terça-feira, abril 19, 2011

Sinceramente errado

Um dos textos – entre tantos – mais apreciados da escritora adventista Ellen White é este: “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, p. 56, 57).

O testemunho de Hilton Bastos é a exata expressão prática dessas palavras escritas há mais de um século. E nos alegra ver que ainda existem pessoas dessa têmpera neste mundo relativista e de moral corroída.

Hilton abriu mão de muita coisa ao tomar sua cruz e seguir o Mestre Jesus. Ele era um pastor de destaque na Igreja Universal do Reino de Deus. Respeitado pelos membros, tinha um futuro promissor na organização. Mas viu coisas que não o agradaram e no estudo da Bíblia teve a confirmação de que ali não era o lugar dele. Mas onde seria? Seu desejo sempre foi o de servir a Deus no caminho certo. Como encontrá-lo?

Neste livro, Hilton abre o coração e conta sua história. Ele mostra que, a despeito de haver pessoas sinceras em todas as denominações e fora delas, a sinceridade não torna o erro em verdade. Ao ler estas páginas, você conhecerá a mensagem que foi capaz de mudar completamente a vida do autor que sempre buscou, acima de tudo, a Justiça e a Verdade. Mas que verdade é essa? “Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade” (Jo 17:17).

Permita que este testemunho o incentive a buscar, você também, a verdade – custe o que custar.

Michelson Borges

Faça seu pedido aqui ou pelo e-mail restaumaesperanca@hotmail.com

segunda-feira, abril 18, 2011

Cientistas copiam RNA para “explicar” origem da vida

O começo da vida na Terra é um mistério que ainda não foi de todo solucionado [na verdade, não foi solucionado]. Como realmente surgiram os primeiros “blocos de construção de vida”, como os cientistas o chamam? Pesquisadores criaram moléculas sintéticas, cópias de material genético, em laboratório [note que se trata de uma cópia de algo já existente, e que mesmo para “simplesmente” copiar, é necessária muita inteligência e tecnologia]. A enzima criada, tC19Z, pode ser uma versão artificial de uma das primeiras enzimas que existiram em nosso planeta há três bilhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], e uma pista de como a própria vida começou [tudo que tem um começo tem uma causa, não é?]. O objetivo da pesquisa é criar moléculas totalmente autorreplicadas de RNA em laboratório. A teoria dominante de como a vida começou [!] envolve o surgimento [!] de um “autorreplicador”, uma molécula original de vida – um RNA – que pode fazer cópias de outros RNAs, incluindo ele mesmo. Conforme a evolução avançou, essa molécula autorreplicante deixou de existir, e a maioria dos organismos vivos da Terra passou a usar o DNA para armazenar suas informações genéticas (com outras enzimas copiando a si mesmas).

A teoria é chamada de “hipótese de mundo de RNA”, e sugere que a vida foi originalmente baseada não no DNA, mas em um produto químico relacionado chamado RNA, que pode transportar informação genética e se dobrar em três dimensões e formas, além de funcionar como uma enzima, o catalisador biológico que acelera determinadas reações químicas. [...]

Até agora, a única cópia conhecida de RNA era a molécula R18, que só podia copiar segmentos de RNA de até 14 “letras”, e só funcionava em certas sequências. Depois de selecionar todas as mutações benéficas que tinham se acumulado a partir dos experimentos, separar o que era útil e o que não era, e combinar tudo isso em uma única molécula, os pesquisadores criaram a enzima de RNA tC19Z, que funciona como uma autorreplicadora. [...]

A tC19Z pode copiar pedaços de RNA que são quase metade do seu tamanho (48%). Para copiar a si mesma, tem que ser capaz de copiar sequências de seu próprio tamanho; e ela já está se aproximando desse objetivo. A enzima também pode fazer cópias de outra enzima RNA, que funciona corretamente. Isso sugere que, uma vez que o primeiro RNA autorreplicante apareceu, ele foi capaz de “agregar equipamentos moleculares” [e de onde vieram esse equipamentos?], possibilitando a evolução de vidas mais complexas. [Releia o trecho grifado no parágrafo anterior e responda: Na natureza, no “caldo primordial”, ou seja lá onde se imagine, a seleção inteligente de mutações “benéficas”, a separação do que era inútil e a combinação numa única molécula poderiam ocorrer de maneira não inteligente, organizada, com uma finalidade esperada?]

(Hypescience)

Nota: Como ninguém consegue explicar o que surgiu primeiro: o DNA (que é formado por proteína) ou a proteína (que é produzida pelo DNA), a solução é propor um cenário que não existe hoje em dia e não se sabe se algum dia existiu: o tal “mundo de RNA”. O RNA autorreplicante surgiu, cumpriu seu papel na história da evolução e... desapareceu da “cena do crime”, deixando o DNA em seu lugar. Tudo esse malabarismo hipotético serve para se fugir da conclusão de que ambos, DNA e proteína, foram criados ao mesmo tempo. Mesmo que eu concordasse com a hipótese do mundo de RNA autorreplicante (o que não é o caso, pois não tenho tanta fé assim), permaneceria outro sério problema: o RNA transporta informação genética. Então, de onde teria “surgido” essa informação complexa necessária para a existência da vida? Que “mundo” é esse no qual a informação simplesmente “aparece”, pronta para ser replicada e multiplicada? Não dá para saber, pois o RNA autorreplicante abandonou a “cena do crime” e não deixou vestígios, a não ser na cabeça de alguns teóricos que hoje utilizam o design inteligente para tentar provar o acaso cego. Por isso o título desta postagem é um bom exemplo do argumento do tipo non sequitur.[MB]

Encontrado animal marinho com olhos de cristal

Pesquisadores fizeram uma curiosa descoberta no mundo subaquático: um molusco que usa minúsculos olhos feitos de um cristal de carbonato de cálcio para detectar predadores. Os cientistas dizem que se trata do primeiro par de olhos rochosos encontrado no reino animal. As centenas de estruturas similares a olho sobre a superfície desse molusco, chamado de chiton, já haviam sido descobertas décadas atrás. Porém, até agora, não se sabia de que material elas eram feitas ou se os animais podiam efetivamente ver objetos ou apenas sentir a luminosidade. “Agora descobrimos que eles realmente conseguem ver objetos, embora provavelmente não muito bem”, afirma o pesquisador Daniel Speiser, que recentemente completou seu pós-doutorado na Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, Estados Unidos. Como comparação, o estudo descobriu que a visão humana é cerca de mil vezes mais nítida que a do chiton.

Chitons apareceram pela primeira vez na Terra há mais de 500 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. Porém, de acordo com o registro de fósseis, o mais antigo chiton com os olhos surgiu apenas nos últimos 25 milhões de anos, tornando seus olhos um dos mais recentes a evoluir nos animais. “Os olhos provavelmente evoluíram de modo que os chitons pudessem ver e se defender dos predadores”, conta Speiser.

A fim de descobrir como os olhos de pedra funcionam na fuga contra predadores, Speiser e o biólogo Sönke Johnsen estudaram, em laboratório, chitons do oeste da Índia (Acanthopleura granulata), que medem cerca de 8 cm de comprimento. Como outros chitons, essas criaturas têm escudos achatados feitos de oito placas separadas por centenas de minúsculas lentes na superfície, cobrindo grupos de células sensíveis à luz. [...] As experiências também sugerem que os olhos tem capacidades semelhantes tanto na água quanto no ar, o que indica que os chitons são capazes de enxergar em cima e abaixo d’água.

(Hypescience)

Nota: Ao ler sobre o chiton, me lembrei dos trilobitas, que também tinham olhos de cristais de calcita. A diferença é que se supõe que os trilobitas viveram há bilhões de anos (não há milhões) e estão na base da coluna geológica, no período Cambriano. Os olhos deles, como os do chiton, são bem complexos e não há antecedentes evolutivos (elos perdidos) desses artrópodes no Pré-cambriano. Na ausência de melhores e convincentes explicações, apela-se para a “varinha de condão” (como fazem com o chiton): o olho “evoluiu” para que o animal pudesse se defender dos predadores. Ah, sim. Ok. Faço apenas uma pergunta, entre muitas que poderiam ser feitas: O que surgiu primeiro, as lentes de cristal ou as células sensíveis à luz? De que serviriam umas sem as outras? Leia o que Michael Behe escreve sobre a bioquímica da visão no livro A Caixa Preta de Darwin, para constatar que a o problema pode ser ainda maior para os darwinistas, quando se analisa a complexidade irredutível de processos como a visão.[MB]

Obscuro apenas para o incrédulo

A tragédia de Realengo (uma catástrofe, se tivermos genuína empatia pelas vítimas e seus parentes) acionou novamente uma das leis de Mencken: para cada problema complexo haverá sempre alguma solução fácil – fácil, simples, plausível e errada. Refiro-me à questão do desarmamento, mas isso fica para outra ocasião. Trataremos por ora da identidade religiosa do autor do massacre. Uma mente insana como a do psicopata em tela possui lógica peculiar – imperscrutável a qualquer outra pessoa. Trechos da Bíblia Sagrada mais o fascínio pelo extremismo islâmico evidenciados pela investigação demonstraram confusão mental insolúvel, um verdadeiro nó górdio. Mesmo assim, isso serviu de gancho para que os oportunistas de sempre correlacionassem, ainda que obliquamente, loucura e religião – e por religião referiam-se, claro, ao Cristianismo. Um articulista, ao listar a pletora de razões possíveis para a demência do rapaz, não perdeu a viagem: “Tinha [o assassino] um lance esquisitíssimo com a religião (mesmo para os que consideram normal acreditar num Papai do Céu que dita livros obscuros dos quais espera que deduzamos o que Ele quer de nós).”

Nessa frase, chamaram-me a atenção três pontos: (1) Deus “dita” (sic); (2) “livros obscuros”; e (3) Deus espera que “deduzamos o que Ele quer de nós”.

O apóstolo Pedro rechaça a primeira e a terceira assertivas: “E temos ainda mais firme a palavra profética à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações; sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação [3]. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo [1]” (2 Pedro 1:19-21).

Quanto à acusação de os livros das Sagradas Escrituras serem “obscuros”, entre suas tantas profecias, cabe analisar uma das mais conhecidas, talvez a mais espetacular:

Em 1656, ocorreu um incidente curioso na Polônia. Eruditos católicos e judeus contenderam a respeito da profecia das 70 semanas descritas no capítulo 9 do livro de Daniel. Encurralados pela argumentação dos oponentes e antes que esses lhes sapecassem um “quod erat demonstrandum” (ou seja, “como queríamos demonstrar”), os judeus se retiraram da discussão e promulgaram um pesado anátema contra qualquer filho de Israel que procurasse averiguar a cronologia do período profético: “Que os ossos e a memória do que tentar aferir as 70 semanas apodreçam” (The Midnight Cry, 10 de agosto de 1843).*

Mas o que fez com que os mestres judeus e os rabis venham sendo, durante séculos, proibidos de ensinar e interpretar essa profecia? Vejamos seu contexto e correlações históricas:

Já vice-governador do rei medo Dário, filho de Assuero, o então octogenário Daniel jejuou e pranteou rogando a Deus que reconduzisse os judeus à Terra Santa, pois já se aproximava o fim dos 70 anos de exílio profetizado por Jeremias no século anterior. Daniel sabia muito bem que as promessas divinas são condicionais à contrapartida humana, e uma vez que seus conterrâneos negligenciavam suas responsabilidades quanto ao arrependimento e reforma de vida, o profeta se humilhou em intercessão por seu povo. Nisso, o anjo Gabriel o visitou e deu-lhe a seguinte profecia, que Daniel escreveu no capítulo 9 de seu livro:

“Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; com praças e tranqueiras se reedificará, mas em tempos angustiosos. E depois de sessenta e duas semanas será cortado o Ungido, e nada lhe subsistirá; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações. E Ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador; e até a destruição determinada, a qual será derramada sobre o assolador.”

Algumas considerações:

1) É ponto pacífico no meio teológico que um dia profético equivale a um ano literal (ver Números 14:34, Ezequiel 4:6 e Levítico 25:8).

2) É fato histórico muito bem documentado que a ordem para restaurar e edificar Jerusalém foi dada por Artaxerxes no outono do ano 457 a.C. (ver Esdras 7:13-26). Dos três decretos encontrados em Esdras, os três incluem a ordem para formar um governo com a construção do templo. Jerusalém passaria a ser, mais uma vez, o centro espiritual e governamental para os judeus.

Vamos aplicar essas informações ao texto da profecia:

a) “Setenta semanas estão decretadas sobre o teu povo” – 70 semanas (ou “grupos de sete” – shebuah, no idioma hebraico) = 490 dias proféticos = 490 anos literais. Nesse período, Deus ainda consideraria a nação judaica como depositária exclusiva da revelação divina referente ao plano de salvação para toda a humanidade.

b) “desde a saída da ordem para restaurar Jerusalém” – 457 a.C. (expedição do decreto –ponto de partida da profecia).

c) “e para edificar Jerusalém... haverá sete semanas” – 7 semanas = 49 dias proféticos ou 49 anos literais, que, começando em 457 a.C., terminaram em 408 a.C., quando a cidade foi, de fato, reconstruída.

d) “e sessenta e duas semanas... até o ungido [Messias ou Cristo]” – A partir de 408 a.C., essas 62 semanas (ou 434 dias proféticos, isto é, 434 anos literais) terminaram no outono do ano 27 d.C. (lembrando que não existiu o ano 0), quando Jesus foi batizado no rio Jordão, ungido pelo Deus-Espírito Santo e aprovado por Deus-Pai, passando, assim, a ser, oficialmente, o Ungido, isto é, o Messias (Lucas 3:1 é extremamente detalhista para localizar esse evento no registro histórico: “No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, sendo Pôncio Pilatos governador da Judéia, Herodes tetrarca da Galileia, seu irmão Filipe tetrarca da região da Itureia e de Traconites, e Lisânias tetrarca de Abilene”).

e) “fará um pacto firme com muitos por uma semana” – Entre os outonos de 27 e 34 d.C., deu-se a última e dramática semana profética, decisiva para o povo judeu. Nesse período, a boa-nova foi intensamente pregada e “muitos” judeus aceitaram o “pacto firme”. Após o linchamento de Estevão pela seita dos fariseus, esgotou-se em definitivo o tempo estipulado por Deus para a nação judaica – atenção! não para o indivíduo judeu (ver cartas do fariseu Saulo, ou Paulo).

f) “na metade da semana fará cessar o sacrifício” – Três anos e meio após Seu batismo, isto é, na primavera do ano 31 d.C. (15 de Nisã – ver artigo “O dia da morte de Jesus”), teve lugar a crucifixão vicária do Messias em cumprimento do acordo – ou testamento – firmado ainda no Éden (ver Gênesis 3:15), confirmado com Abraão (ver Gênesis 22:15-18 e João 8:56) e reafirmado ao longo da Torah, dos Salmos e dos profetas. Esse momento marcou o fim da necessidade do sacrifício diário de animais como antítipo do sacrifício do próprio Deus-Filho – no exato momento da morte de Jesus o véu que separava no templo o Santo do Santíssimo foi rasgado de cima para baixo por mãos inumanas (ver Mateus 27:51).

g) “o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até o fim haverá guerra; estão determinadas assolações” – Essa parte da profecia se cumpriu no ano 70 d.C., por intermédio do general Tito e suas tropas.

Como se pode apreender, nada há de “obscuro” nessa profecia. As demais profecias do livro de Daniel (capítulos 2, 7, 8, 9, 11 e 12) são extraordinariamente precisas quanto a datas e detalhadas quanto às personagens e eventos. Alexandre, Cassandro, Lisímaco, Seleuco, Ptolomeu, César, Otávio, Cleópatra, as tribos bárbaras, o papado, todos são facilmente identificáveis. O mais impressionante é a intertextualidade entre os livros de Daniel e Apocalipse: este expande e aprofunda aquele.

De toda essa história, resta trágico, por corriqueiro, o entenebrecimento das mentes pela incredulidade (e por incredulidade entenda-se recusa sistemática e incondicional ao argumento).

São tempos bicudos esses, sabemos – mas até isso já estava profetizado (ver Mateus 24 e 2 Pedro 3).

(Marco Dourado, analista de sistemas formado pela UnB, com especialização em Administração em Banco de Dados)

(*) Com relação a isso, o Pastor Jacques Doukhan, professor da Andrews University, no livro The Mystery of Israel and the Church, pagina 41, faz a seguinte observação: “Excursus: Uma maldição rabínica sobre Daniel. Nós precisamos retificar a concepção errada (e uma calúnia) sobre a tão falada maldição rabínica em relação ao estudo da profecia das 70 semanas. Alguns cristãos têm sugerido que rabinos proferiram uma maldição específica contra o judeu que ler o livro de Daniel, procurando, assim, desencorajá-lo a estudar suas profecias e prevenindo-o de concluir que Jesus é o Messias. De fato, a maldição simplesmente tenta prevenir os judeus contra especulações sobre o tempo do fim e da vinda do Messias, a fim de que não sejam desencorajados se o Messias não vier, e assim cair em descrédito. De modo a apreciar e entender a verdadeira intenção dessa maldição, o texto inteiro e exato da maldição segue então: ‘R. Sh’muel bar Nahmani disse em nome do R. Yohanan: ‘Possam os ossos daqueles que calculam o fim [messiânico] ser assoprados fora! Assim que o tempo [calculado por eles] chega e o Messias não vem, eles dizem: ‘Ele já não virá mais mesmo’. Portanto, esperem por ele, porque assim está dito, ainda que Ele demore, esperem por Ele (Hc 2:3).’ B. Sanhedrin 97b.”

Evolução segundo Calvin

“Pense bem... A Terra era uma nuvem de poeira há 4,5 bilhões de anos. Há 3 bilhões de anos, a primeira bactéria apareceu. Então veio a vida marinha, dinossauros, pássaros, mamíferos e, finalmente, milhares de anos depois apareceu o homem. Agora eu estou aqui: o ápice de evolução!” Calvin

O genial Calvin captou bem a intenção do homem branco europeu dos tempos de Darwin, quando a ideia da evolução ganhou grande apoio e aceitação.

sexta-feira, abril 15, 2011

Conheça os segredos de quem passa dos 110 anos

[A mesma edição da revista Superinteressante que traz uma matéria de capa “apocalíptica” admitindo o aumento das tragédias “naturais”, fala sobre os segredos da vida longa e destaca os adventistas de Loma Linda. Leia alguns trechos aqui:]

“Os bons hábitos são tão determinantes que, quando são adotados por todos, criam-se bolsões de longevidade. Talvez o melhor exemplo seja Loma Linda, na Califórnia, onde um grupo de adventistas vegetarianos não fuma, faz exercícios regularmente, dedica muito tempo à família - basicamente a receita da longevidade. Como consequência, eles têm uma expectativa de vida de 85 anos, 10 anos a mais que a média americana. Além disso, o que é notável em se tratando de 11 décadas queimando neurônios, só 20% tiveram perdas neurológicas - 80% estão totalmente lúcidos. Baseados em testes de personalidade, os médicos de Boston apontam ainda que poucos são neuróticos e a maior parte é extrovertida. [...]

“Sim, longevidade também vem de berço: mais da metade dos centenários têm parentes que atingiram os 100 anos ou mais. Mas bons hábitos como nutrição de qualidade, atividade física regular e uma boa quantidade de sono podem até mudar a estrutura genética. Sério: a forma como se vive pode atrapalhar ou ajudar na replicação de células e até encurtar ou alongar telômeros - estruturas que formam as extremidades dos cromossomos e são essenciais na replicação de células.

“Estudos em camundongos mostraram que uma dieta equilibrada, com redução de calorias em 30%, faz eles viverem o dobro do tempo e os torna quase imunes a diabetes e câncer. A máxima ‘quanto mais velho você está, mais doente você é’ deveria ser adaptada para ‘quanto mais velho você está, mais saudável você foi’.

“Se é para apontar uma regra para se viver mais, os geriatras fazem coro: o importante mesmo é se manter ativo física e mentalmente. Os mais velhos devem evitar o sedentarismo e, mesmo que a pessoa pare de trabalhar, nunca pode deixar de exercitar o raciocínio, a mente, seja participando de projetos, seja lendo livros ou fazendo quebra-cabeças. Até o acompanhamento psicológico é importante para evitar doenças como depressão, que também pode ser uma porta de entrada para outras patologias.”

Leia também: "Adventistas como objeto de estudo", "Seja um adventista e viva mais, afirma Daily Mail", "Entrevista exclusiva: Ana Paula Padrão", "Documentário: Os Adventistas" e "Morre aos 114 anos nos EUA o homem mais velho do mundo"

Bactéria resistente contamina 25% da carne americana

Pedaços de carne obtidos em mercados de cinco cidades dos Estados Unidos revelaram a existência de uma bactéria resistente em quase 25% da carne bovina, de frango, porco e peru oferecida aos consumidores, demonstra um estudo publicado nesta sexta-feira. O estafilococo aureus, bactéria que pode provocar infecções na pele, pneumonia, septicemia ou endocardite, foi encontrado em 47% das mostras, segundo o estudo publicado pela revista Clinical Infectious Diseases. Mais da metade (52%) das amostras infectadas continha uma dura cepa do estafilococo aureus, resistente a pelo menos três tipos de antibióticos. Na maioria dos casos, a bactéria morre durante o preparo do alimento, mas os riscos de contaminação podem estar na manipulação da carne crua na cozinha e de outros utensílios, ou no consumo de carne muito mal passada. [Leia mais]

Mutirão ambiental reúne católicos evangélicos e espíritas

Uma ação entre a prefeitura municipal de Alegre, igrejas evangélicas, Vicentinos, Centro Espírita, entre outras denominações, promoverá, no próximo sábado, um grande mutirão de sensibilização ambiental, iniciativa da Igreja Católica baseada no tema da Campanha da Fraternidade 2011: “Fraternidade e a vida no planeta: A criação geme em dores de parto.” Um dos objetivos do mutirão é levar para a sociedade a discussão e possíveis alternativas relacionadas à destinação dos resíduos sólidos (lixo). No dia escolhido, uma das principais ações do mutirão será o recolhimento voluntário de lixo nas residências. A ideia é sensibilizar a sociedade quanto à importância da separação do lixo seco do lixo úmido, quanto aos hábitos de consumo que estimulam a geração de uma grande quantidade de resíduos e quanto à importância da reflexão de cada cidadão sobre sua participação no processo, e os reflexos de seus atos para a melhora ou piora da qualidade de vida de todos. “A ideia central é provocar uma reflexão sobre os nossos hábitos de consumo e a consequente geração de tanto lixo”, comenta Alexandre Nazário, secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.

Ao final do dia, às 17 horas, simbolicamente, parte do material recolhido será levado para a Praça da Estação, onde haverá um culto ecumênico para marcar o encerramento do mutirão.

Em 2011, a CF fala do meio ambiente e da gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas – causas e consequências. Tema: “Fraternidade e a vida no planeta”; Lema: “A criação geme em dores de parto”. De acordo com a CNBB, não há como simplesmente virar as costas e não se importar, afinal se ocorresse uma catástrofe [em] nível global para onde iríamos? Aquecimento global, mudanças geológicas nada mais [são] do que reações as nossas ações.

A Campanha da Fraternidade de 2011 vem justamente nos alertar desta verdade: tudo o que fazemos pode prejudicar ou ajudar a salvar nosso planeta. Ela nos dará a oportunidade de, como uma família, sentarmos juntos e elaborarmos ações para salvar a nossa casa.

(Folhaes)

Nota: Veja, na prática, o poder ecumênico da bandeira ecológica (ecumenismo + ecologia = ECOmenismo). A causa é simpática e, por que não dizer, nobre. O problema vem com as ideias que serão levadas a efeito (ideias que acabarão virando decretos) para "salvar o planeta". Quem discordar dessa união (embora concorde com a ideia de preservação do meio ambiente) será visto com maus olhos.[MB]

Leia também: "Igreja Católica entra com tudo no ECOmenismo" e "Pacto ecumênico propõe domingo como dia de descanso"

Tolerância religiosa deve ser norma dentro da empresa

Nesta semana, entrou em vigor a lei aprovada pelo Parlamento francês que proíbe o uso do véu islâmico em espaços públicos. A nova regra prevê multas de 150 euros para mulheres que desrespeitarem a proibição e punição de 30 mil euros e um ano de prisão para homens que forçarem suas mulheres a usarem burcas. A questão da liberdade – e da tolerância – religiosa, embora de caráter pessoal, tem consequências também no ambiente corporativo. No Brasil, segundo Cristiano Rosa, headhunter e professor de gestão em recursos humanos da Veris Faculdades, o mercado é mais tolerante com a diversidade de religiões e foca-se mais em encontrar profissionais que tragam resultados concretos para as companhias. “Ainda existem empresas que não aprovam candidatos porque na entrevista eles falam que são de determinadas religiões”, relata Rosa. “Mas, em sua maioria, as companhias cada vez mais repudiam atos como esse e incentivam a diferença.”

Segundo Rossana Ercole, headhunter da Global Network, é comum encontrar companhias que se adaptaram aos horários de trabalho de adventistas e judeus ortodoxos (ambos não trabalham aos sábados). “Essas pessoas acabam se tornando muito fiéis à empresa quando são tratadas com respeito e sem discriminação.”

Do outro lado, os funcionários também devem respeitar a religião dos colegas de trabalho. Rossana ressalta alguns cuidados:

- Símbolos ou frases religiosas no trabalho: podem ser aceitos, desde que as outras pessoas não sejam distraídas por eles ou não considerem ofensivos. “O escritório é um lugar para realizar negócios. É preciso cuidado para não passar a impressão de que está impondo suas opiniões e crenças.”

- Pregação no trabalho: pressionar as pessoas para que mudem de religião ou colocar textos religiosos em quadro de avisos são atitudes que podem gerar polêmicas e devem ser evitadas.

- Modo de se vestir: a profissional que usa véu, saias mais longas ou qualquer outra vestimenta por motivação religiosa deve ficar atenta à reação dos demais funcionários. Se alguém considerar a atitude como um excesso religioso, o melhor é discutir a questão com o gestor e tentar se chegar a um acordo.

- Transparência: ao ser contratado por uma empresa, é interessante sempre que haja uma conversa franca com o chefe. Informe em relação aos horários de trabalho e dias considerados feriados na sua religião e tente uma fórmula que não prejudique a empresa e permita o cumprimento das atividades religiosas.

Leandro Tromps, advogado trabalhista do escritório Tromps, Santos & Nascimento Advogados Trabalhistas, afirma que a Constituição brasileira prega a igualdade e a tolerância, mas não existe uma norma trabalhista específica que regule esse cenário.

“O artigo 5º fala sobre os direitos e garantias fundamentais de toda e qualquer pessoa. Com base nesses princípios, podemos aplicá-los na relação de discriminação religiosa no trabalho”, analisa Tromps. Além disso, a Constituição define como crime praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Segundo Ana Lucia Paiva, advogada trabalhista do Lobo & Rizzo Advogados, a pessoa que se sentir nessa situação pode entrar com uma ação na Justiça e pedir que o juiz obrigue a empresa, por meio de uma sentença, a mudar sua forma de agir, ou a deixar de praticar determinada conduta. O profissional pode, ainda, pedir indenização por danos morais. “Além disso, em casos extremos, o funcionário pode pedir a rescisão indireta do contrato.” [...]

Tromps destaca que o modo de o profissional se vestir deve ser uma decisão individual. Segundo ele, não é proibido que uma muçulmana use a burca, por exemplo, ou que uma adepta de determinadas religiões evangélicas use saias e blusas de um modelo específico. “A organização não pode falar para ela se vestir como a maioria. Isso é discriminação.”

Em relação aos feriados religiosos, Ana Lucia Paiva afirma que a empresa é obrigada a permitir que os funcionários não trabalhem nesses dias. “Se proibirem, pode haver uma interpretação de que a companhia está discriminando a pessoa por sua religião.”

(IG Economia)

Nota: O ideal é sempre a conversa amistosa e franca. O empregador inteligente vai perceber que, se o funcionário é tão fiel a Deus e a seus princípios, certamente também o será com a empresa e com seus superiores hierárquicos, desde que eles manifestem respeito e tolerância. Se eu fosse patrão, certamente preferiria funcionários abstêmios, temperantes, tranquilos, com vida familiar harmônica, enfim, gente que se pauta pelos princípios bíblicos.[MB]

A perfeita espiral da galáxia M74

Se não é perfeita, essa espiral é, pelo menos, muito fotogênica. Essa galáxia tem 100 bilhões de estrelas e fica a 32 milhões de anos-luz, na direção da constelação de Peixes. A M74 possui vários aglomerados de estrelas, que você vê em azul, e corredores mais escuros de poeira cósmica. A imagem que você vê foi obtida com 19 horas de exposição no telescópio Calar Alto, que fica na Sierra de Los Filabres, na Espanha. Tem uma largura de 30 mil anos-luz.

(Hypescience)

Nota: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Salmo 19:1).

quinta-feira, abril 14, 2011

Descobertos fósseis com supostos 1 bilhão de anos

Cientistas encontraram fósseis preservados de organismos que viveram no fundo de lagos há pelo menos um bilhão de anos [segundo a tremendamente antiga cronologia evolucionista] no Lago Torridon, na costa oeste da Escócia. Segundo os especialistas, os fósseis marcam um importante momento na evolução das espécies, quando bactérias simples tornaram-se conjuntos de células mais complexas, capazes de realizar fotossíntese e reprodução sexuada. As informações são do site do Daily Mail. O professor Martin Brasier, da Universidade de Oxford, disse que os novos fósseis mostram que "o movimento em direção a complexas células começou muito antes do que se pensava". Os especialistas acreditam que esses organismos deram origem às algas verdes e plantas terrestres. "O estudo aponta que a vida na terra neste momento era mais abundante e complexa do que o previsto", disse Charles Wellman, da Universidade de Sheffield. Segundo ele, por muito tempo os continentes foram considerados "estéreis de vida, ou no máximo com uma insignificante biota de cianobactérias".

De acordo com os cientistas, cerca de 500 milhões de anos [idem] após o aparecimento dessas primeiras formas de vida, a superfície da Terra começou a ser colonizada por vetegação simples, como liquens, musgos e hepáticas. Na mesma época, os primeiros animais começaram a migrar para fora do mar.

"Foi [sic] sem dúvida esses organismos que ajudaram a transformar nossa paisagem, de um deserto árido e pedregoso, em um lugar verde e agradável", afirmou o professor Brasier. A pesquisa foi divulgada na revista Nature.

(Terra)

Nota: Para mim, essas “explicações” e passe de mágica são equivalentes. Vejamos: (1) Não existem “bactérias simples”; para elas existirem, são necessárias organelas especializadas, máquinas moleculares bastante complexas, membrana seletiva e informação genética. (2) Como essas “bactérias simples” se tornaram "conjuntos de células mais complexas", capazes de realizar fotossíntese e reprodução sexuada? Como elas foram capazes de duplicar a informação genética com precisão? Complexidade pode se originar da (suposta) simplicidade? Isso é científico? Fotossíntese e reprodução sexuada são mecanismos ultracomplexos que exigem o “surgimento/evolução” de muitas funções específicas de complexidade irredutível e, no caso dos sexos, distintas e perfeitamente compatíveis. Como surgiram? Mutações simultâneas e diferentes em organismos diferentes numa mesma época e mesmo local? (3) A admissão de que o “movimento em direção a complexas células começou muito antes do que se pensava” cria problemas para a teoria da evolução, uma vez que cada vez mais o tempo do “surgimento” da vida complexa vai recuando no passado (e essa constatação não é de hoje). Daqui a pouco restará a pergunta: Haveria tempo suficiente para a evolução da vida nesse nível de complexidade? (4) O estudo aponta que “a vida na terra neste momento era mais abundante e complexa do que o previsto”. A surpresa é apenas dos darwinistas, já que os criacionistas postulam que a complexidade está presente neste planeta desde que a vida foi criada – e é exatamente isso o que se observa de alto a baixo na coluna geológica. Não basta querer resolver esses problemas com ficção científica. Quando os criacionistas falam em dilúvio, evento que conta com evidências históricas e geológicas, são chamados de delirantes. E essa história aí acima, o que é, então?[MB]

Cineasta diz ter encontrado pregos da cruz de Jesus

Um documentarista afirma que dois pregos encontrados [na] tumba de um sacerdote podem ter sido usados na crucificação de Jesus Cristo. A afirmação causou polêmica entre os arqueologistas [sic]. Um dos pregos estava dentro de um ossuário que tinha a inscrição “Caifás”, nome do sacerdote que entregou Jesus aos romanos, segundo a Bíblia. Outro prego estava no chão da tumba. Eles foram encontrados em 1990, durante uma escavação na região montanhosa de Armon Hanatziv, a seis quilômetros ao sul da cidade antiga de Jerusalém. Os artigos contidos no ossuário foram levados para um laboratório da Universidade de Tel Aviv, em Israel, onde passaram por estudos. Os pregos de ferro, que medem oito centímetros cada um, foram datados de dois mil anos atrás.

O cineasta Simcha Jacobovici, nascido em Israel e naturalizado canadense, deu entrevista ao periódico britânico The Telegraph. Ele disse ter evidências muito fortes de que os pregos foram usados na cruz de Cristo, mas admitiu não ter certeza disso. O assunto é tema do seu documentário Nails of the Cross (Pregos da Cruz, em inglês), quer será transmitido por uma TV israelense e pelo canal History Channel.

A Autoridade de Antiguidades de Israel, que supervisionou a escavação, disse que nunca foi provado que Caifás foi enterrado nessa tumba. Além disso, especialistas da instituição comentaram que pregos são facilmente encontrados em tumbas. Arqueologistas [sic] da Universidade de Tel Aviv também questionam a falta de fundamento científico para afirmar que os pregos realmente foram usados na crucificação de Cristo.

(National Geographic Brasil)

Nota: Bem que eu gostaria que fosse verdade, mas meu ceticismo me faz ficar com os dois pés atrás. Em seu Twitter, o especialista em arqueologia Dr. Rodrigo Silva disse: “Sobre supostos pregos da Cruz encontrados pelo cineasta Simcha Jacobovici: ele me lembra os caçadores de relíquias da Idade Média. Há uma ironia atribuída a Lutero que diz: “Há tantos ossos de santos na Europa que só na Espanha posso achar 15 dos 12 apóstolos!” Em Filosofia, a gente fala de pessoas cegas num quarto escuro buscando um gato preto que não existe. Mas Simcha diria ter encontrado o gato!”[MB]

Propaganda desvaloriza mulher e virgindade

Com um único anúncio publicitário, a revenda de carros canadense Dale Wurfel conseguiu desvalorizar a mulher (com a típica associação da figura feminina com objetos de consumo) e a virgindade. O texto diz: “Você sabe que não é o primeiro. Mas isso realmente importa?” A propaganda infeliz rapidamente gerou crítica de organizações que defendem os direitos das mulheres. Mas a acusação teve que ver apenas com um aspecto da campanha: o anúncio dá a entender que a mulher que deixou de ser virgem tem valor menor, assim como um carro seminovo. É evidente que a preservação da pureza sexual e a defesa do sexo no contexto matrimonial (isso vale para homens e mulheres) têm suas vantagens e se constituem num princípio digno de ser defendido. Mas, na ânsia por defender os “direitos da mulher” (leia-se aqui direito de praticar sexo com quem e quantos quiser), essas organizações passaram por alto o pior do anúncio: a coisificação da mulher. Pior que esse tipo de anúncio só mesmo as propagandas sensualizadas que promovem a libertinagem, como se dá frequentemente em época de carnaval. Mas aí as ultrafeministas de plantão não se manifestam...[MB]

quarta-feira, abril 13, 2011

Cientistas associam terremotos à mudança climática

A mudança climática pode ser responsável por, a longo prazo, potencializar o movimento das placas tectônicas, segundo um estudo geológico divulgado nesta quarta-feira na Austrália. Um grupo de cientistas australianos, alemães e franceses estudou esse fenômeno na Índia, onde chegaram à conclusão de que as monções se intensificaram durante os últimos dez milhões de anos. Os pesquisadores descobriram que nesse período as chuvas aceleraram o movimento das placas da litosfera na região em um centímetro por ano. O geólogo australiano Giampiero Iaffaldano disse à rádio ABC que graças a este relatório “se reconhece pela primeira vez que a mudança climática pode, a longo prazo, atuar potencialmente como uma força e ter influência no movimento das placas tectônicas”. Iaffaldano assinalou que certos eventos geológicos causados pelo movimento das placas - como a criação dos continentes, o fechamento das conchas oceânicas e a formação dos cinturões montanhosos - podem ter influência no clima durante milhões de anos e com efeito retroativo.

Os cientistas consideram que o estudo pode contribuir para estudar os efeitos do movimento das placas tectônicas e determinar as regiões mais propensas a ser atingidas por devastadores tremores como o ocorrido recentemente no Japão. “Para isso, deve-se levar em conta a história da mudança climática nos últimos milhões de anos”, afirmou Iaffaldano.

(Folha.com)

Nota: (1) Pelo menos agora estão admitindo que a ocorrência de terremotos está aumentando (se não pode derrubar um argumento, use-o para si); (2) será mais fácil insuflar o medo nas massas, já que até mesmo os terremotos seriam causados pelo ser humano. “Temos que salvar a Terra e a nós mesmos, urgentemente, custe o que custar, mesmo que seja à custa de certas liberdades civis”, dirão. Quem viver verá. E permanece um fato: a Bíblia prevê que o aumento de terremotos é um sinal do fim do tempo do fim (volta de Jesus). Independentemente da causa dos sismos, o fato é que mais uma profecia está se cumprindo. E, de quebra, uma profecia poderá potencializar o cumprimento da outra, ou seja, do decreto dominical. Leia sobre o ECOmenismo aqui, a fim de entender melhor o assunto.[MB]

Desespero por provas é tanto que só cabeça já vira “elo”

[Meus comentários seguem entre conchetes – MB] A descoberta de uma nova espécie revela um elo evolucionário entre dois grupos de dinossauros. A existência do Daemonosaurus chauliodus se deu depois que cientistas do Instituto Smithsoniano encontraram fósseis de seu crânio e das vértebras de seu pescoço no estado norte-americano do Novo México, no Sudoeste do país [perguntar não ofende: Se os criacionistas baseassem toda uma conclusão em apenas um crânio e algumas vértebras, como isso seria interpretado? Se nem fósseis inteiros de baleias são amplamente divulgados como evidência do dilúvio...]. A pesquisa foi publicada pelo Proceedings of the Royal Society B. O Daemonosaurus viveu há aproximadamente 205 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], bem no fim do período triássico, antes do jurássico. Como foram encontrados apenas ossos da cabeça e do pescoço, não é possível calcular o tamanho do animal. Contudo, sabe-se que [pertencem] à subordem dos terópodes, dinossauros bípedes que podem ser carnívoros ou onívoros.

Os mais antigos dinossauros bípedes conhecidos incluem espécies de predadores como o Herrerasaurus, que habitou um espaço que hoje corresponde à Argentina ao Brasil há cerca de 230 milhões de anos [idem]. Até a presente descoberta, os cientistas não conheciam nenhum elo entre esses animais e os terópodes mais desenvolvidos [e agora bastaram essas evidências mínimas para concluírem que encontraram o “elo”]. A análise da estrutura óssea foi suficiente para mostrar que o Daemonosaurus é esse elo.

A descoberta motiva os paleontólogos na busca por novas evidências sobre a evolução dos dinossauros. “A exploração continuada, mesmo em regiões já bem estudadas, como o Sudoeste dos EUA, ainda providenciará descobertas notáveis de fósseis”, afirmou Hans Sues, principal autor da pesquisa. [“Ainda providenciará descobertas notáveis de fósseis”... Isso não é ciência, é profecia!]

Milhões de anos mais tarde, surgiriam as aves, e elas herdariam dos dinossauros um olfato apurado. Foi o que descobriu outra pesquisa, publicada pela mesma revista científica. Esse estudo foi um esforço conjunto da Universidade de Ohio, nos EUA, da Universidade de Calgary e do Museu Real Tyrrell, ambos no Canadá.

Há muito se acreditava que, durante a evolução dos dinossauros para as aves [assunto bem estabelecido na mente dos darwinistas, mas que não é bem assim], o olfato teria piorado, uma vez que foi preciso desenvolver a visão, a audição e o equilíbrio, essenciais ao voo [Como esses mecanismos complexos e necessários para o voo se desenvolveram pura a simplesmente, se são essenciais para a função?]. No entanto, uma comparação entre os bulbos olfatórios de dinossauros e pássaros – antigos e modernos – não confirmou essa hipótese.

“Surpreendentemente, nossa pesquisa mostra que o olfato, na verdade, melhorou na evolução de dinossauros para aves, assim como a visão e o equilíbrio”, afirmou Darla Zelenitsky, da Universidade de Calgary, principal autora do estudo. [Para que haja acréscimo de novas funções e planos corporais, é necessário igualmente acréscimo de informação genética, mas os darwinistas nem tocam no assunto, pois sabem que informação complexa e específica simplesmente não surge do nada.]

(G1 Notícias)

Leia também: "Aves e dinossauros foram contemporâneos"

Os erros de Berlusconi – mas não apenas dele

Em depoimento a magistrados italianos, duas novas testemunhas descreveram, com detalhes inéditos, as festas eróticas chamadas de “bunga-bunga”, que seriam promovidas pelo primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi. Segundo elas, as convidadas beijavam a estátua nua de um deus grego da virilidade na casa do premiê em Milão. Trechos dos depoimentos de Chiara Danese e Ambra Battilana, ambas de 19 anos, foram publicados nesta quarta feira pelos jornais italianos Corriere della Sera e La Repubblica. Os advogados de Berlusconi dizem que as declarações publicadas pelos jornais não têm fundamento, em contraste com “numerosas indicações em sentido totalmente oposto”. Os depoimentos foram feitos por escrito e entregues no dia 4 de abril aos promotores que cuidam do caso conhecido como “Rubygate”, no qual Berlusconi é acusado de abuso de poder e por pagar por sexo com a dançarina marroquina Karima El Mahroug, conhecida como “Ruby”, quando ela era menor de idade.

Conforme as declarações de Chiara e Ambra, as festas na mansão de Arcore, em Milão, não eram jantares elegantes, e sim “rituais eróticos”. Elas disseram ter ficado surpresas com o que viram e afirmaram não ter participado das brincadeiras eróticas propostas pelo premiê a suas convidadas. As jovens afirmaram ter ido a uma das festas em 22 de agosto de 2010, onde teriam sido levadas por um colaborador de Berlusconi, o jornalista Emilio Fede, com quem teriam feito testes para um programa de televisão.

A noite, segundo elas, teria começado com um jantar do qual participaram cerca de 15 pessoas. Elas teriam sido informadas por uma das moças presentes que, se Berlusconi as tivesse notado, poderiam fazer “uma bela carreira”.

“O presidente não comeu quase nada e contou muitas piadas vulgares. Tão vulgares que fiquei sem vontade de comer”, afirmou Ambra, em um dos trechos do depoimento publicados pelos jornais. “Ainda estávamos à mesa quando algumas moças descobriram os seios e os ofereciam a Berlusconi”.

Segundo o texto entregue pelas duas jovens aos promotores de Milão, após contar as piadas, Silvio Berlusconi teria mandado entrar uma estátua de Príapo, personagem da mitologia grega, símbolo da virilidade e da fertilidade.

De acordo com os depoimentos, Berlusconi fez a estátua circular entre as moças e pediu que elas beijassem o órgão sexual da escultura. “As moças se aproximavam então do premiê e todos se tocavam numa espécie de ciranda, até que ele perguntou se estavam prontas para o ‘bunga-bunga’. Todas respondem que sim”, afirmou Chiara.

Com base nas declarações das duas jovens, na casa de Berlusconi havia uma pequena discoteca onde, naquela noite, a conselheira da região da Lombardia, Nicole Minetti, teria feito uma “dança do poste” e, depois, um strip tease. “Nicole Minetti ficou totalmente nua e dançou na barra, depois aproximou-se de Berlusconi, dançando de forma provocante diante dele.”

Minetti, Fede e o empresário Lele Mora estão sendo acusados de indução à prostituição em um processo paralelo ao “Rubygate”.

As jovens afirmaram que Berlusconi e Fede pediram que elas também ficassem nuas. “Berlusconi e Fede queriam que as outras nos envolvessem nas brincadeiras e que tirássemos a roupa. E quando dissemos que queríamos ir embora, Fede concordou, mas disse que, se fôssemos embora, não iríamos trabalhar na televisão, nem participar da Miss Itália.” [...]

(BBC Brasil)

Nota: Esses são os porões de um modo podre que caminha para a perdição. Por ser uma figura pública e ter muitos inimigos, os escândalos de Berlusconi têm se transformado num circo da mídia e, certamente, também estão sendo usados com fins políticos. Agora imagine as histórias que não são contadas... Mas quero destacar a cobertura hipócrita de uma imprensa que, quando quer, posa de moralista. Tirando o fato de que provavelmente havia menores lá, por que as festas de Berlusconi são mais imorais que as paradas gays realizadas ao ar livre, com maiores e menores exibindo sua nudez e gestos obscenos à luz do dia, sob o olhar atento dos jornalistas e voyeurs de plantão? Por que a nudez carnavalesca é aceita, com a desculpa de ser uma festa do povo, ao passo que as “festinhas” do Berlusconi são impróprias, incitanto à prostituição? Dançarinas de funk e modelos rebolativas na TV, em horário nobre, também não induzem as jovens aos maus caminhos? O líder italiano pode ter levado para o mau caminho um punhado de jovens deslumbradas com a fama e o poder, mas quantas jovens são desencaminhadas pelos programas de TV cuja imoralidade e apologia do homossexualismo só crescem? Sociedade hipócrita esta, com seus milhões de Berlusconis atirando pedras no italiano.[MB]

terça-feira, abril 12, 2011

Evolução se sobrepõe à arqueologia para explicar roupa

Como traçar a evolução dos piolhos poderia ajudar a entender a cultura humana? Bom, foi assim que pesquisadores da Universidade da Flórida descobriram [sic] que os seres humanos começaram a usar roupas aproximadamente 170 mil anos atrás [segundo a cronologia evolucionista], a fim de migrar para fora da África. Em 2003, um geneticista alemão conduziu um estudo sobre piolhos que concluiu que os seres humanos começaram [o correto seria “teriam começado”] a usar roupas aproximadamente 107 mil anos atrás. Agora, os pesquisadores americanos surgem com uma nova estimativa. Os piolhos foram utilizados nesse estudo porque “encalham” em linhagens de hospedeiros por longos períodos de tempo. Alterações no parasita permitem aos pesquisadores entender as mudanças no tempo evolutivo. O objetivo dos cientistas era encontrar um método para localizar quando os seres humanos poderiam ter começado a usar roupas. Como os piolhos são tão bem adaptados ao vestuário, os pesquisadores sabiam que eles certamente não existiam até que a roupa surgiu nos seres humanos. [Dá pra acreditar nisso?]

Os pesquisadores usaram conjuntos únicos de dados de evolução dos piolhos e dos humanos a fim de fazer a sua nova estimativa de 170 mil anos. Eles concluíram que os humanos modernos começaram a usar roupas 70.000 anos antes de migrar para latitudes mais altas e climas mais frios. Essa migração ocorreu há cerca de 100.000 anos atrás. Além disso, o estudo descobriu [sic] que os humanos só começaram a usar roupas muito tempo depois de perderem seus pelos corporais, o que ocorreu cerca de 1 milhão de anos atrás, de acordo com a investigação genética de coloração da pele.

Segundo os pesquisadores, é interessante pensar que os seres humanos foram capazes de sobreviver na África centenas de milhares de anos sem roupa e sem pelos no corpo, e que não foi até o momento em que os humanos modernos se deslocaram para fora da África que eles começaram a se vestir.

O novo estudo tem alguns pontos fracos, entretanto [alguns?]. Os hominídeos arcaicos não deixaram para trás piolhos. Assim, o estudo não leva em conta que os hominídeos arcaicos, que não moravam na África, poderiam ter se vestido em torno de 800 mil anos atrás.

Os pesquisadores notam que os fatores que ajudaram os seres humanos a sobreviver, anos mais tarde foram as tecnologias como o uso controlado do fogo, a habilidade de usar roupas, e estratégias de caça e ferramentas de pedra novas.

Especialistas concordam que o estudo é bem consistente [?!]. Os resultados mostram uma data inesperadamente antiga para o uso da roupa, muito mais velha do que as mais antigas evidências arqueológicas, mas faz sentido.

Os seres humanos modernos, provavelmente [depois de usar tantos verbos afirmativos, agora vem o clássico “provavelmente”], começaram a fazer roupas depois de experimentarem as condições da Era do Gelo, 180 mil anos atrás. Somente se vestindo em base regular, os seres humanos se manteriam aquecidos enquanto expostos a tais condições.

(Hypescience)

Nota: Quando criacionistas apresentam alguma evidência, a comunidade evolucionista “cai de pau”. Mas o que dizer de pesquisas como essa acima, baseada em suposições e evidências mínimas? Noventa por cento é pura especulação. E o pior é que preferem aceitar a hipótese evolucionista em detrimento de evidências materiais providas pela arqueologia, uma ciência estabelecida. É como diz o especialista em arqueologia Dr. Rodrigo Silva: “Mesmo que fosse encontrada uma foto de Adão e Eva, alguns céticos diriam: ‘Mas a serpente não existiu, pois não está na foto.’” Seres humanos começaram a usar roupas depois de cometer o pecado do afastamento de Deus, do orgulho de querer ser mais do que eram (“sereis como Deus”, propôs-lhes o inimigo). O clima na Terra, antes do pecado e especialmente antes do dilúvio, era agradável e sem grandes variações climáticas. Com a queda da temperatura, roupas foram necessárias. Além disso, antes do pecado, a nudez não constrangia. Era natural. Finalmente, é bom lembrar que as primeiras vestes de Adão e Eva foram confeccionadas com pele de ovelha, símbolo evidente da justiça de Cristo que, a partir da queda, iria cobrir os pecadores arrependidos.[MB]

OI publica meu texto sobre o comentário de Jabor

Cada vez que ocorre algum massacre com vítimas inocentes, a revolta e a indignação se levantam e ganham a mídia. Desconhecendo (ou ignorando) a origem e o destino do mal, certos ateus procuram algo ou alguém para descarregar seu grito incontido – e frequentemente erram o alvo. No caso específico do massacre perpetrado pelo jovem Wellington Menezes de Oliveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã do dia 7 de abril, quem foi realmente culpado? Os alunos, que na infância do assassino praticaram bullying contra ele? A família, que ainda nem foi reconhecer o corpo dele no IML? A sociedade hipócrita, que adora programas que revelam o mundo-cão e enche salas de cinema para ver filmes que esbanjam violência? A falta de segurança de muitas escolas? A mídia, que espetaculariza crimes como esse e ajuda homicidas mentalmente perturbados na civilização da imagem a sair da invisibilidade frustrante? Os videogames que ele jogava? Os que venderam a arma para o bandido? Não. Para Arnaldo Jabor, o culpado é Deus! [Leia mais e deixe seu comentário lá]