quarta-feira, dezembro 21, 2016

Casagrande abandona o satanismo

Libertação impressionante
Walter Casagrande Jr. é um dos principais comentaristas de futebol do Brasil, ex-jogador de times importantes nacionais e internacionais e conhecido por não ter papas na língua. Recentemente, participou de um culto na Assembleia de Deus Novo Tempo, em São Paulo, e relatou uma experiência sobrenatural. Casagrande disse que constantemente tinha visões de espíritos malignos e que toda ajuda que tentava obter para combater essa influência era sabotada. “Eu ficava de madrugada sentado no sofá e as imagens apareciam no sofá e tudo mais. Num determinado dia, as vezes que eu recorria a uma ajuda espiritual, eu não sabia nem fazer uma oração. Eu não tinha nenhum conhecimento da vida de Cristo. Eu tinha da vida de Lúcifer, então eu não conseguia me defender daquilo ali”, disse o comentarista, em um vídeo que circula nas redes sociais.

A opressão era tão intensa que ele não conseguia pedir ajuda: “Quando eu ia procurar essas coisas na internet, quando eu encontrava, a internet caía, faltava energia, sempre bloqueava qualquer ajuda que eu tentava ter”, contou. “Aí, em uma determinada noite eu estava na sala e senti uma presença e pensei: ‘Agora é o meu fim.’ Eles estavam vindo mesmo para me matar. Eles vinham na minha direção e eu fui me afastando até chegar na parede. Aí, eu senti uma presença do lado, que era Lúcifer, e eu falei: ‘Pô, você vai deixar eles me pegarem? Eu falei da sua vida até agora e você vai deixar eles me pegarem?’”, relembrou.

Casagrande foi, por muito tempo, um admirador de Lúcifer. Em uma entrevista recente ao programa Morning Show, da rádio Jovem Pan FM, disse que essa simpatia pelo anjo caído se deu pelo fato de que ele “aspirou ser maior do que Deus”. “Eu acho ele [Lúcifer] um personagem fantástico. Mas a minha admiração por Cristo e a minha fé nEle aumentou muito mais”, frisou ele, na ocasião.

No testemunho dado na igreja paulistana, Casagrande frisou que Lúcifer não o ajudou no momento em que ele estava cercado por espíritos malignos. “Ele não respondeu nada e as imagens continuaram. Foi aí que eu comecei a orar o Pai Nosso. Eu estava desesperado e as imagens continuavam. Mas, de repente, saíram de dentro de mim orações que eu nunca tinha feito. E eu falando que Cristo vivia no meu coração”, contou.

O resultado dessa experiência – que já havia sido contada na mesma entrevista à Jovem Pan – foi uma libertação da opressão maligna: “As imagens começaram a desaparecer. E daquele dia em diante eu senti que a minha vida era de Cristo. Eu ainda não estou em nenhuma igreja, mas eu agradeço todas as noites por Deus ter me tirado das mãos de Lúcifer. Eu senti Cristo do meu lado, Ele me abraçou naquela noite. Ele me colocou nos braços dEle. Eu não estava do lado dEle, mas Ele quis me defender mesmo assim”, concluiu.


Nota: Graças a Deus, Casagrande experimentou a libertação dessa escravidão, justamente em um momento em que o satanismo está em alta. No mês de junho, com a participação das pessoas mais poderosas da Europa, o túnel Gotthard Base, na Suíça, foi inaugurado com um ritual satânico perturbador e sombrio (confira). Gotthard Base é o projeto de túnel mais longo e mais caro da História. Ele atravessa os Alpes suíços e levou 17 anos para ser concluído. Na cerimônia, estavam lá a chanceler alemã Angela Merkel, o presidente François Hollande, da França, e o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi. Diante deles, um homem vestido de bode presidiu o ritual. Para que esconder as coisas, hoje em dia, não é mesmo? Acabou a diversão dos caçadores de mensagens subliminares. Os ocultistas e satanistas não mais precisam se valer dessas e de outras artimanhas. O mal está tão escancarado neste planeta, que o diabo pode ser adorado abertamente diante de líderes políticos. E isso quase não causa mais espanto em ninguém. A cerimônia teve de tudo: erotismo, exaltação de Baphomet, olho que tudo vê, encenação de sacrifícios, etc. Antigamente, bastavam uma oração de gratidão a Deus pela capacidade concedida aos humanos ou, no mínimo, o estouro de um champanhe. Os tempos mudaram.

Antes de entregar a vida a Jesus, Casagrande admitiu: “Sempre fui admirador de Lúcifer. Contestava muito a história de Cristo. Pesquisei, li livros sobre demônios. Me atraía por aquilo. Li a Bíblia Satânica. Era muito louco. Sempre fui ligado à caveira. É uma marca. Tinha um time de várzea que se chamava ‘Veneno Show’, o distintivo era uma caveira. E Deus não é tão bom assim.”

Havia uma contradição evidente na fala dele e há na de muitos outros satanistas: ele disse que contestava a história de Cristo, que está na Bíblia, mas, por outro lado, dizia acreditar em Satanás, cuja história também vem da Bíblia. Apesar de, na sequência da entrevista, ele dizer que Jesus e o arcanjo Miguel (que, na verdade, são a mesma pessoa) o livraram, ainda assim dizia que continuava admirando Lúcifer e que nem sempre Deus é bom.

Infelizmente, o que Casagrande fez e o que fizeram no túnel na Suíça é uma grande ajuda para as pretensões de Lúcifer, que começou sua rebelião no Céu justamente por invejar o Criador, espalhando a mentira de que Ele não seria bom e de que Seu governo seria injusto. Tudo isso faz parte de uma grande estratégia para “domesticar” o inimigo de Deus, dando a ele aparência de bondade e invertendo papeis: Lúcifer é bom e Deus é mau. Muitos livros, filmes e séries têm feito a mesma coisa. Quando Lúcifer finalmente simular a volta de Jesus, multidões o seguirão facilmente, ainda que ele se apresentasse como realmente é.

Se você ainda não leu o livro Viagem ao Sobrenatural, da Casa Publicadora Brasileira, precisa fazer isso o quanto antes. O autor, Roger Morneau, foi satanista e, depois, acabou sendo resgatado por Deus. No livro, Morneau revela os bastidores do mundo oculto e os propósitos de Satanás e seus seguidores. O assunto é sério, e não adianta jogar tudo para debaixo do tapete ou esconder a cabeça, ignorando que estamos imersos em um conflito de proporções cósmicas.

Graças a Deus, Morneau, Casagrande e outros optaram pelo lado da luz. Que o ex-jogador e comentarista possa avançar em sua experiência, estudar a Bíblia e conhecer ainda mais o Deus a quem se entregou, mantendo firme sua decisão. Cada um de nós precisa decidir diariamente de que lado vai estar. Eu já fiz a minha escolha, e você? [MB]

A besta e o microchip

terça-feira, dezembro 20, 2016

A importância da repetição no sucesso das mentiras

O fenômeno da "ilusão da verdade"
A máxima de que “basta repetir uma mentira para que ela se torne verdade” é uma das regras básicas da propaganda política, constantemente atribuída ao nazista Joseph Goebbels. Entre psicólogos, é conhecida como efeito da “ilusão da verdade”. Um experimento típico mostra como isso funciona: voluntários avaliam o quanto de verdade há em algumas afirmações triviais. Algumas delas são reais e outras são mentiras muito parecidas com a verdade. Após um intervalo de alguns minutos ou de algumas semanas, os participantes fazem o teste novamente, mas desta vez algumas das afirmações são novas. Os resultados mostram que as pessoas tendem a avaliar como sendo verdade afirmações que elas já ouviram antes, mesmo que sejam falsas. Isso porque simplesmente soam mais familiares. E assim, em um laboratório de alguma universidade ou instituto de pesquisa, parece estar a explicação para essa ideia de que basta repetir uma mentira para ela ser percebida como verdade.

Se você olhar à sua volta, vai perceber que todo o mundo - de publicitários a políticos - parece estar tirando partido dessa característica da psicologia humana. Mas se pudéssemos fabricar uma verdade apenas repetindo uma mentira, não haveria necessidade de tantas outras técnicas de persuasão que conhecemos. Um obstáculo é aquilo que já sabemos. Mesmo quando uma mentira parece plausível, por que deixaríamos de lado aquilo que sabemos só porque a ouvimos repetidamente?

Recentemente, uma equipe da Universidade de Vanderbilt, nos Estados Unidos, começou a testar como a “ilusão da verdade” interage com nossos conhecimentos anteriores. Eles usaram afirmações aos pares - uma verdadeira e outra falsa -, mas também as dividiram de acordo com a probabilidade de os participantes saberem a resposta. O grupo concluiu que a “ilusão da verdade” funcionou da mesma forma para as afirmações verdadeiras e para as falsas, o que sugere que o conhecimento anterior não evita erros de julgamento.

Para ter certeza de que estavam cobrindo todas as áreas, os pesquisadores então realizaram um estudo em que os participantes precisavam avaliar o grau de verdade de uma afirmação, de 1 a 6, e outro em que deviam apenas dizer “falso” ou “verdadeiro”. A repetição levou algumas afirmações ao topo da escala e aumentou as chances de classificá-las como verdadeiras - mesmo as frases falsas ganharam mais credibilidade.

A princípio, tudo isso parece ser uma enorme tragédia para a racionalidade humana. Mas precisamos olhar para os números quando interpretamos a ciência psicológica. O que os especialistas americanos de fato descobriram foi que a maior influência na decisão de um julgamento sobre uma afirmação ser verdadeira era justamente o fato de ela ser verdadeira.

A repetição não conseguiu mascarar a verdade - com ou sem ela, as pessoas ainda tinham mais propensão a acreditar nos fatos do que nas mentiras. Isso mostra algo fundamental sobre a maneira como atualizamos nossas crenças: a repetição tem o poder de fazer algo parecer mais verdadeiro, mas não se sobrepõe ao conhecimento.

Sendo assim, nos perguntamos: Por quê? A resposta está relacionada com o esforço necessário para sermos rigidamente lógicos sobre qualquer informação que nos chega aos ouvidos. Como precisamos fazer julgamentos rápidos, usamos atalhos - heurísticas que estão mais certas do que erradas. Confiar na frequência com que ouvimos algo é apenas uma estratégia. Qualquer universo onde a verdade é repetida mais vezes do que a mentira terá isso como pressuposto para se julgar uma afirmação.

Nossa mente é presa fácil para a “ilusão da verdade” porque nosso instinto é usar atalhos para fazer esse julgamento - isso funciona na maioria das vezes.

Agora que já conhecemos esse efeito, podemos ficar mais atentos. Uma boa maneira é se perguntar por que acreditamos no que acreditamos: Será que se trata de algo plausível porque é verdade ou apenas porque foi repetido várias vezes?

Mas outra maneira é reconhecer nossa obrigação de parar de repetir mentiras. Vivemos em um mundo onde os fatos são importantes e precisam ser importantes. Se repetirmos coisas sem nos preocuparmos com sua veracidade, estaremos apenas ajudando a fazer deste um mundo onde mentiras e verdades se confundem com facilidade.

Portanto, por favor, pense bem antes de repetir o que ouviu.

(Tom Stafford é psicólogo e cientista da cognição na Universidade de Sheffield, na Grã-Bretanha; BBC Brasil)

Nota: Agora imagine o estrago entre uma população que adora pensar por meio de atalhos, acostumada ao pensamento superficial, automático e não reflexivo; submetida à constante repetição de conceitos evolucionistas, espiritualistas e marxistas por meio de uma mídia comprometida com esse tipo de conteúdo/filosofia. Somente a verdade que liberta (João 8:32), levada no poder do Espírito Santo, tem poder para quebrar esse encanto quase invencível. Se uma mentira repetida mil vezes torna-se uma “verdade”, a verdade acompanhada do poder que lhe é peculiar pode afastar toda mentira. Escolha bem os conteúdos aos quais você será exposto. É bem melhor ter contato diário, constante com a verdade que liberta, do que com a mentira que ilude. Sugiro que você assista ao vídeo abaixo para ter uma ideia do que está envolvido nesse conflito ideológico que assola o planeta. [MB]

A família é a primeira vítima do trabalho dominical

Ato religioso em Bratislava
“Devemos dar-nos conta de que a família é a primeira vítima da eliminação da diferença entre trabalho ferial e trabalho dominical”, é o que escreve a Conferência Episcopal Eslovaca na Mensagem de Advento, na qual ressalta que o domingo deve ser celebrado como dia de repouso para que as pessoas possam dedicar tempo e alimentar a relação com Deus. Segundo os bispos do país da Europa Central, a postura liberal da sociedade em relação ao trabalho dominical tem consequências negativas para a vida familiar. “Quando não há tempo para cuidar das relações interpessoais a família é colocada em situação de risco, sem falar do fato de que o trabalho estressante, sem interrupção e sem possibilidade de repouso, incide negativamente na saúde e resulta menos produtivo”, denunciam os prelados, convidando todos os fiéis e as pessoas de boa vontade a defender o repouso dominical para ter “pessoas mais felizes e satisfeitas” em nossa sociedade. “Apelamos aos políticos, às autoridades locais e aos empresários a não colocar mães e pais para trabalhar no domingo. E não nos esqueçamos de que nós, como católicos, devemos ser os primeiros a dar o exemplo”, conclui a carta pastoral. (RL)


Nota: Meio ambiente (ECOmenismo) e família continuam sendo as duas bandeiras mais fortes na defesa do descanso dominical. A ideia de preservar a família, em si, é boa e lógica, e por isso mesmo convincente. As famílias precisam mesmo de uma proteção contra o consumismo e a erosão dos relacionamentos. Quem vai se opor a esses argumentos? E se fizer oposição, não à ideia, mas ao dia escolhido, como será visto? Assista ao vídeo abaixo e conheça os desdobramentos que podem ter iniciativas como essas. [MB] 


Praticantes do judaísmo têm mais anos de estudo

Um povo que valoriza a cultura
De acordo com um estudo do Pew Research Center, nos EUA, os judeus são o grupo religioso mais instruído do mundo, com uma média de mais de 13 anos de escolaridade formal. O estudo revela que os judeus têm, em média, quatro anos a mais de escolaridade do que o grupo mais próximo, os cristãos. Os muçulmanos e os hindus são os grupos religiosos com o menor nível educacional, cada um com cerca de cinco anos e meio de escolaridade formal. Os judeus lideram em várias outras categorias. Homens e mulheres judeus têm em média o mesmo número de anos de escolaridade formal; já as mulheres hindus, no outro extremo, estudam 2,7 anos a menos que os homens. 61% dos judeus têm formação de nível superior; a média global é de 14%. E 99% dos judeus tiveram alguma educação formal.

Entre os judeus de 25 a 34 anos, as mulheres possuem mais instrução do que os homens. Nessa faixa etária, elas têm mais de 14 anos de escolaridade formal em média, e quase 70% frequentam ou frequentaram o ensino superior. Já os homens têm uma média de 13,4 anos de escolaridade formal, e 57% têm ensino superior. De acordo com a pesquisa, todas as fés têm tido progresso na educação, especialmente entre as mulheres.


Nota: Depois dizem que a religião é machista, patriarcal e opressora... Os dados referentes à educação das mulheres são muito interessantes.

Em tempo: A Igreja Protestante da Alemanha abriu mão de evangelizar os judeus. O Sínodo decidiu que não é sua missão converter os judeus ao cristianismo. Usando os métodos, as formas e teologias cristãs nunca vão mesmo. Vão até atrapalhar. Um Messias que não guarda o shabbat? Que aboliu a Torah? Que aboliu as leis alimentares? É esse o Messias geralmente apresentado aos judeus. Veja o papelão da Igreja Universal, que brinca com a fé judaica (confira). Pisa na Torah vestindo Talit e Kipá. Além disso, só a pretensão de converter judeus já mostra equívoco. Judeu segue a Torah, crê em Deus, prega o perdão e o arrependimento. Tem uma vida religiosa. Por isso não se trabalha com os mesmos conceitos de conversão. Se crer no Messias (que nós cremos), ele continuará sendo judeu. Crer no Messias é um evento religioso na vida dele, um acontecimento, uma atualização. Não exatamente uma conversão.

sexta-feira, dezembro 16, 2016

É pecado celebrar o Natal?

Costume pagão?
O Natal é, de longe, o feriado mais movimentado do Ocidente. A expressividade da data no calendário é tão intensa que o evento não se restringe ao dia 25 de dezembro, mas se antecipa desde meados de novembro e se estende até o começo de janeiro. Nenhuma outra data comemorativa recebe atenção tão prolongada. O Natal aquece o comércio, movimenta as pessoas, une as famílias, comove os corações. Enfim, é impossível passar despercebido. Apesar de tradicionalmente comemorar a data do nascimento de Jesus Cristo em Belém da Judeia, o Natal tem sido uma pedra no sapado de alguns cristãos mais conscienciosos. Isso porque, popularmente, as comemorações alusivas à data são associadas a muitos elementos que transmitem tudo, menos os valores ensinados por Jesus Cristo.

O Natal tornou-se uma época de consumismo, bebedeira, glutonaria, autogratificação, superstição, crendices e outros comportamentos que a Bíblia descreve como pecados que desqualificam uma pessoa de integrar o Reino de Deus (Gl 5:19-21). Soma-se a isso uma suposta origem obscura dos emblemas natalinos e de dúvidas quanto à data em que é comemorado. Todas as tentativas sérias de determinar o dia em que Jesus Cristo nasceu passam longe do dia 25 de dezembro. O astrônomo Colin J. Humphreys, por exemplo, indicou, calculando eventos siderais, que Cristo deve ter nascido entre 9 de março e 4 de abril do ano 5 a.C.

Clemente de Alexandria, escritor cristão que viveu entre os anos 150 e 215, afirmou que o dia do nascimento de Jesus foi 20 de maio. Muitos suspeitam que Jesus Cristo tenha nascido nos meses de setembro e outubro, já que teria completado trinta anos por ocasião de seu batismo, ocorrido muito provavelmente próximo ao início do outono no hemisfério norte. As igrejas cristãs do Oriente celebram o Natal em 6 ou 7 de janeiro desde poucas gerações após a morte dos apóstolos. Outras datas já foram sugeridas, mas nunca se chegou a um consenso sobre qual seria o dia certo do nascimento do Salvador do mundo. Assim, saber que o dia em que se costuma comemorar o Natal não marca a data exata do nascimento de Cristo incomoda. Também as alegadas origens ocultas de algumas tradições natalinas assustam aqueles que desejam evitar a prática de qualquer costume relacionado às forças espirituais contrárias a Deus.

Por que o pênis humano não tem osso?

Osso conhecido como "báculo"
Estudo afirma que antepassados dos humanos podem ter tido e perdido o báculo há cerca de dois milhões de anos. Cientistas britânicos que estudaram a evolução do osso do pênis nos mamíferos acreditam que os humanos perderam esse osso há cerca de 1,9 milhão de anos devido à monogamia. Esse osso, que ainda existe em muitos mamíferos e é conhecido como báculo (baculum), varia muito em tamanho - o do macaco pode medir o mesmo que um dedo e o das morsas pode chegar a 60 centímetros. De acordo com os pesquisadores da Universidade de Londres, pode ter existido nos antepassados dos humanos e desaparecido quando a monogamia emergiu como a principal estratégia de reprodução.

O báculo surgiu nos mamíferos há mais de 95 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] e os primeiros primatas que o tinham apareceram há 50 milhões de anos [idem]. O antropólogo Christopher Opie, que dirigiu o estudo publicado no Proceeding of the Royal Society B, explicou ao The Guardian que o tamanho do osso do pênis está relacionado com a duração da penetração, sendo maior nas espécies de animais em que a penetração é longa, ou seja, que demora no mínimo mais de três minutos. O osso do pênis dos chimpanzés, por exemplo, mede o mesmo que uma unha humana, pois este apenas penetra a fêmea durante segundos

No caso humano, segundo essa teoria, a monogamia teria “cravado o último prego no caixão” do báculo porque o homem deixou de ter que se preocupar com a possibilidade de a mulher copular com outros parceiros. “Pensamos que terá sido nessa época que o báculo humano desapareceu porque o sistema de acasalamento foi alterado”, disse Opie. “Com a menor competição para encontrar parceiros, há menos probabilidades de um báculo ser necessário.”


Nota: Volte ao texto e veja quantos “pode”, “podem”, “acreditam”, “pensamos” em tão poucas linhas. Além disso, onde estão os fósseis dos tais “hominídeos” com o báculo? E mais: Quem disse que o homem (de modo geral) se comporta de maneira monogâmica? Infelizmente, parece que essa não é a realidade. E se a monogamia faz perder partes do órgão sexual, o que mais poderá ser perdido no futuro? Sinceramente, você consegue dar crédito para a pesquisa/notícia acima? No entanto, mesmo com tantos “se”, há verba para esse tipo de estudo e espaço em jornais e revistas para esse tipo de notícia. [MB]

quinta-feira, dezembro 15, 2016

Carbono-14 em fósseis: um dilema cada vez mais difícil

Não deveria haver C-14, mas há
Recentemente, um artigo publicado na revista Nature afirmou que, ao contrário do que se pensava, a descoberta de tecidos moles em fósseis é um “fenômeno comum”.[1: p. 6] De fato, a presença de biomoléculas em fósseis de dinossauros é a regra, não a exceção. Mas o que dizer dos achados científicos de carbono-14 (C-14) em fósseis de dinossauros ao longo da história? Em 1990, a organização Creation Research Science Education Foundation (CRSEF), sediada em Columbus, Ohio, anunciou de forma pioneira o achado de várias datas de radiocarbono variando de 30.000 a 100.000 anos, com taxas de carbono entre 1,9% e 7,4%, obtidas a partir de ossos fósseis de dinossauros que sugeririam que “os dinossauros viveram com humanos”.[2: p. 2A] Segundo essa organização criacionista, os exemplares fósseis de dinossauros são reais, e algumas espécies foram obtidas de coleções paleontológicas do Museu Carnegie de História Natural, em Pittsburgh (EUA). Além disso, um espectrometrista de massa a laser da Universidade Estatal de Moscou (Rússia) teria confirmado a idade relativamente recente dos espécimes.[3: p. 372]

Muitas publicações seculares contestaram posteriormente os resultados criacionistas alegando ausência de rigor metodológico e contaminação das amostras.[4] Mas, como afirma um dos autores aqui, eles não receberam a chance de resposta. Independentemente da controvérsia, fato é que os criacionistas foram pioneiros no uso da técnica de datação de C-14 por espectrometria de massa a laser em fósseis de dinossauros. Segundo Bradley Lepper, curador em arqueologia na Sociedade Histórica de Ohio, no ano de 1992, “a datação por espectrometria de massa a laser era uma técnica experimental e muito nova. Seus métodos, suposições e limitações não eram bem compreendidos.”[4: p. 7] Para Lepper, “vários geoquímicos que ele havia consultado nunca tinham ouvido falar de espectrometria de massa a laser ser usado como uma técnica de datação”.[4: p. 7] Por outro lado, sabemos que hoje o espectrômetro de massas é o aparelho considerado de primeira escolha devido a sua precisão em detectar radiocarbono em fragmentos de até 100.000 anos.

Desde a década de 1990 para cá, outros resultados têm sido publicados por grupos de pesquisas espalhados pelo mundo acerca de radiocarbono identificado em fósseis de dinossauros. Em 2011, por exemplo, um grupo de pesquisa da Suécia encontrou proteínas no úmero de um mosassauro (réptil marinho gigante extinto) de supostos 80 milhões de anos atrás, alegando conservação de tecidos moles, e negando uma possível contaminação: “As fibrilas [encontradas] diferem significativamente na assinatura espectral das de potenciais contaminantes bacterianos modernos, tais como os biofilmes.”[5] Além disso, os pesquisadores encontraram quantidade significativa (5%) de C-14 nesse fóssil. No entanto, eles interpretaram esse achado de maneira inconsistente com o achado principal do artigo, alegando que o C-14 – ao contrário do tecido mole encontrado – deveria ter vindo de contaminação. O curioso é que tal alegação é incoerente com a própria conclusão do estudo. Se o C-14 tivesse vindo de contaminação, essa condição faria com que a reivindicação de sobrevivência de material biológico fosse obviamente ainda mais impossível.

Em 2012, uma equipe de pesquisadores do grupo Paleocronologia (Paleogrupo) fez uma apresentação no período de 13 a 17 de agosto em uma reunião anual de Geofísica do Pacífico Ocidental, em Cingapura, idealizada pela conferência da União Americana de Geofísica (AGU) e pela Sociedade de Geociências da Oceania Asiática (AOGS).[6] Os autores descobriram uma razão para a sobrevivência intrigante dos tecidos moles e colágeno em ossos de dinossauros. Segundo eles, os ossos são mais jovens do que tem sido relatado. Para tanto, eles utilizaram o método de datação por radiocarbono em múltiplas amostras de ossos de oito dinossauros encontrados no Texas, Alasca, Colorado e Montana. E pasme! Eles reportaram a presença do C-14 (que decai rapidamente) nos ossos, revelando que eles tinham apenas entre 22.000 a 39.000 anos de idade de radiocarbono. Para saber mais, clique aqui.

Como era de se esperar, embora o trabalho tivesse sido aceito, os cientistas foram censurados e o resumo foi removido do site da conferência por dois presidentes, porque não podiam aceitar as conclusões. Quando os autores questionaram, eles receberam uma carta. Mas qual seria o motivo para isso? O pressuposto dos presidentes era o de que o C-14 não poderia estar presente em tais fósseis “velhos”. Negativas como essa têm impedido a realização de testes com a datação por carbono e prejudicado o progresso da ciência. Isso porque os evolucionistas sabem que, se uma análise fosse feita utilizando esse método de datação, seria altamente provável que mostraria uma idade de radiocarbono de milhares de anos, e não de “milhões de anos”, como na previsão evolutiva.

Além disso, o grupo de Paleogrupo publicou outros trabalhos acerca da descoberta de C-14 em ossos de dinossauros. Em 2009, um artigo revisado por pares já havia sido aceito e publicado em italiano em uma conferência realizada pelo Conselho de Pesquisas Nacionais da Itália, na cidade de Roma.[7] O mesmo artigo foi publicado em inglês em uma conferência posterior realizada pela Gustav Siewerth Academie, no sul da Alemanha.[8] Esse artigo trouxe uma descrição minuciosa da metodologia adotada pelos pesquisadores.

Como pode ser visto, ano após ano o Paleogrupo tem sido autorizado a apresentar seus resultados em conferências internacionais na área de Ciências Geofísicas. No dia 17 de dezembro de 2014, por exemplo, o Paleogrupo apresentou informações na forma de pôster na reunião da American Geophysical Union (AGU), em San Francisco (EUA).[9] Em 5 de agosto de 2015, por sua vez, apresentou-se na reunião da Asia Oceania Geosciences Society (AOGS), em Cingapura.[10]

Em 2015, pesquisadores norte-americanos publicaram na forma de artigo científico os resultados de seu projeto Investigation of Dinosaur Intact Natural Osteo-tissue (iDINO), cujo objetivo é a investigação da permanência de tecidos moles (fibrilar) em ossos de dinossauros.[11] Os autores encontraram quantidades mensuráveis de C-14 em 16 amostras a partir de 14 espécimes fósseis de peixes, madeira, plantas e animais de toda a coluna geológica, Mioceno a Permiano, de todas as três eras: Cenozoica, Mesozoica e Paleozoica. As amostras vieram de diferentes locais do planeta (Canadá, Alemanha e Austrália). Cerca de metade eram de ossos de dinossauros (sete espécimes). Todas as amostras foram preparadas por processos padrão para eliminar a contaminação e, em seguida, foram submetidas à análise de espectrometria de massa atômica por cinco laboratórios. As idades variaram entre 17.850 a 49.470 anos de radiocarbono. Para saber mais, clique aqui.

Pelo exposto, percebemos que, até agora, nenhum cientista evolucionista sugeriu a datação de C-14 em fósseis de dinossauros, pois eles acreditam que esses fósseis tenham milhões de anos de idade, e ossos mais antigos que 100.000 anos supostamente não deveriam conter nenhum C-14 devido à sua meia-vida de 5.730 anos, conforme vemos no Relógio do Tempo (abaixo). No entanto, até pouco tempo atrás eles também acreditavam que os fósseis de dinossauros não podiam conter tecidos moles!


Interpretando as idades obtidas por radiocarbono

Para compreendermos as idades resultantes de datação por C-14, muitas vezes apresentadas em dezenas de milhares de anos, temos que analisar dois fatores essenciais: o enfraquecimento do campo magnético da Terra e o período do dilúvio de gênesis. A Terra tem um campo magnético ao seu redor que a protege da radiação nociva do espaço exterior. Esse primeiro fator a ser analisado – o campo magnético – está comprovadamente ficando mais fraco.[12, 13] Quanto mais forte é o campo em torno da Terra, menor será a quantidade de raios cósmicos capazes de atingir a atmosfera. Isso resultaria em uma menor produção de C-14 na atmosfera no passado da Terra. Se a taxa de produção de C-14 na atmosfera fosse menor no passado, as datas identificadas pelo uso do método C-14 deveriam indicar incorretamente que mais C-14 tivesse decaído do que realmente ocorreu.[14] Ou seja, isso resultaria em datas mais antigas do que a idade verdadeira do espécime que está sendo analisado.

Em relação ao segundo fator, o dilúvio, teria havido intensos e frequentes vulcanismos durante esse período e grandes quantidades de gases sendo emitidas para a atmosfera teriam alterado a taxa de carbono na biosfera. Estudos científicos sugerem que emissões vulcânicas de CO2 podem resultar até mesmo em idades artificiais de radiocarbono (idades excessivamente antigas) causadas por excesso de concentração de CO2 em terras vulcânicas.[15] Ademais, o dilúvio teria enterrado grandes quantidades de carbono de organismos vivos (plantas e animais) para formar os combustíveis fósseis de hoje (carvão, óleo, etc.).

A quantidade de combustíveis fósseis indica que deveria ter existido uma quantidade muito maior de vegetação antes do dilúvio do que existe hoje. Isso significa que a biosfera anterior ao dilúvio teria contido muito mais C-12 em organismos vivos do que hoje, cerca de 500 vezes mais.[16-18] Assim, mesmo que os níveis de C-14 anteriores ao dilúvio fossem semelhantes aos que existem no mundo hoje, a relação C-14/C-12 teria sido muito diferente do que a atual.

Assim, quando o dilúvio é levado em conta juntamente com o enfraquecimento do campo magnético e as evidências de que a proporção de C-14/C-12 ainda está aumentando, é razoável acreditar que a hipótese uniformista da constância da taxa de decaimento é falsa e que essa razão foi consideravelmente menor no passado.[14] Consequentemente, qualquer análise em que se use C-14, particularmente o C-14 anterior ao dilúvio, dará datas mais antigas do que a idade verdadeira. A propósito, a datação por C-14 é útil ainda hoje, mas daqui a alguns anos ela já não mais será confiável. Conforme pesquisa baseada em uma projeção, a queima contínua de combustíveis fósseis e esse CO2 adicional mudarão em 2050 a composição de carbono da atmosfera e afetarão, assim, a capacidade dos cientistas de encontrar datas precisas de radiocarbono para nada menos do que 1.000 anos aparentemente mais antigas.[19]

Portanto, conforme discutido anteriormente, “anos de radiocarbono” não necessariamente indicam idades verdadeiras dos espécimes porque isso depende de suposições sobre as condições atmosféricas do passado. O modelo criacionista prevê que houve fatores no passado que influenciaram essa “constância” e, consequentemente, as proporções de C-14. Diante disso, disponibilizamos a coluna corretiva (ao lado) que, com base na formulação de uma relação matemática, possibilita a conversão entre a idade radiocarbônica e idade tempo real, proposta pelo físico Dr. Robert Brown, e traduzida para o Brasil pelo biólogo MSc. Roberto César de Azevedo.[20, 21]

É necessário mencionarmos também que os achados de C-14 em fósseis de dinossauros têm sido duramente criticados pela comunidade uniformitarista, sendo relacionados a: 1) erros de fundo da máquina, 2) síntese nuclear de C-14 in situ, 3) contaminação in situ, 4) contaminação durante o processamento da amostra, e 5) improbabilidade de haver carbono-14 residual. Porém, todas essas alegações podem ser eliminadas em termos teóricos [22]. Além disso, se for levado em conta a divulgação emitida recentemente pela revista científica Nature de que tecido mole em fósseis de dinossauros é “comum” e que o “tecido é susceptível de conter carbono abundante”,[1: p. 2] cientistas de ambos os modelos das origens serão “estimulados” a encontrar mais do mesmo.

(Everton Alves)

Referências:
[1] Bertazzo, et al. Fibres and cellular structures preserved in 75-million-year-old dinosaur specimens. Nature Communications 2015; 6(7352):1-8.
[2] Lafferty, M. B. 1991. Creationists Say Dinosaurs Lived with Man. The Columbus Dispatch, 3 November 1991, pp. 1B-2B.
[3] Dahmer, L., D. Kouznetsov, a. Ivanov, J. Whitmore, G. Detwiler and H. Miller. 1990. Report on Chemical Analysis and Further Dating of Dinosaur Bones and Dinosaur Petroglyphs. In Proceedings of the Second International Conference on Creationism held July 30–August 4, 1990, Volume 2, technical symposium sessions and
additional topics, edited by R. E. Walsh and C. L. Brooks, pp. 371–374. Christian Science Fellowship, Inc., Pittsburgh.
[4] Lepper BT. Radiocarbon Dates for Dinosaur Bones? A Critical Look at Recent Creationist Claims. Creation/Evolution 1992; 12(1):1-9.
[5] Lindgren J, et al. Microspectroscopic Evidence of Cretaceous Bone Proteins. PLoS ONE 2011; 6(4): e19445.
[6] Miller H, Owen H, Bennett R, De Pontcharra J, Giertych M, Taylor J, Van Oosterwych MC, Kline O, Wilder D, Dunkel B. A comparison of δ13C&pMC Values for Ten Cretaceous-jurassic Dinosaur Bones from Texas to Alaska, USA, China and Europe. In: AOGS 9th Annual General Meeting. 13 to 17 Aug 2012, Singapore. Disponível em: http://4.static.img-dpreview.com/files/p/E~forums/50713079/dfdc0a3fdc564435bb159bce43a40d77
[7] Holzschuh J, Pontcharra J, Miller H. Datazioni recenti al C-14 di fossili comprendenti collagene provenienti da ossa di dinosauro. Roma, giugno 2009, pp. 32-34. Disponível em: http://www.siewerth-akademie.de/cms/
[8] Holzschuh J, Pontcharra J, Miller H. Recent C-14 Dating of Fossils including Dinosaur Bone Collagen. Science vs Evolution, 2010. Disponível em: http://www.sciencevsevolution.org/Holzschuh.htm
[9] Miller H, Bennett R, de Pontcharra J, Giertych M, Kline O, van Oosterwych MC, Owen H, Taylor J. A comparison of δ13C & pMC values for ten Cretaceous-Jurassic dinosaur bones from Texas to Alaska USA, China, and Europe with that of coal and diamonds presented in the 2003 AGU meeting. AGU Fall Meeting 2014, 15 to 19 Dec, 2014, San Francisco, Abstract #B31E-0068. Disponível em: https://agu.confex.com/agu/fm14/meetingapp.cgi/Paper/29800
[10] Miller H, Bennett R, Owen H, de Pontcharra J, Giertych M, van Oosterwych MC, Kline O, White B, Taylor J. Soft Tissue, Collagen and Significant 14C Content in Dinosaur Bones - What Does it Mean? AOGS 12th Annual Meeting, 2 to 7 Aug, 2015, Singapore, Abstract BG01-D3-PM2-P-006 (BG01-A013). Disponível em: http://www.dinosaurc14ages.com/singabs.pdf
[11] Thomas B, Nelson V. Radiocarbon in Dinosaur and Other Fossils. CRS Quarterly 2015; 51(4):299-311. Disponível em: https://creationresearch.org/index.php/extensions/crs-quarterly/s5-frontpage-display/item/117
[12] Humphreys DR. The mystery of earth’s magnetic Field. Acts & Facts. 1989;18(2). Disponível em: http://www.icr.org/article/292
[13] Roach J. Earth's Magnetic Field Is Fading. National Geographic News (09/09/2004). Disponível em: http://news.nationalgeographic.com/news/2004/09/0909_040909_earthmagfield.html
[14] Gift J. Carbon-14 in Dinosaur Bones Challenges Evolution Theory and Supports Genesis Flood Account. Triangle Association for the Science of Creation 2015:1-5. Disponível em: http://tasc-creationscience.org/sites/default/files/newsletter_pdf/aug2015.pdf
[15] Pasquier-Cardin A, Allard P, Ferreira T, Hatte C, Coutinho R, Fontugne M, Jaudon M. Magma derived CO2 emmisions recorded in 14C and 13C content of plants growing in Furnas caldera, Azores. Journal of Volcanology and Geothermal Research 1999; 92: 195-207.
[16] Brown RH. C-14 age profiles for ancient sediments and peat bogs. Origins 1975a; 2(1):6-18.
[17] Brown RH. Can we believe radiocarbon dates? Creation Research Society Quarterly 1975b; 12 (1): 66-68.
[18] Brown RH. The interpretation of C-14 dates. Origins 1979; 6(1):30-44.
[19] Graven HD. Impact of fossil fuel emissions on atmospheric radiocarbon and various applications of radiocarbon over this century. Proc Natl Acad Sci U S A. 2015;112(31):9542-5.
[20] Brown RH. Correlation of C-14 age with the biblical time scale. Origins. 1990; 17(2):56-65.
[21] De Azevedo RC. ABC das Origens. São Paulo, SP: Kits, 2006, p.61-62.
[22] Giem P. Carbon-14 content of fóssil carbon. Origins. 2001; 51:6-30.

Vinho branco pode causar câncer de pele

É melhor evitar
O consumo de álcool já foi relacionado a alguns benefícios, mas também a prejuízos para a saúde. Entre os riscos, o mais grave talvez seja o desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Agora, um estudo publicado recentemente no periódico científico Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention aponta para a associação entre a ingestão de bebida alcoólica, mesmo de forma moderada, e o aumento da probabilidade de um tipo inesperado de tumor: o melanoma – a forma mais mortal de câncer de pele. Em sua pesquisa, pesquisadores da Universidade Brown, nos Estados Unidos, concluíram também que o vinho branco tem maior impacto sobre o risco de melanoma, em comparação com outras bebidas como vinho tinto, cerveja ou licor. As informações são da rede americana CNN. Segundo os autores, cerca de 3,6% dos casos de câncer no mundo são associados ao álcool. Embora a relação entre a substância e alguns tipos de câncer, como os do trato digestivo, seja mais fácil de explicar, já que há um contato direto entre a bebida e o tecido da região, em outros, como o de mama e o de pele, as razões permanecem obscuras.

Eunyoung Cho, coautora do estudo, tem uma teoria. Segundo ela, o álcool possui um composto chamado acetaldeído, que pode danificar o DNA e evitar sua reparação em todo o corpo. “É um cancerígeno bem conhecido, de modo que poderia ser um mecanismo muito geral sobre como o álcool se relaciona com o câncer em outros locais.”, disse. 

No novo estudo, Eunyoung e seus colegas analisaram dados de três grandes estudos envolvendo 210.252 participantes. Todos forneciam informações sobre consumo de álcool, local de residência e histórico de saúde – incluindo detalhes sobre queimaduras solares e bronzeamento. Durante um período de acompanhamento de 18 anos, 1.374 pessoas (menos de 1% de todos os participantes) foram diagnosticadas com melanoma invasivo.

Os resultados mostraram que cada dose de álcool por dia (o equivalente a 12,8 gramas de álcool puro ou uma cerveja, uma taça de vinho ou um shot de licor forte) estava associada a um aumento de 14% no risco de melanoma. Quando os pesquisadores analisaram individualmente cada tipo de bebida, o vinho branco se destacou das demais. Cada taça da bebida por dia estava associada a um aumento de 13% na probabilidade de melanoma, enquanto outras formas de álcool não afetaram o risco de forma significativa estatisticamente.

Embora os autores não tenham se aprofundado no porquê disso, Eunyoung explica que pesquisas anteriores mostraram que o vinho tem níveis mais altos de acetaldeído em comparação com outras bebidas. Como o vinho tinto tem uma quantidade maior de antioxidantes, é provável que isso compense os riscos gerados pelo acetaldeído, ao contrário do vinho branco, que tem menos substâncias benéficas.

“Outras bebidas alcoólicas mostraram alguma correlação positiva, mas não alcançaram significância estatística. Por enquanto, eu diria que o álcool em geral está relacionado [ao melanoma], e eu gostaria de ressaltar que o vinho branco está particularmente associado a isso”, afirmou a autora.

Ao analisarem as taxas de melanoma em diferentes partes do corpo, os pesquisadores se depararam com outra surpresa. As pessoas que bebiam 20 gramas ou mais de álcool por dia (um pouco menos de duas doses) eram apenas 2% mais propensas a ser diagnosticadas com melanomas da cabeça, pescoço, braços ou pernas do que os não bebedores. Mas tinham um risco 73% maior de serem diagnosticados com melanomas do tronco – uma parte do corpo frequentemente coberta pela roupa.

“Há uma hipótese de que os melanomas em diferentes locais do corpo podem ter diferentes fatores de risco. Com base nesses resultados, eu poderia supor que esse tipo de câncer está menos relacionado à exposição solar e mais relacionado a um mecanismo biológico do álcool em prejudicar ou impedir o reparo do DNA”, disse Eunyoung.

(Veja)

Clique aqui e leia mais sobre vinho.

quarta-feira, dezembro 14, 2016

Fóssil “pré-histórico” tem vestígios de cor preservados

Elementos frágeis desafiam a datação
Um fóssil bem preservado encontrado na China ainda contém os compostos biológicos originais que deram ao pássaro de [supostos] 130 milhões de anos sua cor. A descoberta estende o período em que os cientistas pensaram que essas substâncias podiam ser conservadas. A pesquisa foi realizada por especialistas da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos EUA, e da Academia Chinesa de Ciências e da Universidade de Linyi, na China. Os pesquisadores mostraram evidências de preservação original de queratina e melanosoma nos restos fossilizados do Eoconfuciusornis, uma espécie parecida com o corvo que viveu na China cerca de 130 milhões de anos atrás. Esse é o mais antigo fóssil já descoberto que contém vestígios dessas moléculas. Paleontologistas já haviam encontrado vestígios de organelas contendo melanosoma em penas fossilizadas antes. O problema é que não tinham certeza se os melanosomas, e suas cores associadas, vinham na verdade da criatura preservada ou de micróbios que “atacaram” essas penas durante sua decomposição e fossilização. Mais evidências eram necessárias para separar as duas possibilidades.

Essa evidência agora chegou na forma de queratina, uma proteína fibrosa que protege certas células de danos. “Se esses pequenos corpos são melanosomas, eles devem ser incorporados em uma matriz queratinosa, uma vez que as penas contêm beta-queratina”, observou Mary Schweitzer, bióloga da Universidade Estadual da Carolina do Norte e coautora do estudo, em um comunicado. “Se não pudéssemos encontrar a queratina, então essas estruturas poderiam ser facilmente micróbios, ou uma mistura de micróbios e melanosomas”.

Usando microscópios eletrônicos, juntamente com uma técnica para criar um mapa de alta resolução dos elementos dentro das penas, os pesquisadores foram capazes de mostrar que os traços químicos de melanosomas e queratina no fóssil eram realmente derivados das penas originais. Como conclusão, o sombreado marrom escuro visto nesse fóssil é provavelmente indicativo da aparência e cor do pássaro quando ainda estava vivo.

Os pesquisadores dizem que sua nova técnica tem o potencial de ajudar os cientistas a compreender, em nível molecular, como e por que as penas evoluíram nesses pássaros primitivos. A presença de melanosomas e queratina nesse fóssil sugere que outros poderiam revelar segredos semelhantes. [...]


Nota: Perceba o esforço para salvar a teoria dos fatos: “A descoberta estende o período em que os cientistas pensaram que essas substâncias podiam ser conservadas.” Em lugar de admitir que esses animais possam ter vivido em um tempo não tão antigo quanto pressupõem os evolucionistas, os pesquisadores preferem supor que estruturas e substâncias frágeis possam ter sido miraculosamente preservadas por milhões de anos. Enquanto isso, continuam sem respostas convincentes o mistério de achados cada vez mais frequentes de tecidos moles em fósseis de dinossauros, como este aqui, este aqui e este aqui. Ou mesmo de células sanguíneas em fósseis datados em milhões de anos (confira aqui).



Seria Donald Trump o novo Constantino?

O imperador que cristianizou Roma
Este é um artigo de Blaise Joseph que compara Donald Trump ao imperador romano Constantino e foi publicado pela primeira vez em MercatorNet, em 26 de março, muito antes de Trump conquistar a indicação republicana e derrotar Hillary Clinton. Na época, parecia audacioso e improvável. Agora parece profético. Os cristãos são incapazes de falar livremente. A liberdade religiosa está sob ataque. A sociedade é materialista e imoral. A civilização ocidental enfrenta enormes ameaças, de dentro e de fora. E, aparentemente, o poderoso líder emergente não é santo. Você está pensando nos Estados Unidos de 2016? Não, Roma de 312. O líder é Constantino, que está lutando para se tornar o imperador romano. Constantino tinha muitos defeitos: ele tinha múltiplas esposas e até mesmo matou uma delas, era extremamente ambicioso, e era um general e político implacável. Mas a lenda permanece de que ele teve um momento como um “caminho para Damasco”, teve uma “visão”, converteu-se ao cristianismo, triunfou sobre seus adversários, e se tornou um grande imperador de Roma.

Constantino continuaria não apenas a salvar o Império Romano, mas também a dar liberdade ao cristianismo. Ele assinou o Edito de Milão em 313, dando aos cristãos o direito de praticar sua fé e falar livremente. Isso foi o suficiente para permitir que os cristãos se envolvessem na esfera pública com liberdade, permitindo-lhes assim difundir a mensagem cristã até os fins do Império e cristianizar uma cultura pagã.

O próprio Constantino não era um pilar de virtudes, mas criou o ambiente que deu aos cristãos a liberdade de influenciar a sociedade. Os primeiros cristãos eram perfeitamente capazes de ser eles mesmos influência para a sociedade; tudo o que precisavam do imperador era a liberdade de fazê-lo.

Avançando rapidamente para 2016, podemos ver muitas semelhanças óbvias. A sociedade ocidental tem muitos problemas. Os cristãos conservadores têm as soluções para muitos desses problemas, mas não conseguem articulá-las livremente na praça pública devido à correção política endêmica e ao marxismo cultural.

Aos conservadores não falta vontade, bons argumentos ou defensores articulados. O que lhes falta é a liberdade de falar abertamente sobre questões sociais sem que vingativas multidões do progressismo secular esbravejem por “ofender” determinados grupos de pessoas. Donald Trump é a única pessoa que pode nos dar essa liberdade.

Mas primeiro considere o seguinte:

- Ao afirmar que as crianças deveriam idealmente ter mãe e pai, porque em média elas se sairão melhor nesse ambiente (como apoiado esmagadoramente pelas ciências sociais relevantes), você se torna “homofóbico” (mesmo que a declaração não tenha nada a ver com homossexualidade) e um “odiador” das mães solteiras.

- Explicar que há realmente uma razão biológica e social para que o casamento tenha promovido e protegido, como entre um homem e uma mulher, por milênios (dica: é sobre crianças) o faz “intolerante”.

- Argumentar que a alta taxa de divórcio fere as crianças, e que o divórcio “sem motivos” é responsável por muitos problemas sociais, faz você “viver na década de 1950” e ser um “dinossauro” (mesmo que os dados sociais sobre os efeitos do divórcio sejam indiscutíveis e o próprio presidente Obama o tenha dito).

- Afirmar o fato biológico de que homens e mulheres são inerentemente diferentes faz você “transfóbico” (algo que ninguém sabia que existia apenas alguns anos atrás).

- Apontar que os bebês não simplesmente aparecem magicamente do nada depois de nove meses e podem, de fato, ter direito à vida e à dignidade antes do nascimento faz de você um extremista (porque sim) e um sexista (mesmo que essa afirmação não diga nada sobre as mulheres).

Há muitos outros exemplos. O ponto é que fazer afirmações perfeitamente razoáveis causa tanta indignação que os conservadores desistem ou acabam perdendo credibilidade e tornando-se impotentes em influenciar a opinião pública. Argumentos não são mais considerados em seus méritos, mas antes avaliados com base na medida em que “ofendem” determinados grupos de pessoas. Isso torna a causa cristã conservadora na esfera pública, em última instância, sem esperança. E é aqui que Trump entra.

A América não precisa de um presidente para tecer argumentos para nós. A América só precisa de um presidente para nos dar a liberdade de criarmos nossos próprios argumentos sem medo de ser coagidos pela brigada politicamente correta.

Qualquer outra coisa que você possa dizer sobre Trump, ele é definitivamente politicamente incorreto, e orgulha-se nesse atributo. Ele se recusa a recuar depois de fazer declarações controversas. Ele não se desculpa por ofender os grupos depois de argumentar. Ele se posiciona diante da mídia. Ele é desafiador, apesar de ser difamado por elites políticas, jornalistas e acadêmicos.

Consideremos o exemplo da imigração ilegal. Trump está aproveitando a tendência compreensível dos cidadãos comuns de se tornarem céticos em relação a altos níveis de imigração, especialmente quando há pouca ou nenhuma ordem para o programa de imigração. Durante muitos anos, essa foi uma zona de exclusão, pois aqueles que levantaram a questão foram acusados de “racistas” e ofensores de imigrantes, mexicanos, etc. Trump, no entanto, em menos de um ano, conseguiu dar início a um bom debate sobre o tema, recusando-se a ser diminuído pelos clamores e pedir desculpas a grupos de minorias potencialmente ofendidas. Independentemente das opiniões do leitor sobre a imigração ilegal, é claro que as táticas dos marxistas culturais, usadas no debate sobre imigração, simplesmente não funcionam contra Trump.

Ou tome a questão do terrorismo. Ao contrário de muitos outros líderes cristãos, Trump chama o mal do terrorismo islâmico e do extremismo pelo que é; e procura examinar com sensatez a política de imigração islâmica em massa, a fim de proteger a segurança nacional. Ao fazê-lo, ele novamente superou os slogans da “islamofobia” e do “racismo” para realmente discutir uma questão importante e sensível.

Os conservadores cristãos precisam que exatamente a mesma coisa aconteça com outras questões, como o aborto e o casamento. É assim que Trump poderia ser um grande presidente para cristãos conservadores. Trump é o único candidato presidencial que é capaz de mudar a sociedade para torná-la mais tolerante com discussões robustas sobre questões controversas. Finalmente, com um líder que publicamente mantém as táticas de silêncio da esquerda com total desprezo, seria possível enfrentar os esquerdistas em questões que exaltam os ânimos.

Se Trump se tornar presidente dos EUA [já é] e o líder mais poderoso do Ocidente, ele poderá mudar fundamentalmente a cultura ocidental. Os efeitos de sua presidência iriam muito além das costas e dos muros da América. As pessoas falariam mais livremente sobre uma série de questões. O “politicamente correto”, depois de ser denunciado por Trump uma e outra vez, seria severamente enfraquecido. O marxismo cultural e a política de vitimização ficariam paralisados. Progressistas que buscam fechar o debate perceberão que suas táticas já não funcionam. E após essa transformação fundamental da cena política, os conservadores poderiam finalmente ser livres para expor seu caso no que tange à esfera pública.

Todo o resto seria resultado disso. Nossas universidades se tornariam novamente lugares de aprendizado e de pensamento livre. Melhores juízes, advogados e políticos resultariam disso. A população estaria muito melhor informada porque os debates públicos teriam lugar com menos impedimentos. Isso levaria a sucessos de longo prazo em questões políticas sociais, como aborto e casamento, além, também, de permitir que os cristãos tornem a sociedade ocidental verdadeiramente cristã mais uma vez.

Agora, muitos comentaristas cristãos conservadores e acadêmicos têm falado contra Trump. Por exemplo, um grupo numeroso de acadêmicos católicos e intelectuais públicos, incluindo o professor Robert George, de Princeton, que saiu recentemente com muitas críticas a Trump: todas elas compreensíveis, muitas delas justificáveis e algumas indisputáveis. É perfeitamente legítimo preocupar-se com a súbita mudança de opinião de Trump sobre o aborto, seus comentários anteriores sobre o casamento e a família, sua atitude em relação aos muçulmanos, seu apoio à tortura, e assim por diante.

Pessoas como o professor George são gigantes intelectuais que foram grandes guerreiros em defesa do conservadorismo, mas eles parecem estar perdendo o real cenário desta eleição. Eles querem eleger candidatos que tenham um registro de defender posições conservadoras, como forma de mitigar o controle que os progressistas têm sobre os debates sociais, uma realidade que eles simplesmente aceitam. Mas por que temos apenas que aceitá-lo? Por que não podemos pensar além das linhas e eleger alguém que possa ser capaz de dar um golpe fatal no “politicamente correto” e no marxismo cultural?

Ter um presidente conservador consistente dos EUA seria, sem dúvida, algo bem-vindo. Publicamente, defender uma série de causas cristãs e nomear juízes sólidos, por exemplo, seriam bons resultados em si mesmos. No entanto, há uma quantidade muito limitada de bens que isso faria, quando ainda existe uma cultura que restringe severamente o debate público, particularmente sobre uma série de questões sociais vitais. Os políticos conservadores, os comentaristas e os acadêmicos ainda teriam que pisar com cuidado, diluir seus argumentos e pedir desculpas por ofender as pessoas, enquanto os marxistas culturais tivessem controle sobre o debate público. Nenhuma vitória a longo prazo é possível enquanto esse é o caso.

Basta olhar para os benefícios mínimos sustentáveis de oito anos de George W. Bush, um cristão conservador, no poder. Ele era tudo o que um cristão conservador podia pedir. Ele até tinha um congresso republicano por um período de tempo. Mas o que temos para mostrar dos oito anos em que ele foi presidente? A América é, de alguma forma concebível, mais hospitaleira ao cristianismo e aos princípios conservadores do que era em 2000? Mesmo se você culpar Obama por reverter as boas coisas que Bush fez, então você tem que aceitar que as conquistas de Bush eram tão insustentáveis a ponto de serem praticamente inúteis. Então, qual é exatamente o ponto de eleger outro presidente cristão conservador, afinal?

De um pano de fundo de comércio, Trump é a opção de “alto risco/alto retorno”. Ele poderia acabar conseguindo pouco para o conservadorismo e constranger os conservadores no curto prazo. Mas também é possível que ele afaste o marxismo cultural da esfera pública, permitindo que os cristãos se posicionem livremente por muitas gerações vindouras. [...]

Há também questões legítimas sobre o caráter de Trump, seu temperamento e ego. Trump certamente não é santo. Mas nós realmente precisamos de um santo como presidente dos Estados Unidos agora? Ou precisamos apenas de alguém para liberar a esfera pública para permitir que os cristãos ajudem a tornar todos santos?

Em qualquer caso, alguém acredita seriamente que Trump tem um ego maior do que qualquer outro político? Ele simplesmente se recusa a mostrar a falsa humildade que os políticos têm aperfeiçoado e a população passou a desprezar. Aqui há também uma semelhança com Constantino: como imperador, ele era um indivíduo tão egoísta a ponto de nomear a capital do império, Constantinopla, em homenagem a si mesmo (mesmo Trump não iria tão longe, provavelmente).

Como Constantino, Trump é um humano imperfeito e um líder falho. Mas, assim como Constantino é agora amplamente referido como “Constantino o Grande” por suas realizações como imperador romano e dando liberdade aos cristãos, é possível que um dia Trump possa ser lembrado como o homem que “made America great again” (tornou a América grande outra vez) e reverenciado por cristãos como “o Grande”?

Trump poderia ser exatamente o que os cristãos conservadores precisam agora. Estamos atualmente constrangidos por um ambiente marxista cultural e politicamente correto.

(Blaise Joseph é diretor assistente na Warrane College at the University of New South Wales, onde está cursando um mestrado em Ensino. Bacharel em Comércio, ele tem forte interesse em política social, e escreveu para MercatorNet e Online Opinião sobre casamento e questões familiares; Roman Catholic Man; tradução de Daniel Luiz Miranda)

Nota: Só o tempo dirá se, com Trump, os cristãos terão mesmo essa liberdade. Para o avançamento dos ponteiros do relógio profético, seria interessante que o Vaticano convencesse o novo presidente norte-americano a se unir ao papa nos esforços ECOmênicos para “salvar o planeta” (veja aqui). Aí, sim, seria bem interessante... [MB]