou seja, perda
de estatura, capacidades e complexidade.[MB]
O poder de um livro na mão de uma criança
quinta-feira, março 22, 2012
testemunho, vídeos
Filme produzido e editado por João Luiz Cardozo.
quarta-feira, março 21, 2012
Uma só carne
quarta-feira, março 21, 2012
sexualidade
Em
julho de 1995, a Revista Adventista publicou um artigo do
médico Fadel Basile, intitulado “Uma só carne”. Na matéria, o Dr. Basile
afirma: “A Medicina Legal é um ramo da ciência que aparentemente nada tem a ver
com o casamento, porém é dela que nos vem uma das maiores contribuições para o
esclarecimento do assunto. A biotecnologia veio preencher uma lacuna importante
da criminologia, no que se refere à comprovação de paternidade e identificação
de suspeitos de estupro, usando a engenharia genética para desenvolver um exame
que tem a capacidade em quase 100% dos casos de identificar a presença no
sangue da mulher de anticorpos antiespermatozoides, altamente específicos,
comparando com o esperma dos suspeitos.
“Vários trabalhos científicos comprovam a existência desses anticorpos no sangue das mulheres vítimas de estupro, assim como nos esclarecimentos das conjunções carnais voluntárias ou não. O fato é que, toda vez que uma mulher mantém relações sexuais com o sexo oposto, seu sistema imunológico produz anticorpos específicos contra espermatozoides de seu parceiro. Caso a mulher tenha contatos sexuais com vários homens, ela terá em seu corpo anticorpos contra todos os espermas introduzidos em seu corpo. Isso significa a imposição de uma marca imunológica na mulher. Esse é apenas um fenômeno biológico natural, sem conotação antifeminista.
“A medicina só obteve sucesso na área de transplantes de órgãos, quando conseguiu entender e controlar a rejeição dos enxertos. Um órgão transplantado (enxerto) só é aceito pelo hospedeiro quando possui compatibilidade imunológica: caso contrário, será rejeitado e destruído através da produção de anticorpos contra as células do enxerto. Daí vem a prática pelas equipes cirúrgicas do uso de medicamentos que inibem essa reação. O transplante entre irmãos gêmeos tem probabilidade mínima de rejeição, graças às semelhanças genéticas. Os anticorpos do hospedeiro reagem ligando-se aos receptores localizados na superfície das células do enxerto, que pode ser um retalho de pele, um rim ou córnea (que são enxertos mais frequentes). Esses receptores são proteínas cuja produção é ditada geneticamente no cromossoma 6 do núcleo das células que possui um setor do DNA especificamente para reconhecer estruturas próprias do organismo (estrutura self) ou estranha (no self).
“Outro sistema de reconhecimento encontra-se no cromossoma Y, só encontrado no sexo masculino, pois as mulheres não possuem cromossoma Y. Durante uma relação sexual, o homem ao introduzir seu esperma na mulher, está na verdade introduzindo um enxerto composto de milhões de espermatozoides e outros milhões de outras células próprias do sêmen. Esse conceito do esperma como enxerto é fundamental para entendermos que a mulher desencadeará uma reação imunológica em tudo semelhante aos demais enxertos. Tal reação desenvolve-se em três etapas: (1) Uma fase aguda em que o esperma é totalmente rejeitado e destruído pelos anticorpos femininos. (2) Uma fase crônica, em que as células de rejeição da mulher guardam uma memória imunológica para futuras rejeições, caso a mulher entre novamente em contato com o mesmo esperma. Essa fase é semelhante à reação das vacinas, que confere proteção à criança toda vez que ela entra em contato com o vírus, impedindo-a de desenvolver a doença. É uma fase silenciosa. (3) Esta fase é de ‘tolerância imunológica’, na qual a introdução de pequenas quantidades de elementos estranhos de modo sistemático e contínuo induz à não reação e à aceitação por parte do organismo da mulher das pequenas doses de ejaculação durante toda a sua vida.
“Pelo fato de o organismo do homem só reconhecer como suas as células presentes desde o início de sua vida embrionária, os espermatozoides, que só aparecem na adolescência, não são reconhecidos como próprios e induzem no homem uma reação imunológica semelhante à da mulher, como descrito acima. Isso significa que marido e mulher possuem circulando em seu sangue anticorpos semelhantes contra o mesmo alvo: os espermatozoides. A mulher, pelo seu lado, após sucessivas relações com o marido, já não rejeita seu esperma devido à tolerância imunológica.
“Podemos dizer que, imunologicamente, ambos se tornaram uma só carne. Isso conduz a união conjugal a uma profunda relação visceral que extrapola as esferas afetivas e sociológicas, apontadas comumente como a única explicação. [...]
“O casamento é mais profundo, mais poético e mais complexo do que poderíamos imaginar durante toda a nossa vida. Que Deus seja louvado em nossos lares! Amém.”
“Vários trabalhos científicos comprovam a existência desses anticorpos no sangue das mulheres vítimas de estupro, assim como nos esclarecimentos das conjunções carnais voluntárias ou não. O fato é que, toda vez que uma mulher mantém relações sexuais com o sexo oposto, seu sistema imunológico produz anticorpos específicos contra espermatozoides de seu parceiro. Caso a mulher tenha contatos sexuais com vários homens, ela terá em seu corpo anticorpos contra todos os espermas introduzidos em seu corpo. Isso significa a imposição de uma marca imunológica na mulher. Esse é apenas um fenômeno biológico natural, sem conotação antifeminista.
“A medicina só obteve sucesso na área de transplantes de órgãos, quando conseguiu entender e controlar a rejeição dos enxertos. Um órgão transplantado (enxerto) só é aceito pelo hospedeiro quando possui compatibilidade imunológica: caso contrário, será rejeitado e destruído através da produção de anticorpos contra as células do enxerto. Daí vem a prática pelas equipes cirúrgicas do uso de medicamentos que inibem essa reação. O transplante entre irmãos gêmeos tem probabilidade mínima de rejeição, graças às semelhanças genéticas. Os anticorpos do hospedeiro reagem ligando-se aos receptores localizados na superfície das células do enxerto, que pode ser um retalho de pele, um rim ou córnea (que são enxertos mais frequentes). Esses receptores são proteínas cuja produção é ditada geneticamente no cromossoma 6 do núcleo das células que possui um setor do DNA especificamente para reconhecer estruturas próprias do organismo (estrutura self) ou estranha (no self).
“Outro sistema de reconhecimento encontra-se no cromossoma Y, só encontrado no sexo masculino, pois as mulheres não possuem cromossoma Y. Durante uma relação sexual, o homem ao introduzir seu esperma na mulher, está na verdade introduzindo um enxerto composto de milhões de espermatozoides e outros milhões de outras células próprias do sêmen. Esse conceito do esperma como enxerto é fundamental para entendermos que a mulher desencadeará uma reação imunológica em tudo semelhante aos demais enxertos. Tal reação desenvolve-se em três etapas: (1) Uma fase aguda em que o esperma é totalmente rejeitado e destruído pelos anticorpos femininos. (2) Uma fase crônica, em que as células de rejeição da mulher guardam uma memória imunológica para futuras rejeições, caso a mulher entre novamente em contato com o mesmo esperma. Essa fase é semelhante à reação das vacinas, que confere proteção à criança toda vez que ela entra em contato com o vírus, impedindo-a de desenvolver a doença. É uma fase silenciosa. (3) Esta fase é de ‘tolerância imunológica’, na qual a introdução de pequenas quantidades de elementos estranhos de modo sistemático e contínuo induz à não reação e à aceitação por parte do organismo da mulher das pequenas doses de ejaculação durante toda a sua vida.
“Pelo fato de o organismo do homem só reconhecer como suas as células presentes desde o início de sua vida embrionária, os espermatozoides, que só aparecem na adolescência, não são reconhecidos como próprios e induzem no homem uma reação imunológica semelhante à da mulher, como descrito acima. Isso significa que marido e mulher possuem circulando em seu sangue anticorpos semelhantes contra o mesmo alvo: os espermatozoides. A mulher, pelo seu lado, após sucessivas relações com o marido, já não rejeita seu esperma devido à tolerância imunológica.
“Podemos dizer que, imunologicamente, ambos se tornaram uma só carne. Isso conduz a união conjugal a uma profunda relação visceral que extrapola as esferas afetivas e sociológicas, apontadas comumente como a única explicação. [...]
“O casamento é mais profundo, mais poético e mais complexo do que poderíamos imaginar durante toda a nossa vida. Que Deus seja louvado em nossos lares! Amém.”
Os mais egoístas: Geração Y é a “Geração do Eu”
quarta-feira, março 21, 2012
comportamento
Vivemos
a geração do Eu. É o que concluiu uma nova análise, ao
longo de quatro décadas, que constatou um declínio na participação cívica e
preocupação com os outros, além de um aumento nos objetivos de vida do tipo
“ganhar muito dinheiro”. “Os dados analisados sugerem que a visão popular de
que os nascidos após 1982 são pessoas que se importam mais, que são mais
orientadas para a comunidade e politicamente engajadas do que as gerações
anteriores é amplamente incorreta”, escreveram os pesquisadores, liderados pelo
professor de psicologia Jean Twenge, da Universidade Estadual de San Diego. Os
cientistas ficaram especialmente surpresos ao ver que o desejo de salvar o meio
ambiente foi diminuindo ao longo das três gerações estudadas – baby boomers, Geração X e Geração Y ou
Milennials (de 1982 a hoje) – apesar do aumento dos problemas relacionados ao
clima.
Por
exemplo, enquanto 5% dos baby boomers
(nascidos entre 1946 e 1961) disseram que não fizeram nenhum esforço pessoal
para ajudar o meio ambiente, a proporção entre a Geração Y foi de 15%. E,
embora a taxa de voluntariado pareça ter aumentado entre a mais nova geração,
os pesquisadores acreditam que isso se deve a obrigatoriedade de algumas
escolas de serviço voluntário.
Já
os dados sobre objetivos de vida mostraram um afastamento dos valores
intrínsecos, tais como o desenvolvimento de uma filosofia de vida
significativa, para valores mais extrínsecos, tais como estar bem
financeiramente – isso ocorreu ao longo das três gerações.
“Comparado
com os boomers, as Gerações X e Y são
preocupadas com dinheiro, fama e imagem, e objetivos relacionados com a
autoaceitação, afiliação e comunidade são menos importantes”, disseram os
pesquisadores.
Segundo
os cientistas, essa mudança de valores intrínsecos para extrínsecos pode
explicar o aumento de ansiedade, sintomas depressivos e má saúde mental
documentado por outras pesquisas ao longo das gerações.
Nota:
Para quem lê a Bíblia e crê nas profecias concernentes à condição social no fim
dos tempos (que antecedem a volta de Jesus), dados como os apresentados na
pesquisa acima realmente não são surpreendentes. Os profetas bíblicos anteviram
uma época em que o amor se esfriaria de quase todos, a degradação ambiental
seria uma realidade, a busca de prazeres e o amor do dinheiro tomariam conta
dos objetivos das pessoas e a consequência disso tudo seria justamente uma
geração doente, ansiosa e vazia. Solução? Do ponto de vista humano, não existe.
Mas Jesus prometeu voltar e recriar este mundo à
semelhança daquele de antes do pecado; um lugar em que o amor, a paz, a justiça
e a vida eterna são a realidade.[MB]
Leia também:
“Sinais do fim todos de uma vez”
Forte terremoto que atingiu o México deixou 11 feridos
quarta-feira, março 21, 2012
profecia
O
governo do México
informou que o forte terremoto de magnitude 7,8 registrado no início da tarde
desta terça-feira (20) deixou 11 feridos: dois na capital mexicana e nove no
estado de Oaxaca. O tremor também causou danos em centenas de casas no litoral
sul do país. O secretário de governo, Alejandro Poiré, indicou em entrevista
coletiva que as autoridades mantêm o alerta para atender possíveis danos
derivados do terremoto, que provocou pânico nos estados do centro e do sul do
México. Poiré assinalou que alguns dos feridos estão em estado grave e estão
sendo atendidos em diversos centros médicos. O secretário disse ainda que
durante a tarde desta terça houve 19 réplicas de diversas magnitudes, entre 4,6
e 5,3 e acrescentou que o alerta será mantido durante 24 horas. Poiré também
explicou que, caso se confirme que as casas danificadas nos municípios
litorâneos dos estados de Guerrero e Oaxaca representam riscos, as pessoas
poderão ser transferidas a abrigos temporários, como estipulam os protocolos de
proteção civil. [...]
O
Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico disse que o tremor, ocorrido no
continente, não iria gerar uma tsunami destrutiva, mas que havia a
possibilidade de algumas grandes ondas localizadas. O tremor foi sentido na
Cidade do México, onde prédios tremeram e funcionários correram para as ruas,
em pânico. Linhas de celular caíram, e houve confusão no trânsito. [...]
terça-feira, março 20, 2012
Para eles, tudo sempre tem origem na caverna
terça-feira, março 20, 2012
evolucionismo, mídia
A
matéria de capa da revista Veja desta
semana (a semanal que mais defende o darwinismo em terras tupiniquins e nunca vai atrás de fontes teístas/criacionistas)
afirma que a paixão, a atração e o amor que aproximam e unem casais humanos
tiveram origem com nossos ancestrais pré-históricos na luta por preservar sua
tão preciosa herança genética. Assim, a escolha de parceiros para dividir um
teto obedece aos ditames da evolução que teria moldado nossos comportamentos ao
longo dos supostos milhões de anos. A mulher tem que ter cintura fina
(evidência de que não está grávida de outro) e o homem precisa ser alto e ter
costas largas, o que indica ser um bom protetor para a fêmea e sua prole. O
rosto, à semelhança da cauda do pavão, tem que ser simétrico e bonito, o que
revelaria ausência de doenças. Além disso, a seleção natural garantiu que os
mais fiéis, monogâmicos sobrevivessem e se tornassem predominantes, já que os muito
dados a aventuras e relacionamentos casuais não estariam presentes para
proteger seus herdeiros. Assim, o bicho homem viveria o eterno dilema de
defender seu patrimônio genético garantindo a exclusividade sexual com sua
parceira, ao passo que no mais profundo de seus genes estaria escondida a
vontade, o desejo, o imperativo (chame do que quiser) de espalhar seus genes
por aí (o adultério darwinisticamente justificado).
Dependendo do momento ou da situação apresentada, a psicologia darwinista (a
velha teoria-explica-tudo) tira da manga a “explicação” que melhor lhe convém.
Com
essas “explicações” que remontam (sempre) à caverna, sentimentos nobres como o
amor são “diluídos” e transformados em simples reações bioquímicas num cérebro
pouco superior ao dos macacos. O casamento? Mera convenção social. Nada de
instituição edênica e muito menos sagrada. O darwinismo não é apenas uma
hipótese científica. Quando extrapola os domínios do que é observável e
cientificamente aceitável (como a seleção natural e a diversificação de baixo
nível [microevolução], por exemplo), torna-se uma ideia metafísica capaz de
desconstruir a cosmovisão judaico-cristã segundo a qual fomos criados num
jardim (não numa poça de lama), qualitativamente superiores aos nossos
companheiros de planeta (não somos apenas animais racionais) e dotados de
sentimentos nobres capazes de nos aproximar uns dos outros em relações
orientadas pelo respeito e pelo amor. A sexualidade e a família são presentes
do Criador, não “efeitos colaterais” de uma evolução cega.
Lamentavelmente,
a hipótese evolutiva tem aceitação garantida em praticamente qualquer área do
conhecimento, devido ao fato de o naturalismo filosófico impedir qualquer
menção ao sobrenatural. Dois exemplos: (1) quando comecei meu curso de
jornalismo na UFSC, numa das primeiras aulas de Teoria da Comunicação, o
professor começou afirmando que a fala teve origem nas cavernas pré-históricas,
quando nossos supostos ancestrais grunhiam para se comunicar; depois, para
reforçar a doutrinação, ele nos fez assistir ao filme A Guerra do Fogo; (2)
minha esposa, numa das primeiras aulas de História da Educação (também numa
faculdade secular), ouviu o professor explicar que as primeiras relações
sociais humanas tiveram origem numa caverna, ao redor de uma fogueira.
Esse
conto darwinista é tão contado e recontado que, para eles (os que se recusam a
admitir que possa haver outra cosmovisão mais abrangente ou que simplesmente
ignoram isso), o jardim seria o
verdadeiro conto e tudo teria tido origem numa caverna – até mesmo o amor entre um homem e uma mulher.
Michelson Borges
Apelo de um ex-pastor da IURD
terça-feira, março 20, 2012
“Muitos me dirão
naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome? Em Teu nome não
expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então Eu lhes direi
claramente: ‘Nunca os conheci. Afastem-se de Mim vocês, que praticam o mal!’” (Mateus
7:22, 23). As palavras de Jesus aos falsos líderes serão duras, mas
necessárias: “nunca os conheci, afastem-se de Mim vocês, que praticam o mal.”
Ontem (19/3), assisti, com
tristeza, a uma reportagem na Rede Record denunciando Valdomiro Santiago, líder
da Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD). Não tenho nada contra os fiéis dessa
denominação, muito menos contra os membros da Igreja Universal do Reino de Deus
(IURD); acredito que existem sinceros filhos de Deus em suas fileiras que estão
sendo enganados.
É evidente que se trata de um
ataque direto de Edir Macedo, líder da IURD e proprietário da Rede Record, ao
líder da IMPD. Valdomiro Santiago tem construído um império utilizando os
conhecimentos adquiridos enquanto era pastor da IURD, de onde se desligou em
1998. As duas denominações são bem semelhantes.
Edir Macedo tem demonstrado, em
muitas ocasiões, que está incomodado com o crescimento de seu antigo discípulo,
pois tem se tornado uma ameaça à sua denominação. Assim, quando a Rede Globo
atacou a IURD e seu líder, e por tabela a Rede Record, porque se sentia
ameaçada, Edir Macedo está utilizando a mesma estratégia para atacar Valdomiro
Santiago. Isso é lamentável! As acusações não partem de um desejo por justiça,
mas sim por disputa de território e, principalmente, por fiéis dizimistas e
ofertantes, ou como eles mesmos chamam: clientes, pois o cristianismo virou
comércio e as igrejas, lojas. Pedro bem profetizou a respeito disso (cf. 2
Pedro 2:1-3).
Não quero defender Valdomiro
Santiago, pois também suas palavras são ofensivas e visam a atacar Edir Macedo;
mas imploro à Justiça que faça a parte dela: investigue, e se realmente forem
comprovadas as acusações, que ele seja punido e desmascarado para o bem dos
fiéis. Mas investiguem também a IURD e Edir Macedo. Sei que eles têm poder
político e econômico, mas ainda confio na Justiça – se a dos homens falhar, a de
Deus não falhará (“para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua
destruição não dorme” [2 Pedro 2:3]).
Minha tristeza é por causa do
evangelho que está sendo escarnecido e desmoralizado por pessoas gananciosas e
que visam somente ao lucro. Que Deus tenha misericórdia dos Seus filhos que
estão nessas denominações. Que o livro A Grande Esperança possa
alcançá-los, pois assim Deus fez comigo.
Confesso que chorei ao escrever
estas linhas, pois fui enganado como muitos que ali estão, mas Deus teve
misericórdia de mim. Que essa misericórdia possa alcançar Edir Macedo e
Valdomiro Santiago, bem como todos os filhos de Deus em suas fileiras.
Imploro a cada adventista do sétimo
dia que se envolva no projeto “A Grande Esperança”, no próximo sábado (24/3). A
luz de Deus precisa brilhar em meio às trevas deste mundo.
A luz está em nossas mãos; vamos
iluminar o mundo!
(Hilton
Bastos, ex-pastor da IURD)
Resistência a antibióticos pode acabar com medicina
terça-feira, março 20, 2012
saúde
De
acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o mundo está entrando em uma
crise de resistência a antibióticos que pode acabar com a medicina moderna. Margaret
Chan, diretora geral da OMS, alerta para o fato de que as bactérias estão
ficando tão resistente aos antibióticos comuns, que isso poderia trazer nossa
medicina a um ponto catastrófico. No fim, todo antibiótico pode se tornar
inútil. E estamos falando de medicamentos importantes para doenças como
tuberculose, malária, infecções e HIV/AIDS. Nessa nova era pós-antibiótica, os
medicamentos poderiam ficar mais caros e necessitar de períodos de tratamento
mais longos para surtir o mesmo efeito dos remédios atuais.
“Coisas
comuns como uma garganta inflamada ou um machucado no joelho de uma criança
podem voltar a matar. Estamos perdendo nossos melhores antibióticos”, afirma
Chan. “Os tratamentos de substituição são mais caros, mais tóxicos e precisam
de durações maiores. Para pacientes com doenças resistentes a medicamentos, a
mortalidade pode subir em até 50%.”
De
acordo com a Organização, o culpado é o uso errado dos antibióticos, que não
são prescritos de maneira certa e são usados muito
frequentemente e por muito tempo.
Santorum que banir a pornografia no país
Nesta
semana, Rick Santorum declarou guerra à pornografia – e a bilionária indústria,
que está agora na mira do pré-candidato republicano [norte-americano], promete
não fugir da briga. Executivos e atores de produtoras pornográficas dizem que
os apelos de Santorum para banir a “pornografia hardcore” são uma violação à
liberdade de expressão, uma ameaça à sua subsistência e uma tática patética
para obter votos. “É ridículo”, protestou ao Daily News Steven Hirsch, fundador da Vivid, uma das principais
produtoras do ramo. “Acho irônico que [os republicanos] se baseiem em uma
filosofia de menos governo, mas, quando chegam em assuntos como pornografia,
defendam mais governo. Isso nunca vai funcionar”. Santorum, que baseia sua
campanha em um programa socialmente conservador, lançou a proposta nesta semana
em seu site, num texto que criticava a pornografia por ser “tóxica ao casamento
e aos costumes conservadores”.
O
pré-candidato exigiu uma operação contra a distribuição de pornografia na
internet, além de controles mais rígidos de material sexualmente explícito na
televisão, em sistemas de pay-per-view
nos hotéis, e também lojas – até mesmo em relação ao material pornô entregue
por correio.
Em
seu site, Santorum afirmou que a pornografia nos EUA é uma “pandemia”. “Ela
contribui para a misoginia e a violência contra as mulheres. É um fator que
contribui para a prostituição e o tráfico sexual”.
Ainda
não está claro, contudo, o que Santorum qualifica como “hardcore”. Joanna
Angel, atriz e dona da produtora pornô Burning Angel Entertainment, chama a
proposta de Santorum de “irritante”. Ela argumenta que tem um negócio legítimo
e que espera ver a Casa Branca se concentrar em questões mais prementes, como a
economia.
“Nós,
que trabalhamos no setor, não estamos tentando fazer mal a ninguém”, disse
Angel, de 31 anos. “Neste momento, estamos apenas tentando manter nossos
empregos. Já estamos feridos economicamente por não podermos vender no iTunes,
Netflix e na Amazon. E ainda ameaçam tirar as poucas áreas de distribuição que
nos restam? Gostaria que as pessoas parassem de nos ver como monstros imorais e
compreendessem que sofremos com os mesmos problemas que sofrem outros norte-americanos
nesse momento”, acrescentou.
Ryan
Keely, uma atriz de filmes adultos, disse que a guerra declarada por Santorum
“é uma clara tentativa de excitar sua base conservadora. Não há nenhuma maneira
de acabar com a pornografia”. A batalha contra a pornografia não é novidade. Já
faz tempo que políticos conservadores protestam contra filmes sexualmente
explícitos. Em 1969, a Suprema Corte proibiu os Estados de criminalizar a posse
de material obsceno para uso pessoal. Sendo assim, poderia Santorum, caso
eleito, realmente proibir a pornografia?
De
acordo com o professor de direito da Universidade da Califórnia, Eugene Volokh,
a resposta é sim. “Se o governo quisesse ser agressivo contra a pornografia na
internet, poderia fazer isso”, disse ele ao jornal Daily Caller. “Aqui está o negócio: na maior parte do país, um
monte de pornografia na internet poderia ser visto como obsceno.”
Hirsch,
da Vivid, tem a opinião contrária. Para ele, é difícil definir o que é obsceno.
“Legislar moralidade nunca funciona”, disse.
Um
agravante para a proposta de Santorum é a enorme popularidade da pornografia,
diz Allison Vivas, CEO da Pink Visual Productioni, produtora de filmes adultos.
“Há provas contundentes de que cada vez mais homens adultos desfrutam da
pornografia”, disse Vivas. “Claro, ainda existem algumas pessoas lá fora que
não gostam de pornô, mas mesmo nesse caso, quantos deles realmente querem que o
Departamento de Justiça dos EUA gaste seu tempo e recursos para acusar empresas
de fazer um entretenimento protegido pela Primeira Emenda e consumido por
muitos norte-americanos voluntariamente?”
Nota:
Santorum tem toda razão quando argumenta que a pornografia está corroendo a
sociedade norte-americana (e mundial) e que estimula até mesmo crimes. Os argumentos
defendidos pelos profissionais do ramo pornográfico são ridículos. Pintam um
quadro inocente de uma indústria nociva e lavam
as mãos como se suas produções fossem mesmo inofensivas. Mas há um detalhe
preocupante em tudo isso: a produção e a venda de pornografia são protegidas
pela Primeira Emenda da Constituição norte-americana, que assegura igualmente
liberdade de expressão e de culto. Seria o combate à pornografia (algo lícito)
mais um argumento para mudar a Primeira Emenda (algo perigoso)?[MB]
segunda-feira, março 19, 2012
Roupa suja lavada em público
segunda-feira, março 19, 2012
mundo torto, religião
“Basta
olhar tudo o que foi feito em seu [do Cristianismo] nome nos últimos milênios
para perceber que o Cristianismo poderia ter sido a melhor das religiões, mas
nunca foi praticado direito”, disse o famoso escritor Arthur Clarke, à Folha de S. Paulo do dia 22 de agosto de
1997. Sempre me dói o coração quando leio essas palavras de um dos meus autores
de ficção científica preferidos na adolescência. Por quê? Simplesmente porque
ele está coberto de razão. De modo geral (sim, porque sempre houve um remanescente
fiel para representar o verdadeiro cristianismo), em toda a história, a
religião fundada por Jesus Cristo sempre foi mal representada, basta pensar na
Inquisição, nas Cruzadas, na nefasta união entre Igreja e Estado e agora na
sujeirada lavada em público pelos expoentes da espúria teologia da
prosperidade. Dá vergonha, especialmente quando pensam que evangélico é tudo “farinha
do mesmo saco”.
Segundo
informações do site Gospel Prime, neste domingo,
durante mais de 30 minutos, foi apresentada uma reportagem investigativa no
programa Domingo Espetacular, exibido pela Rede Record, que colocou mais lenha
na briga entre duas religiões superlativas: a Universal do Reino de Deus (IURD)
e a Mundial do Poder de Deus (IMPD) (daqui a pouco, alguém vai criar a Igreja
Galática...). A emissora da Igreja Universal denunciou as irregularidades financeiras
da Igreja Mundial, cujo presidente, o “apóstolo” Valdomiro Santiago, já foi
líder na Universal, da qual saiu em 1998.
Segundo
a reportagem de Marcelo Rezende, no ano passado, Valdomiro Santiago e sua
esposa, a “bispa” Francileia de Oliveira, adquiriram com dinheiro da igreja duas
fazendas na cidade de Santo Antônio do Leverger, MT, avaliadas em 50 milhões de
reais. “Usadas para atividade pecuária, estima-se que existam ao todo cinco mil
cabeças de gado, avaliadas em R$ 6,5 milhões de reais”, informou Rezende. No
total, as duas fazendas totalizam 26.134 hectares, quase duas vezes o tamanho
de Jerusalém, capital de Israel. Além disso, a reportagem da Record mostrou
outros bens pertencentes ao apóstolo, como jatinhos, helicópteros e carros de
luxo.
Segundo
o Gospel Prime, entre as acusações feitas a Valdemiro estão, principalmente, a
de enriquecimento ilícito e de lavagem de dinheiro. “Como no Brasil as igrejas
são isentas de impostos e não precisam prestar contas ao governo de suas
arrecadações, aparentemente a IMPD precisou usar ‘laranjas’ para adquirir esses
e outros bens”, explica o site. E diz ainda: “Ficou claro durante a exibição do
material a rivalidade existente entre os dois líderes [Edir Macedo e Valdomiro],
pois em vários momentos foram mostradas as provocações de Valdomiro na TV
ao falar de Edir Macedo. Também se evidenciou a rivalidade das igrejas que
muitas vezes ocupam prédios na mesma rua ou até mesmo vizinhos.”
O
Domingo Espetacular mostrou, também, que Valdemiro foi preso em 2003 por
transportar ilegalmente armas e munição. E lembrou o episódio em que três
pastores da IMPD foram presos em 2010, acusados de tráfico internacional de
armas. O destino das armas: traficantes de drogas do Rio de Janeiro, que teriam
ligação com a igreja. Foi exposta na matéria a situação de mais de 50 templos
da IMPD que estariam com ordens de despejo por falta de pagamento. Donos dos
imóveis foram entrevistados e também um jurista que pediu publicamente que a
Receita Federal investigue Valdemiro e sua igreja.
Valdemiro
é o típico caso do filho que se volta contra o pai. Aprendeu com seu criador as
técnicas de arrecadação de dinheiro das massas que buscam a prosperidade acima
do Reino (sem generalizar, porque há entre esses fieis muita gente sincera e
iludida). Agora, com seu império em franco crescimento, passa a incomodar o
concorrente antes aliado. Será que eles se preocupam com o que Jesus pensa de
tudo isso? Será que em algum momento se lembram de que terão que confrontar a
lista de seus pecados no juízo de Deus? Ou já não mais creem em nada disso,
cegados que estão pelas riquezas deste mundo? Valdomiro, em suas fazendas, e
Macedo, em suas mansões, ainda se lembram de que têm um Céu a ganhar? Ou o Céu
deles, para eles, é aqui mesmo, financiados pelos súditos do império que construíram?
Curiosamente,
na semana passada, a revista Veja (edição
2.260) publicou denúncias contra outros líderes religiosos: o “pastor” Marcos
Pereira (fundador da Assembleia de Deus dos Últimos Dias), acusado de abuso
sexual, tortura de crianças e conivência com a bandidagem; e o deputado federal
“pastor” Mário de Oliveira, líder da Igreja do Evangelho Quadrangular, acusado
de mandar matar desafetos! Oliveira teria contratado um pistoleiro para assassinar
Maria Mônica Lopes, ex-cunhada do parlamentar. Por quê? Porque Maria, ao se
separar de um irmão de Oliveira, ficou com metade de uma fazenda que, na
verdade, pertenceria ao “pastor”. Mas não para aí. Em 2007, a polícia de São Paulo prendeu um pistoleiro
supostamente contratado por Oliveira para matar o então deputado federal Carlos
Willian, ex-integrante da Igreja Quadrangular. E o deputado também é
investigado no Supremo Tribunal Federal por formação de quadrilha,
estelionato e falsidade ideológica.
Com
“amigos” como esses, o cristianismo realmente não precisa de inimigos. Se
Arthur Clarke estivesse vivo, poderia dizer: “Estão vendo? É exatamente como eu
disse há 15 anos.” E é exatamente o que muitos ateus, agnósticos, sem religião
e outros têm dito em nossos dias. Ah, esses lobos vestidos de ovelha, arremedo
de cristãos terão que dar conta das pedras de tropeço colocadas entre Deus e os
seres humanos!
Michelson Borges
Consumo diário de carne vermelha aumenta risco de morte
segunda-feira, março 19, 2012
comportamento, saúde, vegetarianismo
Comer
uma porção diária de carne vermelha processada pode aumentar o risco de morte
prematura em até 20%, segundo estudo realizado com mais de 120 mil pessoas nos
Estados Unidos e divulgado na última segunda-feira (12). O estudo, feito por
especialistas da Universidade de Harvard (Massachussetts, nordeste), dá
evidências de que comer carne vermelha aumenta o risco de doenças cardíacas e
câncer. No entanto, também sugere que substituí-la por peixe e carne de frango
pode reduzir o risco de morte prematura. “Esse estudo oferece evidência clara
de que o consumo regular de carne vermelha, especialmente carne processada,
contribui substancialmente para uma morte prematura”, disse Frank Hu, autor
principal do estudo, publicado na revista Arquivos
de Medicina Interna.
Os
cientistas trabalharam com base em dados de um estudo feito com 37.698 homens,
acompanhados por 22 anos e de 83.644 mulheres, estudadas por 28 anos. Os
participantes foram consultados sobre seus hábitos alimentares a cada quatro
anos. Aqueles que comiam uma porção diária, da espessura de um baralho de
cartas, de carne vermelha sem processar, demonstraram um risco 13% maior de
morrer do que aqueles que não comiam carne vermelha com tanta frequência.
Se
a carne vermelha é processada, como salsichas ou toucinho, o risco aumentava
para 20%. No entanto, substituir a carne
vermelha por nozes provou reduzir o risco de mortalidade total em 19%,
enquanto o consumo de grãos inteiros ou de carne de ave diminuiu o risco em 14%
e o peixe, em 7%.
Os
autores afirmaram que de 7% a 9% de todas as mortes no estudo “poderiam ser
evitadas se todos os participantes consumissem menos de 0,5 porção diária de
carne vermelha total”.
A
carne vermelha processada demonstrou conter ingredientes como gorduras
saturadas, sódio, nitritos e outras substâncias, vinculadas a muitas doenças
crônicas, inclusive doenças cardíacas e câncer.
“Mais
de 75% dos 2,6 trilhões de dólares em custos anuais de cuidados com a saúde dos
Estados Unidos são de doenças crônicas”, afirmou Dean Ornish, médico e
especialista em dietas da Universidade da Califórnia em San Francisco, em
comentário que acompanhou a pesquisa. “É provável que comer menos carne
vermelha reduza a morbidade com essas doenças, reduzindo assim os custos com
atenção médica”, emendou.
(UOL)
Nota:
Consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de morte para o ser humano e,
com certeza, para os animais que fornecem a carne – esses não correm risco;
eles morrem mesmo. Dois bons motivos para optar pela dieta vegetariana (ou, de
início, ovolactovegetariana). “Os que se alimentam de carne não estão senão
comendo cereais e verduras em segunda mão; pois o animal recebe destas coisas a
nutrição que dá o crescimento. A vida que se achava no cereal e na verdura
passa ao que os ingere. Nós a recebemos comendo a carne do animal. Quão melhor
não é obtê-la diretamente, comendo aquilo que Deus proveu para nosso uso! A
carne nunca foi o melhor alimento; seu uso agora é, todavia, duplamente
objetável, visto as doenças nos animais estarem crescendo com tanta rapidez. Os
que comem alimentos cárneos mal sabem o que estão ingerindo. Frequentemente, se
pudessem ver os animais ainda vivos, e saber que espécie de carne estão
comendo, iriam repelir enojados” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 313).[MB]




































