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sexta-feira, novembro 04, 2011
quinta-feira, novembro 03, 2011
Thor: uma paródia do Filho de Deus
A encarnação de Jesus Cristo é a mais linda, profunda e significativa história de todos os tempos, afinal, trata-se da saga do Deus que Se fez homem para revelar o caráter da Divindade e para morrer em lugar da humanidade devedora, saldando definitivamente essa dívida chamada pecado - história anunciada séculos antes nas profecias messiânicas das Escrituras Hebraicas. O tema é tão vasto e maravilhoso que Ellen White afirma que por toda a eternidade ele será objeto do estudo dos remidos, dos anjos e das raças não caídas. E quanto mais for estudado, mais facetas serão reveladas dessa verdade tremenda. É curioso notar que muitas culturas antigas guardam resquícios dessa história, embora com alguns acréscimos, modificações e (muitas) distorções. Por vários motivos (históricos, arqueológicos, científicos, de fé, etc.), creio que a Bíblia preserva a história verdadeira, com cores vivas, porém, sem os elementos míticos e até absurdos típicos de outras culturas, nas quais há mistura de paganismo, misticismo, crendices e geralmente lendas passadas de pai para filho, segundo a tradição oral.
Uma dessas mitologias, que possivelmente reflita elementos do relato da redenção segundo a Bíblia, é a história do deus do trovão Thor e do reino de Asgard, encontrada na cultura nórdica e popularizada recentemente em filme adaptado dos quadrinhos da Marvel. Thor é filho do “pai de todos”, o deus Odin. O irmão de Thor se chama Loki (na mitologia, Loki é um personagem de origem obscura) e tem inveja do deus do trovão, já que este é que está sendo preparado para ocupar o trono do pai. Loki pode ser considerado um deus dos enganos, pois se vale de artimanhas e ilusionismo para alcançar seus objetivos.
Ocorre que Thor (pelo menos o do filme) se mostra despreparado para o trono. É arrogante e impetuoso. Quando quase envolve Asgard numa guerra sangrenta com os gigantes do gelo, Thor é banido por Odin, sendo enviado sem poderes para a Terra, onde aprende a se sacrificar pelos outros, adquirindo a dignidade necessária para voltar a empunhar seu martelo mágico Mjolnir e a receber de volta seus poderes de deus.
A despeito das divergências entre as histórias bíblica e nórdica, as semelhanças saltam à vista. Loki passa a odiar o irmão e inicia uma rebelião, traindo Odin. Thor é enviado à Terra sem poderes e volta para Asgard, depois de cumprir sua missão aqui. No fim dos tempos, Odin conduzirá os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarök. Durante essa batalha, Thor matará e será morto pela cria de Loki, Jörmungandr, uma serpente tão grande que envolve a Terra.
Segundo o filme, muito tempo atrás, os asgardianos vieram à Terra libertá-la dos ataques dos gigantes do gelo. Por isso os nórdicos passaram a considerar essa raça poderosa como deuses (numa sugestão de que, na verdade, o povo de Asgard seria extraterrestre, como tanto interesse a Hollywood atualmente).
Para mim, duas conclusões são possíveis, levando-se em conta as semelhanças e diferenças entre as histórias: (1) a história verdadeira da rebelião no Céu entre Lúcifer e o filho de Deus, Jesus (ou Miguel), encontra eco em diversas culturas, assim como ocorre também com os relatos da criação e do dilúvio; no entanto, à semelhança do que acontece na brincadeira do telefone sem fio, a transmissão desse relato de geração para geração e de povo para povo acabou promovendo distorções e incorporando acréscimos, processo típico da mitologização de histórias; (2) o inimigo de Deus tem grande interesse em disseminar mitologias que se assemelhem ao relato bíblico, pois, assim, leva as pessoas a considerar o relato escriturístico (preservado em papel e tinta numa língua sempre conhecida e inalterada) também um mito.
Thor: paródia ou resquício da história do Filho de Deus? Talvez ambas as coisas.
Michelson Borges
Leia também: "Jesus Cristo: um plágio?", "Que deus está vindo?" e "Deuses e super-heróis"
Curiosidade: Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday, ou Thor’s day; o mesmo aconteceu entre os escandinavos, que chamaram a quinta-feira de Torsdag, e no idioma alemão, em que a quinta-feira se chama Donnerstag (donner = trovão; tag = dia).
Uma dessas mitologias, que possivelmente reflita elementos do relato da redenção segundo a Bíblia, é a história do deus do trovão Thor e do reino de Asgard, encontrada na cultura nórdica e popularizada recentemente em filme adaptado dos quadrinhos da Marvel. Thor é filho do “pai de todos”, o deus Odin. O irmão de Thor se chama Loki (na mitologia, Loki é um personagem de origem obscura) e tem inveja do deus do trovão, já que este é que está sendo preparado para ocupar o trono do pai. Loki pode ser considerado um deus dos enganos, pois se vale de artimanhas e ilusionismo para alcançar seus objetivos.
Ocorre que Thor (pelo menos o do filme) se mostra despreparado para o trono. É arrogante e impetuoso. Quando quase envolve Asgard numa guerra sangrenta com os gigantes do gelo, Thor é banido por Odin, sendo enviado sem poderes para a Terra, onde aprende a se sacrificar pelos outros, adquirindo a dignidade necessária para voltar a empunhar seu martelo mágico Mjolnir e a receber de volta seus poderes de deus.
A despeito das divergências entre as histórias bíblica e nórdica, as semelhanças saltam à vista. Loki passa a odiar o irmão e inicia uma rebelião, traindo Odin. Thor é enviado à Terra sem poderes e volta para Asgard, depois de cumprir sua missão aqui. No fim dos tempos, Odin conduzirá os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarök. Durante essa batalha, Thor matará e será morto pela cria de Loki, Jörmungandr, uma serpente tão grande que envolve a Terra.
Segundo o filme, muito tempo atrás, os asgardianos vieram à Terra libertá-la dos ataques dos gigantes do gelo. Por isso os nórdicos passaram a considerar essa raça poderosa como deuses (numa sugestão de que, na verdade, o povo de Asgard seria extraterrestre, como tanto interesse a Hollywood atualmente).
Para mim, duas conclusões são possíveis, levando-se em conta as semelhanças e diferenças entre as histórias: (1) a história verdadeira da rebelião no Céu entre Lúcifer e o filho de Deus, Jesus (ou Miguel), encontra eco em diversas culturas, assim como ocorre também com os relatos da criação e do dilúvio; no entanto, à semelhança do que acontece na brincadeira do telefone sem fio, a transmissão desse relato de geração para geração e de povo para povo acabou promovendo distorções e incorporando acréscimos, processo típico da mitologização de histórias; (2) o inimigo de Deus tem grande interesse em disseminar mitologias que se assemelhem ao relato bíblico, pois, assim, leva as pessoas a considerar o relato escriturístico (preservado em papel e tinta numa língua sempre conhecida e inalterada) também um mito.
Thor: paródia ou resquício da história do Filho de Deus? Talvez ambas as coisas.
Michelson Borges
Leia também: "Jesus Cristo: um plágio?", "Que deus está vindo?" e "Deuses e super-heróis"
Curiosidade: Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday, ou Thor’s day; o mesmo aconteceu entre os escandinavos, que chamaram a quinta-feira de Torsdag, e no idioma alemão, em que a quinta-feira se chama Donnerstag (donner = trovão; tag = dia).
Depois dos bruxos, vampiros e anjos, vêm aí os zumbis
quinta-feira, novembro 03, 2011
espiritualismo, mídia
Durante o American Film Market, a Summit divulgou a primeira imagem de Sangue Quente (Warm Bodies), a adaptação ao cinema do livro de Isaac Marion que combina romance e zumbis. Veja foto ao lado, Teresa Palmer agarrada no “zumbi galã” vivido por Nicholas Hoult. A história se passa num cenário pós-apocalíptico e segue um zumbi chamado R (Hoult) em crise existencial, que faz uma amizade improvável com uma humana, a namorada (Palmer) de uma de suas vítimas. O envolvimento dos dois acaba despertando uma reação em cadeia que causa uma transformação nele e nos outros desmortos. [...] O livro Sangue Quente foi lançado no Brasil pela editora LeYa. O filme chega aos cinemas dos EUA em agosto de 2012.
(Omelete)
Nota: O leitor Thiago Souza Ravani destacou o seguinte: “O interessante é o comentário a seguir, que se encontra no site: ‘Newton (02/11/2011) - Não vejo a hora d lançarem um filme em que o Curupira se apaixona pela filha de um produtor de soja. Tendência do cinema: romantizar tds as criaturas malignas!’” Claro que há uma intencionalidade por trás dessas produções. Aos poucos, seres que causavam pavor em gerações passadas (quando eu era criança, morria de medo de ouvir palavras como “bruxa” e “vampiro”) vão se tornando “simpáticos” para a geração atual. Leitores, fãs e telespectadores estão torcendo por seres que anteriormente eram os vilões nas histórias. Talvez sem perceber (não sei...), autores e produtores estão contribuindo para o preparo do cenário de algo bem maior e para a aceitação do inaceitável.[MB]
(Omelete)
Nota: O leitor Thiago Souza Ravani destacou o seguinte: “O interessante é o comentário a seguir, que se encontra no site: ‘Newton (02/11/2011) - Não vejo a hora d lançarem um filme em que o Curupira se apaixona pela filha de um produtor de soja. Tendência do cinema: romantizar tds as criaturas malignas!’” Claro que há uma intencionalidade por trás dessas produções. Aos poucos, seres que causavam pavor em gerações passadas (quando eu era criança, morria de medo de ouvir palavras como “bruxa” e “vampiro”) vão se tornando “simpáticos” para a geração atual. Leitores, fãs e telespectadores estão torcendo por seres que anteriormente eram os vilões nas histórias. Talvez sem perceber (não sei...), autores e produtores estão contribuindo para o preparo do cenário de algo bem maior e para a aceitação do inaceitável.[MB]
Beber moderadamente aumenta risco de câncer de mama
quinta-feira, novembro 03, 2011
comportamento, saúde
As mulheres que bebem, mesmo moderadamente, têm maior risco de sofrer de câncer de mama que as demais, revela um estudo realizado nos Estados Unidos. Mulheres que consomem entre três e seis copos de bebida alcoólica por semana têm 15% mais risco de desenvolver câncer de mama que as abstêmias, afirma a pesquisa realizada pelas escolas de medicina de Brigham e de Harvard e pelo Women’s Hospital. As mulheres que consomem em média dois copos diários de álcool têm 51% mais risco de desenvolver câncer, revela o estudo, publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA). A pesquisa envolveu 105.986 mulheres, que responderam a uma bateria de perguntas sobre sua saúde e consumo de álcool entre 1980 e 2008. O resultado apresenta um dilema para as pessoas que consomem pequenas doses diárias de álcool, como um copo de vinho, para cuidar do coração. Os autores do estudo destacam que a razão do aumento do risco de câncer de mama entre as mulheres que bebem permanece desconhecida, mas acreditam que há relação com o aumento dos hormônios sexuais nas que consomem bebidas alcóolicas.
(BOL Notícias)
Nota: Vale a pena, por causa dos benefícios ao coração, se expor a tantos outros malefícios? Infelizmente, é o que o marketing multimilionário das empresas produtoras de bebidas alcoólicas tenta nos fazer crer. Detalhe: o benefício para o coração atribuído ao vinho, na verdade, está presente na uva. Portanto, coma uvas e beba suco do uva. Esses não têm contraindicação.[MB]
(BOL Notícias)
Nota: Vale a pena, por causa dos benefícios ao coração, se expor a tantos outros malefícios? Infelizmente, é o que o marketing multimilionário das empresas produtoras de bebidas alcoólicas tenta nos fazer crer. Detalhe: o benefício para o coração atribuído ao vinho, na verdade, está presente na uva. Portanto, coma uvas e beba suco do uva. Esses não têm contraindicação.[MB]
quarta-feira, novembro 02, 2011
Abduções alienígenas são construções da mente
quarta-feira, novembro 02, 2011
Pesquisadores americanos acreditam ter desenvolvido o primeiro experimento no mundo que prova que as experiências de abduções alienígenas e encontros com extraterrestres podem ser criadas pela mente, e não acontecimentos reais. Estudiosos do Centro de Pesquisa de Experiência Extracorpórea, em Los Angeles, recrutaram pessoas para um experimento. Os pesquisadores pediram a elas que, após acordarem ou se tornarem lúcidas durante a noite, fizessem uma série de tarefas mentais que poderiam levá-las a vivenciar experiências extracorpóreas – como encontros com alienígenas. Os participantes tinham que tentar separar eles mesmos dos seus corpos todas as vezes em que eles ficassem semidespertos ou lúcidos. Se eles conseguissem sonhar que estavam fora de seus corpos durante o sono, os participantes deviam então procurar por alienígenas presentes em suas casas.
Algumas pessoas conseguiram atingir esse estágio na primeira tentativa, enquanto outras levaram mais tempo. Alguns participantes conseguiram se separar dos seus corpos, mas tiveram medo demais para saírem em busca de extraterrestres.
Os resultados da análise do experimento mostraram que mais da metade dos participantes teve pelo menos uma experiência extracorpórea completa ou parcial. Sete dessas pessoas foram capazes de estabelecer contato com OVNIs (objetos voadores não identificados) e extraterrestres durante o sono.
“Quando as pessoas vivenciam abduções alienígenas durante a noite, elas normalmente não sabem que na verdade estão em sono REM e tendo uma experiência extracorpórea”, explica o pesquisador Michael Raduga. “É muito realista e as pessoas não conseguem entender como isso acontece. [Nosso estudo] mostra que não é sobre alienígenas, é sobre habilidades humanas, e isso pode acontecer com quase todo mundo.”
(Live Science, 26 de outubro de 2011)
Nota: “Habilidades humanas”... Bem, isso pode ser, sem dúvida, uma das causas/explicações. Ainda mais quando se sabe que cientistas já conseguiram até mesmo induzir a experiência “extracorpórea”. Mas existe perigo também em se considerar todos esses fenômenos como charlatanice ou pensar que todos podem ser cientificamente explicados. O inimigo de Deus certamente tem interesse em propagar, por meio dessas experiências, a ideia de que existe vida imediata após a morte e que o ser humano teria dentro de si uma alma ou espírito que poderia viver independentemente do corpo. Essa ideia é pagã, mas foi aos poucos assimilada pela cultura ocidental (especialmente graças ao espiritismo), com uma ajudinha das filosofias orientais. Extraterrestres existem? Sim (confira aqui), mas não são o que as pessoas geralmente pensam que são.[MB]
Leia também: “Ator confirma relação entre espiritismo e ufologia”
Algumas pessoas conseguiram atingir esse estágio na primeira tentativa, enquanto outras levaram mais tempo. Alguns participantes conseguiram se separar dos seus corpos, mas tiveram medo demais para saírem em busca de extraterrestres.
Os resultados da análise do experimento mostraram que mais da metade dos participantes teve pelo menos uma experiência extracorpórea completa ou parcial. Sete dessas pessoas foram capazes de estabelecer contato com OVNIs (objetos voadores não identificados) e extraterrestres durante o sono.
“Quando as pessoas vivenciam abduções alienígenas durante a noite, elas normalmente não sabem que na verdade estão em sono REM e tendo uma experiência extracorpórea”, explica o pesquisador Michael Raduga. “É muito realista e as pessoas não conseguem entender como isso acontece. [Nosso estudo] mostra que não é sobre alienígenas, é sobre habilidades humanas, e isso pode acontecer com quase todo mundo.”
(Live Science, 26 de outubro de 2011)
Nota: “Habilidades humanas”... Bem, isso pode ser, sem dúvida, uma das causas/explicações. Ainda mais quando se sabe que cientistas já conseguiram até mesmo induzir a experiência “extracorpórea”. Mas existe perigo também em se considerar todos esses fenômenos como charlatanice ou pensar que todos podem ser cientificamente explicados. O inimigo de Deus certamente tem interesse em propagar, por meio dessas experiências, a ideia de que existe vida imediata após a morte e que o ser humano teria dentro de si uma alma ou espírito que poderia viver independentemente do corpo. Essa ideia é pagã, mas foi aos poucos assimilada pela cultura ocidental (especialmente graças ao espiritismo), com uma ajudinha das filosofias orientais. Extraterrestres existem? Sim (confira aqui), mas não são o que as pessoas geralmente pensam que são.[MB]
Leia também: “Ator confirma relação entre espiritismo e ufologia”
Mudanças climáticas e o aumento das catástrofes
quarta-feira, novembro 02, 2011
ECOmenismo, meio ambiente, profecia
Seca, inundações, ciclones e incêndios: os desastres climáticos estão mais frequentes e intensos com o aquecimento global provocado por atividades humanas [sic]. A tendência é que esta situação se agrave, alerta um relatório da ONU sobre o clima. Claro que o impacto do aquecimento climático sobre os eventos depende de sua natureza e de sua distribuição, muito desigual, entre as diferentes regiões do mundo. Além disso, o nível de certeza das previsões formuladas por especialistas varia com a quantidade e a qualidade dos dados disponíveis. Mas os centenas de cientistas que redigiram este relatório para o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) são contundentes: os eventos climáticos extremos serão, no geral, mais graves e mais frequentes nas próximas décadas, um risco a mais para a maior parte dos habitantes de nosso planeta.
“Este é o maior esforço já realizado para avaliar o modo como as catástrofes estão mudando”, afirmou Neville Nicholls, professor da Universidade Monash de Melbourne e coordenador de um dos capítulos desse relatório, que deve ser revisado pela ONU durante a reunião em Kampala, antes da publicação, programada para o dia 18 de novembro. Essa publicação coincide com uma série de catástrofes naturais devastadoras que suscitaram muitas interrogações e inquietações.
Em 2010, temperaturas recordes favoreceram incêndios que destruíram florestas da Sibéria, enquanto o Paquistão e a Índia sofreram com inundações sem precedentes. Neste ano, os Estados Unidos registraram um número recorde de desastres, desde o transbordamento do Mississippi e do Missouri até o furacão Irene, passando pela seca terrível que afeta atualmente o Texas. Na China, regiões inteiras sofrem com secas intensas, enquanto chuvas devastam a América Central e a Tailândia.
Trata-se apenas de anormalidades climáticas momentâneas ou são consequências, profundas e duráveis, do aquecimento global? A maior parte desses eventos é consequência do aquecimento climático produzido por ação humana [sic]: aumento das temperaturas, do teor de água na atmosfera e da temperatura dos oceanos, segundo o relatório. Todos eles são fatores propícios para agravar e provocar eventos climáticos extremos.
De acordo com o relatório, apoiado em centenas de estudos publicados nos últimos anos, é quase certo que, de 99% a 100%, a frequência e a magnitude dos recordes diários de calor vai aumentar em escala planetária neste século 21. E é também muito provável (90% a 100%) que a duração, a frequência e a intensidade das ondas de calor continuarão a aumentar em quase todas as regiões. Os picos de temperatura vão provavelmente (66% a 100% de certeza) aumentar em relação ao fim do século 20, até 3°C em 2050 e 5°C até 2100.
Muitas áreas, particularmente os trópicos e as latitudes elevadas, vão enfrentar chuvas e neves mais intensas. Paralelamente as secas vão se agravar em outros pontos do globo, em especial no Mediterrâneo, na Europa Central, na América do Norte, no nordeste do Brasil e na África austral.
O aumento do nível dos mares e da temperatura das águas vai provocar ciclones mais destrutivos, enquanto o derretimento das geleiras e do permafrost, combinada com mais precipitações, poderá provocar mais deslizamentos, diz o IPCC.
(Veja)
Nota: Ninguém nega que as catástrofes climáticas e geológicas estejam aumentado em anos recentes. O fator discutível é o papel humano nisso tudo. Sem dúvida que as atividades poluidoras do ser humano podem contribuir (e provavelmente estejam contribuindo) para o aquecimento, mas certamente não constituem o maior problema. Segundo pesquisas de astrônomos, a atividade solar se constitui no maior fator de aquecimento da Terra. A quem interessa colocar toda a culpa no ser humano? Que interesses estão por trás dessa engenharia social? Pesquise sobre ECOmenismo aqui no blog. De qualquer forma, independentemente de qual ou quais sejam as causas diretas dessas catástrofes, uma coisa é certa: elas cumprem as profecias. Confira: [MB]
“Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas” (Ellen White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 946).
“Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Ellen White, Profetas e Reis, p. 277).
Leia também: "México faz apelo a EUA e China sobre acordo climático"
“Este é o maior esforço já realizado para avaliar o modo como as catástrofes estão mudando”, afirmou Neville Nicholls, professor da Universidade Monash de Melbourne e coordenador de um dos capítulos desse relatório, que deve ser revisado pela ONU durante a reunião em Kampala, antes da publicação, programada para o dia 18 de novembro. Essa publicação coincide com uma série de catástrofes naturais devastadoras que suscitaram muitas interrogações e inquietações.
Em 2010, temperaturas recordes favoreceram incêndios que destruíram florestas da Sibéria, enquanto o Paquistão e a Índia sofreram com inundações sem precedentes. Neste ano, os Estados Unidos registraram um número recorde de desastres, desde o transbordamento do Mississippi e do Missouri até o furacão Irene, passando pela seca terrível que afeta atualmente o Texas. Na China, regiões inteiras sofrem com secas intensas, enquanto chuvas devastam a América Central e a Tailândia.
Trata-se apenas de anormalidades climáticas momentâneas ou são consequências, profundas e duráveis, do aquecimento global? A maior parte desses eventos é consequência do aquecimento climático produzido por ação humana [sic]: aumento das temperaturas, do teor de água na atmosfera e da temperatura dos oceanos, segundo o relatório. Todos eles são fatores propícios para agravar e provocar eventos climáticos extremos.
De acordo com o relatório, apoiado em centenas de estudos publicados nos últimos anos, é quase certo que, de 99% a 100%, a frequência e a magnitude dos recordes diários de calor vai aumentar em escala planetária neste século 21. E é também muito provável (90% a 100%) que a duração, a frequência e a intensidade das ondas de calor continuarão a aumentar em quase todas as regiões. Os picos de temperatura vão provavelmente (66% a 100% de certeza) aumentar em relação ao fim do século 20, até 3°C em 2050 e 5°C até 2100.
Muitas áreas, particularmente os trópicos e as latitudes elevadas, vão enfrentar chuvas e neves mais intensas. Paralelamente as secas vão se agravar em outros pontos do globo, em especial no Mediterrâneo, na Europa Central, na América do Norte, no nordeste do Brasil e na África austral.
O aumento do nível dos mares e da temperatura das águas vai provocar ciclones mais destrutivos, enquanto o derretimento das geleiras e do permafrost, combinada com mais precipitações, poderá provocar mais deslizamentos, diz o IPCC.
(Veja)
Nota: Ninguém nega que as catástrofes climáticas e geológicas estejam aumentado em anos recentes. O fator discutível é o papel humano nisso tudo. Sem dúvida que as atividades poluidoras do ser humano podem contribuir (e provavelmente estejam contribuindo) para o aquecimento, mas certamente não constituem o maior problema. Segundo pesquisas de astrônomos, a atividade solar se constitui no maior fator de aquecimento da Terra. A quem interessa colocar toda a culpa no ser humano? Que interesses estão por trás dessa engenharia social? Pesquise sobre ECOmenismo aqui no blog. De qualquer forma, independentemente de qual ou quais sejam as causas diretas dessas catástrofes, uma coisa é certa: elas cumprem as profecias. Confira: [MB]
“Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas” (Ellen White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 946).
“Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Ellen White, Profetas e Reis, p. 277).
Leia também: "México faz apelo a EUA e China sobre acordo climático"
Como proteger seus filhos na internet
quarta-feira, novembro 02, 2011
crianças, dica de leitura, tecnologia
Você sabe por onde seus filhos navegam na internet? Você sabe como saber por onde seus filhos navegam na internet? E sabe como orientá-los para navegar na internet? Se sua resposta foi “não” a pelo menos uma das três perguntas, você não pode deixar de ler Como Proteger Seus Filhos na Internet (Editora Novo Conceito, 246 páginas). E mesmo que sua resposta tenha sido “sim”, ainda vale a pena ler. O autor, Gregory S. Smith, é vice-presidente e diretor executivo de informação do Departamento de TI da World Wildlife Fund, em Washington, DC, e professor-adjunto nos programas de pós-graduação em negócios e educação na School of Professional Studies, na Johns Hopkins University. Além disso, é especialista na área da tecnologia e pai de dois filhos adolescentes. Resumindo: ele é a pessoa certa para escrever o que escreveu.
Para Smith, deixar a criança diante de um computador com acesso à internet, sem qualquer tipo de monitoração, é a mesma coisa que colocá-la numa esquina e não ficar vendo o que acontece. Em seu livro, ele apresenta os riscos da internet, inclui detalhes de tragédias recentes do mundo real (inclusive um diálogo explícito mantido entre um predador sexual e uma adolescente, o que torna a leitura não recomendável para crianças) e revela alguns segredos das atividades on-line.
Smith começa chamando a atenção dos pais: “Não tenha medo de ser pai/mãe. Alguns pais com quem conversei estão mais interessados em ser o melhor amigo dos filhos. Às vezes, é importante desempenhar os dois papeis, mas os pais nunca deveriam se esquecer do fato de que têm a obrigação e a responsabilidade de agir como pais e de proteger seus filhos” (p. 22). Em alguns momentos, o livro se torna até técnico, mas o autor justifica essa necessidade pelo fato de que, “quando os jovens atingem a idade dos 14 ou 15 anos, já terão ultrapassado completamente seus pais no que diz respeito ao conhecimento de informática e internet. Se não forem monitoradas, essas crianças podem entrar em confusão, quer queiram, quer não. Os pais têm a obrigação e o direito de criar, educar e proteger seus filhos contra os riscos associados à internet” (p. 70). E para protegê-los, precisam estar bem informados.
Smith descreve programas de monitoração, dá dicas de utilização e afirma, sobretudo, que o melhor caminho é conversar abertamente com os filhos sobre os riscos associados à internet, firmando com eles, inclusive, um contrato de uso dos equipamentos com os quais navegam na rede (computadores, PDAs e celulares – aliás, segundo ele, nenhuma criança deveria ter celular com acesso à internet).
No último capítulo, o autor defende a ideia de que “ser pai ou mãe significa fazer a correta mescla de amor, aprendizado, instrução e firmeza”. Imagino que amor você já tenha de sobra. Mas se precisa de informação para aplicar os outros elementos da mescla, Como Proteger Seus Filhos na Internet certamente poderá ajudá-lo(a).
Michelson Borges
Leia também: “Pescadores ou pescados”
Para Smith, deixar a criança diante de um computador com acesso à internet, sem qualquer tipo de monitoração, é a mesma coisa que colocá-la numa esquina e não ficar vendo o que acontece. Em seu livro, ele apresenta os riscos da internet, inclui detalhes de tragédias recentes do mundo real (inclusive um diálogo explícito mantido entre um predador sexual e uma adolescente, o que torna a leitura não recomendável para crianças) e revela alguns segredos das atividades on-line.
Smith começa chamando a atenção dos pais: “Não tenha medo de ser pai/mãe. Alguns pais com quem conversei estão mais interessados em ser o melhor amigo dos filhos. Às vezes, é importante desempenhar os dois papeis, mas os pais nunca deveriam se esquecer do fato de que têm a obrigação e a responsabilidade de agir como pais e de proteger seus filhos” (p. 22). Em alguns momentos, o livro se torna até técnico, mas o autor justifica essa necessidade pelo fato de que, “quando os jovens atingem a idade dos 14 ou 15 anos, já terão ultrapassado completamente seus pais no que diz respeito ao conhecimento de informática e internet. Se não forem monitoradas, essas crianças podem entrar em confusão, quer queiram, quer não. Os pais têm a obrigação e o direito de criar, educar e proteger seus filhos contra os riscos associados à internet” (p. 70). E para protegê-los, precisam estar bem informados.
Smith descreve programas de monitoração, dá dicas de utilização e afirma, sobretudo, que o melhor caminho é conversar abertamente com os filhos sobre os riscos associados à internet, firmando com eles, inclusive, um contrato de uso dos equipamentos com os quais navegam na rede (computadores, PDAs e celulares – aliás, segundo ele, nenhuma criança deveria ter celular com acesso à internet).
No último capítulo, o autor defende a ideia de que “ser pai ou mãe significa fazer a correta mescla de amor, aprendizado, instrução e firmeza”. Imagino que amor você já tenha de sobra. Mas se precisa de informação para aplicar os outros elementos da mescla, Como Proteger Seus Filhos na Internet certamente poderá ajudá-lo(a).
Michelson Borges
Leia também: “Pescadores ou pescados”
terça-feira, novembro 01, 2011
Dilúvio: águas de cima e de baixo
terça-feira, novembro 01, 2011
dilúvio
Cientistas encontraram embaixo da Ásia oriental uma reserva de água do tamanho do Oceano Ártico (clique aqui para conferir). Outras evidências de grandes massas de água subterrâneas já foram descobertas no passado (confira). A descoberta do sismólogo
Michael Wysession, da Washington University, em St. Louis, e de um aluno dele, Jesse Lawrence, será publicada em detalhes pela American Geophysical Union. O livro bíblico de Gênesis (7:11) afirma que “no ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram”. A descoberta de Wysession, Lawrence e outros parece explicar a água proveniente do “grande abismo”. Mas o que dizer das “janelas do céu”? Alguns criacionistas teorizam que havia um dossel atmosférico de vapor d’água que teria condensado e se precipitado sobre a Terra. Mas seria possível adicionar outro elemento a essa inundação que veio do alto: os meteoritos.
“Cometas podem carregar muita água e o impacto de um em nosso planeta pode ter trazido uma grande quantidade, mas não toda ela, dizem especialistas” (fonte). Assim, uma intensa chuva de meteoritos (e há muitas evidências desse grande bombardeamento aqui, na Lua e em outros planetas, como Marte) poderia adicionar grandes quantidades de água, aumentando a inundação que cobriu todos os montes “que havia debaixo de todo o céu” (Gênesis 7:19; e é bom lembrar que, antes da tectonia de placas e do vulcanismo, os montes não eram tão altos como hoje). Além disso, o impacto dos meteoritos poderia causar megatsunamis e mesmo romper a crosta terrestre, liberando imensas quantidades de lava (também há muitas evidências desses imensos derrames) e água sob pressão (as fontes do abismo).
Curiosamente, os cientistas (darwinistas/naturalistas) aceitam a possibilidade de ter havido um dilúvio em Marte (os meteoritos cheios d’água poderiam explicar isso lá também), embora a água pareça ter desparecido do planeta vermelho. Mas se negam a aceitar a ocorrência do dilúvio aqui na Terra. Por quê? Seria por que essa história é mais bem descrita num livro antigo chamado Bíblia, rejeitado como fonte de informações científicas? Seria bom que eles soubessem que a Bíblia não contradiz as observações geológicas.[MB]
Leia também: “Inner Earth May Hold More Water Than the Seas” e "A participação dos cometas na grande inundação"
Michael Wysession, da Washington University, em St. Louis, e de um aluno dele, Jesse Lawrence, será publicada em detalhes pela American Geophysical Union. O livro bíblico de Gênesis (7:11) afirma que “no ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia, se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram”. A descoberta de Wysession, Lawrence e outros parece explicar a água proveniente do “grande abismo”. Mas o que dizer das “janelas do céu”? Alguns criacionistas teorizam que havia um dossel atmosférico de vapor d’água que teria condensado e se precipitado sobre a Terra. Mas seria possível adicionar outro elemento a essa inundação que veio do alto: os meteoritos.
“Cometas podem carregar muita água e o impacto de um em nosso planeta pode ter trazido uma grande quantidade, mas não toda ela, dizem especialistas” (fonte). Assim, uma intensa chuva de meteoritos (e há muitas evidências desse grande bombardeamento aqui, na Lua e em outros planetas, como Marte) poderia adicionar grandes quantidades de água, aumentando a inundação que cobriu todos os montes “que havia debaixo de todo o céu” (Gênesis 7:19; e é bom lembrar que, antes da tectonia de placas e do vulcanismo, os montes não eram tão altos como hoje). Além disso, o impacto dos meteoritos poderia causar megatsunamis e mesmo romper a crosta terrestre, liberando imensas quantidades de lava (também há muitas evidências desses imensos derrames) e água sob pressão (as fontes do abismo).
Curiosamente, os cientistas (darwinistas/naturalistas) aceitam a possibilidade de ter havido um dilúvio em Marte (os meteoritos cheios d’água poderiam explicar isso lá também), embora a água pareça ter desparecido do planeta vermelho. Mas se negam a aceitar a ocorrência do dilúvio aqui na Terra. Por quê? Seria por que essa história é mais bem descrita num livro antigo chamado Bíblia, rejeitado como fonte de informações científicas? Seria bom que eles soubessem que a Bíblia não contradiz as observações geológicas.[MB]
Leia também: “Inner Earth May Hold More Water Than the Seas” e "A participação dos cometas na grande inundação"
Religião pode afetar a saúde das pessoas
Pesquisadores da Universidade de Rhode Island, nos EUA, deram uma volta pelo país e reuniram mais de 13 mil líderes religiosos, entre pastores, padres e rabinos. Mas não se tratava de nenhum congresso sobre fé ou espiritualidade, e sim de uma pesquisa sobre saúde. O objetivo: descobrir se a religião pode influenciar as pessoas a cuidar melhor do corpo. Cada um dos líderes religiosos respondeu a um questionário sobre os hábitos de vida dos fieis de sua região (tais como frequência de exercícios físicos, alimentação e preocupação com doenças). Em paralelo, todos os 13 mil voluntários tiveram medidos seu IMC (Índice de Massa Corporal) e outros indicadores de saúde. O resultado mostrou que existe, de fato, relação entre as duas coisas. Quanto mais saudável o guia religioso, em linhas gerais, mais saudável era a comunidade para quem ele ministrava a palavra. E isso está relacionado com vários fatores; desde a preocupação do templo em incentivar que a população frequente o médico até o tipo de comida servido em cerimônias e piqueniques das congregações.
Os pesquisadores explicaram que o estudo foi focado em templos religiosos devido a um fator sociológico: mais de 40% dos americanos frequentam alguma espécie de templo, no mínimo uma vez por semana. Dessa forma, como defendem os pesquisadores, não seria de se surpreender que os indicadores tivessem relação um com o outro.
O que faz diferença, conforme apuraram os pesquisadores, são as atividades sociais que a igreja promove. Os templos Luteranos e Metodistas, que foram considerados os mais saudáveis, chegam a promover atividades esportivas para os fieis. A qualidade de vida de cada religioso, em geral, foi proporcional à preocupação que os grupos religiosos dedicam à saúde.
(Hypescience)
Os pesquisadores explicaram que o estudo foi focado em templos religiosos devido a um fator sociológico: mais de 40% dos americanos frequentam alguma espécie de templo, no mínimo uma vez por semana. Dessa forma, como defendem os pesquisadores, não seria de se surpreender que os indicadores tivessem relação um com o outro.
O que faz diferença, conforme apuraram os pesquisadores, são as atividades sociais que a igreja promove. Os templos Luteranos e Metodistas, que foram considerados os mais saudáveis, chegam a promover atividades esportivas para os fieis. A qualidade de vida de cada religioso, em geral, foi proporcional à preocupação que os grupos religiosos dedicam à saúde.
(Hypescience)
segunda-feira, outubro 31, 2011
Física de partículas a oito mil metros
segunda-feira, outubro 31, 2011
física, testemunho
Sempre que viajo de avião peço a Deus que me possibilite conversar com alguém e falar da minha esperança. É o tipo de oração que Ele nunca deixa de atender, se estivermos mesmo dispostos a aceitar o desafio. Mas, às vezes, ela é atendida de maneiras estranhas e surpreendentes. Aconteceu comigo no último fim de semana, quando ia para Lavras participar de um encontro de universitários na Faculdade Adventista de Minas Gerais (Fadminas). Meu voo saindo do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, estava previsto para as 14h40. Mas, por motivos desconhecidos, atrasou quase duas horas. Além disso, encaixaram uma conexão não prevista em Juiz de Fora, MG. Claro que fiquei um pouco chateado, afinal, em lugar de chegar ao meu destino no fim da tarde e poder descansar e rever minhas palestras, chegaria a Lavras bem mais tarde. Mas o que aconteceu exatamente depois da conexão deixou claro, para mim, o motivo daquela mudança de planos humanos.
Em Juiz de Fora, depois de um atraso de mais 40 minutos durante os quais técnicos tentaram consertar o ar condicionado do avião (sofremos muito com o calor até ali; ironicamente, a temperatura externa àquela altura de oito mil metros estava em menos 18 ºC, segundo o piloto), voltei a entrar na aeronave e me sentei na última poltrona. O lugar ao meu lado estava vazio e logo foi ocupado por uma moça. Quando a comissária lhe entregou um papel dizendo que haviam conseguido um voo para Joinville, SC, resolvi puxar assunto. Perguntei: “Você é de Joinville?” Ela então me disse que não, mas que leciona no campus joinvilense da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Quando perguntei para que curso, fiquei sabendo que ela é doutora em física de partículas pela USP. Oba! O prato estava cheio para mim!
Conversamos sobre o LHC, a teoria das supercordas, a possibilidade de reformulação do modelo padrão (caso não seja encontrado o bóson de Higgs), etc. e etc. Uma conversa muito instrutiva e animada. Quando enveredamos pela física quântica, disse-lhe que me desagrada o fato de muitos oportunistas aproveitarem o relativo desconhecimento geral dessa área da física para misturá-la com argumentação mística desprovida de evidências científicas. Ela concordou comigo. Então comparei isso com o que ocorre na medicina. Embora aparentemente tragam resultados positivos (efeito placebo e/ou outra coisa), práticas como a homeopatia e a acupuntura (as tais terapias alternativas) parecem não ter base científica, sendo mais místicas do que qualquer outra coisa. Ela me olhou meio espantada e disse: “Eu acredito na homeopatia...” E eu comentei: “Isso é meio paradoxal para uma cientista.” “É, é um paradoxo”, ela concordou, ficando alguns instantes em silêncio, talvez pensando naquela contradição.
Respeitei o silêncio dela e depois emendei: “Isso também ocorre com outras áreas, quando a base conceitual ou filosofia que rege a cosmovisão da pessoa não é bem definida. Não que seja esse o seu caso, mas faz pensar, né?”
Lá pelas tantas, quando lhe disse que além de jornalista formado pela UFSC tenho um mestrado em teologia, ela se mostrou admirada (talvez pensasse que estudantes de teologia não se interessam por física de partículas). Falei-lhe também sobre o IAESC, internato adventista localizado próximo a Joinville e que provavelmente fornecerá alguns alunos para o campus dela.
Quando o avião aterrissou em Varginha, de onde eu ainda encararia uma viagem de carro de mais de uma hora até Lavras, despedi-me dela, anotei o título de sua tese para ler depois e dei-lhe um livro de presente (os quais sempre carrego na mochila).
Enquanto descia a escada do avião, pensei que aquela viagem havia sido perfeitamente planejada – por Deus.
Michelson Borges
Leia também: “Filosofia e teologia a mais de 10 mil metros”
Em Juiz de Fora, depois de um atraso de mais 40 minutos durante os quais técnicos tentaram consertar o ar condicionado do avião (sofremos muito com o calor até ali; ironicamente, a temperatura externa àquela altura de oito mil metros estava em menos 18 ºC, segundo o piloto), voltei a entrar na aeronave e me sentei na última poltrona. O lugar ao meu lado estava vazio e logo foi ocupado por uma moça. Quando a comissária lhe entregou um papel dizendo que haviam conseguido um voo para Joinville, SC, resolvi puxar assunto. Perguntei: “Você é de Joinville?” Ela então me disse que não, mas que leciona no campus joinvilense da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Quando perguntei para que curso, fiquei sabendo que ela é doutora em física de partículas pela USP. Oba! O prato estava cheio para mim!
Conversamos sobre o LHC, a teoria das supercordas, a possibilidade de reformulação do modelo padrão (caso não seja encontrado o bóson de Higgs), etc. e etc. Uma conversa muito instrutiva e animada. Quando enveredamos pela física quântica, disse-lhe que me desagrada o fato de muitos oportunistas aproveitarem o relativo desconhecimento geral dessa área da física para misturá-la com argumentação mística desprovida de evidências científicas. Ela concordou comigo. Então comparei isso com o que ocorre na medicina. Embora aparentemente tragam resultados positivos (efeito placebo e/ou outra coisa), práticas como a homeopatia e a acupuntura (as tais terapias alternativas) parecem não ter base científica, sendo mais místicas do que qualquer outra coisa. Ela me olhou meio espantada e disse: “Eu acredito na homeopatia...” E eu comentei: “Isso é meio paradoxal para uma cientista.” “É, é um paradoxo”, ela concordou, ficando alguns instantes em silêncio, talvez pensando naquela contradição.
Respeitei o silêncio dela e depois emendei: “Isso também ocorre com outras áreas, quando a base conceitual ou filosofia que rege a cosmovisão da pessoa não é bem definida. Não que seja esse o seu caso, mas faz pensar, né?”
Lá pelas tantas, quando lhe disse que além de jornalista formado pela UFSC tenho um mestrado em teologia, ela se mostrou admirada (talvez pensasse que estudantes de teologia não se interessam por física de partículas). Falei-lhe também sobre o IAESC, internato adventista localizado próximo a Joinville e que provavelmente fornecerá alguns alunos para o campus dela.
Quando o avião aterrissou em Varginha, de onde eu ainda encararia uma viagem de carro de mais de uma hora até Lavras, despedi-me dela, anotei o título de sua tese para ler depois e dei-lhe um livro de presente (os quais sempre carrego na mochila).
Enquanto descia a escada do avião, pensei que aquela viagem havia sido perfeitamente planejada – por Deus.
Michelson Borges
Leia também: “Filosofia e teologia a mais de 10 mil metros”
Vulcão “inflável” intriga geólogos
No sudoeste da Bolívia, próximo à fronteira com o Chile, existe uma atração natural que tem incitado uma série de debates com geólogos de várias partes do mundo. É o vulcão Uturuncu, uma montanha de seis mil metros de altura encravada no limite da cordilheira dos Andes. E algo inusitado diferencia este de outros vulcões: aparentemente, o Uturuncu está inflando cada vez mais. Ninguém sabe, exatamente, explicar o motivo, mas estimativas indicam que o vulcão boliviano está inflando entre um e dois centímetros por ano, durante os últimos vinte. Geologicamente, trata-se de uma velocidade espantosa. O que foi observado até o momento é uma gradual elevação da área que fica abaixo do vulcão. Um platô de 70 quilômetros de comprimento, sobre o qual o Uturuncu está situado, está subindo seu nível como um balão gigante.
Em busca de respostas mais precisas sobre a origem do fenômeno, pesquisadores da Universidade do Oregon (EUA) estão investigando a fundo esse mistério geológico. O que se pretende descobrir, basicamente, são o passado e o futuro: como e por que o vulcão está inflando dessa maneira, e o que deve acontecer com ele nos próximos anos.
A situação desse vulcão, como explicam pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA), pode ser imaginada da seguinte maneira: pense em um chapéu de festa de aniversário infantil. A base é notoriamente circular, o que contribui para o inchaço, já que qualquer pressão vinda de baixo se distribui de maneira uniforme.
Tal pressão também pode ser medida: os geólogos afirmam que a camada de magma tem crescido na ordem de um metro cúbico por segundo, dez vezes mais do que um vulcão “normal”. Os indícios apontam para uma erupção em breve. Mas isso seria estranho, como explicam os cientistas, porque o Uturuncu está em uma região geologicamente “morta”: os vulcões da área estão inativos há mais de um milhão de anos [segundo a cronologia evolucionista].
Quando esses vulcões entram em erupção, no entanto, o impacto material tende a ser muito maior. O volume de magma dessas montanhas da Bolívia e do Chile, quando elas explodem, tende a ser gigantesco. Em números, cerca de mil vezes superior ao Monte St. Helens, nos EUA, que já destruiu 250 casas ao longo da história. Por essa razão, vulcões como o Uturuncu são chamados de “supervulcões”.
A humanidade, por sorte, nunca presenciou a erupção de um supervulcão [Será que não?]. A última vez em que isso aconteceu, segundo estimativas, foi há 74 mil anos, na Indonésia. Os supervulcões, segundo cálculo dos cientistas, armazenam lava por cerca de 300 mil anos até explodir. A última erupção do Uturuncu, conforme estimativas, aconteceu há 300 mil anos [sic]. Devemos presenciar uma nova supererupção em breve?
Possivelmente, de acordo com os geólogos americanos. Os pesquisadores se dedicam a um intenso monitoramento do vulcão, considerando dados sísmicos, medidas de GPS e variações no terreno. Tudo para determinar quão próximos estamos de um evento natural desse porte.
(Hypescience)
Nota: A quantidade de terremotos e erupções vulcânicas neste ano tem chamado a atenção (ainda que muitos pesquisadores sempre tentem nos convencer da “normalidade” desses eventos e de sua frequência). Quem sabe quando um desses supervulcões explodir, com consequências catastróficas, as pessoas se convençam de que vivemos num planeta frágil e que “toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Romanos 8:22). Além disso, é importante notar como certos eventos geológicos podem ocorrer em tempo bastante curto. Assim como outras montanhas relacionadas com atividades vulcânicas, o Uturuncu tem crescido com velocidade espantosa. Isso significa que, no passado, algum evento de tremenda magnitude (dilúvio global) poderia ter criado cordilheiras inteiras em pouco tempo, o que significa que a configuração atual da superfície da Terra não precisa ter levado milhões ou bilhões de anos para ser formada.[MB]
Leia também: "O supervulcão de Yellowstone" e "Vulcão mais mortal está prestes a entrar em erupção"
Em busca de respostas mais precisas sobre a origem do fenômeno, pesquisadores da Universidade do Oregon (EUA) estão investigando a fundo esse mistério geológico. O que se pretende descobrir, basicamente, são o passado e o futuro: como e por que o vulcão está inflando dessa maneira, e o que deve acontecer com ele nos próximos anos.
A situação desse vulcão, como explicam pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA), pode ser imaginada da seguinte maneira: pense em um chapéu de festa de aniversário infantil. A base é notoriamente circular, o que contribui para o inchaço, já que qualquer pressão vinda de baixo se distribui de maneira uniforme.
Tal pressão também pode ser medida: os geólogos afirmam que a camada de magma tem crescido na ordem de um metro cúbico por segundo, dez vezes mais do que um vulcão “normal”. Os indícios apontam para uma erupção em breve. Mas isso seria estranho, como explicam os cientistas, porque o Uturuncu está em uma região geologicamente “morta”: os vulcões da área estão inativos há mais de um milhão de anos [segundo a cronologia evolucionista].
Quando esses vulcões entram em erupção, no entanto, o impacto material tende a ser muito maior. O volume de magma dessas montanhas da Bolívia e do Chile, quando elas explodem, tende a ser gigantesco. Em números, cerca de mil vezes superior ao Monte St. Helens, nos EUA, que já destruiu 250 casas ao longo da história. Por essa razão, vulcões como o Uturuncu são chamados de “supervulcões”.
A humanidade, por sorte, nunca presenciou a erupção de um supervulcão [Será que não?]. A última vez em que isso aconteceu, segundo estimativas, foi há 74 mil anos, na Indonésia. Os supervulcões, segundo cálculo dos cientistas, armazenam lava por cerca de 300 mil anos até explodir. A última erupção do Uturuncu, conforme estimativas, aconteceu há 300 mil anos [sic]. Devemos presenciar uma nova supererupção em breve?
Possivelmente, de acordo com os geólogos americanos. Os pesquisadores se dedicam a um intenso monitoramento do vulcão, considerando dados sísmicos, medidas de GPS e variações no terreno. Tudo para determinar quão próximos estamos de um evento natural desse porte.
(Hypescience)
Nota: A quantidade de terremotos e erupções vulcânicas neste ano tem chamado a atenção (ainda que muitos pesquisadores sempre tentem nos convencer da “normalidade” desses eventos e de sua frequência). Quem sabe quando um desses supervulcões explodir, com consequências catastróficas, as pessoas se convençam de que vivemos num planeta frágil e que “toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Romanos 8:22). Além disso, é importante notar como certos eventos geológicos podem ocorrer em tempo bastante curto. Assim como outras montanhas relacionadas com atividades vulcânicas, o Uturuncu tem crescido com velocidade espantosa. Isso significa que, no passado, algum evento de tremenda magnitude (dilúvio global) poderia ter criado cordilheiras inteiras em pouco tempo, o que significa que a configuração atual da superfície da Terra não precisa ter levado milhões ou bilhões de anos para ser formada.[MB]
Leia também: "O supervulcão de Yellowstone" e "Vulcão mais mortal está prestes a entrar em erupção"
Bom de Bíblia é destaque na mídia local e estadual
segunda-feira, outubro 31, 2011
adventismo, bíblia, vídeos
Dez perguntas para fazer ao professor de Biologia
segunda-feira, outubro 31, 2011
biologia, criacionismo, design inteligente
Se soubermos fazer as perguntas certas, os darwinistas revelarão a natureza religiosa da sua teoria pagã. Como tal, apresento aqui uma lista de dez perguntas que podem ser feitas aos professores de biologia darwinistas. Esta lista é uma modificação da lista originalmente proposta pelo Dr. William Dembski.
1. Se a natureza ou alguns aspectos dela foram arquitetados inteligentemente, como podemos saber?
2. O projeto científico que opera sob o nome de SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence) procura sinais espaciais com origem inteligente. Deveriam os cientistas procurar indícios biológicos com origem inteligente? Por quê? E se não, por que não?
3. Como podemos explicar a complexidade e a saturação informacional presente nos sistemas biológicos? Como eles se originaram?
4. Existe alguma estrutura presente nas células que se assemelhe a algum engenho feito por humanos? Como podemos explicar tais estruturas?
5. O que são sistemas de complexidade irredutível? Existe algum sistema assim na biologia? Se sim, serão esses sistemas evidência para design inteligente? Se não, por que não?
6. Designers humanos (arquitetos, engenheiros, etc.) reutilizam sistemas que funcionam bem. As formas de vida também exibem evidência de reutilização de sistemas e estruturas (o sistema de visão humano é semelhante ao dos polvos e lulas, por exemplo). Será isso evidência para descendência comum ou design comum?
7. Para melhor se entenderem os sistemas biológicos, os biólogos moleculares muitas vezes têm que usar aquilo que se chama de “engenharia revertida”. Uma vez que se tem que usar engenharia revertida para melhor se entenderem as funções de certos sistemas biológicos, será isso evidência de que esses sistemas foram originalmente “arquitetados” (isto é, feitos por uma Inteligência)?
8. Existe alguma diferença entre previsões científicas feitas pela teoria da evolução e as previsões feitas pela teoria do design inteligente? Tomemos o exemplo do chamado “DNA lixo” (junk DNA). Para qual das duas teorias a noção de que grandes partes do DNA são “lixo” seria mais plausível? Evolução ou design inteligente?
9. Que tipo de evidências poderiam lhe convencer de que a teoria do design inteligente é verdadeira e de que o neodarwinismo é falso? Se nenhuma evidência a esse nível existe, e nem sequer pode existir, de que forma é o neodarwinismo uma teoria científica testável?
10. Será possível determinar se um objeto foi feito por alguém sem sabermos quem esse alguém é? Por exemplo, será possível determinar que um objeto é um artefato antigo mesmo sem sabermos qual foi a civilização que o produziu?
Longe vão os tempos em que os darwinistas agitavam uns ossinhos numa sala de aula e afirmavam que isso eram “evidências” para a “evolução”. Hoje em dia, e em parte (não em todo) graças ao trabalho dos cientistas cristãos, o público está se tornando mais inteirado sobre o que está sendo debatido. [...] O que está sendo debatido são duas interpretações sobre o passado, e não “ciência versus religião”. Os darwinistas não gostam que a natureza religiosa da sua teoria seja exposta, mas a ciência e o evangelho de Cristo não podem parar só porque os ateus não gostam de ser escrutinados cientificamente.
(Darwinismo)
Leia também: “O que o criacionismo não é”
1. Se a natureza ou alguns aspectos dela foram arquitetados inteligentemente, como podemos saber?
2. O projeto científico que opera sob o nome de SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence) procura sinais espaciais com origem inteligente. Deveriam os cientistas procurar indícios biológicos com origem inteligente? Por quê? E se não, por que não?
3. Como podemos explicar a complexidade e a saturação informacional presente nos sistemas biológicos? Como eles se originaram?
4. Existe alguma estrutura presente nas células que se assemelhe a algum engenho feito por humanos? Como podemos explicar tais estruturas?
5. O que são sistemas de complexidade irredutível? Existe algum sistema assim na biologia? Se sim, serão esses sistemas evidência para design inteligente? Se não, por que não?
6. Designers humanos (arquitetos, engenheiros, etc.) reutilizam sistemas que funcionam bem. As formas de vida também exibem evidência de reutilização de sistemas e estruturas (o sistema de visão humano é semelhante ao dos polvos e lulas, por exemplo). Será isso evidência para descendência comum ou design comum?
7. Para melhor se entenderem os sistemas biológicos, os biólogos moleculares muitas vezes têm que usar aquilo que se chama de “engenharia revertida”. Uma vez que se tem que usar engenharia revertida para melhor se entenderem as funções de certos sistemas biológicos, será isso evidência de que esses sistemas foram originalmente “arquitetados” (isto é, feitos por uma Inteligência)?
8. Existe alguma diferença entre previsões científicas feitas pela teoria da evolução e as previsões feitas pela teoria do design inteligente? Tomemos o exemplo do chamado “DNA lixo” (junk DNA). Para qual das duas teorias a noção de que grandes partes do DNA são “lixo” seria mais plausível? Evolução ou design inteligente?
9. Que tipo de evidências poderiam lhe convencer de que a teoria do design inteligente é verdadeira e de que o neodarwinismo é falso? Se nenhuma evidência a esse nível existe, e nem sequer pode existir, de que forma é o neodarwinismo uma teoria científica testável?
10. Será possível determinar se um objeto foi feito por alguém sem sabermos quem esse alguém é? Por exemplo, será possível determinar que um objeto é um artefato antigo mesmo sem sabermos qual foi a civilização que o produziu?
Longe vão os tempos em que os darwinistas agitavam uns ossinhos numa sala de aula e afirmavam que isso eram “evidências” para a “evolução”. Hoje em dia, e em parte (não em todo) graças ao trabalho dos cientistas cristãos, o público está se tornando mais inteirado sobre o que está sendo debatido. [...] O que está sendo debatido são duas interpretações sobre o passado, e não “ciência versus religião”. Os darwinistas não gostam que a natureza religiosa da sua teoria seja exposta, mas a ciência e o evangelho de Cristo não podem parar só porque os ateus não gostam de ser escrutinados cientificamente.
(Darwinismo)
Leia também: “O que o criacionismo não é”
sexta-feira, outubro 28, 2011
O Vaticano e os manifestantes do Ocupe Wall Street
sexta-feira, outubro 28, 2011
profecia
Veremos em breve um senhor de aparência distinta usando uma túnica longa e branca andando entre os manifestantes do Ocupe Wall Street no Zuccotti Park, em Nova York? O papa Bento XVI está se juntando ao movimento de protesto? Bem, sim e não. Sim, o Conselho Pontifical para Justiça e Paz do Vaticano fez uma crítica forte e profunda do sistema financeiro global nessa semana, que traçou um paralelo das diversas críticas ao capitalismo desregulado que ecoam pela Lower Manhattan e por cidades ao redor do mundo. O relatório falava da “primazia de ultrapassar o ter”, da “ética acima da economia”, e de abraçar a lógica do bem estar global. Em uma batida contra aqueles que se opõem à regulação econômica governamental, o conselho enfatizou “a primazia da política – que é responsável pelo bem comum – acima da economia e finança”, comentou favoravelmente sobre uma taxa de transações financeiras, e apoiou uma autoridade internacional para fiscalizar a economia global.
Mas membros do Vaticano foram cuidadosos ao dizer que seu relatório não era uma resposta direta às demonstrações ao redor do mundo. “É uma coincidência que compartilhemos algumas visões”, disse o bispo Mario Toso, secretário do conselho. “Mas, no final das contas, essas são propostas que são baseadas na razoabilidade.”
De fato, e isso pode ser um elogio maior aos ativistas dos “99%”. Esse documento recebeu mais atenção do que poderia ter tido porque as demonstrações aumentaram as preocupações aos problemas a que elas se referem.
Mais adiante, a intervenção do escritório do Vaticano mostra que aqueles protestando contra um sistema financeiro quebrado e injusto não estão expressando um ponto de vista marginal. Eles estão ressaltando preocupações compartilhadas por muitos, incluindo a Igreja Católica Apostólica Romana. Desafiar o que os mercados globais têm moldado não é extremo. Reflete, como disse Toso, razoabilidade. [...]
A encíclica de 2009 do papa Bento XVI, Caritas in Veritae, falava explicitamente da necessidade de uma autoridade política global para manter um olhar sobre uma cada vez mais integrada economia mundial. [...]
(Opinião e Notícia)
Nota: A despeito da pregação (correta) contra as injustiças sociais e da denúncia (justa) das desigualdades entre os seres humanos, o que o Vaticano está fazendo é, também, aproveitar uma onda, um momento histórico/político para ampliar seu poder de influência. A mesma “tática” foi adotada no que diz respeito à bandeira ECOmênica, em que o papa tirou da manga o domingo como uma das “soluções” para o problema do aquecimento global (e não nos esqueçamos de que a guarda do domingo é uma das marcas do pretenso poder de Roma). Se veremos o homem distinto de túnica branca entre as massas de manifestantes em Nova York? Não sei. Mas que o veremos cada vez mais inserido no cenário político-religioso mundial, isso, sim, veremos.[MB]
Leia também: "Arcebispo defende domingo em oposição ao sábado" e "O domingo sempre foi dia de descanso. FALSO"
Mas membros do Vaticano foram cuidadosos ao dizer que seu relatório não era uma resposta direta às demonstrações ao redor do mundo. “É uma coincidência que compartilhemos algumas visões”, disse o bispo Mario Toso, secretário do conselho. “Mas, no final das contas, essas são propostas que são baseadas na razoabilidade.”
De fato, e isso pode ser um elogio maior aos ativistas dos “99%”. Esse documento recebeu mais atenção do que poderia ter tido porque as demonstrações aumentaram as preocupações aos problemas a que elas se referem.
Mais adiante, a intervenção do escritório do Vaticano mostra que aqueles protestando contra um sistema financeiro quebrado e injusto não estão expressando um ponto de vista marginal. Eles estão ressaltando preocupações compartilhadas por muitos, incluindo a Igreja Católica Apostólica Romana. Desafiar o que os mercados globais têm moldado não é extremo. Reflete, como disse Toso, razoabilidade. [...]
A encíclica de 2009 do papa Bento XVI, Caritas in Veritae, falava explicitamente da necessidade de uma autoridade política global para manter um olhar sobre uma cada vez mais integrada economia mundial. [...]
(Opinião e Notícia)
Nota: A despeito da pregação (correta) contra as injustiças sociais e da denúncia (justa) das desigualdades entre os seres humanos, o que o Vaticano está fazendo é, também, aproveitar uma onda, um momento histórico/político para ampliar seu poder de influência. A mesma “tática” foi adotada no que diz respeito à bandeira ECOmênica, em que o papa tirou da manga o domingo como uma das “soluções” para o problema do aquecimento global (e não nos esqueçamos de que a guarda do domingo é uma das marcas do pretenso poder de Roma). Se veremos o homem distinto de túnica branca entre as massas de manifestantes em Nova York? Não sei. Mas que o veremos cada vez mais inserido no cenário político-religioso mundial, isso, sim, veremos.[MB]
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Uma em cada dez jovens atendidas pelo SUS tem DST
sexta-feira, outubro 28, 2011
comportamento, saúde, sexualidade
Estudo nacional realizado pelo Centro de Referência e Treinamento em DST/aids, da Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, indica alta prevalência de infecção por clamídia entre jovens brasileiras atendidas nos serviços públicos de saúde. Ao todo, 2.071 jovens, entre 15 e 24 anos, atendidas em unidades do SUS (Sistema Único de Saúde), nas cinco macrorregiões (norte, nordeste, sudeste, sul, centro-oeste), participaram do estudo. A prevalência de clamídia entre as jovens avaliadas foi de 9,8%, sendo que 4% delas também tiveram resultado positivo para infecção por gonorreia. A clamídia é a doença sexualmente transmissível (DST) causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que pode infectar homens e mulheres e ser transmitida da mãe para o bebê na passagem pelo canal do parto.
A infecção atinge especialmente a uretra e órgãos genitais, mas também pode atingir a região anal, a faringe e ser responsável por doenças pulmonares. Se não tratada, é uma das causas da infertilidade masculina e feminina, e pode aumentar de três a seis vezes o risco da infecção pelo HIV.
Segundo o médico Valdir Monteiro Pinto, coordenador do estudo, a mulher infectada pela Chlamyda trachomatis durante a gestação está mais sujeita a partos prematuros e a abortos. Nos casos de transmissão vertical, na hora do parto, o recém-nascido corre o risco de desenvolver um tipo de conjuntivite e pneumonia.
Ele alerta que a infecção pode ser assintomática em até 80% das mulheres e em 50% dos homens. Quando os sintomas aparecem, podem ser parecidos nos dois sexos: dor ou ardor ao urinar, aumento do número de micções, presença de secreção fluida. As mulheres podem apresentar, ainda, perda de sangue nos intervalos do período menstrual, dor às relações sexuais, dor no baixo ventre e doença inflamatória pélvica.
Não existe vacina contra a clamídia. A única forma de prevenir a transmissão da bactéria é o sexo seguro [?] com o uso de preservativos. Uma vez instalada a infecção, o tratamento deve ser realizado com o uso de antibióticos específicos e deve incluir o tratamento do parceiro ou parceira para garantir a cura e evitar a reinfecção.
(UOL)
Nota: Infelizmente, além do HPV (que causa câncer), das DST e da gravidez precoce e indesejada, existem outros problemas relacionados com o sexo fora de contexto e tão estimulado na mídia e mesmo nas escolas. Clique aqui e constate por si mesmo.[MB]
Leia também: "Novo filme desserviço: 'Sexo Sem Compromisso'", "A devassidão virou piada no país do carnaval" e "Erotização precoce e pública"
A infecção atinge especialmente a uretra e órgãos genitais, mas também pode atingir a região anal, a faringe e ser responsável por doenças pulmonares. Se não tratada, é uma das causas da infertilidade masculina e feminina, e pode aumentar de três a seis vezes o risco da infecção pelo HIV.
Segundo o médico Valdir Monteiro Pinto, coordenador do estudo, a mulher infectada pela Chlamyda trachomatis durante a gestação está mais sujeita a partos prematuros e a abortos. Nos casos de transmissão vertical, na hora do parto, o recém-nascido corre o risco de desenvolver um tipo de conjuntivite e pneumonia.
Ele alerta que a infecção pode ser assintomática em até 80% das mulheres e em 50% dos homens. Quando os sintomas aparecem, podem ser parecidos nos dois sexos: dor ou ardor ao urinar, aumento do número de micções, presença de secreção fluida. As mulheres podem apresentar, ainda, perda de sangue nos intervalos do período menstrual, dor às relações sexuais, dor no baixo ventre e doença inflamatória pélvica.
Não existe vacina contra a clamídia. A única forma de prevenir a transmissão da bactéria é o sexo seguro [?] com o uso de preservativos. Uma vez instalada a infecção, o tratamento deve ser realizado com o uso de antibióticos específicos e deve incluir o tratamento do parceiro ou parceira para garantir a cura e evitar a reinfecção.
(UOL)
Nota: Infelizmente, além do HPV (que causa câncer), das DST e da gravidez precoce e indesejada, existem outros problemas relacionados com o sexo fora de contexto e tão estimulado na mídia e mesmo nas escolas. Clique aqui e constate por si mesmo.[MB]
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quinta-feira, outubro 27, 2011
Papa reúne ateus e líderes religiosos em culto ecumênico
Em Assis, na Itália, o papa Bento XVI reúne hoje (27) em um culto ecumênico representantes de 300 religiões e ateus. É a primeira vez em que pessoas que não acreditam na existência de Deus participam das cerimônias. O objetivo é promover um dia de reflexão e fé, segundo o Vaticano. É o 25º aniversário do Dia Mundial de Oração pela Paz, que começou com o papa João Paulo II, em 1986. O papa fará um sermão, na Basílica de Santa Maria dos Anjos, e em seguida, haverá a participação dos representantes de várias religiões e dos ateus. O Vaticano organizou ainda um almoço. Em seguida, Bento XVI e os líderes religiosos irão do Convento de Santa Maria dos Anjos em direção à Praça São Francisco de Assis, onde será encerrada a cerimônia ecumênica. A cidade italiana se tornou famosa por ser o local onde nasceu São Francisco e em que ele fundou a ordem Franciscana, no século 13. A região tem pouco mais de 25 mil habitantes, mas guarda a arquitetura original e a Basílica de Santa Maria dos Anjos, um local que atrai turismo.
(Estadão)
Nota: Os dois poderes de Apocalipse 13, aos poucos, mas com passos firmes, vão afinando a agenda e aglutinando líderes de todo o mundo em torno de interesses comuns, supostamente benéficos para a coletividade.[MB]
Leia também: “Rede de peregrinação verde” e “Obama defende diálogo inter-religioso em recado a Bento XVI”
"Primeiro ser vivo" era bem complexo
quinta-feira, outubro 27, 2011
design inteligente, evolucionismo
Você já ouviu falar no conceito de “último ancestral universal comum”? Nada mais é do que um primeiro ser vivo na Terra, a partir do qual todos os demais [supostamente] se originaram. Ao longo dos anos, o imaginário das pessoas é que tal ser seria o organismo mais primitivo possível, contendo o mínimo necessário para que se pudesse chamar de ser vivo. Uma pesquisa da Universidade de Illinois (EUA), contudo, indica que não se tratava de um ser tão simplório. Mesmo entre os cientistas, sempre se imaginou que esse primeiro ser seria algo como um amontoado de compostos químicos, uma espécie de “sopa de moléculas”, algo muito distante de uma estrutura celular desenvolvida. A universidade americana agora refuta essa ideia.
O surgimento desse ser primitivo está estimado, segundo as teorias mais recentes, em 3,8 bilhões de anos [segundo estimativas da cronologia evolucionista]. Embora o primeiro organismo não fosse multicelular (porque isso exigiria uma estrutura eucariótica, algo que está milhões de anos à frente na escala evolutiva), sua composição era semelhante à de uma célula complexa. [Bingo! Agora falta apenas admitir que uma célula complexa demanda tanta informação e complexidade irredutível que o simples acaso cego não poderia tê-la trazido à existência a partir de compostos químicos não vivos. Vejamos se admitem isso também. Prossigamos na leitura...]
A aparência desse corpo primitivo sempre foi um mistério [ultradarwinistas lidam com mistérios o tempo todo, embora revistam suas palavras com tom de certeza], e os pesquisadores têm a teoria de que era parecido com as arqueias, um grupo de microorganismos semelhante às bactérias atuais. A maior evidência de que se tratava de um organismo complexo, segundo os pesquisadores, está na produção de energia. Os cientistas determinaram uma “árvore genealógica” da vida na Terra, e concluíram que a origem da energia “celular” está no armazenamento de polifosfato.
E esse é justamente o ponto: o mecanismo que o primeiro organismo usava, para armazenar o polifosfato acumulado, caracteriza a primeira organela da vida na Terra. Seria o início da história da célula.
Os cientistas defendem que essa estrutura mínima já apareceu [Apareceu?! Sabia que eles não dariam o braço a torcer] desde muito cedo nos organismos, condição sem a qual não haveria como seguir o ritmo da evolução celular. Outra pesquisa, da Universidade de Montreal (Canadá) vai ainda mais longe: aparentemente, os primórdios da estrutura celular foram feitos de RNA, e o DNA só surgiria posteriormente. [Mesmo o RNA depende de informação complexa e específica para funcionar e existir como tal. De onde proveio essa informação sem fonte informante? E por que hoje a vida não funciona da maneira como acham que ela surgiu, no tal “mundo RNA”? O presente nem sempre é a chave do passado? Quando é e quando não é?]
Enquanto os pesquisadores de Illinois basearam seus estudos no armazenamento de energia, a equipe de Montreal focou sua pesquisa em outro ponto primordial: a resistência à temperatura. Nas últimas décadas, cientistas vinham teorizando que o primeiro ser vivo esteve na Terra em um período de altíssima temperatura do globo, ou seja, era adaptado ao calor.
Essa ideia é negada pelos cientistas canadenses, que defendem a ideia de um ser primitivo preparado para temperaturas de até 10 graus Celsius. Uma estrutura complexa de moléculas, segundo eles, não seria possível em um ambiente tão quente. A partir de um clima mais ameno, portanto, estaria pronto o gatilho para a evolução da estrutura celular.
(Hypescience)
Nota: Como se pode ver, o consenso está longe quando se trata da origem da vida. Pelo menos, uma coisa os cientistas já estão admitindo: a vida “começou” de forma complexa, do contrário, não poderia ter “começado”. Mas, como os darwinistas adotam o naturalismo filosófico como cosmovisão, duvido que deem o passo seguinte e admitam que informação complexa e específica necessita de uma fonte informante e que o acaso cego não mais convence quando o assunto é a origem de estruturas complexas.[MB]
O surgimento desse ser primitivo está estimado, segundo as teorias mais recentes, em 3,8 bilhões de anos [segundo estimativas da cronologia evolucionista]. Embora o primeiro organismo não fosse multicelular (porque isso exigiria uma estrutura eucariótica, algo que está milhões de anos à frente na escala evolutiva), sua composição era semelhante à de uma célula complexa. [Bingo! Agora falta apenas admitir que uma célula complexa demanda tanta informação e complexidade irredutível que o simples acaso cego não poderia tê-la trazido à existência a partir de compostos químicos não vivos. Vejamos se admitem isso também. Prossigamos na leitura...]
A aparência desse corpo primitivo sempre foi um mistério [ultradarwinistas lidam com mistérios o tempo todo, embora revistam suas palavras com tom de certeza], e os pesquisadores têm a teoria de que era parecido com as arqueias, um grupo de microorganismos semelhante às bactérias atuais. A maior evidência de que se tratava de um organismo complexo, segundo os pesquisadores, está na produção de energia. Os cientistas determinaram uma “árvore genealógica” da vida na Terra, e concluíram que a origem da energia “celular” está no armazenamento de polifosfato.
E esse é justamente o ponto: o mecanismo que o primeiro organismo usava, para armazenar o polifosfato acumulado, caracteriza a primeira organela da vida na Terra. Seria o início da história da célula.
Os cientistas defendem que essa estrutura mínima já apareceu [Apareceu?! Sabia que eles não dariam o braço a torcer] desde muito cedo nos organismos, condição sem a qual não haveria como seguir o ritmo da evolução celular. Outra pesquisa, da Universidade de Montreal (Canadá) vai ainda mais longe: aparentemente, os primórdios da estrutura celular foram feitos de RNA, e o DNA só surgiria posteriormente. [Mesmo o RNA depende de informação complexa e específica para funcionar e existir como tal. De onde proveio essa informação sem fonte informante? E por que hoje a vida não funciona da maneira como acham que ela surgiu, no tal “mundo RNA”? O presente nem sempre é a chave do passado? Quando é e quando não é?]
Enquanto os pesquisadores de Illinois basearam seus estudos no armazenamento de energia, a equipe de Montreal focou sua pesquisa em outro ponto primordial: a resistência à temperatura. Nas últimas décadas, cientistas vinham teorizando que o primeiro ser vivo esteve na Terra em um período de altíssima temperatura do globo, ou seja, era adaptado ao calor.
Essa ideia é negada pelos cientistas canadenses, que defendem a ideia de um ser primitivo preparado para temperaturas de até 10 graus Celsius. Uma estrutura complexa de moléculas, segundo eles, não seria possível em um ambiente tão quente. A partir de um clima mais ameno, portanto, estaria pronto o gatilho para a evolução da estrutura celular.
(Hypescience)
Nota: Como se pode ver, o consenso está longe quando se trata da origem da vida. Pelo menos, uma coisa os cientistas já estão admitindo: a vida “começou” de forma complexa, do contrário, não poderia ter “começado”. Mas, como os darwinistas adotam o naturalismo filosófico como cosmovisão, duvido que deem o passo seguinte e admitam que informação complexa e específica necessita de uma fonte informante e que o acaso cego não mais convence quando o assunto é a origem de estruturas complexas.[MB]









































