domingo, agosto 10, 2008

Estão redescobrindo o Newton religioso

Um livro que acaba de chegar ao Brasil ajuda a revelar um lado surpreendente de Isaac Newton (1643-1727), pai da física moderna e responsável por formular a lei da gravidade, entre outras realizações científicas fundamentais. Nas horas vagas (ou, para ser mais exato, na maior parte do tempo durante sua maturidade), Newton se dedicava a um estudo detalhado, ponto por ponto, dos escritos atribuídos ao profeta Daniel e do Apocalipse, os dois livros bíblicos que mais versam sobre o fim do mundo. Para o cientista britânico, as duas obras eram guias precisos para a história do mundo até sua época e continham a chave para desvendar o que aconteceria no final dos tempos.

Os estudos apocalípticos de Newton estão na obra As Profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel (Editora Pensamento), traduzida integralmente para o português pela primeira vez. As análises newtonianas coincidem apenas em parte com o que os modernos estudiosos da Bíblia consideram ser a interpretação mais provável das Escrituras. Mas não devem ser lidas como sinal de que o cientista tinha um lado "retrógrado" ou "obscurantista", alertam especialistas. Pelo contrário: é bastante possível que a fé religiosa de Newton, e seu interesse por assuntos esotéricos, tenham facilitado suas descobertas.

"A gente tem de inverter a relação. Não é apesar de suas crenças religiosas e místicas que o Newton consegue dar o pulo do gato nos trabalhos sobre a gravidade; é justamente devido a elas", afirma José Luiz Goldfarb, historiador da ciência e professor de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). "Os próprios estudos bíblicos de Newton já denotam uma sensibilidade mais crítica e moderna, uma tentativa de estudar as profecias de forma quase matemática, usando cronologias detalhadas."

"A gente costuma deixar ciência e religião bem separadas, mas o fato é que os manuscritos de Newton, que chegam a 4.000 páginas, abordam principalmente esses estudos místicos e esotéricos", conta Mauro Condé, professor de história e filosofia da ciência da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). "Com a morte dele, a Universidade de Cambridge e a Royal Society [principal sociedade científica do Reino Unido, da qual ele fazia parte], que tinham um modelo para o que deveria ser o trabalho científico, privilegiaram parte da obra dele e deixaram o resto vir a público de forma meio aleatória", diz o pesquisador.

O livro em questão, publicado após a morte de Newton com base em suas anotações, é basicamente uma tentativa de desvendar o significado histórico das principais profecias do livro de Daniel (no Antigo Testamento) e do Apocalipse (livro do Novo Testamento que encerra a Bíblia cristã). Ambas as obras são caracterizadas pela riqueza de imagens simbólicas - animais, estátuas, chifres, trombetas - que funcionam como uma espécie de linguagem cifrada que o profeta propõe à sua audiência, e que às vezes é desvendada logo após a descrição das visões.

Newton, para quem Daniel "é um dos profetas mais claros para se interpretar", traça uma série de correspondências entre as imagens proféticas e eventos reais - no seu esquema, por exemplo, menções a "dias" sempre se referem, na verdade, a anos, animais ferozes e poderosos correspondem a reis ou nobres, e assim por diante. Usando essa chave simbólica, o cientista se propõe a relacionar todas as grandes ocorrências da história mundial, do exílio judaico na Babilônia (a partir de 586 a.C.) à sua época, com as visões de Daniel e, em menor grau, com as de João, o autor do Apocalipse.

As duas principais visões do livro de Daniel se referem a uma estátua feita de vários tipos de metal precioso e não-precioso, e a uma sucessão de animais ferozes de aspecto sobrenatural. A interpretação tradicional (inclusive no interior do livro bíblico) é associar cada um dos metais e das feras a reinos que se sucederiam até o fim dos tempos, quando Deus salvaria seu povo e instauraria seu domínio sobre o mundo.

No caso da estátua, temos os metais ouro, prata, bronze, ferro e argila misturada com ferro; para Newton, a correspondência é com os impérios da Babilônia, da Pérsia, dos gregos de Alexandre Magno e de Roma; "ferro e argila" misturados significariam as nações européias oriundas do território fragmentado de Roma, fundadas a partir de reinos bárbaros. Um esquema semelhante é aplicado aos animais ferozes; Newton aproveita o fato de que um deles tem dez chifres para associá-lo aos dez reinos bárbaros europeus fundados após a queda de Roma.

Após esses dez chifres, surge mais um, "menor, e três dos primeiros foram arrancados para dar-lhe lugar. Este chifre tinha olhos idênticos aos olhos humanos e uma boca que proferia palavras arrogantes", diz o profeta. Newton afirma que esse chifre arrogante é a Igreja Católica, que havia se tornado um império ao adquirir vastas extensões de terra na Itália durante a Idade Média. O cientista traça a interpretação porque o livro de Daniel diz que o novo chifre "perseguia os santos".

Fortemente anticatólico, Newton associava a Igreja à promoção de práticas vistas por ele como demoníacas, como a adoração dos santos, bem como à perseguição dos verdadeiros cristãos. Para ele, a Igreja Católica também pode ser identificada com a Besta do Apocalipse, representada pelo número 666. Em seus cálculos, Newton dá a entender que o fim do mundo viria após a reconstrução do templo de Jerusalém, em torno do ano 2400 - mas se abstém de apontar um ano específico.

Apesar do esforço interpretativo de Newton, poucos estudiosos atuais do texto bíblico vão concordar com sua análise. Para começar, enquanto o físico considerava que o livro de Daniel tinha sido escrito no século 6 a.C. pelo profeta do mesmo nome, o consenso moderno é que a obra é tardia, de meados do século 2 a.C. - relatando, portanto, muitas coisas que já eram passado no tempo do profeta antes de se dedicar à profecia propriamente dita. [Essa idéia de teólogos liberais está longe de ser consenso. Newton, mais uma vez, estava com a razão.]

Assim, Roma e a época cristã nem seriam mencionadas em Daniel: o profeta estaria falando apenas dos reinos sucessores de Alexandre Magno que lutavam pelo controle da terra de Israel naquela época. "Seriam, portanto, profecias depois do fato", escreve Lawrence M. Wills, professor de estudos bíblicos da Episcopal Divinity School (Estados Unidos). De acordo com Wills, o chifre perseguidor dos "santos" representa, mais provavelmente, o rei sírio Antíoco Epífanes (morto em 164 a.C.), e não tem relação alguma com a Igreja Católica. [Antíoco Epifânio nem de longe cumpre a profecia, como Newton bem percebeu. Clique aqui e descubra por quê.]

Tudo isso pode soar um bocado estranho para os que estão acostumados à separação moderna entre ciência e religião, mas José Luiz Goldfarb vê indícios dos interesses bíblicos de Newton na própria formulação da lei da gravidade. "No hebraico bíblico existe a palavra makom, que significa 'lugar'. Mas, com a evolução do pensamento rabiníco, ela passa a designar a própria divindade. O Newton cita essa palavra em seus escritos, e parece ter usado o conceito para explicar como a gravidade atuava à distância - como a gravidade do Sol pode atrair a Terra, por exemplo. É como se entre o Sol e a Terra houvesse um makom, que é Deus, o qual está em todos os lugares", diz o pesquisador.

Goldfarb ressalta que Newton é só mais um exemplo de patrono da ciência que tinha suas idéias "fertilizadas" pelo pensamento místico de sua época. "Os dois campos se falavam e se influenciavam muito", diz. A crença monoteísta (num Deus único), se vista como um todo, também pode ter sido uma influência positiva nos primórdios da ciência e da filosofia, de acordo com Mauro Condé.

"O monoteísmo nos parece simples, mas já exige uma forma de pensamento mais sofisticada e abstrata", diz ele. "E a busca por essências da natureza, por leis ordenadas, é uma coisa que Newton compartilha com filósofos como Platão. Isso foi incorporado na teologia cristã desde o começo", afirma Condé.

(G1 Notícias)

Leia também: "O berço da ciência" e "Isaac Newton: cientista e teólogo"

Editora cancela livro sobre esposa de Maomé

Uma editora americana cancelou os planos para lançar um livro de ficção sobre a noiva infante do profeta Maomé devido a temores de que a obra provoque violência. A novela The Jewel of Medina (A Jóia de Medina) seria o livro de estréia da jornalista Sherry Jones e deveria chegar às livrarias na próxima terça-feira. A editora Random House disse que o livro "pode ser ofensivo" a alguns muçulmanos e que ele "poderia incitar atos de violência em um segmento pequeno e radical". "Nós decidimos, depois de muita deliberação, adiar a publicação", afirma uma nota divulgada pela editora americana, assinada por Thomas Perry, um dos diretores.

A decisão foi tomada "pela segurança do autor, dos empregados da Random House, vendedores e qualquer um que possa estar envolvido na distribuição e venda desta novela."

A novela conta a vida de A'isha, que é geralmente considerada a esposa favorita de Maomé, desde o seu noivado, aos seis anos de idade, até a morte do profeta.

A autora disse que ficou chocada ao descobrir, em maio, que a publicação de seu livro seria adiada sem previsão de data.

A decisão da editora só veio a público depois que a escritora e acadêmica muçulmana Asra Nomani revelou o caso em sua coluna no jornal americano The Wall Street Journal. Nomani disse que a editora teme uma reação semelhante à publicação do livro Versos Satânicos, do britânico Salman Rushdie. Em 1988, o livro provocou indignação em parte do mundo muçulmano. Uma fatwa – ou ordem de execução – foi declarada contra Rushdie pelo então líder espiritual iraniano, aiatolá Khomeini, forçando o autor a viver escondido por uma década. ...

(BBC Brasil)

Nota: Às vezes, o limite entre a liberdade de expressão e o respeito é bastante tênue. Não dá para saber se o conteúdo do tal livro é realmente ofensivo à fé islâmica, mas um detalhe salta aos olhos: quando obras ofensivas ao cristianismo ou à figura de Jesus Cristo são produzidas, não se toma o mesmo cuidado. Quanto se disse e escreveu sobre a suposta e mal fundamentada relação de Jesus com Maria Madalena, por exemplo? O mesmo cuidado deveria ser tomado com todas as crenças e até com a ausência delas. Ateus, cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, etc., deveriam todos ser tratados com respeito - e deveriam igualmente demonstrar respeito pela fé alheia. A liberdade de expressão sempre deve ser defendida. O respeito e a tolerância idem.[MB]

Parece piada...

Em seu desespero, alguns darwinistas estão utilizando outro argumento contra a evidência de design inteligente no Universo. Pelo menos foi o que escreveram na New Scientist. A nova idéia é: quanto mais complexas são as coisas, mais vemos que não é possível que a inteligência as pudesse ter criado. Isso mesmo. Complexidade agora é argumento contra o design inteligente! No último número da revista, pode-se ler: "Tal como bem sabia Sócrates, os que são realmente inteligentes conhecem os limites da sua própria capacidade, uma ideia que parece estarmos reaprendendo. Poderia ser dito que os que apóiam o design inteligente inverteram as coisas: quanto mais observamos o funcionamento do nosso universo complexo, mais temos de concluir que nenhuma inteligência individual poderia tê-lo criado."

Mais absurdo impossível!

Como escreveu o apóstolo Paulo, "inculcando-se por sábios [os que negam a existência do Criador, a despeito das evidências], tornaram-se loucos" (Rm 1:22).

A China Esperou

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, esperou até o último minuto. A esperança era de que as Coréias entrassem uma após a outra, e não separadas. A data era singular: oito do oito de dois mil e oito. Ela marcava a abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, em sua 26ª edição da era moderna. Porém, quando o presidente da China Hu Jintao declarou aberto o maior acontecimento esportivo do planeta, 91 mil pessoas no estádio Ninho do Pássaro veriam, horas depois, os dois países desfilando separados pela arena central, para desapontamento de cerca de 1 bilhão de pessoas que assistiram ao evento pela tevê e internet..

A China esperou, mas não foi desta vez que os 60 atletas da Coréia do Norte e os 260 da Coréia do Sul puderam entrar como irmãos. Nesse ponto, a perfeição, a arte, os fogos, o espetáculo, foram vencidos por impasses diplomáticos e pela intolerância.

A esperança é uma virtude. O mundo nutre a expectativa de ver no futuro próximo os dois países desfilarem, lado a lado. Isso já ocorreu no passado. Aconteceu nos Jogos de Sydney-2000 e de Atenas-2004, portanto, antes que as relações diplomáticas se deteriorassem.

Além de virtude, a esperança é uma atitude. Oito países da América do Sul se preparam para uma grandiosa manifestação de esperança. A data também será singular: seis do nove de dois mil e oito. Vai entrar para história por marcar no calendário civil a distribuição de 45 milhões de impressos do Brasil a Argentina, do Equador a Bolívia, do Chile ao Peru, passando pelo Paraguai e o Uruguai.

O mundo espera pela breve volta de Cristo Jesus. Viva com esperança. Essa campanha tem site em dois idiomas, português e espanhol, com materiais, informações e atendimento online. Será mobilizada por mais de 2,5 milhôes de voluntários. Tudo organizado para alcançar pessoas que buscam na esperança uma razão maior para viver.

Conecte-se: www.esperanca.com.br (língua portuguesa) e www.esperanzaweb.com (língua espanhola).

(Jael Eneas, pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia)

sexta-feira, agosto 08, 2008

TV ligada prejudica desenvolvimento da criança

Um estudo realizado com crianças nos Estados Unidos sugere que a televisão ligada pode prejudicar o desenvolvimento da criança, mesmo que ela não esteja olhando para a tela. Os pesquisadores da Universidade de Massachusetts analisaram 50 crianças com idade entre 1 e 3 anos. As crianças brincaram em um laboratório durante uma hora – metade do tempo com a televisão ligada e metade, desligada. Quando o aparelho estava ligado, sintonizado no programa de auditório Jeopardy!, as crianças olhavam para a tela apenas 5% do tempo – algumas delas apenas por segundos.

Apesar disso, os resultados indicaram que, quando a televisão estava ligada, as crianças brincavam por um período mais curto de tempo e se concentravam menos em cada brinquedo. [Leia mais]

"Homens das cavernas" faziam cirurgia de crânio

Uma exposição aberta no último fim de semana na Alemanha exibe provas de que há mais de 10 mil anos curandeiros na Idade da Pedra já operavam a cabeça de seus pacientes. O mais curioso é que a maior parte dos pacientes primitivos sobrevivia, como mostram crânios descobertos em escavações arqueológicas. Até o século 19, entretanto, grande parte das intervenções do tipo levava o doente à morte. "Buraco na cabeça" é o título da mostra, exibida até dia 2 de novembro no Museu de Neanderthal, na cidade de Mettmann, no oeste da Alemanha. Realizada na mesma localidade famosa pela descoberta do homem de Neanderthal, a exposição documenta as mais antigas operações de cabeça do mundo, abrangendo desde as mais primitivas intervenções até a moderna cirurgia cerebral.

Considerada um dos mais antigos procedimentos médicos dos quais se tem evidência, a chamada trepanação é uma técnica em que um orifício é aberto no crânio, possibilitando operações no cérebro. Hoje em dia, a prática é usada, por exemplo, para extirpar tumores ou coágulos cerebrais.

Na pré-história [sic], é possível que a trepanação não tivesse uma função terapêutica prática, servindo em muitos casos, segundo especialistas, para eliminar os maus espíritos e demônios do paciente [será?]. A sobrevivência ao procedimento, realizado através da Antigüidade, era de aproximadamente 70%.

Na Europa, puderam ser comprovados mais de 450 casos de trepanação durante o Neolítico. Entretanto, durante a Idade Média o conhecimento da cirurgia se perdeu e a cota de sucesso nesse tipo de intervenção caiu a praticamente zero.

O acervo inclui cerca de duas dúzias de crânios com buracos de trepanação, entre os quais os mais antigos encontrados no continente europeu, ao lado dos instrumentos primitivos usados nas operações.

Entre as peças expostas está uma cópia de um crânio datado do ano 5.000 a.C., considerado a mais antiga prova de uma operação craniana na Europa. Achado em um cemitério neolítico em Ensisheim, região francesa próxima à fronteira com a Alemanha, o esqueleto apresenta dois furos na cabeça.

Exames feitos por pesquisadores da Universidade de Freiburg indicaram que os dois buracos foram abertos por instrumentos cortantes de pedra. Os sinais de cicatrização indicam que o paciente, um homem de cerca de 50 anos, sobreviveu à operação.

Também são apresentadas ilustrações históricas, além equipamentos desenvolvidos para operar cérebros humanos através dos tempos, incluindo peças da antiguidade clássica, do da civilização celta e de povos da América Pré-Colombiana. ...

(BBC Brasil)

Nota: Embora os pesquisadores tentem desviar o assunto supondo que o procedimento se tratasse de algum tipo de magia, tudo parece indicar que nossos ancestrais não eram assim tão primitivos como querem os darwinistas.[MB]

Darwinistas fundamentalistas

"Quando dizem que alguns proponentes da evoulção são seguidores cegos, eles estão certos. Alguns anos atrás, eu cobri uma conferência dos Ateus Americanos em Las Vegas. Conheci diversas pessoas que estavam convictas de que a teoria evolutiva estava correta... Eles chegaram ao darwinismo através de um compromisso com o naturalismo e ateísmo e não através do estudo da ciência. Eles ainda estão corretos quando dizem que a evolução acontece. Mas temo que eles estão errados em se nomearem céticos livres de ideologia. Muitos deles são melhor descritos como zelotas."

Gordy Slack, na revista The Scientist, 20/06/2008.

O perigo das crianças na web

Deu no site Opinião e Notícia: A empresa Garlik,da Grã-Bretanha, realizou uma pesquisa que revela os riscos que crianças daquele país correm ao navegar na web. Segundo a pesquisa, 20% das mil crianças entrevistadas já mantiveram contato com um estranho via internet e 66% disponibilizam informações pessoais como telefone celular e endereço da escola em seus perfis eletrônicos. Além disso, 25% têm entre 8 e 12 anos e utilizam os sites de relacionamentos Facebook, Bebo e MySpace - apesar da restrição de idade ser de 13 ou 14 anos.

Por isso, os conselhos do site Hypescience merecem atenção:

As crianças andam assumindo muitos riscos na internet enquanto a maioria dos pais parece não perceber isso. Mas se você que pretende mudar este quadro, poderá encontrar à seguir diversas técnicas úteis.

Primeiramente você precisa fazer seu filho entender que assim como você, para sua própria segurança, não o deixa ir sozinho em qualquer lugar, ele também precisa ‘prestar contas’ dos lugares que visita na internet. Assim como no mundo real existem perigos, estes também estão presentes no mundo virtual.

Se sites de redes sociais e fóruns como o Orkut tem idade limite para seus usuários, os pais devem ser os primeiros a orientar que estes limites sejam respeitados.

As crianças que já estão nas redes sociais devem saber que os próprios precursores destas redes, como engenheiro Orkut Buyukkokten, afirmam que nunca adicionam como amigos pessoas que não conhecem no mundo real. Essa deve ser uma regra adotada para o uso de todas as crianças no computador. Os programas de mensagem instantânea também devem ser incluídos nesta norma.

Manter o olho no perfil do Orkut de seu filho com freqüência também é fundamental. Para os pais mais vigilantes, outra possibilidade, é instalar um software que controle ou grave o que a criança faz durante o tempo que passa online. Mas para não haver quebra de confiança entre pais e filhos seria importante que a criança soubesse disso e que essa ‘vigilância’ é para o seu bem.

O Windows Vista possui nativo o “Controle dos Pais”, uma opção de controle que limita vários aspectos do uso do computador pelos filhos como horários, sites, jogos e programas. Outros programas podem ser baixados separadamente. Sugerimos testar primeiramente aqueles classificados como “freeware”, como o Smart Parental Control, pois são totalmente gratuitos.

quinta-feira, agosto 07, 2008

O leão Christian

quarta-feira, agosto 06, 2008

Vislumbres de um mundo que se foi e que virá

Quando um urso polar surgiu repentinamente ao lado de um de seus cães, um habitante da região de Manitoba, na baía Hudson, Canadá, achou que não teria o que fazer para ajudar seu animal. Assim, tratou de fotografar a cena, antes de procurar um substituto para ajudar a puxar o trenó. Mas a história teve um final bem diferente do imaginado. O urso não somente não destroçou o cachorro como se entendeu muito bem com ele, tendo voltado outras vezes na semana para brincarem juntos. [Veja mais fotos aqui.]


Colaboração: Thiago Leal

Nota: "O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum" (Isaías 11:6).

terça-feira, agosto 05, 2008

O lixão dos mares

Vista do espaço, a água predomina na Terra. Os oceanos cobrem 71% da superfície do planeta, com profundidade média de 3.795 metros. Todas as elevações da terra exposta poderiam facilmente ser escondidas nas profundezas dos mares. É difícil acreditar que a poluição humana seja capaz de ameaçar tal imensidão. O mesmo tipo de incredulidade pode ocorrer diante da grandeza da Floresta Amazônica. Quando se pensa que o solo amazônico é frágil e que, pouco enraizadas, as árvores dependem umas das outras para se manter em pé, percebe-se mais facilmente o perigo representado pelo desmatamento. Há similitudes com o mar. Vastas áreas do leito marinho são de terra estéril, pouco capaz de sustentar a vida. Para sobreviverem e prosperarem, os animais marinhos dependem de nichos ecológicos ricos em alimentos e biodiversidade. Os recifes de corais, verdadeiros viveiros marinhos, são um exemplo bem conhecido.

Quando a ação predatória da humanidade avança sobre esses nichos de biodiversidade ou depreda os estoques de peixes comerciais, está colocando em risco a cadeia alimentar marinha. Os oceanos são imensos – mas o ritmo da poluição causada pela ação humana é intenso. A Grande Mancha de Lixo, como é chamada a sopa de detritos no Oceano Pacífico [foto acima], é exemplo do que se pode fazer para estragar o mar. A 2.000 quilômetros do litoral do Havaí, entre o arquipélago e a Califórnia, ela constitui o maior dos depósitos marinhos de lixo. Ali, pedaços de plástico, restos de redes de pesca, roupas, garrafas e uma infinidade de detritos produzidos pelo homem superam em seis vezes o peso total dos zooplânctons, os organismos minúsculos que estão na base da cadeia alimentar marinha. São 3 milhões de toneladas de lixo, uma quantidade que São Paulo leva seis meses para produzir. Depósitos flutuantes de lixo são um fenômeno natural formado pelo movimento circular das correntes marinhas, os chamados giros oceânicos. Já a Grande Mancha de Lixo, que pode ser avistada de avião, é o sinal de degradação ambiental. O impacto nefasto da ação humana sobre os oceanos se dá de várias formas. Aqui estão as mais significativas:

Poluição – A face mais conhecida da sujeira lançada ao mar são os 4,5 milhões de toneladas de petróleo que vazam por ano nos oceanos. Os danos causados pelos resíduos sólidos são igualmente intensos. Cerca de 70% dos sacos plásticos, latas, garrafas e pneus são depositados no fundo do mar. O restante navega pela superfície ou fica preso nos grandes giros oceânicos. Esses lixões são devastadores para a vida marinha. Golfinhos, focas e tartarugas ficam presos em redes de pesca e morrem sufocados. Peixes e pássaros engolem pedaços de plástico e de metal e também perdem a vida. Estima-se que o lixo acumulado nos mares seja o responsável direto pela morte de 1 milhão de aves e mamíferos marinhos por ano. Quase todo esse lixo chega aos oceanos levado pelas águas dos rios ou é arrastado pela maré de praias emporcalhadas. São despejadas 675 toneladas de resíduos sólidos por hora no mar – e 70% desse total é constituído de objetos feitos de plástico. Mesmo quando não há sequer uma garrafa pet à vista à beira-mar, não existe praia limpa: em todo o mundo, entre 5% e 10% da areia litorânea é formada por pellets – bolinhas de meio centímetro de diâmetro que servem de matéria-prima para a indústria de plásticos. Ingeridos por peixes, crustáceos e moluscos, esses pellets afetam a alimentação humana.

Dilapidação dos estoques marinhos – Nos últimos cinqüenta anos, a população mundial dobrou, enquanto o consumo de frutos do mar aumentou cinco vezes. A natureza não está conseguindo repor os estoques pesqueiros. Das 200 espécies de peixe com maior interesse comercial, 120 são exploradas além da capacidade de recuperação das populações. A frota pesqueira mundial é de 4 milhões de barcos, o dobro do recomendável. Se continuar nesse ritmo, a indústria da pesca entrará em colapso em 2050 com o esgotamento do estoque de peixes comercializáveis.

Aquecimento da água – A temperatura média dos oceanos acompanha a tendência da mudança climática global: está mais quente. Um dos efeitos é o aumento das zonas mortas nos oceanos, porções dos mares nas quais a concentração de oxigênio é insuficiente para a manutenção da vida, com a exceção de algumas bactérias. As zonas mortas também são causadas pela decomposição de algas, que proliferam devido aos resíduos orgânicos produzidos pelo homem e despejados no mar. O número de zonas mortas aumentou de três para 150 nas últimas cinco décadas.

Acidificação da água – O mar absorve parte do gás carbônico acumulado na atmosfera. Como a concentração do gás aumentou, em conseqüência da poluição humana, sua absorção pelos oceanos também cresceu, deixando a água mais ácida. A acidez provoca a descalcificação de espécies marinhas como os moluscos e destrói os corais, que, apesar de cobrirem apenas 1% do solo dos oceanos, servem de abrigo para 25% da vida marinha. Como resultado, estima-se que 16% das espécies de coral estejam ameaçadas de extinção.

Não se podem mais ignorar as conseqüências das ações humanas sobre a imensidão dos oceanos. ...

(Revista Veja, 30/7/2008)

Nota: "...chegou, porém, a Tua [de Deus] ira, e o tempo determinado para serem julgados os mortos, para se dar o galardão aos Teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o Teu nome, tanto aos pequenos como aos grandes, e para destruíres os que destroem a terra" (Apocalipse 11:18).

segunda-feira, agosto 04, 2008

Mentir para os filhos?

A matéria de capa da revista IstoÉ desta semana trata de um tema oportuno para os pais: É errado se valer de pequenas mentirinhas para evitar acessos de birra dos filhos? Até que ponto é aceitável mentir para os pequenos? Para os especialistas, os pais devem sempre dizer a verdade e tomar cuidado ao lançar mão de truques e desculpas. “Em uma relação em que a confiança é fundamental não há espaço para inverdades, em nenhum nível, em nenhuma fase da vida”, diz a psicopedagoga Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). “A maioria dos pais mente para facilitar a vida deles, mas isso não educa. É melhor a criança crescer com a imagem real do que é a vida do que falsear a realidade”, diz Tânia Zagury, filósofa, mestre em educação e autora de 13 livros na área de ensino e relacionamento entre pais e filhos.

A matéria aponta outra contradição ocasionada pela mentira: para não comprar o que o filho pede em uma loja de brinquedos, por considerarem caro, inútil ou inadequado, muitos pais alegam não ter dinheiro. Mas, em seguida, entram no supermercado e enchem um carrinho de compras. Isso as confunde. “A criança, especialmente a partir dos três anos, percebe a gafe”, diz a psicopedagoga Maria Irene Maluf. “Esse tipo de comportamento acaba com a confiança dos filhos nos pais. Eles não vêem mais força na palavra do adulto”, afirma. Nessas situações, o ideal é conversar e explicar o porquê de ela não ganhar o brinquedo naquele dia.

A psicopedagoga Quézia alerta os pais para outro detalhe importante: só falarem de castigos que são capazes de pôr em prática. Do contrário, ficam desacreditados.

É importante lembrar ainda que o filho se espelha no comportamento dos pais para moldar sua personalidade - e ninguém quer criar um mentiroso contumaz. Aquela mania do pai de pedir à criança para atender ao telefone e dizer que ele não está, por exemplo, é péssima.

Contar a verdade sempre não significa que não se deva respeitar os níveis de compreensão dos filhos. A matéria de IstoÉ também chama atenção para isso: “Transparência é importante, mas às vezes não contar a verdade inteira pode ser o mais adequado. No caso de uma separação, sobretudo se houver traição, os pais não precisam entrar em detalhes dos motivos. ‘Isso não é da competência dos filhos, pode até gerar raiva neles’, afirma a educadora Tânia Zagury. Da mesma forma, não precisam falar que estão namorando até se sentirem seguros no novo relacionamento. A empresária Nelcy Del Grossi, 45 anos, chegou a levar três meses para contar às filhas adolescentes que tinha um namorado.”

E o que fazer se for confrontado sobre seu passado [digamos, “torto”] pelo filho? “Esta é uma decisão que os pais têm de pesar muito bem”, opina Tânia. “Existem pais que fumaram e se sentem desonestos ao negar. Mas há o risco de o adolescente decodificar essa mensagem como ‘se ele usou e está tudo bem, por que não posso usar?’”, diz Tânia. O importante é ter em mente que é algo a ser tratado em uma conversa longa, com calma. “É preciso aproveitar a pergunta para estruturar um diálogo”, diz o hebiatra Ramos, da Asbra. “Se for admitir que usou drogas, explique antes o contexto e qual era o momento da sua vida, faça-o refletir para não chocá-lo”, aconselha. Na opinião dele, se o pai nega ter experimentado e o filho depois descobre a mentira, pode ser mais complicado clarear a situação. Educar nem sempre é preto no branco. Cabe aos pais encontrar o equilíbrio na missão de criar os adultos de amanhã.

A matéria é equilibrada e nos lembra (sem querer) de que o imperativo bíblico de Êxodo 20 – “não levantarás falso testemunho” – é sempre o melhor caminho.

domingo, agosto 03, 2008

Refeição em família afasta meninas das drogas

Fazer as refeições em família pode reduzir o risco de as meninas se envolverem com álcool ou drogas, segundo estudo da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. De acordo com os autores, em famílias que têm pelo menos cinco refeições por semana juntos, as meninas são menos propensas a consumir bebidas alcoólicas e a fumar cigarro comum e maconha até cinco anos mais tarde. A pesquisa avaliou 806 jovens do estado de Minnesota quanto à freqüência das refeições em família e ao uso de drogas, primeiramente no período entre 1998 e 1999, quando tinham 13 anos de idade; e acompanhou as jovens por cinco anos.
[Leia mais]

Pérolas de Chesterton

Acabei de ler Ortodoxia, do filósofo, jornalista, ensaísta e ficcionista Gilbert Keith Chesterton (1874-1936). Apesar do tom filosófico que às vezes obriga uma segunda leitura de certos parágrafos, o livro é muito bom. Chesterton era hábil com as palavras e tinha um pensamento apologético arguto, capaz de encarar “gente grande” como Bernard Shaw, H. G. Wells e Bertrand Russel.

Nesse livro, lançado em 1908 (essa nova edição da Mundo Cristão comemora o centenário da obra), Chesterton refaz sua trajetória espiritual e mostra como mudou do agnosticismo à crença.

Segundo o colunista Moacyr Scliar, em texto publicado na Folha de S. Paulo de 9 de fevereiro deste ano, há muitos anos o jornal London Times perguntou a vários escritores de Londres o que havia de errado com o mundo. Chesterton respondeu com uma única palavra: “Eu.” E Moacyr conclui sua resenha assim: “Não é preciso ser crente, e muito menos ortodoxo, para apreciar este livro. Ele é um verdadeiro tour de force, em termos de inteligência e de humor. Chesterton era o ‘erro do mundo’? Precisamos muito de errados como ele.”

A partir de agora, passo a publicar aqui no blog algumas citações de Ortodoxia que me chamaram a atenção:

“Para responder ao cético arrogante, não adianta insistir que deixe de duvidar. É melhor estimulá-lo a continuar a duvidar, para duvidar um pouco mais, para duvidar cada dia mais das coisas novas e loucas do universo, até que, enfim, por alguma estranha iluminação, ele venha a duvidar de si próprio.”

“Devemos lembrar que, seja verdadeira ou não, a filosofia materialista é com certeza mais limitante do que qualquer religião. Num sentido, naturalmente, todas as idéias inteligentes são estreitas. Não podem ser mais amplas do que elas mesmas. Um cristão só é limitado no mesmo sentido em que um ateu é limitado. Ele não pode pensar que o cristianismo é falso e continuar sendo cristão; e o ateu não pode considerar que o ateísmo é falso e continuar sendo ateu. Mas, na prática, há um sentido muito especial em que o materialismo tem mais restrições que o espiritualismo.

“O cristão tem perfeita liberdade para acreditar que existe uma considerável quantidade de ordem estabelecida e desenvolvimento inevitável no universo. Mas ao materialista não é permitido admitir em sua imaculada máquina a menor mancha de espiritualismo ou milagre. ... Os materialistas e os loucos nunca têm dúvidas. ... Mesmo acreditando na imortalidade, eu não preciso pensar nela. Mas se a desacredito, nela não devo pensar. No primeiro caso, a estrada está aberta e posso ir adiante até onde quiser; no segundo caso, a estrada está fechada.”

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Americanas misturam aeróbica e música gospel

Os músculos abdominais queimam à medida que elas se exercitam, mas a dor é melhor suportada enquanto rezam para Deus em um salão de uma igreja perto de Washington, ao som de uma melodia gospel. "Estamos terminando, dêem graças a Deus", grita a instrutotra da aeróbica gospel Melanie Kelly, tentando superar o som da músico que embala o ritmo do grupo de mulheres afro-americanas. Segundo ela, a aeróbica gospel faz uma fusão da espiritualidade com o esporte, da adoração pela boa forma ao louvor ao Senhor. "A aeróbica gospel faz com que nos reunamos e nos exercitemos para apresentar nossos corpos como templos para Deus", explicou Dawn Harvey, pastora da Igreja e fundadora da Embrace your Greatness, movimento que visa a dar mais poder às mulheres.

"Nossos corpos abrigam o Espírito Santo, por isso queremos cuidar de nossos templos para poder ter vidas longas, prósperas e saudáveis", acrescentou, citando a primeira carta de São Paulo aos Coríntios.

Kelly dá aulas semanais de aeróbica nessa igreja na periferia de Washington desde abril, quando diz que resolveu fazer isso por causa de uma visão celestial. "Um dia estava em casa dançando e me exercitando e Deus me mostrou a visão da aeróbita gospel", contou Kelly, que trabalha como analista de sistemas.

"Livrem-se do demônio! Vamos, força, meu Deus é um Deus formidável!", anima a instrutora ao grupo que faz flexões.

"O corpo sente, dói... mas, quando nos esforçamos, superamos isso", explica Mary Grice, funcionária dos correios.

"É ginástica aeróbica, mas fazer isso pelo Senhor torna mais fácil e nos dá um impulso extra", acrescenta Kindra Owens.

Patrina conta que perdeu 8,5 kg desde que se uniu à aula em maio passado.

"Era sócia de uma academia antes, mas nunca ia. Lá eles só tocam Britney Spears e coisas do gênero, e eu não quero escutar a Britney Spears", explicou.

"Aqui nós recebemos apoio. Sabemos que as pessoas estão rezando por você e estão do seu lado".

Para as participantes, ao contrário das academias normais que são "um mercado de carne, onde homens e mulheres escassamente vestidos se comem com os olhos", nas aulas de aeróbica gospel a única coisa que lhes interessa é o instrutor maior, ou seja, Deus.

"Ele está nos olhando agora. Está sempre conosco", diz Harvey trocando a música para alterar o exercício que vai moldar os glúteos de suas alunas, com ajuda divina.

(Yahoo Notícias)

Nota: A primeira vista, essa iniciativa reflete algo bom, mas pode, na verdade, revelar o nível de banalização da espiritualidade em nossos dias.[MB]

sábado, agosto 02, 2008

Professores têm que fazer o que pais não fazem

De acordo com um sindicato de profesores ingleses, as escolas acreditam que hoje, em comparação com dez anos atrás, há menos adultos dispostos a participar da educação dos seus filhos, e um maior número deles preocupados apenas com si próprios. Esta tendência, ressalta o sindicato, estaria jogando sobre as escolas a responsabilidade de criar a próxima geração de adultos. Alguns dos motivos para a displicência dos adultos seriam a menor duração dos relacionamentos e o aumento do número de segundos casamentos, tornando mais difícil para os adultos serem pais em tempo integral.

Há também uma percepção de que, em geral, as habilidades dos pais estão diminuindo à medida que uma geração sucede a outra. O secretário inglês das Escolas, Ed Balls, quer que as instituições de ensino façam a partir do próximo ano um registro do bem-estar das crianças, das adolescentes grávidas, dos problemas com drogas e das ocorrências criminais.

(Opinião e Notícia)

Nota: Infelizmente, esse não é um problema só na Inglaterra. Como a estrutura e as relações familiares estão cada vez mais desgastadas e o sistema educacional piora mais e mais, podemos imaginar o tipo de sociedade que nos aguarda no futuro próximo.[MB]

Terremoto volta a abalar província chinesa

Um terremoto de 6,1 graus de magnitude deixou 231 pessoas feridas, quatro delas com gravidade, nesta sexta-feira (1), na província chinesa de Sichuan, onde em maio um terremoto de 8 graus deixou quase 90 mil mortos e desaparecidos, informou a Rádio Internacional da China. O epicentro do tremor foi registrado entre os distritos de Pingwu e Beichuan, pertencentes à cidade de Mianyang, uma das zonas mais devastadas pelo terremoto de maio.

Em Pingwu, 231 pessoas ficaram feridas e seguem hospitalizadas, e outras 130 mil estão desabrigadas. Além disso, o tremor destruiu 540 casas e causou danos em outras 2.450, anunciou Meng Xiancai, subdiretor do departamento de comunicação do distrito.

Xiancai disse ainda que os desabrigados serão realojados em tendas de campanha e imóveis pré-fabricados.

O tremor causou também vários deslizamentos de terra e problemas nos serviços de comunicação.

Em Beichuan, um porta-voz do governo disse que o terremoto tinha destruído muitas casas, mas não forneceu números exatos sobre a extensão do fenômeno, informou a agência oficial "Xinhua".

Os sismólogos chineses já registraram 21.245 réplicas do terremoto de 12 de maio.

(G1 Notícias)

sexta-feira, agosto 01, 2008

Consumidor ecologicamente consciente

Números que fazem pensar:

1 milhão de sacos plásticos: é isso que o mundo consome por minuto.

500 anos: esse é o tempo que uma sacola plástica, feita de polietileno (um produto do petróleo), leva para se decompor.

66 sacos plásticos: é o que cada brasileiro consome por mês.

20 vezes: é quanto multiplicamos a produção de plástico nos últimos cinqüenta anos.

Na hora das compras, dispense o plástico. Mesmo que você reaproveite as sacolas para armazenar seu lixo doméstico, acabarão de qualquer forma no meio ambiente. Use bolsas de tecido. Elas podem ser aproveitadas em diversas ocasiões.