quarta-feira, março 16, 2011

Sinais do fim – todos de uma vez

Quando são mencionados os sinais da volta de Jesus, algumas pessoas respondem mais ou menos assim: “Terremotos, fome e violência sempre existiram.” É verdade, muitas dessas mazelas sempre existiram, desde que Adão e Eva foram expulsos do paraíso após desobedecerem a Deus. Ao que tudo indica, terremotos são efeitos secundários do dilúvio, que causou a fragmentação da crosta terrestre em grandes placas mais ou menos instáveis. O que muitos não estão se dando conta é da intensidade e ocorrência simultânea de todos os sinais numa mesma época. É como as dores do parto que vão se tornando mais intensas e sentidas a intervalos cada vez menores à medida que vai chegando o momento de dar à luz. Jesus breve voltará para dar fim à história de pecado e para enxugar dos olhos toda a lágrima (Ap 21:4).

A Revista do Ancião (CPB) de abril-junho de 2011 traz um esboço de sermão interessante preparado por Frank Breaden, da Austrália. O título é “Dez Grandes Sinais da Volta de Jesus”. Confira a lista:

1. O sinal dos “escarnecedores” (2Pe 3:3, 4). Pedro anunciou que as condições prevalecentes nos “últimos dias” seriam de descrença a respeito dos sinais da vinda de Cristo. Sem dúvida, isso é verdade hoje. Cada escarnecedor moderno é um sinal que fala e se move. O cristão pode dizer ao escarnecedor: “Amigo, Pedro fez uma predição a seu respeito. Você é um dos últimos sinais que estou vendo!”

2. O sinal da “guerra” (Mt 24:6, 7). O século 20 testemunhou as duas maiores guerras da história (1914-1918; 1939-1945). No total, mais de 70 milhões de pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram). O século 20 foi o mais sangrento já registrado. [E as guerras continuam...]

3. O sinal da “fome” (Mt 24:7). Os últimos cem anos testemunharam quatro das maiores fomes de toda a história (Rússia 1921, 1933; China 1928-1930; Bangladesh 1943-1944. Estima-se que cerca de 20 milhões de pessoas morreram). [Leia mais aqui.]

4. O sinal da “pestilência” (Mt 24:7). O século passado testemunhou também uma das maiores pestilências de toda a sua história (“Gripe Espanhola” de 1918. Estima-se 21 milhões de vítimas). [Isso sem contar o iminente risco da superbactéria.]

5. O sinal dos “terremotos” (Mt 24:7). O último século ainda testemunhou dois dos maiores terremotos da história (China, 1920, 180 mil mortos; Japão, 1923. Total de feridos 1,5 milhão, dos quais 200 mil morreram). O terremoto no Japão foi descrito na ocasião como a “maior catástrofe desde o dilúvio”. [Faltou mencionar os terríveis terremotos do Haiti, no ano passado, e o quarto maior terremoto da história, ocorrido neste mês, no Japão, com intensidade máxima de 9 graus na escala Richter.]

6. O sinal dos “tempos difíceis” (2Tm 3:1-3). A despeito dos equipamentos mais engenhosos e caros para combater o crime, a violência, assassinato, roubo e estupro, estes estão aumentando em proporções alarmantes. Os governos podem restringir, mas não eliminar esses problemas.

7. O sinal do “temor” (Lc 21:25-26). Desde o advento da bomba nuclear, nosso sonho de paz e segurança se transformou em terrível pesadelo, quando o grande conhecimento que os seres humanos adquiriram deveria lhes garantir segurança. [O terrorismo crescente também gera medo.]

8. Sinal dos “Dias de Noé” (Mt 24:37-39). Nos dias de Noé, o avanço e grande conhecimento da civilização foram ofuscados pela violência desenfreada e pela escandalosa imoralidade. O mesmo ocorre hoje. [Mundo torto.]

9. O sinal do “evangelho” (Mt 24:14). Durante os últimos anos, por meio da página impressa, da internet, rádio e televisão, a pregação do evangelho em escala mundial se tornou uma possibilidade real. Um único homem pode atingir uma audiência de dezenas e mesmo centenas de milhões de pessoas! A Bíblia está traduzida em mais de 1.300 línguas e é distribuída a uma média de 100 milhões de cópias por ano.

10. O sinal “estas coisas” (Lc 21:28-32). Quando confrontadas com a impressiva relação de sinais, algumas pessoas argumentam: “Mas crimes, guerras, terremotos e pestilências sempre ocorreram. Não há nada de anormal nisso; portanto, como tratá-las como sinais? Além do mais, pessoas sinceras no passado esperaram a volta do Senhor em seus dias e foram desapontadas. Elas interpretaram mal os sinais. Não poderíamos estar cometendo o mesmo equívoco?” Aqueles que levantam essa objeção deixam de considerar uma diferença muitíssimo significativa entre a nossa geração e as gerações passadas: hoje, pela primeira vez, desde que Jesus ascendeu ao Céu, todos os principais sinais preditos para o tempo do fim estão sincronizados! Um ou mais desses sinais podem ter ocorrido nas gerações passadas, mas nunca todos eles ocorreram simultaneamente, como vemos hoje!

Conclusão

1. Jesus nunca nos pediu que crêssemos na proximidade de Sua vinda com base apenas em um sinal. Um floco de neve não provoca uma avalanche. Mas quando todos os sinais rapidamente se multiplicam, dando assim seu testemunho acumulado, se transformam em uma avalanche de irresistível poder. Portanto, inequivocamente esses sinais da vinda de Cristo não deixam margem para que pessoas inteligentes deixem de reconhecê-los. São tão claros como se Deus estivesse falando por intermédio dos trovões ou se estivesse escrevendo em letras gigantescas no céu!

2. Por que você imagina que Deus nos deu a oportunidade de ouvir essas maravilhosas boas-novas? Para que pudéssemos “discernir os sinais dos tempos” e estar prontos para receber Jesus com avidez e alegria.

3. Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça; porque a vossa redenção está próxima.”

Japão vive cenário de guerra

Entre as tragédias que se sucedem – terremoto, tsunami, vazamento radioativo – o Japão vê outro problema crescer: o desabastecimento. Nos mercados, as prateleiras estão cada vez mais vazias, e quase já não há produtos como comida pronta, arroz, macarrão instantâneo, enlatados, carnes e biscoitos. A maioria dos restaurantes do país está fechada, e muitos hotéis deixaram de servir o café da manhã. Lanchonetes de rua servem apenas café, por falta de suprimentos. Os postos de gasolina estão abastecendo apenas os veículos envolvidos nas operações de emergência. Enquanto suprimentos começam a ser destinados às áreas mais afetadas, sobreviventes e equipes de resgate estão tendo de enfrentar neve e frio abaixo de zero.

Alimentos e bens de primeira necessidade chegarão aos abrigos por helicópteros do Exército. Os desabrigados vivem em escolas, ginásios e casas que resistiram aos tremores e ao tsunami.

O número oficial de mortos na tragédia é de 3,5 mil pessoas, o que deve subir bastante, já que muitos corpos foram encontrados no litoral e ainda não foram identificados.

A autoridade nuclear francesa classifica a catástrofe no Japão como sendo de nível seis, em uma escala que vai até sete. Já o Japão classifica o incidente como sendo de nível quatro.

(Opinião e Notícia)

Em tempo: “Terremoto de magnitude 5,3 atinge República Dominicana” e “Japão: União Europeia fala em ‘apocalipse’”

O futuro da UE já estava escrito em Daniel 2

A chanceler alemã, Angela Merkel, tem o futuro da Europa nas mãos. Como maior credor do continente, a Alemanha tem o poder de resolver da crise de dívida governamental na zona do euro. Como gigante econômico da Europa, é ela quem determina as direções da União Europeia [UE]. E no momento, a Europa ruma em um caminho que pode desviar a união do liberalismo econômico, correndo risco de separação, e até mesmo de uma saída do Reino Unido. Merkel parece seguir rumo ao perigo como uma sonâmbula. Apesar de seus celebrados instintos e habilidades como política, ela parece não ter uma visão para a UE. Ela demorou uma eternidade para tomar as rédeas dos problemas da zona do euro, em boa parte porque os eleitores alemães não querem resgatar países mais fracos como a Grécia, a Irlanda e, talvez, Portugal. E, em seus esforços para assegurar a seus conterrâneos de que está impondo a disciplina teutônica aos países periféricos, ela está permitindo que o papel da zona do euro na formação das políticas econômicas da UE tenha um aumento significativo.

Dois encontros nessa semana ilustram esse preocupante desenvolvimento. Uma reunião de 27 chefes de governo da UE será seguido de um encontro da zona do euro que deixará dez deles de fora. Isso pode parecer um procedimento um tanto misterioso por parte de Bruxelas, e de fato, os britânicos, normalmente os mais desconfiados quanto à integração europeia, estão fingindo que os encontros não fazem diferença. Mas outros países que não compõe a zona do euro estão preocupados. Os historiadores podem, no futuro, enxergar esse momento como o momento em que a UE se dividiu em uma área dominante e corporativa (a zona do euro), e uma região menor e mais liberal. Merkel é esperta o suficiente para perceber isso, e certamente não está contente com a ideia, mas não foi suficientemente corajosa para impedir esse processo. [...]

Por que uma Europa seguindo em duas velocidades distintas seria um problema? [Olha o barro e o ferro aí!] Os britânicos defendem sua passividade afirmando que muitas políticas e instituições da UE somente funcionam por não incluir todos os membros – a zona de livres fronteiras, a cooperação defensiva, a ainda embrionária patente da EU. Eles afirmam ainda que a Comissão Europeia e o Tribunal de Justiça Europeu irão deter qualquer aventura do grupo da zona do euro com o mercado único, e se os “de dentro” tentarem alguma ousadia, os “de fora” ainda mantêm poder de veto em questões como impostos e regras de benefícios. Se a zona do euro quer um governo econômico, diz David Cameron, deixe que ela crie um: não nos afetará. [...]

O projeto europeu sempre teve em seu coração uma tensão entre o liberalismo econômico que favorece a abertura para o mundo e um nacionalismo econômico que prefere a criação de fortalezas. Merkel sempre esteve do primeiro lado da disputa. Como política mais poderosa da Europa, ela deve deixar claro que o encontro exclusivo para países da zona do euro neste mês é um encontro especial de emergência, e não o início de algo mais permanente – e mais perigoso.

(Opinião e Notícia)

Para compreender a relação dessa matéria com a profecia de Daniel 2, clique aqui.

Uso de dispositivos digitais pode causar fadiga cerebral

Um estudo da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), mostrou que o uso constante ou excessivo de dispositivos digitais pode causar fadiga cerebral. No entendimento dos pesquisadores, os dispositivos móveis ocupam espaços de ociosidade importantes para a fixação, compreensão e criação de novas ideias. Observando o comportamento de ratos expostos a estímulos constantes, os pesquisadores perceberam que, quando os roedores passam por uma experiência nova, como explorar uma área desconhecida, seus cérebros mostram novos padrões de atividade. No entanto, o processamento das informações só ocorre quando há uma pausa para assimilação. “Quase com certeza, o tempo de inatividade deixa o cérebro repassar as experiências, solidificá-las e transformá-las em memórias permanentes em longo prazo”, diz Loren Frank, professor-assistente do departamento de fisiologia da universidade, onde se especializa em aprendizado e memória, segundo informa o New York Times.

Frank acredita que, exposto à constante estímulo, o cérebro “interrompe o processo de aprendizado”. Outro estudo, da Universidade de Michigan, descobriu que as pessoas aprendiam expressivamente melhor após uma caminhada na natureza do que em um ambiente urbano, o que sugeria que o bombardeio de informações deixa as pessoas em estado de fadiga.

(Portal Imprensa)

Nota: Conforme tenho dito em minhas palestras sobre a influência da mídia e sustento em meu livro Nos Bastidores da Mídia, não tenho dúvidas de que é plano do inimigo de Deus manter nossa mente constantemente sobrecarregada de estímulos a fim de que percamos a tão necessária capacidade de reflexão. Cada vez se torna mais difícil para as pessoas das novas gerações se concentrar em atividades que exijam profundidade de pensamento (como o estudo das profecias bíblicas, por exemplo). É a Síndrome do Pensamento Acelerado, como definiu o psicoterapeuta Augusto Cury. Assim, as palavras de Paulo em Romanos 12:2 não encontram aplicação na vida das pessoas superestimuladas. Há mais de um século, a escritora Ellen White já defendia o poder de uma boa caminhada e do contato com a natureza. Precisamos mais do que nunca – nestes tempos solenes – de uma mente vigorosa, capaz de discernir entre o certo e o errado. Precisamos tomar tempo para nos aquietar e saber que o Senhor é Deus (cf. Salmo 46:10).[MB]

terça-feira, março 15, 2011

Craig Venter nega a hipótese de ancestralidade comum

História interessante foi publicado no site Evolution News and Views sobre um diálogo entre Craig Venter (famoso por causa do genoma humano) e Richard Dawkins (famoso por causa do neoateísmo). Venter nega a ancestralidade comum e Dawkins não pode acreditar que ele até questione isso. Para ver o diálogo, que também inclui Paul Davies, assista aqui (começa na marca dos nove minutos). Pesquisadores da origem da vida tais como Ford Doolittle e Carl Woese há algum tempo têm questionado se até existe uma árvore da vida. Agora Venter está seguindo a trilha deles.

O que é significante não é tanto se Venter está certo (eu penso que ele está certo), mas o que sua dissidência da ortodoxia darwinista sugere sobre a confusão no estudo das origens biológicas. Se a ancestralidade comum está sendo disputada, o que não está? Imagine a física no século após Newton questionar se até existia tal força como a gravidade, de sugerir que ela realmente se decompõe em diversos tipos de forças gravitacionais.

O afastamento de Venter da ortodoxia é ainda mais drástico. O ancestral comum é o sanctum sanctorum da biologia evolucionária. Se os cientistas da estatura de Venter estão agora dessacralizando-o, o que vem por aí?

(William Dembski, Uncommon Descent)

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Traduzindo em miúdos: Venter disse com todas as letras: a Árvore da Vida de Darwin é uma miragem! Darwin, Kaput! Que venga la nueva teoría de la evolución - a Síntese Evolutiva Ampliada, que não pode ser selecionista e nem ter uma árvore imaginária. Fui, nem sei por que, pensando: como existem cientistas renitentes como Dawkins que não se rendem às evidências. Dizem as boas línguas que isso é um vício antigo entre os darwinistas - exemplo aqui no Brasil: Theodosius Dobzhansky teria dito aos alunos da USP que lhe apontaram discrepâncias encontradas nas pesquisas com Drosophila melanogaster e o preconizado pela teoria da evolução (Síntese Evolutiva Moderna) – “Evidências? Ora, que se danem as evidências, o que vale é a teoria.” Pobre ciência sequestrada pelo materialismo naturalista...”

Humanos chegarão a 9 bilhões em 2050 sem alimento

A indústria de alimentos está em crise no início de 2011. Os preços dos alimentos sobem acima do pico que atingiram em 2008 – época em que milhares de pessoas caíram na pobreza. Na época, exportadores foram proibidos de vender grãos no exterior. Desta vez também houve proibições de exportação, pânico e controles de preços de emergência, assim como em 2008. Temores de que a seca possa arruinar a safra de trigo da China - a maior do mundo - estão enviando ondas de choque através dos mercados mundiais. O descontentamento com a alta dos preços tem desempenhado um papel importante nas revoltas populares em todo o Oriente Médio. Há grandes diferenças entre os dois períodos, mas o fato de a agricultura ter vivenciado dois picos nas altas dos preços sugere que alguma coisa realmente séria está balançando a cadeia alimentar do mundo. Por anos os programas mais populares em países de língua inglesa foram sobre culinária. O historiador norte-americano, Livy, diz que o Império Romano começou a decair quando os cozinheiros adquiriram títulos de celebridades.

No encontro dos oito países industrializados, em 2009, os líderes colocaram o assunto da comida ao lado da crise financeira mundial, em sua lista de prioridades. Prometeram encontrar US$ 20 bilhões para disponibilizar a agricultura ao longo de três anos. Este ano, o atual presidente do G20, o francês Nicolas Sarkozy, pretende fazer dos alimentos sua principal prioridade.

No mês passado o Fórum Econômico Mundial – um encontro de empresários e políticos, em Davos, com 17 empresas mundiais – descreveu como “uma nova visão para a agricultura”, prometendo fazer mais pelos pequenos agricultores. Um forte sinal do crescente alarme no setor privado.

A era de comida barata chegou ao fim. Uma combinação de fatores - crescente demanda na Índia e China; uma mudança na dieta alimentar dos cereais para a carne e vegetais; um aumento do uso do milho como combustível; e desenvolvimentos fora da agricultura, como a queda do dólar - têm levado a um período próximo de 1970, quando o preço real dos alimentos caiu ano após ano.

Tudo apareceu como um choque. Na década de 90, a maioria dos problemas agrícolas pareciam resolvidos. As produções cresceram, as pestes foram controladas e os adubos recuperaram as terras cansadas. As áreas que para as quais a ciência da vida voltou suas pesquisas não são mais as plantas, mas coisas como HIV e Aids.

O fim da era da comida barata coincidiu com a crescente preocupação com as perspectivas de alimentar o mundo. A população mundial deve chegar a sete bilhões em 2011. Os preços aumentam em meio a milhões de pessoas mergulhadas na pobreza, que gastam mais da metade da sua renda em alimentos. O número de pessoas abaixo do nível de pobreza, que vinha caindo desde os anos 90, voltou a crescer acentuadamente em 2007. Isso parece sugerir que o mundo ainda não pode alimentar sua população atual. Menos ainda os 9 bilhões esperados para 2050.

Como o mundo enfrentará os próximos quatro anos ainda é uma dúvida. Como o alimento é importante, a agricultura, mais do que qualquer outra forma de atividade econômica, espera atingir uma série de concorrentes e metas que possam mudar com o tempo e o lugar. O mundo olha para os agricultores para que façam mais do que simplesmente produzir alimentos. A agricultura é a questão central na redução da fome e antecipa o caminho para muitas pessoas saírem da pobreza. O alimento é, provavelmente, a maior influencia na saúde das pessoas, embora em formas radicalmente diferentes em países pobres e ricos, onde o grande problema é a obesidade.

(Opinião e Notícia)

Nota: Além dos terremotos ocorrendo em vários lugares (Mt 24:7), a Bíblia afirma que a fome (entre outras mazelas “naturais” e sociais) também é um dos sinais de que a volta de Jesus está próxima (ibidem).[MB]

“Faço o papel do contra.” Eu também

Na segunda-feira passada, tive o privilégio de participar de um evento promovido pelo Museu Americano de História Natural, em Nova York. Foi o debate anual em memória do famoso escritor e divulgador de ciência Isaac Asimov. O mestre de cerimônias foi Neil deGrasse Tyson, do Planetário Hayden. Éramos seis físicos, alguns conhecidos do público pelos seus livros de divulgação: Katherine Freese, da Universidade de Michigan, Brian Greene, da Universidade Columbia, Janna Levin, também de Columbia, Sylvester Gates Jr., da Universidade de Maryland, e Lee Smolin, do Instituto Perimeter, no Canadá. Um público de 1.300 pessoas lotou o auditório, intrigado pelo tema da discussão: teoria de tudo, realidade ou fantasia? Foi uma noite e tanto. Muitos físicos acreditam que a teoria de tudo (TDT) é o objetivo final da ciência: a descrição completa de como as partículas elementares da matéria interagem entre si e que, de quebra, mostra que todas as forças que descrevem essas interações são uma só. [...]

A busca muda conforme o nosso conhecimento sobre a composição e as propriedades da matéria muda. Esse foi, aliás, um dos meus argumentos. Fiz o papel do contra, baseando-me nas ideias do meu último livro, Criação Imperfeita. A maioria dos integrantes do painel acredita que é possível chegar a uma TDT e que talvez a teoria das supercordas seja o caminho. Sou mais cético. Não tanto em relação ao que as supercordas podem fazer, mas sobre a existência de uma TDT e a possibilidade de encontrá-la.

“Supercordas”, para quem não sabe, é a teoria que diz que as partículas de matéria são feitas de cordas submicroscópicas vibrando em frequências diferentes. Sua atração é que oferece um caminho para entendermos o que ocorre no centro dos buracos negros e na origem do Universo. O problema é que supercordas existem em dez dimensões espaciais e requerem a “supersimetria”, uma simetria que dobra o número de partículas que existem.

Até agora, não temos qualquer indicação de que dimensões extra ou supersimetria existem. O LHC, a máquina na Suíça que procura novas partículas, vem pondo limites sérios à existência da supersimetria. Em alguns anos saberemos.

Mesmo se as supercordas estiverem corretas, ainda assim não as chamaria de TDT. O que sabemos da natureza depende do que podemos medir. Portanto, a busca por teorias unificadas deve ser constantemente revisada à medida que descobrimos mais. Todos os esforços passados falharam porque não podemos prever o que mediremos no futuro. Uma teoria de supercordas do século 21 pode coletar (unificar) o que sabemos até hoje, mas não pode ser definitiva. Nosso conhecimento do mundo é necessariamente incompleto.

(Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, 13/3/2011)

Nota: Quando quer, Gleiser sabe ser cético. O bom ceticismo deveria ser aplicado a todas as áreas, inclusive ao darwinismo tão defendido pelo físico brasileiro. Será que a macroevolução é corroborada pelas evidências? E as evidências em contrário, foram devidamente consideradas? Os mecanismos utilizados para justificar a macroevolução são suficientes para originar um ser humano a partir de uma protocélula (seja lá o que isso for)? Se “o que sabemos da natureza depende do que podemos medir”, como “medir” a suposta evolução química (ambiente indisponível para pesquisa, quer seja aqui, na Terra, ou no espaço sideral) e o desenvolvimento dos seres ao longo de supostos bilhões de anos? O verdadeiro ceticismo pergunta até o fim, segue as evidências levem aonde levar e duvida até de si mesmo – chega a ser cético quanto ao ceticismo.

Conforme escreveu o mestre em História da Ciência Enézio E. de Almeida Filho, “essa humildade epistêmica de Gleiser se dá unicamente em física, uma ciência que hoje está mais para metafísica do que para hard science. Uma leitura objetiva dos artigos de Gleiser na Folha de S. Paulo, onde pontifica sobre o conhecimento do fato, Fato, FATO da evolução, mostra que ele tem uma certeza bastante completa, e nenhum ceticismo local e salutar sobre se o que Darwin afirma é corroborado pelas evidências encontradas na natureza. Fui, nem sei por que, pensando que há teorias e teorias científicas, mas há teorias científicas que são mais teorias científicas do que outras teorias científicas, capice? Para Gleiser e a Nomenklatura científica, apesar da montanha de evidências negativas contra a evolução proposta por Darwin, o conhecimento é completo: Darwin locuta, evolutio finita!”

No encontro em Nova York, Gleiser exerceu sua “rebeldia” localizada. Enézio, no blog dele, eu neste e outros tantos “rebeldes” temos feito também o “papel do contra”. Mas Gleiser pode, nós não...[MB]

segunda-feira, março 14, 2011

“Não valeu a pena”, diz Bruna Surfistinha

Por trás da personagem Bruna Surfistinha, a mulher de verdade, Raquel Pacheco, 26, diz que se arrepende da vida de garota de programa. “Não valeu a pena”, admite. Longe das piadinhas disparadas no Twitter, Bruna, ou Raquel, lamenta os estragos em sua vida. “Quase morri. Cheguei até a ter uma overdose”, diz. “Sem falar que não é nada fácil ter seis ou sete caras todos os dias em cima de você.” Da vida dura, porém, ela tirou um blog que logo bombou na rede. Depois veio livro e filme. Mas, apesar da grana, da fama e de um pacote de maluquices, ela conta que, no fundo, só queria amor. “Achava que meus pais não me amavam, mas hoje entendo que me amaram da maneira deles.” Filha adotiva, desde os 17, quando fugiu de casa por brigas familiares, ela nunca mais viu os pais. Mas deixa claro que gostaria de revê-los. Por fim, com os olhos marejados, conclui: “Fui muito rebelde. Hoje não faria o que fiz. Família é muito importante.”

(Folha de S. Paulo, 14/3/11)

Nota: Nunca é tarde para reconhecer os erros do passado e desejar um futuro melhor. Geralmente, quando amadurecem um pouco, as pessoas acabam reconhecendo o que realmente é importante na vida (alguns se dão conta disso apenas no leito de morte, outros, de coração mais duro, nem ali). Pena que a literatura e o cinema tenham ajudado a glamourizar a vida que Raquel agora repudia e da qual se arrepende. Influenciados por essa mídia permissiva e depravada, quantos jovens terão que quebrar a cara e o coração antes de reconhecer que os planos de Deus para o ser humano são sempre os melhores? Deus nos criou e sabe o que nos faz felizes. Ele criou um homem para uma mulher a fim de viverem a intimidade no contexto matrimonial. Assim há felicidade, e pesquisas recentes mostram exatamente isso (confira aqui e aqui). Mesmo entre os jovens tem havido uma reavaliação de valores e comportamentos (confira). Libertinagem, intemperança, descrença, etc. mais cedo ou mais tarde trazem infelicidade justamente porque vão de encontro ao projeto de Deus para o ser humano. Heinrich Heine que o diga. Se você procura viver uma vida de princípios, não dê o primeiro passo rumo à desobediência e ao engano. Se errou, como Raquel, reconheça isso, peça perdão a Deus e forças para mudar. Aos que confiam no poder da oração, convido-os a orar por Raquel, para que ela finalmente encontre o verdadeiro amor (1 João 4:8).[MB]

Terremoto no Japão mexeu com o planeta

A costa do Japão pode ter se movido cerca de quatro metros para leste após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o país na última sexta-feira, afirmaram especialistas. Dados da rede japonesa Geonet - recolhidos de cerca de 1,2 mil estações de monitoramento por satélite - sugerem que houve um deslocamento em grande escala após o terremoto. Roger Musson, da agência geológica britânica (BGS, na sigla em inglês), disse à BBC que o movimento é “compatível com o que acontece quando há um terremoto deste porte”. [É a velha conversa do tipo: a coisa foi feia, mas é normal, tudo bem.] O terremoto provavelmente mudou também o equilíbrio do planeta, movendo a Terra em relação a seu eixo em cerca de 16,5 cm. O tremor também aumentou a velocidade da rotação da Terra, diminuindo a duração dos dias em cerca de 1,8 milionésimos de segundo. A agência meteorológica do Japão propôs aumentar a magnitude do terremoto para 9,0. Isso faria do tremor o quinto maior da história desde que tremores começaram a ser registrados. Outras agências, no entanto, ainda não atenderam ao chamado.

Brian Baptie, também da BGS, explicou que o tremor ocorreu na Zona de Subducção, como é chamada a região onde duas placas tectônicas se unem - no caso do Japão, a Placa do Pacífico, a leste, e outra placa a oeste, que muitos geólogos acreditam ser uma continuação da Placa Norte-americana. A Placa do Pacífico está se movendo para oeste sob o Japão. E, à medida que isso acontece, arrasta com ela a Placa Norte-americana para baixo e para oeste.

Quando o terremoto ocorreu, a placa que estava por cima deu uma guinada para cima e para leste, liberando a energia acumulada enquanto as duas placas estavam em atrito. Isso mexeu com o leito do oceano, deslocando uma enorme quantidade de água - o que levou a um tsunami.

Ken Hudnut, um geofísico da agência de geologia dos EUA, em Pasadena, na Califórnia, disse à rede MSNBC que informações que dependem de dados de GPS como mapas, navegadores por satélite usados em carros e registros de propriedade terão que ser mudados no Japão após o terremoto.

“A rede nacional (japonesa) que define limites de propriedades foi mudada”, disse ele. “Cartas náuticas terão que ser revisadas por conta da mudança da profundidade da água”, afirmou.

(BBC Brasil)

Nota: Todas essas mudanças planetárias, ainda que aparentemente pequenas, foram causadas por um único evento catastrófico. Imagine do que seria capaz um cataclisma das proporções do dilúvio de Gênesis... Caso admitissem isso, os geólogos evolucionistas não precisariam apelar para os bilhões de anos da geologia padrão para justificar locais como o Grand Canyon, por exemplo. O que os tapadores das evidências com a peneira do “trágico, mas normal” se esquecem, também, é de que em anos recentes foram registrados tremores de terra até em lugares em que eles não eram esperados, como o Brasil (clique aqui, aqui, aqui, aqui e aqui para conferir). O que a profecia de Mateus 24:7 diz é que haveria terremotos em vários lugares.[MB]


Leia também: “Terremotos: catástrofes mais mortais da última década”

E-mails que nos alegram (26)

“Meu nome é José Paulo e tenho 19 anos. Desde a minha infância sempre fui muito curioso, e mesmo sendo tão novo, meus pais sempre ficaram impressionados com o meu interesse pelo conhecimento. Minha mãe até dizia que eu devia parar de ficar lendo o tempo todo e procurar fazer outras coisas. Porém, em toda a minha vida, minha rotina sempre foi a mesma: ler. Ainda era criança quando comecei a ouvir sobre as origens, e como a única fonte de conhecimento que eu possuía era de origem evolucionista, iniciei a juventude como um defensor da evolução. Eu sabia tudo sobre dinossauros, eras geológicas, migrações, formação dos continentes, etc. A parede do meu quarto era repleta de cartazes e eu colecionava artigos científicos, além de gravar os documentários. Naquela época, havia decidido que seria paleontologista. Porém, algo em minha vida mudou. Tornei-me adventista. Mas, de cara, conheci um ancião que me disse que os dinossauros eram fruto de cruzamentos. Depois uma irmã me disse que eles nunca existiram e que todos os fósseis eram enganação dos cientistas. Isso era impossível, pois a existência deles é inquestionável. Outra irmã me disse que eles eram crocodilos e lagartos, mas em tamanho maior. Eu nem me atrevi a respondê-la. Então, fiquei triste, pois percebi que a igreja estava perecendo no que diz respeito ao conhecimento sobre as origens e passei a ficar confuso no que diz respeito à confiabilidade do criacionismo. Até que eu comprei o livro Por Que Creio < link> e meus olhos se abriram. Parecia que o Michelson Borges entendia do que eu estava falando. Digitei no Google o nome dele e apareceu lá o blog www.criacionismo.com.br. Fiquei ainda mais impressionado. Eu havia encontrado alguém que é adventista e aborda o tema com liberdade, informação e humor. Li e reli várias vezes o Por Que Creio, as postagens do blog, outros livros e reportagens sobre criacionismo, origem das etnias, dilúvio... e, se antes eu era quase um expert em evolução, hoje sou expert em criação. Afirmo algo com toda certeza: somente quem foi evolucionista compreende que a evolução não faz sentido. Acho que a maioria dos cientistas sabe disso, mas eles são evolucionistas por uma questão ideológica. Sou muito grato ao jornalista Michelson Borges pela contribuição que ele dá à igreja e que deu para mim. Foi graças a ele que eu decidi ser jornalista, para poder contribuir a fim de que outros jovens não sejam enganados como eu fui. Fico triste quando penso que boa parte dos adventistas ainda acha que dinossauros não existiram... Michelson, muito obrigado!

(José Paulo, Bragança Paulista, SP)

O domingo sempre foi dia de descanso. FALSO

A adoção do domingo como dia de repouso (obrigatório em países como a França) tem um fundamento bíblico. De acordo com o Livro Sagrado, "Deus concluiu no sétimo dia a obra que fizera e no sétimo dia descansou" (Gênesis 2, 2) [considerar o domingo - primeiro dia da semana - como sendo o sétimo é erro banal, mas prossiga na leitua desta matéria publicada na revista História Viva]. A própria etimologia da palavra evidencia esse sentido: “domingo” deriva do latim dies dominicus, ou "dia do Senhor". Os primeiros cristãos tanto respeitavam o descanso que o judaísmo reserva ao sábado quanto celebravam o dia seguinte, tido como data da ressurreição de Cristo. A Igreja, ainda em seus primórdios, já proclamava a obrigação de assistir às missas no sétimo dia, embora não contasse com nenhum respaldo legal. A situação se alterou quando o imperador Constantino, em 321, fixou o “dia do Senhor” como feriado no Império Romano. Na prática, porém, a obrigação de comparecer às atividades religiosas se impôs muito mais que o direito ao repouso semanal.

No século XVIII, os filósofos iluministas chegaram a desenvolver toda uma argumentação para enaltecer as vantagens do trabalho aos domingos. De acordo com o artigo que a célebre Enciclopédia dedicou ao dia, determinada comunidade se beneficia quando suas atividades econômicas não são interrompidas no “dia do Senhor”. Anos mais tarde, durante a Revolução Francesa, o tradicional calendário gregoriano foi suprimido e substituído por um novo, que instituiu a semana de dez dias e, seguindo a política de erradicação de qualquer referência religiosa, eliminou o domingo. O antigo calendário foi restabelecido somente em 1806, sob o governo de Napoleão [há quem diga que o povo não suportou a semana de dez dias, pois o ser humano foi projetado para funcionar num ciclo de sete dias].

(História Viva)

Clique aqui para conhecer o verdadeiro dia de descanso segundo a Bíblia.

domingo, março 13, 2011

Como transformar um país em piada

Enquanto o mundo volta a atenção para o Japão com piedade e preocupação, no Brasil, o desfile de encerramento do Carnaval levou mais de 500 mil pessoas para o centro do Rio de Janeiro, neste domingo. Segundo o site de notícias do iG, “o desfile começou por volta das 9h. No repertório, composições que transitaram do samba ao funk. Ao todo 12 blocos programaram seus desfiles para este domingo, entre eles, o Galinha do Meio-Dia (zona sul), Vai Tomar no Grajaú e Quem Vai, Vai, Quem não Vai não Cagueta (ambos na zona norte). Nesta segunda-feira (14), a prefeitura apresenta o balanço geral do carnaval carioca, que, de acordo com a Riotur, teve recorde de foliões nas ruas e turistas na cidade”.

Foram às ruas comemorar o fim do Carnaval e não se dão conta de que quem está no fim é este mundo...

Quem assistiu ao programa especial “Tragédias”, da TV Novo Tempo, na tarde de sábado (possivelmente haverá outro especial na próxima sexta-feira), pôde constatar por meio das enquetes feitas nas ruas de São Paulo que o povo de modo geral anda tão desapercebido que não se dá conta do tempo em que vivemos. Alguns chegaram até a afirmar que os terremotos são causados pelo ser humano! Outros não veem relação entre essas tragédias e a volta de Jesus. Curiosamente, há até cristãos tentando tapar os sinais com a peneira do ceticismo, afirmando que “terremotos sempre existiram”. Sim, abalos sísmicos sempre existiram (pelo menos depois do dilúvio), mas a frequência e intensidade deles nos últimos anos assusta – mesmo aqueles que creem na revelação de Mateus 2:7.

Antes de o dilúvio subverter a face da Terra, homens obstinados também tentaram racionalizar as predições divinas. Ellen White escreveu: “O mundo antediluviano raciocinava que durante séculos as leis da natureza tinham estado fixas. As estações, periódicas, tinham vindo em sua ordem. Até ali nunca havia caído a chuva; a terra era regada por uma neblina ou orvalho. Os rios jamais haviam passado os seus limites, mas com segurança tinham levado suas águas para o mar. Imutáveis decretos tinham impedido as águas de transbordarem. Mas tais raciocinadores não reconheceram a mão dAquele que conteve as águas dizendo: ‘Até aqui virás, e não mais adiante’ (Jó 38:11)” (Patriarcas e Profetas, p. 96, 97).

A verdade é que quase ninguém mais fala do tsunami que varreu a Ásia em 2004. Pouco se comenta sobre a mortandade causada pelo terremoto no Haiti, no ano passado, e dos estragos causados pelos terremotos no Chile. E daqui a pouco a tragédia ocorrida no Japão também será história (exceto para os familiares das milhares de vítimas e para os desabrigados e traumaizados). Assim é o ser humano: tenta viver a “normalidade” num mundo anormal. Assim aconteceu também com os antediluvianos: “Passando-se o tempo, sem qualquer mudança aparente na natureza, os homens cujo coração tinha por vezes tremido pelo receio, começaram a refazer-se. Raciocinavam, como muitos fazem hoje, que a natureza está acima do Deus da natureza, e que suas leis são tão firmemente estabelecidas que o próprio Deus não as pode mudar” (Ibidem, p. 97).

Vou repetir a estrutura textual com a qual comecei esta postagem: enquanto o mundo voltou a atenção para os países árabes nos quais multidões foram às ruas para exigir mudanças políticas e maior liberdade, no Brasil, além da festa de encerramento do Carnaval, chamou a atenção da mídia a “pedalada pelada”. Mais de 200 ciclistas participam do evento nas ruas de São Paulo, na noite de sábado (12). A manifestação reuniu homens e mulheres. Eles pedalaram nus, com roupas íntimas, em trajes de banho ou com os corpos pintados, e pediram melhores condições para o uso de bicicletas no trânsito da capital paulista. O que queriam? Chamar mais atenção do que os tsunamis? Competir pelo espaço nos noticiários? Que momento mais inapropriado! Que maneira mais baixa de atrair as câmeras (embora o motivo até possa ser justo)!

Carnaval e nudismo. É isso que temos a oferecer? Anestésicos e piadas, enquanto o mundo desaba ao redor? Depois reclamamos pelo fato de este país nem sempre ser levado a sério.

Chega de viver de maneira irrefletida. Chega de manter a ilusão de que o mal e as tragédias sempre existiram, então “tudo bem”. Chega de distrações como Carnaval, novelas, BBBs e outras banalidades não raro imorais. Precisamos acordar e já! Precisamos de um reavivamento e uma reforma urgentes. Jesus tem pressa de voltar.

Michelson Borges

P.S.: Não estou sozinho em minha indignação contra a futilidade do Carnaval. Assista ao comentário corajoso e oportuno da jornalista paraibana Raquel Sherazade.

Terremoto pode ter deslocado o Japão quase 2,4 m

Deu no portal Terra: O terremoto de sexta-feira no Japão pode ter deslocado a ilha 2,4 metros, anunciou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). "Oito pés (2,4 metros) é um número importante", disse o sismólogo Paul Earle. O sismo de magnitude 9, o mais potente registrado até agora no Japão, e o tsunami que se seguiu deixaram mais de 3 mil mortos e desaparecidos, segundo contagem provisória da polícia e da AFP. Segundo o Instituto, a placa do Pacífico se ajusta anualmente cerca de 83 mm, mas um terremoto de grande magnitude pode movê-la consideravelmente, com consequências catastróficas.

Nota: O tsunami que devastou a Ásia em 2004 (veja as consequências dele aqui) também teve efeitos importantes no eixo da Terra e deslocou várias ilhas no Pacífico. É possível apenas imaginar os resultados catástróficos de um evento da dimensão de um dilúvio global como o descrito na Bíblia, com enormes tsunamis varrendo todo o planeta, derrames de material vulcânico, inundações e transportes de sedimentos com velocidades altíssimas e consequente soterramento de milhões de animais que, porteriormente, deram origem aos fósseis. Se o mundo tivesse um futuro distante, os arqueológos, geólogos e paleontólogos descobririam muitas evidências do poder de destruição desses tsunamis localizados, como o ocorrido no Japão. De igual maneira, os pesquisadores de mente aberta atuais têm descoberto muitas evidências de uma catástrofe hídrica global ocorrida milênios atrás.[MB]

sexta-feira, março 11, 2011

Terremoto do Japão pode ter deslocado eixo da Terra

Deu no UOL: O devastador terremoto de 8,8 graus de magnitude na escala Richter que abalou nesta sexta-feira o Japão pode ter deslocado em quase 10 centímetros o eixo de rotação da Terra, segundo um estudo preliminar do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV) da Itália. O INGV, que desde 1999 estudou os diversos fenômenos sísmicos registrados na Itália, como o devastador terremoto da região dos Abruzos de 6 de abril de 2009, explica em uma nota que o impacto do terremoto do Japão sobre o eixo da Terra pode ser o segundo maior de que se tem notícia. "O impacto deste fato sobre o eixo de rotação foi muito maior que o do grande terremoto de Sumatra de 2004 e provavelmente é o segundo maior, atrás apenas do terremoto do Chile de 1960", diz o comunicado.

Segundo o portal Terra, mais de mil pessoas morreram na tragédia. Aparentemente, as pessoas morreram afogadas. A dimensão dos danos ao longo de uma extensa faixa costeira e o grande número de desaparecidos indicam que o número de mortos pode aumentar. Mesmo para um país acostumado a terremotos, a devestação era impressionante. "Uma grande área da cidade de Sendai perto do litoral está inundada. Ouvimos que pessoas que foram retiradas estão presas", disse Rie Sugimoto, repórter da TV NHK em Sendai.

O terremoto, o maior desde que o Japão iniciou seus registros há 140 anos, provocou incêndios em pelo menos 80 lugares, segundo a agência de notícias Kyodo. Outras usinas nucleares e refinarias de petróleo foram paralisadas, e havia fogo em uma refinaria e numa grande siderúrgica. O terremoto no Japão foi o quinto mais forte do mundo no último século.

Há mais de um século, Ellen White escreveu: "O inimigo atuou no passado e ainda está atuando. Ele desceu com grande poder, e o Espírito de Deus está-Se retirando da Terra. Deus tem retirado Sua mão. Só temos de olhar para Johnstown [Pensilvânia]. Ele não impediu que o diabo acabasse com a existência de toda essa cidade [note quem é o verdadeiro culpado pelas tragédias]. E essas mesmas coisas aumentarão até o fim da história terrestre" (Sermons and Talks, v. 1, p. 109). "A crosta terrestre será dilacerada pelas explosões dos elementos ocultos nas entranhas da Terra. Estes elementos, uma vez desprendidos, arrebatarão os tesouros dos que durante anos têm aumentado sua fortuna pela aquisição de grandes posses a preços de fome dos que estão ao seu serviço. E o mundo religioso também será terrivelmente abalado, pois o fim de todas as coisas está às portas" (Manuscript Releases, v. 3, p. 208). "Chegou agora o tempo em que num momento podemos estar em terra sólida, e no outro momento pode ela estar fugindo de debaixo de nossos pés. Haverá terremotos onde menos se espera" (Testemunhos Para Ministros, p. 421). "Em incêndios, em inundações, em terremotos, na fúria das grandes profundezas, nas calamidades por mar e terra, é transmitida a advertência de que o Espírito de Deus não agirá para sempre com os homens" (Manuscript Releases, v. 3, p. 315).

Detalhe (para ser lido à luz de Mateus 24:7): O Japão teve 10 grandes terremotos (acima de 6,5 graus na escala Richter) entre 1900 e 2000. Entre 2001 e 2011 teve 12!

Leia também: "Forte terremoto e tsunami atingem Japão"

Forte terremoto e tsunami atingem Japão

Mais uma vez no início do ano tragédias chamam a atenção dos estudantes das profecias bíblicas (mas parecem não abalar os anestesiados e iludidos foliões da vida...). Não bastassem a destruição causada pelas chuvas na região serrana do Rio de Janeiro e em outros estados, o terremoto na Nova Zelândia, em 22 de fevereiro, e na China, em 10 de março, hoje um terremoto de 8,9 graus na escala Richter (o mais forte da história do Japão e o sétimo em escala mundial, de acordo com a Agência de Pesquisa Geológica dos EUA) e um tsunami com ondas devastadoras de até dez metros de altura atingiram o Japão causando grande destruição. Segundo o porta-voz da Agência Nacional de Polícia, “os danos foram tão grandes que ainda levará muito tempo até que consigamos reunir todas as informações”.

Imagens da emissora de televisão japonesa NHK mostram carros, barcos e até casas sendo levados pelas ondas gigantes geradas pelo tsunami nas províncias de Aomori, Miyagi, Iwate, Fukushima e Ibaraki. O terremoto também causou vários incêndios, entre eles um de grandes proporções em uma refinaria na província de Chiba, sem relatos de vítimas até o momento. O tremor também paralisou em todo o país os serviços do “shinkansen”, o trem-bala japonês. Em Tóquio, foram desativados os serviços de metrô e de trens suburbanos, e passageiros foram retirados do aeroporto de Narita. Cerca de quatro milhões de casas estão sem energia elétrica em seis províncias do país, segundo informaram as autoridades.

O terremoto ocorreu às 14h46 da hora local (2h46 de Brasília) e alcançou 7 graus na escala japonesa - o nível máximo. Teve epicentro no Oceano Pacífico, a 130 quilômetros da península de Ojika, e a uma profundidade de dez quilômetros. Outro terremoto de 7,3 graus na escala Richter já havia ocorrido há dois dias no país. Em decorrência disso, a Agência Meteorológica japonesa tinha advertido que durante uma semana poderia haver réplicas, embora tenha sido estimado que a intensidade máxima seria de magnitude 4 pela escala japonesa.

Segundo o Folha.com, o aviso de ondas gigantes emitido nesta sexta-feira pelo Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico foi ampliado para Austrália, Nova Zelândia, Polinésia e países do litoral oeste do continente americano. México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras, Chile, Equador, Colômbia e Peru foram incluídos no último boletim do Centro, que fez o mesmo com Austrália, Nova Zelândia, Fiji, Samoa e várias ilhas da Polinésia.


Nesta madrugada, um terremoto de 6,5 graus na escala Richter atingiu também as águas ao nordeste da turística ilha de Bali, na Indonésia, sem que as autoridades tenham informado sobre danos materiais ou vítimas até o momento.

No dia 26 de dezembro de 2004, um poderoso terremoto originou um tsunami que afetou vários países banhados pelo oceano Índico e matou mais de 226 mil pessoas. Em 1933, um terremoto de magnitude 8,1 atingiu a região metropolitana de Tóquio e matou mais de 3 mil pessoas.

O aumento do número de terremotos é indício claro de que as profecias relacionadas a esses eventos catastróficos estão se cumprindo (Mateus 24:7), de que a Terra de fato, “a um só tempo, geme e suporta angústias até agora” (Romanos 8:22) e de que Jesus voltará em breve (João 14:1-3). Essa será a solução definitiva para todo sofrimento humano e para as mazelas que assolam este planeta em decorrência do pecado.[MB]

Leia também: “Terremotos: catástrofes mais mortais da última década” e “Será que a Terra está se rebelando contra nós?”

“Microevolução” é um termo desnecessário

“Macroevolução” é o termo usado pelos evolucionistas para as variações biológicas em larga escala. “Microevolução” é o termo empregado para variações biológicas que se podem demonstrar empiricamente. Os evolucionistas precisam desses termos por causa de um debate interno que ocorre entre eles. Os evolucionistas gradualistas (ex.: Dawkins) alegam que a macroevolução é apenas consequência de um acumular de microevoluções. Seus adversários, os evolucionistas pontualistas, refutam essa crença e ressalvam que as variações em pequena escala visíveis empiricamente e visíveis nos fósseis não podem explicar a evolução no geral. Os pontualistas usam um potente argumento antievolutivo, e como tal os termos tiveram que ser inventados para esconder o teor da discussão. Segundo os evolucionistas, eles não discutem o “fato” da evolução, mas sim “detalhes menores”. As palavras macro e microevolução servem exatamente a esse propósito. Enquanto o debate for escondido por trás desses termos, o público nunca vai se aperceber de que se está discutindo exatamente o “fato” da evolução.

A terminologia serve para obscurecer as dificuldades que a ciência tem gerado contra a teoria da evolução, e também para criar mais uma ilusão na mente do público.

Os evolucionistas geralmente usam esses dois termos como armas nos seus debates. De acordo com seu argumento, se nós acreditamos na “microevolução”, então somos todos evolucionistas. (Faz-me lembrar da declaração dos militantes ateus de que “somos todos ateus”.) Esse tipo de argumento não possui bases lógicas.

Alguns criacionistas tentam esclarecer o debate afirmando que “a microevolução não é verdadeira evolução”. Embora o argumento seja legítimo, ele soa sem sentido e isso coloca os críticos da teoria da evolução numa posição desconfortável.

O termo “macroevolução” é redundante e desnecessário. Macroevolução é a evolução que todos temos em mente quando falamos das nossas origens. A palavra é desnecessariamente repetitiva. “Microevolução” é um termo paradoxal e autocontraditório. Não há “micro” evolução. A evolução ou é em grande escala ou então estamos falando de algo que está de acordo com o criacionismo. Devido a isso, o termo “microevolução”, por levar a declarações enganadoras, deveria ser abandonado.

Como se isso não fosse suficiente, já existem palavras que passam a informação necessária sem confusão nem ilusões evolutivas: “variações biológicas”, “mudanças genéticas” ou simplesmente “variação”. Não há necessidade de se usar a palavra “microevolução” quando já existem termos que se aplicam ao tipo de fenômeno que o termo visa a classificar.

Conclusão: os evolucionistas fazem mau uso da palavra “evolução” como forma de gerar uma ilusão que lhes serve ao propósito. O debate em torno das nossas origens tem que ser o mais claro possível para não levar os ouvintes a más conclusões. Evolução se refere SEMPRE à transformação em larga escala de moléculas a seres humanos. Qualquer coisa menor que isso está de acordo com o criacionismo bíblico.

(Darwinismo)

Nota: Por isso gosto da expressão “diversificação de baixo nível”, usada pelo biólogo James Gibson (confira aqui).[MB]

Prevenção ou estímulo à imoralidade?

“Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne” (1 Coríntios 6:16).

Nesta semana, uma propaganda do Ministério da Saúde sobre cuidados no carnaval me prendeu a atenção. Seu conteúdo incentiva a jovens (garotas em idade escolar) a se “prostituir”* e praticar relações sexuais, de modo que tal ato seria mais que normal e aceitável pelo contexto social (amigas que incentivam), porém, o fundo da propaganda é praticar tal ato utilizando camisinha (a campanha é sobre prevenção às DSTs). (*Pensando na palavra prostituição no sentido de usar o corpo e/ou a sexualidade para fins imorais e divergentes dos parâmetros bíblicos, assumindo que a Bíblia é a própria Palavra de Deus.)

Confesso que fiquei um pouco assustado ao notar que a sociedade realmente aceita e adota a imoralidade sexual como algo natural, um processo de desenvolvimento ou até mesmo uma fase de maturação físico/cognitiva.

Hoje, existem diversos materiais que exemplificam e explicam esses temas. Materiais redigidos por especialistas como psicólogos, pedagogos, entre outros. Porém, tais materiais apenas ilustram como deve ser feita (ou praticada) a imoralidade sexual de forma a não prejudicar o corpo (doenças) ou os conceitos sociais (gravidez não planejada). O que Deus pensa sobre isso?

Um dos primeiros exemplos que aparecem nas Escrituras sobre essas atitudes foi registrado no livro de Gênesis. No contexto, “os homens de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de todos os bairros” (Genesis 19:4) cercaram a casa de Ló e desejaram fazer atos de imoralidade com os visitantes dele (no caso, dois mensageiros de Deus; Gn 19:1). O texto diz: “E chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles” (Gn 19:5).

E assim tiveram fim as cidades e todos os que estavam envolvidos naquelas práticas, pois a cidade clamava com os lábios, mas suas obras eram como trevas (Gn 19:13). “Disse mais o Senhor: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito” (Gn 18:20).

Infelizmente, estamos em tempos como os de Sodoma e Gomorra. Os homens são imorais e idólatras, e apesar de haver tanta facilidade de acesso à informação, as pessoas andam conforme seus próprios pensamentos. Ignoram a instrução amorosa do Criador e colocam seus próprios desígnios como prioridade, amando o que é palpável e passageiro e esquecendo-se do que é eterno. “O tolo não tem prazer na sabedoria, mas só em que se manifeste aquilo que agrada o seu coração” (Pv 18:2).

Qual será nossa postura em relação a esses “princípios modernos”? Pensamento social ou orientação divina?

Lembremo-nos das palavras de Paulo: “Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1Co 6:10).

Assista a campanha e reflita por si mesmo!
http://www.youtube.com/watch?v=iBxb-yAMPsY
http://www.youtube.com/watch?v=565vk4BBrtI
http://www.youtube.com/watch?v=ONPx4lU9zT0

(Palavra Estudada)

Comentário da amiga Débora Matos: “Nesses comerciais do Ministério da Saúde é explorado o conceito do “sexo livre e sem compromisso”, e o público alvo é nada menos que garotas de classe média, entre 13 e 19 anos. O objetivo é “ajudá-las” a se prevenir do vírus HIV. Mas o que eles realmente conseguiram? Prevenir a aids ou estimular o sexo livre? Combina bem com o comercial da “santinha” Sandy e com o filme da Deborah Secco “Bruna Surfistinha”. Com toda essa campanha a favor do sexo entre adolescentes; de que ter cara de menina boa e ser devassa está na moda, e de que menina que foge de casa e vira prostituta se dá bem na vida; não admira termos uma sociedade tão corrompida. Só nos resta orar muito para que nossas meninas se tornem mulheres dignas e honradas, e que alguém neste mundo esteja criando um homem digno e cristão com quem elas possam se casar algum dia!”

quinta-feira, março 10, 2011

Novo devaneio darwinista: pênis humano tinha espinhos

O cérebro do homem é maior e seu pênis não tem mais as protuberâncias presentes entre os chimpanzés e outros mamíferos. Isso ocorreu devido à perda de sequências do DNA durante a evolução, segundo estudo publicado [na] quarta-feira (9/3). Tais mudanças poderiam, segundo os cientistas, ter favorecido a formação de casais monogâmicos e a emergência de estruturas sociais complexas permitindo criar os frágeis bebês humanos. Como aconteceu isso? É o que procura descrever Gill Bejerano (Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, Estados Unidos) e sua equipe. “A morfologia simplificada do pênis” no homem teria favorecido “estratégias monogâmicas de reprodução entre os primatas”, revelam os pesquisadores na revista científica britânica Nature. A ausência na glande de protuberâncias de queratina, presentes entre muitos outros mamíferos, reduziu a sensibilidade tátil do pênis, e poderia aumentar a duração da cópula no homem, em relação a outras espécies, explicam.

A sequência de DNA perdida pelo homem desempenhava igualmente um papel no desenvolvimento de pelos. Uma outra região do DNA desaparecida no homem estaria próxima a um gene (dito supressor de tumor) que impede o crescimento de neurônios numa região particular do cérebro. Sem poder mais se expressar (produzir a molécula prevista), esse gene pôde contribuir para o desenvolvimento de um cérebro maior nos humanos. [Mas o cérebro humano não está diminuindo?]

A equipe de Gill Bejerano identificou 510 sequências de DNA ausentes no homem, mas amplamente conservadas entre os chimpanzés e outras espécies. Trata-se, essencialmente, de DNA que não fornece o programa de síntese de uma proteína. Esse DNA perdido servia para controlar a expressão de genes próximos envolvidos nos sinais hormonais e nas funções do cérebro.

A perda de pequenas sequências regulatórias, mais do que os genes que elas controlam, pode acarretar mudanças muito sutis. “A maior parte, não a totalidade, dessas regiões está igualmente ausente no genoma do Neandertal, o que indica que essas supressões de DNA aconteceram há mais de 500 mil anos” [segundo a cronologia evolucionista], precisa David Kingsley, um dos autores do estudo.

(UOL)

Nota: A pesquisa parte do pressuposto darwinista de que seres humanos e chimpanzés seriam parentes. Depois os pesquisadores perceberam que no homem falta um bloco não codificante do DNA presente no chimpanzé e interpretam, fazendo uso de pressupostos evolucionistas, que o ser humano perdeu esse gene. E se a interpretação dos fatos fosse outra? O ser humano pode ter sido criado qualitativamente superior/diferente dos demais animais. No ser humano, o sexo não depende de cio e não existe simplesmente para disseminar o “gene egoísta” por aí. Diferentemente da concepção darwinista minimalista e animalesca do sexo, segundo a Revelação Bíblica, o ato sexual é a união sublime entre homem e mulher (que se tornam “uma só carne”, nesse momento), não necessariamente apenas para procriar. Talvez resida aí o motivo para o fato de o sexo entre humanos ser mais prolongado e prazeroso para ambos os gêneros. Além disso, o volume de informações resultantes do sequenciamento genético de diferentes espécies tem revelado aos cientistas que muito pouco se sabe sobre a relação genótipo-fenótipo. Isso implica que ainda que seres humanos tivessem tal gene em seu DNA, não significa que expressariam o mesmo fenótipo, ou seja, não significa que teriam o pênis com protuberâncias como no chimpanzé! Mais um detalhe: ao que tudo indica, nova informação genética não surge do nada (sendo esse um dos grandes problemas para a origem da vida segundo a visão naturalista). O contrário disso ocorre, ou seja, perda de informação. Se ao longo dos supostos milhões de anos de existência a vida vem perdendo sequências do DNA (como essa que supostamente teria dado origem ao pênis liso humano), como explicar que ainda estejamos aqui com tantas perdas sucessivas?[MB]