segunda-feira, outubro 06, 2008

Conseqüências do adultério

Hoje quero refletir com você um pouco mais sobre o adultério... Para isso, trouxe pra você algumas informações relacionadas numa pesquisa científica. Um médico neurologista italiano chegou à conclusão de que manter uma relação extraconjugal causa estresse psicológico. Além disso, os adúlteros também sofrem mais de cefaléia, ou seja, dor de cabeça. Por conta disso, fazem uso freqüente de medicamentos. O cientista ainda concluiu que em cerca de 3% dos casos, os sintomas de cansaço e cefaléia podem esconder até mesmo um pequeno aneurisma cerebral.

Caro amigo, confesso a você que cheguei a achar graça dos resultados dessa pesquisa. Afinal, não imaginava que algum pesquisador poderia estar estudando as conseqüências físicas e mentais do adultério. Mas quero dizer a você que os resultados não me surpreendem.

Quando Deus entregou a Moisés as tábuas dos Dez Mandamentos, Ele disse: “Não adulterarás.” E sabe por que Deus disse ao homem para não adulterar? Porque Ele, em Sua onisciência, sabia das dores e do sofrimento que o adultério pode causar.

Homens e mulheres que mantêm relacionamentos extraconjugais são pessoas que vivem uma felicidade superficial. Baseada nos prazeres do corpo, na excitação da mente, tornam-se reféns de uma prática que corrói a alma, desgasta o físico e provoca marcas que nunca se apagam.

A necessidade de mentir sempre, de ter estratégias para não ser descoberto, leva o adúltero a ter um desgaste físico e mental acima do normal. Quase sempre, a pessoa passa a ter um desempenho diferente no trabalho, perde o foco em suas atividades, não tem a mesma concentração nos estudos... Enfim, ela deixa de ter a tranqüilidade e a paz necessárias garantida por uma relação estável.

Sabe por que isso acontece? Porque o adultério é uma mentira. Uma mentira que magoa os envolvidos e, quando descoberto, faz um estrago na família.

Deus sempre soube disso. Ele orientou homens e mulheres a serem fiéis porque sabia que um relacionamento extraconjugal causaria sofrimento, rompimento dos laços familiares e traria traumas para os filhos.

Caro amigo, Deus orienta Seus filhos para não serem adúlteros não por causa dEle. Não se trata de um capricho do Criador. A fidelidade conjugal não serve para preservar a Deus. A sinceridade na relação serve para proteger o casal, para assegurar paz de coração, para garantir saúde física e mental... A fidelidade serve para permitir o desenvolvimento harmonioso dos filhos, para reforçar bons exemplos morais e éticos.

(Ronaldo Nezo, Fato Pensado)

domingo, outubro 05, 2008

Por que é necessária uma nova teoria da evolução

Há muita gente que defende o desenvolvimento de uma nova teoria a evolução, já que a Síntese Moderna, o atual dogma mitológico secularista, não responde mais heuristicamente a muitas questões científicas fundamentais. Pena que a mídia secular e os livros didáticos omitem essa informação dos leitores e alunos sobre o atual status da teoria da evolução. O neodarwinismo (Síntese Moderna) propõe inúmeros mecanismos evolutivos e as mutações sendo filtradas aleatoriamente pela seleção natural ao longo do tempo para explicar a origem e a evolução da vida (diversa e complexa). Abaixo, para sua informação, estão algumas das razões expressas por cientistas (mas igonoradas pela mídia):

1. “Devemos admitir que não existem atualmente relatos darwinianos detalhados da evolução de qualquer sistema biológico ou celular, somente uma variedade de especulações que se desejaria que fosse realidade.” - Franklin Harold, professor emérito de Bioquímica e Biologia Molecular da Colorado State University, num livro da Oxford University Press

2. “A evolução darwiniana — quaisquer que sejam suas outras virtudes — não fornece uma heurística frutífera em biologia experimental. Isso se torna especialmente nítido quando a comparamos com uma estrutura heurística tal como o modelo atômico, que mostra a química estrutural e resulta em avanços na síntese de uma grande quantidade de novas moléculas de benefício prático. Nada disso demonstra que o darwinismo é falso. Contudo, isso significa que a afirmação de que a evolução seja a pedra angular da biologia experimental moderna vai topar com um ceticismo silencioso de um crescente número de cientistas em áreas onde as teorias servem, na verdade, como pedras angulares para descobertas de ponta tangíveis.” - Phillip Skell, cientista membro da U.S. National Academy of Sciences

3. "[A] afirmação darwiniana para explicar tudo da evolução é uma meia-verdade cuja falta de poder explanatório é compensado somente pela ferocidade religiosa de sua retórica." - Lynn Margulis, cientista membro da U.S. National Academy of Sciences

4. “As mutações têm uma ‘capacidade construtora’ muito limitada. [...] Não importa quão numerosas elas possam ser, as mutações não produzem qualquer tipo de evolução.” - Pierre-Paul Grasse (foi presidente da Academia Francesa de Ciências)

5. “A ausência da evidência fóssil de estágios intermediários entre as principais transições no design orgânico, na verdade, a nossa incapacidade, mesmo em nossa imaginação, para construir intermediários funcionais em muitos casos, tem sido um problema persistente e importuno para os relatos de evolução gradualista.” - Stephen Jay Gould, paleontólogo evolucionista

6. “As incongruências filogenéticas podem ser vistas em toda a parte na árvore universal, desde a sua raiz até aos principais ramos dentro e entre as diversas taxa até à elaboração dos próprios grupos primários.” - Carl Woese, pai da sistemática molecular

7. “A maioria dos filos de animais que está representada no registro fóssil aparece pela primeira vez, ‘plenamente formada’, no Cambriano [...] Portanto, o registro fóssil não ajuda no que diz respeito à origem e diversificação primitiva dos vários filos de animais." - De um livro-texto de Zoologia Invertebrada

8. “Permanece um mistério como que o processo não-dirigido de mutação, combinado com a seleção natural, resultou na criação de milhares de novas proteínas com funções extraordinariamente diversas e bem otimizadas. Este problema é particularmente acentuado para os sistemas moleculares bem integrados que consistem de muitas partes que interagem entre si...” - Dois eminentes biólogos no Journal Annual Review of Genomics and Human Genetics

9. “As novas espécies geralmente aparecem no registro fóssil subitamente, não conectadas com seus ancestrais por uma série de formas intermediárias.” - Ernst Mayr, eminente biólogo evolucionista

Questões sobre o Dilúvio

Na semana passada, recebi e-mail de um leitor que me fez perguntas sobre o dilúvio. As dúvidas se devem mais à incompreensão do que realmente acreditam os criacionistas a respeito do assunto. Eis aqui as perguntas com as respectivas respostas:

1. Como animais específicos de cada região chegaram até a arca?

A configuração da Terra era bem diferente. Não havia tanta água (mares) como hoje (lembra da Pangea?), o que facilitaria a migração dos animais. Não podemos pensar em animais "específicos de cada região", já que essas regiões e muitas dessas especificidades surgiram após o dilúvio.

2. Como as milhões de espécies de vegetais de cada região do mundo sobreviveram ao dilúvio? Havia na arca de Noé exemplares de vegetais de todas as partes do planeta?

Muitas sementes de plantas terrestres conseguem sobreviver por longos períodos, imersas em várias concentrações de água salgada (Howe, G. F., 1968. "Seed germination, sea water, and plant survival in the Great Flood." Creation Research Quartely 5: 105-112. Ironicamente, Charles Darwin igualmente provou que sementes conseguiriam sobreviver durante meses imersas na água do mar). De fato, a água salgada impede a germinação de algumas espécies, de modo que as sementes duram mais quando em água salgada do que em água doce. Outras plantas poderiam ter sobrevivido em massas flutuantes de vegetação, ou nas pedras-pomes oriundas de atividades vulcânicas. Partes de muitas plantas são capazes de germinação assexuada.

Muitas plantas poderiam ter sobrevivido como provisões planejadas de alimentos na arca, ou pela inclusão acidental em tais provisões de alimentos. Muitas sementes têm dispositivos para se prenderem em animais, e algumas poderiam ter sobrevivido ao Dilúvio dessa maneira. Outras poderiam ter sobrevivido nos estômagos das carcaças de herbívoros mortos que flutuavam.

A folha de oliveira trazida de volta para Noé pela pomba (Gn 8:11) mostra que as plantas estavam se regenerando bem antes de Noé e seus familiares terem deixado a Arca.

Leia também esta postagem.

3. Como as milhões de espécies de artrópodos sobreviveram ao dilúvio? Havia na arca uma seção com milhões de compartimentos para "casais" de insetos, aracnídeos, crustáceos e similares?

Será que antes do dilúvio havia milhões de espécies de artrópodos? Lembre-se de que os criacionistas não são fixistas e aceitam a variação (biodiversidade) dentro de tipos básicos e até o surgimento de seres vivos diferentes, em níveis taxonômicos limitados. Além do mais, é bom lembrar que esse tipo de criatura (insetos, aracnídeos, etc.) é muito pequeno, podendo ter sido "facilmente" acomodado na arca.

4. Como os animais aquáticos de água doce sobreviveram?

Leia a resposta aqui.


5. Como as diversas etnias humanas se desenvolveram em tão "pouco" tempo?

Sugiro-lhe a leitura do capítulo "A origem das etnias", do meu livro Por Que Creio (aliás, sugiro-lhe a leitura de todo o livro).

Por que o cientista foi expulso da Royal Society?


Clique na imagem para vê-la ampliada.

Archaeopteryx – ave extinta ou forma intermediária?

Depois que Charles Darwin publicou seu livro A Origem das Espécies, em 1859, os evolucionistas iniciaram a busca de espécies intermediárias de “transição” para comprovar suas alegações. O primeiro fóssil de Archaeopteryx foi descoberto na formação calcária de Solnhofen, na Bavária, Alemanha, em 1861. Os darwinistas o consideraram como a “salvação” que deveria dar apoio a sua teoria. O esqueleto do Archaeopteryx (cujo significado é “asa antiga”) é um fóssil incrivelmente raro, de grande valor. A importância desse fóssil para os darwinistas tem a ver com as suas características que, como eles alegam, pertencem tanto a aves quanto a répteis. Com grande empolgação, eles apresentaram o fóssil como um “elo perdido”, intermediário entre répteis e aves. O Archaeopteryx foi honrado com um lugar de destaque em muitas exibições em museus e também em livros-texto como a “prova” definitiva a favor da evolução.

Entretanto, as várias críticas feitas com relação ao fóssil e às inconsistências que foram surgindo com um exame mais acurado dele permaneceram ignoradas.

O Archaeopteryx tinha garras com penas, nas asas, dentes na mandíbula e uma cauda óssea semelhante à dos de répteis – essas características levaram os darwinistas a interpretar o bicho como prova da teoria da evolução.

Entretanto, os últimos exames feitos dos fósseis de Archaeopteryx mostraram que essa criatura definitivamente não era uma forma intermediária, mas uma espécie extinta de ave, com várias características que a tornavam distinta das aves modernas. Os cientistas hoje concordam que o Archaeopteryx possuía esqueleto, estrutura de penas e músculos de vôo idênticos aos das aves atuais, e era capaz de voar perfeitamente. Além disso, o exame científico comprovou que com a sua fúrcula (osso bifurcado em frente ao esterno no peito das aves) e a estrutura de penas assimétricas, o Archaeopteryx era uma ave voadora plenamente desenvolvida.

Resumindo, o Archaeopteryx não poderia ser classificado como uma forma intermediária, com base em algumas poucas características singulares. Particularmente, o sétimo fóssil de Archaeopteryx, que foi escavado em 1992, confirmou isso, e demoliu completamente as alegações evolucionistas baseadas em qualquer “semelhança” com os répteis.

Colin Patterson, um cientista evolucionista, afirma que as alegações feitas a favor do Archaeopteryx estão longe de ser científicas: “Seria o Archaeopteryx ancestral de todas as aves? Talvez sim, talvez não: não existe uma maneira de responder essa pergunta. É bastante fácil construir histórias a respeito de como uma forma dá origem a outra, e descobrir razões pelas quais os estágios deveriam ser favorecidos pela seleção natural. Porém, tais estórias não fazem parte da ciência, pois não existe maneira de submetê-las a testes.”

Por que o Archaeopteryx não é uma forma intermediária

O Archaeopteryx realmente possui várias características que o diferem das aves modernas. Não obstante, suas características mostram também que ele era capaz de voar, ou seja, ele era uma ave verdadeira. O mero fato de que o Archaeopteryx possuía várias características singulares não demonstra que fosse uma espécie de forma intermediária. Veja algumas provas de que ele não é um intermediário meio-dinossauro, meio-ave, mas sim meramente uma espécie extinta de ave:

1. Os dinossauros não possuem fúrcula, embora o Archaeopteryx, como todas as aves, possua uma fúrcula robusta que lhe possibilitava voar.

2. Uma das mais convincentes evidências de que o Archaeopteryx era uma verdadeira ave voadora é a estrutura de suas penas, de forma assimétrica, idêntica à das aves modernas. Isso revelou que o Archaeopteryx era perfeitamente capaz de voar. Aves que não voam, como o avestruz e a ema, têm asas com penas simétricas. Além disso, a forma e as proporções gerais das asas do Archaeopteryx são idênticas às das aves modernas. O fato de que a estrutura da asa do Archaeopteryx se manteve até os dias de hoje, desde presumivelmente 150 milhões de anos atrás, indica que suas asas foram criadas/projetadas para o vôo. Quem disser que o Archaeopteryx não era capaz de voar, não pode explicar o porquê daquela estrutura assimétrica.

3. Os evolucionistas destacam as garras nas asas do Archaeopteryx como evidência de que ele evoluiu a partir dos dinossauros, e que, portanto, ele é uma espécie de transição. Na realidade, entretanto, essa característica de maneira alguma sugere qualquer relacionamento entre essa criatura e os répteis. De fato, duas espécies vivas de aves – Touraco corythaix e Opisthocomus hoazin – têm garras que servem para se prender aos ramos das árvores. Essas criaturas são aves plenamente emplumadas, sem qualquer característica de réptil. Esses exemplos modernos invalidam a alegação de que as garras nas asas do Archaeopteryx significam que ele deva ser uma forma intermediária.

4. Quando os biólogos evolucionistas descrevem o Archaeopteryx como uma forma intermediária, uma das principais características nas quais eles se baseiam são os dentes. Essa característica, entretanto, realmente não mostra relacionamento algum entre essa criatura e os répteis. Os evolucionistas enganam-se ao sugerir que esses dentes são uma das características de réptil, porque dentes não são características exclusivas de répteis. Alguns répteis modernos têm dentes, outros, não. Ainda mais importante do que isso, espécies distintas de aves com dentes não se limitam ao Archaeopteryx. O registro fóssil contém um grupo separado que pode ser descrito como “aves com dentes” e que viveram tanto na mesma época que os Archaeopteryx como posteriormente – e, de fato, até tempos bastante recentes.

Um fato bastante importante, freqüentemente ignorado, é que a estrutura dental do Archaeopteryx e de outras aves com dentes é bastante diferente da dos dinossauros. A superfície dos dentes do Archaeopteryx e de outras aves com dentes é plana e têm raízes largas. Entretanto, a superfície dos dentes dos dinossauros terópodes, que alegadamente são os antepassados dessas aves, é serrilhada e suas raízes são estreitas.

5. Diziam que o osso quadrato do Archaeopteryx (o osso com o qual a mandíbula é articulada) era semelhante ao dos dinossauros, mas tomografia computadorizada revelou que esse osso de fato é idêntico ao das aves modernas. O movimento das mandíbulas é outra importante evidência que destrói as alegações evolucionistas. Na maioria dos vertebrados, incluindo-se os répteis, somente a parte inferior da mandíbula é móvel; nos pássaros, entretanto, incluindo-se o Archaeopteryx, a mandíbula superior também se move.

6. Outro golpe à tese evolucionista relacionada com o Archaeopteryx provém dos dedos da ave. Foi descoberto que o desenvolvimento embrionário dos ossos do antebraço é completamente diferente nas aves e nos dinossauros terópodes. Os antebraços dos dinossauros terópodes, ou “mãos”, consistem dos dígitos I, II e III, enquanto que as asas das aves consistem dos dígitos II, III e IV. Essa evidência importante, distinguindo dinossauros de aves, foi ressaltada em 1997 em um artigo na revista Science (v. 278, 24 de outubro). Além disso, os ornitólogos L. D. Martin, J. D. Stewart e K. N. Whetstone compararam os ossos astrágalos do Archaeopteryx com os dos dinossauros e revelaram que não havia similaridade alguma entre eles.

Em resumo, a “evolução” das aves não é uma tese consistente com as evidências biológicas ou paleontológicas. É, na verdade, uma alegação fictícia, irrealista, derivada dos preconceitos darwinistas. O assunto da evolução das aves, que alguns especialistas insistem em mencionar como sendo um fato científico, é um mito mantido vivo por razões ideológicas.

A verdade revelada pela ciência é que a criação das aves é resultado de sabedoria infinita. Em outras palavras, tanto o Archaeopteryx como todas as espécies de aves foram criados pelo Deus todo-poderoso.

(Adpatado de Harun Yahya)

Parábolas de Jesus: os dois fundamentos

Leia Mateus 7:24-27 e Lucas 6:46-49. As pessoas que estavam ouvindo a parábola dos dois fundamentos podiam ver os pequenos cursos d’água que cortavam o vale em direção ao Mar da Galiléia. Enquanto o verão avançava, esses fios diminuíam até quase sumir. Mas quando as chuvas do inverno começavam a cair os córregos se avolumavam até se tornar correntes turbulentas que chegavam a arrastar casas construídas perigosamente sobre a areia da planície. Em contraste, os ouvintes de Jesus também podiam contemplar as casas que foram construídas sobre as rochas mais altas ou ao redor delas. As pessoas construíam tais casas com muita dificuldade. Elas, entretanto, agüentavam anos e anos sob as condições mais adversas.

Por meio dessa parábola, Jesus nos ensina que devemos proceder como as pessoas que constroem sobre a rocha. Quando aceitamos a Cristo e nos propomos a viver de acordo com Seus princípios, estamos na realidade colocando-O como o Fundamento de nosso caráter (simbolizado pelas casas).

Santificação – Desenvolver um caráter semelhante ao de Jesus é um processo de toda a vida. Qualquer profissional sabe que é preciso aprender as coisas básicas antes de poder avançar. Quais são algumas coisas “básicas” da vida cristã? Pessoas recém-convertidas geralmente precisam “desaprender” algumas crenças, hábitos e práticas. Assim, o processo de se tornar mais semelhante a Jesus (santificação) geralmente acontece como o fermento em meio à massa de pão. Você não pode vê-lo operando, mas logo sabe se ele atuou ou não.

Mateus 7:24: “Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;”

Mateus 7:25: “e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.”

Mateus 7:26: “E todo aquele que ouve estas Minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia;”

Mateus 7:27: “e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.”

Os dois fundamentos retratam uma escolha óbvia. Jesus fez uma clara e irreconciliável diferença entre certo e o errado, o bem e o mal. A grande falha da maioria das filosofias é não reconhecer a existência do mal. Por esta razão, Deus não pode ser ignorado sem que isso traga à vida sérias conseqüências.

Essa parábola demonstra que ninguém, quer esteja ligado a Cristo ou não, consegue escapar da tentação, da dificuldade ou do sofrimento. Mas unicamente os que estão unidos a Cristo podem se manter em pé, a despeito de toda a tormenta.

“Todo aquele que ouve estas Minhas palavras” – A que palavras o Senhor Jesus está Se referindo?

Para entender esse assunto, devemos ler Mateus 7:21-23: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-Me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniqüidade.”

Por isso, todo aquele que edifica a sua vida espiritual nas obras praticadas, no domínio próprio, na força de vontade, no esforço humano, no moralismo, nos regulamentos, na disciplina; todo aquele que fundamenta o prédio da sua vida espiritual nessas coisas, está construindo sobre a areia. Quando vier o vento, a casa vai ruir. Mas aquele que edifica sua experiência espiritual na dependência permanente do amor de Cristo está edificando sobre a rocha, que é Jesus.

Quatro bases do relacionamento com Deus

Os três primeiros fundamentos que vamos analisar abaixo constituem o relacionamento com Deus construído sobre a areia. Mas o quarto fundamento adiante apontado representa a relação com Deus construída sobre a rocha. Somente quando fundado sobre essa última, o relacionamento com Deus não desmorona diante da tempestade das aflições.

Relacionamento baseado na ignorância – Após quatro séculos de escravidão, Israel havia saído do Egito. Moisés e Arão foram usados por Deus para conduzir a libertação do povo, através do Mar Vermelho que se abriu. Por causa de sua incredulidade, o povo vagueou pelo deserto durante 40 anos. Ao chegar ao pé do Monte Sinai, Deus resolveu falar com o povo.

Êxodo 19:4-6: “Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a Mim. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é Minha; vós Me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel.” Moisés desceu do Monte, reuniu o Conselho de Anciãos do povo e anunciou as promessas do Senhor. A condição: “Se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança...” A promessa: “Então, sereis...”

Deus não havia revelado as bases da aliança. O povo ainda não sabia o que Deus iria exigir, mas respondeu precipitadamente: “Tudo o que o Senhor falou faremos” (Êx 19:8).

Esse tipo de resposta precipitada representa o voto de um ignorante. O povo estava firmando um compromisso fundado na ignorância, pois Deus ainda não havia dados os requisitos da Aliança. O povo prometeu fazer algo sem saber do que se tratava. Até então, Deus apenas havia estabelecido uma promessa condicionada à obediência.

No capítulo 20 de Êxodo, Deus revela então as bases da Sua Aliança com o povo, resumida nos Dez Mandamentos. O povo havia se comprometido a obedecer a uma lei que sequer conhecia. Assinar um contrato sem conhecer suas cláusulas é coisa de tolo.

Eclesiastes 5:4 e 5: “Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque [Ele] não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes. Melhor é que não votes do que votes e não cumpras.” Se alguém prometer alguma coisa a Deus deve cumprir, caso contrário melhor seria que não tivesse prometido. Também hoje há pessoas que se relacionam com Deus baseadas na ignorância. Prometem a Deus coisas sem que tenham conhecimento do que Deus espera de um discípulo. Precipitadamente, tomam decisões sérias sem avaliar as conseqüências de suas promessas. Mais tarde, descobrem frustrados e aflitos que não conheciam a vontade de Deus. Ao descobrirem o que se requer de um verdadeiro discípulo em termos de responsabilidade e comprometimento diário, sentem-se incapazes e com uma terrível sensação de fracasso.

Ainda por ignorância quanto ao caráter de Deus, que é misericordioso, essas pessoas acabam se afastando dos caminhos do Senhor em vez de se arrependerem e se refugiarem nos braços de Deus.

Há muita gente achando que Deus permite tudo; concorda com tudo; sempre está de acordo com os pensamentos e projetos humanos. Ao responder à indagação de uma entrevistadora de televisão sobre a rápida conquista de fama e dinheiro, a “atriz” que havia acabado de participar de um filme impróprio concluiu em rede nacional: “É que Deus tem abençoado muito o meu trabalho...”

Relacionamento baseado no medo – É a segunda base equivocada para se estabelecer um relacionamento com Deus. O medo, como fundamento da relação com Deus, também implica em construir sobre a areia, tal qual a ignorância. Tudo o que se constrói baseado no medo, ao invés de paz, produz insegurança, insatisfação, infelicidade e distanciamento.

Quando Deus transmitiu os Dez Mandamentos em meio a relâmpagos e trovões, o povo entrou em pânico. Assustados e aterrorizados, os israelitas procuraram a Moisés e lhe suplicaram: “Todo o povo presenciou os trovões, e os relâmpagos, e o clangor da trombeta, e o monte fumegante; e o povo, observando, se estremeceu e ficou de longe. Disseram a Moisés: Fala-nos tu, e te ouviremos; porém não fale Deus conosco, para que não morramos” (Êx 20:18, 19). Esse era o mesmo povo que, de maneira precipitada e na ignorância, havia jurado a Deus obediência irrestrita, sem ainda ter conhecimento dos termos da Aliança e da seriedade do compromisso que havia firmado com Deus.

O povo preferiu ouvir a voz de um homem [Moisés] lhes falando a ouvir a voz de Deus. Tudo por causa do medo que sentiram de Deus. Ainda hoje, a maioria prefere conceitos e pensamentos humanos a ouvir a voz [palavra] de Deus. Daí em diante, o povo de Israel manteve com Deus um relacionamento fundamentado no medo. Medo do castigo. Não foi por outra razão que Israel criou uma série de normas. Não por amor a Deus, mas por medo do castigo de Deus. Era uma obediência sustentada no medo. Uma obediência legalista, exterior, em cumprimento da lei, para salvação por obras, sem nenhum prazer ou alegria. Era o medo de Deus e de Suas punições. Hoje, também milhões em todo o mundo vão à igreja com medo. Não há prazer na vida cristã. Tudo é obrigação.

Muitos imaginam poder obter a salvação como pagamento pelas obras religiosas que executam. Esses cristãos amedrontados se escravizam em formalidades. Nada conhecem sobre a pessoa ou o caráter de Deus. Aproximam-se do Senhor já com a impressão de que Deus não simpatiza com eles. Devolvem o dízimo porque têm medo de ser castigados com pobreza e miséria. Fazem o bem porque têm medo de perder os favores de Deus.

Tais pessoas vivem uma vida religiosa cansativa, apavoradas pelo constante medo de perder a salvação, pois para elas a salvação depende das coisas boas que fazem. A adoração fundamentada no medo de Deus produz uma religião superficial e inconstante. Quando o medo é aliviado, correm para pecar como num processo de fuga. Depois, voltam arrasadas, frustradas, esperando o acerto de contas com Deus. O nome de Deus para esses cristãos simboliza castigo, jugo pesado. Mas Jesus disse que o Seu jugo é suave. Vivem tristes dentro da igreja, sem nenhum prazer em ser cristãos. Esses irmãos estão mais dispostos a guardar mandamentos do que a amar Jesus. Por quê? Talvez, porque seja mais fácil aparentar bondade do que entregar o coração a Jesus. Esse medo é produzido por completo desconhecimento do verdadeiro caráter de Deus.

Relacionamento baseado na banalidade – Outra construção na areia é o relacionamento com Deus fundado na banalidade. Há pessoas que mantém um relacionamento banal e vulgar com o Senhor. Falam em Deus; usam símbolos referentes ao cristianismo; produzem frases de efeito sobre Jesus; porém não conseguem manter com Deus um relacionamento de amizade, respeito, reverência e sinceridade.

É uma vida cristã superficial, de aparências. Para tais pessoas, ir à igreja é apenas um momento social, para rever os amigos. Quem sabe uma oportunidade de paquerar. Nada além. Nada mais sério. Nada de compromisso.

Muitos têm Jesus como um astro a quem admiram como a um cantor, um ator ou jogador de futebol. É o Jesus produto de marketing; o Jesus “superstar”. O Jesus que pode trazer vantagens financeiras. É um bom investimento. Essas pessoas, normalmente, são aquelas que se vestem de maneira comprometedora; freqüentam ambientes impróprios; andam com amizades inadequadas e se envolvem em situações que deixam o nome de Jesus jogado na lama.

Jesus falou contra esse comportamento superficial. “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mt 15:8).

Uma mulher aproximou-se de Jesus e, após ouvi-Lo falar, disse: “Bem-aventurada aquela que te concebeu, e os seios que te amamentaram! Ele, porém, respondeu: Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!” (Lc 11:27-28). Jesus viu nas palavras daquela mulher apenas um deslumbramento vulgar. Era apenas uma admiradora; uma fã, não uma discípula. Hoje, infelizmente, também existem pessoas que mantém um relacionamento superficial com Deus. São apenas fãs de Jesus. O fã sabe tudo sobre o seu ídolo. Que dia ele nasceu; que carros tem; o que gosta de vestir. Mas nunca teve uma experiência pessoal com ele. Então, na verdade, não o conhece. Tanto é verdade que o ídolo também não o conhece. Jesus não precisa de fãs; precisa de discípulos. Esse tipo de relacionamento banal é ofensivo a Deus.

Relacionamento baseado no amor – O amor é o único fundamento sólido para qualquer tipo de relacionamento: religioso, conjugal, social, comercial, ou de qualquer outra natureza. “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29:13). Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo 14:15). $

A obediência a Deus só é aceita quando retrata um gesto de amor e gratidão. O amor elimina o medo. O amor de Deus por nós O impele a vir ao nosso encontro. A reação, quando Ele nos encontra, é o que muda o curso da nossa vida. Se O aceitamos, Ele nos perdoa e nos transforma. Então, paulatinamente, começamos a odiar o que gostávamos e a amar o que odiávamos. O que antes nos parecia bom, agora vemos como pecado e o que parecia ruim, agora consideramos bom. Todos que aceitam a oferta divina de salvação trocam o orgulho pela humildade; o ódio pelo amor; o egoísmo pela generosidade e a ansiedade pela paz.

Prazerosamente, o cristão que verdadeiramente ama a Jesus dedica várias horas por dia para contato com Deus ou para trabalhar em Sua obra. Não necessita que pastores fiquem cobrando sua participação. Está sempre pronto a cooperar. Quando recebe um cargo na igreja, desempenha-o com dedicação máxima e muito amor. Sabe que é honra demais trabalhar para Deus.

Mas para amar a Deus antes é preciso conhecê-Lo. Não se ama a quem não se conhece no íntimo. Só depois de conhecê-Lo por meio do estudo de Sua palavra, poderemos colocar a Deus em primeiro lugar em nossa vida.

As coisas de Deus vão permanecer eternamente. As coisas do ser humano são passageiras, assim como suas leis. O homem não pode fechar os olhos e ignorar os problemas gerados pelo pecado. Por isso, legisla para resolver questões sociais ligadas ao homossexualismo, por exemplo. Você escolhe entre seguir o que é eterno e o que é passageiro. Como o homem não pode impor a Deus o que é certo ou errado, muitos preferem excluir Deus de sua vida.

(Texto da Jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirado na palesra do advogado Mauro Braga.)

sábado, outubro 04, 2008

Impressionante expansão do cristianismo na China

O governo chinês diz que há 21 milhões de cristãos no país, sendo 16 milhões de protestantes e cinco milhões de católicos. No entanto, números não-oficiais dão conta de que sua presença é muito maior. O Centro Para o Estudo do Cristianismo Global, baseado em Massachusetts, aponta para cerca de 70 milhões. Há ainda quem acredite que existem até 130 milhões de cristãos na China. Um estudo feito por um think-tank norte-americano, o Pew Forum on Religion and Public Life, revelou que muitos cristãos que não são membros de igrejas não fazem parte dos números oficiais chineses.

O grupo China Aid Association revelou que o diretor do órgão do governo chinês que supervisiona todas as religiões no país disse "em off" que o número de cristãos na China era de fato 130 milhões no início de 2008. Caso seja verdade, isto significaria que a China tem mais cristãos do que comunistas, uma vez que o partido comunista do país tem 74 milhões de membros. Além disto, haveria mais cristãos ativos na China do que em qualquer outro país.

(Opinião e Notícia)

Espiritismo tá com tudo - na mídia

Segundo a revista IstoÉ desta semana, "o espiritismo é seguido por 30 milhões de pessoas no mundo. O Brasil é a maior nação espírita do planeta[curiosamente, também é a maior nação adventista do mundo, com mais de 1,5 milhão de membros]. São 20 milhões de adeptos e simpatizantes, segundo a Federação Espírita Brasileira – no último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2,3 milhões declararam seguir os preceitos do francês Allan Kardec, o fundador da doutrina. A mediunidade, popularizada pelas psicografias de Chico Xavier, em Uberaba (MG), ganhou visibilidade nos últimos anos na mesma proporção em que cresceu o espiritismo. Mas nada se compara ao poder da mídia atual, que permite debater os ensinamentos da religião por meio de livros, programas de tevê e rádio. Os romances com temática espiritualista de Zíbia Gasparetto, por exemplo, são presença constante nas listas de mais vendidos".

No mês de maio, a revista Superinteressante já havia publicado matéria de capa sobre o mesmo assunto. De modo geral, as reportagens sobre espiritismo na mídia secular são simpáticas (ao contrário da crítica que quase sempre ocorre quando o tema em questão é a Bíblia ou o cristianismo). Para saber a posição bíblica em relação ao espiritismo, clique aqui.

sexta-feira, outubro 03, 2008

Vivendo como camicases

Deu na Veja desta semana: "Sempre soube da importância da camisinha. Minha mãe insistia para que eu nunca saísse de casa sem ela. Certa vez, na escola, uma professora demonstrou como usar o preservativo. Achei patético. Aquilo não era para mim. No fundo, achava que aids era coisa de gay. Aos 16 anos, no início da minha vida sexual, eu até usava camisinha, com medo de engravidar as meninas. Depois, desencanei por causa da bebida. Sob o efeito da cerveja e do uísque, aí é que a camisinha não saía mesmo do meu bolso. Meus amigos também agem assim. Há três semanas eu descobri que tenho o vírus HIV. É óbvio que eu tomei um susto. Mas agora estou mais tranqüilo. Daqui a uns dias vou começar a tomar o coquetel contra a aids. Sei que terei uma vida normal."

O relato do estudante paulistano A.K., de 21 anos, é aterrador. Impressiona pelo descaso com o sexo seguro [sic] e, agora, pelo modo como enfrenta a infecção pelo HIV. Ele não é uma exceção. Rapazes e moças como A.K. se tornaram figuras freqüentes nos consultórios dos grandes infectologistas brasileiros: jovens de classe média, com menos de 25 anos, contaminados pelo vírus da aids em baladas regadas a muito álcool e drogas. "Em 28 anos de consultório, nunca vi tamanho desdém pela proteção sexual", diz Artur Timerman, infectologista do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. "E esse descaso é provocado pelo abuso de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes." Oficialmente, a ocorrência de aids entre os jovens de 13 a 24 anos mantém-se estável nos últimos cinco anos. Eles representam 10% do total de infectados no país a cada ano, o que equivale a cerca de 3 mil casos. "Mas é urgente que essa rapaziada mude de comportamento já", alerta o infectologista David Uip, do Hospital Sírio-Libanês. "Do contrário, prevejo uma explosão da contaminação por HIV entre os jovens." Até recentemente, os portadores do vírus com menos de 25 anos que chegavam ao consultório de Uip eram, no máximo, três por ano. De 2007 para cá, o médico passou a atender, em média, um paciente com o mesmo perfil por mês. "Estou estarrecido com a postura camicase desses garotos", afirma o infectologista.

Em algumas situações, o comportamento irresponsável adquire contornos suicidas. Comum entre os gays americanos desde os anos 90, vem ganhando força no Brasil a prática do bare-backing, em que homossexuais masculinos se expõem voluntariamente ao vírus da aids em relações sem proteção. A expressão barebacking pode ser traduzida como "cavalgada sem sela". Nessa roleta-russa da aids, um portador do HIV é chamado a participar de uma orgia. Ele pode ou não receber dinheiro por isso. Quando é contratado, o valor fica em torno de 3 mil reais. Batizado de "gift" (presente, em inglês), o soropositivo não é identificado. Todos os outros convidados, porém, sabem que na festinha há pelo menos um portador do HIV – e se divertem com o risco de ser infectados. Essa maluquice é protagonizada, em geral, por homens de 16 a 30 anos. Aos 48 anos, R.F. está contaminado há quinze. Já participou de uma dezena de barebackings. Num deles, foi o "presente", mas pediu para ser identificado. "Apesar do lenço vermelho amarrado no braço, o que denunciava o HIV, muitos quiseram ter relações comigo sem camisinha", conta R.F. ...

Nota: Quando se fala em "sexo seguro", pensa-se apenas no aspecto físico, deixando-se de lado o componente emocional de um envolvimento sem amor e compromisso. Pesquisas demonstraram que o sexo pelo prazer puro e simples tem levado muitas mulheres à depressão e à baixa auto-estima. As feridas emocionais de uma intimidade forçada que faz das pessoas meros objetos a serem usados e descartados quase nunca são abordadas pela mídia liberal. Na verdade e no fundo, "camicase" é todo aquele que decide viver contra o "manual da vida", a Bíblia Sagrada. Nela estão contidos os princípios capazes de levar o ser humano a desenvolver ao máximo os componentes mental, físico e espiritual de sua vida, com responsabilidade e realização sem igual. Infelizmente, esse comportamento irresponsável destacado por Veja e essa busca desenfreada por prazer já haviam sido previstos nas páginas das Escrituras e constituem um dos sinais da volta de Jesus.[MB]

Tecnologia que ajuda mas também atrapalha

Nesta tarde, pude conversar com três pessoas quase simultaneamente, em tempo real e vendo o rosto delas na tela do computador. Detalhe: uma dessas pessoas mora na mesma cidade que eu, há poucos quilômetros da minha casa. As outras duas estão a milhares de quilômetros (uma delas nos EUA). Há poucos anos, dizer isso causaria estranheza em alguns. Mas hoje, com ferramentas como o MSN e o Skype, por exemplo, isso se tornou banal. De fato, a tecnologia barateou e facilitou a conectividade entre as pessoas, mas há também o outro lado da moeda.

Segundo o site Opinião e Notícia, pesquisa feita pela rede hoteleira Sheraton revelou que 35% dos usuários de smartphones optariam pelo aparelho caso tivessem que escolher entre seus BlackBerrys e seus cônjuges.

Oitenta e quatro por cento dos entrevistados disseram que verificam seus PDAs (assistente pessoal digital) antes de irem dormir e assim que acordam, 85% afirmaram que olham o aparelho no meio da noite e 80% checam seus e-mails antes do café da manhã. Além disso, 87% dos profissionais levam seus PDAs para o quarto.

A revolução tecnológica pode afetar diretamente as relações interpessoais, já que a comunicação acompanha essas mudanças. Mas essas facilidades não devem substituir as importantíssimas relações pessoais.

Diga-se de passagem: para demonstrar Seu amor e interese por nós, Deus não enviou um e-mail. Ele desceu à Terra, tornou-Se humano e interagiu com as pessoas.

EUA votam pacote, mas o medo ainda existe

Segundo o site BBC Brasil, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sancionou nesta sexta-feira o pacote de US$ 700 bilhões para ajudar empresas que estão passando por dificuldades devido à crise econômica que atinge o país. O pacote foi aprovado nesta sexta-feira pela Câmara dos Representantes (deputados federais) dos Estados Unidos, ao receber 263 votos a favor e 171 contra. "Sei que alguns americanos estão preocupados com essa lei, especialmente com o papel do governo e o custo do plano", disse o presidente, após a votação na Câmara. "Como grande simpatizante do livre mercado, acredito que a intervenção do governo (na economia) deve ocorrer apenas quando é necessária", acrescentou. "Nesta situação, uma atitude é claramente necessária."

"Ao trabalharmos juntos (o Legislativo e o Executivo americanos), agimos com ousadia para ajudar a evitar que uma crise em Wall Street se transforme em uma crise em comunidades em todo o país", completou.

Mesmo com essa medida do governo dos EUA, é possível fazer muitas comparações entre a crise atual e a de 1929. Uma semelhança que o mundo está aflito por evitar é a depressão que assombrou os anos 1930. A julgar pelo número de vezes que a "palavra-D" aparece nos jornais, há motivos para se preocupar. Um levantamento de textos jornalísticos das últimas duas décadas mostra uma curva acentuada - para cima - da menção à palavra "depressão". Ou os analistas esperam o pior, ou talvez a única coisa que temos a temer são os receios dos próprios jornalistas. (Opinião e Notícia)

Papa fala sobre o sábado com os judeus

Chamada pelo Pe. David Mark Neuhaus, secretário-geral de vicariato católico de língua hebraica em Israel, de sutil evolução, a compreensão do papa Bento XVI sobre o shabat (sábado) é surpreendente. “Acaso não diz o Talmud Yoma (85b): ‘O sábado foi dado para vós, não vós para o sábado?’”, teria afirmado o pontífice em viagem à Paris, ocorrida há poucos dias, segundo noticiou o site católico Zenit. O site do vicariato católico de língua hebraica traz mais detalhes sobre o discurso de Bento XVI à comunidade judaico-católica em Paris. Separamos o seguinte trecho: "Estou satisfeito por receber vocês nesta tarde. É uma circunstância feliz que nosso encontro tenha lugar na véspera da celebração do 'Shabat', o dia que desde um tempo imemorial ocupa simultaneamente um lugar destacado na religião e na vida cultural de Israel. Cada judeu piedoso santifica o 'Shabbat' pela leitura das Escrituras e recitação de salmos. Queridos amigos, como vocês sabem, a devoção de Jesus foi também nutrida pelos salmos. Ele ia regularmente ao Templo e à sinagoga. Ele falou ali no dia de Sábado. Ele queria enfatizar com que generosidade Deus olhou para o homem, também incluindo a organização do tempo. Acaso não diz o Talmud Yoma (85b): ‘O sábado foi dado para vós, não vós para o sábado?’, Cristo fez a pergunta ao povo da Aliança para reconhecer constantemente a inaudita grandeza e amor do Criador de todo homem. Queridos amigos, a despeito das razões que nos unem, a despeito das razões que nos separam, nós podemos viver e fortalecer nossa fraternidade. E nós sabemos que os laços da fraternidade são um contínuo convite para conhecer melhor um ao outro e respeitar-nos mutuamente."

Sem dúvida, o líder maior da Igreja Católica omitiu que o sábado, esse dia que Cristo tinha em tão alta conta (conforme o papa mesmo admitiu), foi substituído pela expúria observância do domingo, durante a Idade Média. Ainda assim, Bento deixou nas entrelinhas sua intenção ecumênica.

(Questão de Confiança)

Confiança da mãe aumenta auto-estima da filha

Mais de 3 mil crianças nascidas em 1970 foram analisadas pela Universidade de Londres. Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na mais recente edição da revista New Scientist. No estudo, as mães responderam, quando as filhas tinham dez anos, se acreditavam que suas meninas iriam estudar até os 16, 17 ou 18 anos. Por sua vez, aos 30 anos, as filhas foram entrevistadas para avaliar se sentiam confiança nos rumos de suas próprias vidas. Os pesquisadores descobriram que as filhas das mães que disseram que as filhas iriam estudar até ficarem mais velhas demonstraram mais auto-estima quando adultas. Nenhuma relação semelhante foi descoberta entre mães e filhos. [Leia mais]

É importante saber ouvir


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quinta-feira, outubro 02, 2008

Lúcifer: agente secreto de Deus?

Papel aceita tudo (e páginas na internet também; por isso é bom checar sempre as fontes). O livro especulativo e altamente comercial da vez é Satã – Uma Biografia, de Henry Ansgar Kelly, professor emérito da Universidade da Califórnia em Los Angeles e autor de outros livros sobre a figura literária do Demônio. Segundo Kelly, a história de que Lúcifer era um anjo poderoso que se rebelou contra Deus e levou a humanidade à queda não é bíblica e teria sido “montada por teólogos cristãos dos séculos 3 e 4, responsáveis por uma leitura um bocado criativa das Escrituras”. Para ele, o Satanás bíblico não seria um rebelde contra Deus, mas uma espécie de “agente secreto” ou “chefe do FBI” divino, responsável por testar a lealdade dos seres humanos.

Segundo matéria publicada no G1, “Kelly vai além da maioria dos outros estudiosos modernos da Bíblia, os quais, como ele, afirmam que as poucas aparições de Satanás no Antigo Testamento se referem a uma figura que é subordinada a Deus, e não inimiga do Criador. Para Kelly, no entanto, a situação não muda substancialmente nas menções ao Maligno no Novo Testamento. ‘O Satã no Novo Testamento deve ser percebido como tendo uma posição equivalente a um Primeiro-Ministro, ou um Procurador-Geral da República, ou diretor do FBI, e não mais diabólico do que muitos dos mais zelosos representantes dessas posições aqui na Terra’, escreve o pesquisador. A visão geral expressa nos Evangelhos e nos outros livros bíblicos do começo do cristianismo, segundo o autor, é que Satanás simplesmente toma gosto excessivo por suas funções de testador da humanidade, e por isso perde as boas graças de Deus, sendo expulso do Céu.”

O autor menciona os livros bíblicos de Jó e Zacarias como exemplo de citações ao “promotor” Lúcifer. Para ele, a serpente de Gênesis nem teria algo a ver com Satanás. Além disso, Kelly ignora os textos de Ezequiel 28:13-19 e Isaías 14:12-14, sem falar nos do Apocalipse, que ele distorce. (Para saber mais sobre a origem de Lúcifer, clique aqui).

Em sua análise do livro do Apocalipse, Kelly afirma que a última parte desse drama cósmico é a “demissão” de Satanás de seu papel de acusador na corte de justiça divina. No capítulo 12 do livro, lê-se: “Foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava, dia e noite, diante de nosso Deus.” Para Kelly, essa visão é apresentada como uma profecia para o futuro, de forma que a chamada queda de Satanás e dos anjos que o seguem não poderia ter acontecido antes da criação do mundo. Nada mais falso.

É o tipo de interpretação estapafúrdia que certamente agrada ao próprio Lúcifer. Se não coloca em dúvida a existência do inimigo, pelo menos tira de cima dele toda a malignidade que lhe é atribuída pela Bíblia. O que Kelly faz, na verdade, é lançar sombras sobre o caráter de Deus, que passa a ser uma espécie de “sócio” do maligno. E retira de Satanás a alcunha de rebelde e traidor.

Campo de força permitirá tocar objetos virtuais

Em Jornada nas Estrelas – A Nova Geração, a nave estelar Enterprise tem uma área de lazer chamada Holodeck. Nesse espaço, é possível criar objetos de “luz sólida” que simulam a realidade. Pura ficção? Por enquanto. Parece que o universo de Star Trek continua inspirando os cientistas. Segundo o site Hyperscience, o Airborne Ultrasound Tactile Display (Display Tátil de Ultra-som) é uma dessas tecnologias que parecem ter saído das telas dos filmes de ficção científica e que têm boa chance de mudar o entretenimento para sempre. Trata-se de um campo de força 3D criado no ar que permite que você toque objetos virtuais com as mãos.

O dispositivo criado na Universidade de Tokyo inicialmente poderá ser utilizado em teclados virtuais, mas o futuro é mais promissor assim que o seu tamanho e resolução aumentarem, pois as possibilidades são “ilimitadas”. Com “ilimitadas”, os pesquisadores querem dizer sexo virtual. Como sempre, boas invenções, na mente humana pervertida, acabam sendo usadas com objetivos pervertidos.

As 13 maldições de "O Exorcista"

Deu na revista Mundo Estranho: "Vai atrair mau agouro assim lá no inferno! A saga de quatro filmes de terror iniciada em 1973 com o clássico 'O Exorcista' coleciona uma impressionante lista de tragédias e acidentes inexplicados. O recém-lançado 'Exorcista: o Início' segue a mesma tradição, numa produção conturbada que envolveu troca de diretores e até a refilmagem de praticamente todo o material. Mundo Estranho bravamente investigou 13 evidências de 'presença diabólica' nos quatro filmes da série. Verdade? Mito? Pelo sim, pelo não, já encomendamos um exorcismo aqui na redação!"

1. A primeira morte. No filme de estréia da saga, o ator Jack MacGowran é o primeiro a morrer na história, despencando de uma tenebrosa escadaria. Uma semana após terminar de gravar MacGowran morreu mesmo. Dizem que vítima de pneumonia. Será?

2. Azar contagiante. Muitas "tragédias" ocorreram com o "amigo do amigo do amigo". O ator Max von Sydow, o padre Merrin, mal começou a gravar quando soube que seu irmão havia morrrido. A esposa grávida de um assistente de câmera perdeu o bebê. E por aí vai...

3. Equipe dos diabos. A equipe técnica sofreu horrores durante a produção. O homem que refrigerava o quarto onde aconteceram as cenas de possessão morreu de maneira inexplicável. Um vigia noturno que cuidava dos cenários foi morto a tiros durante uma madrugada. Um carpinteiro cortou o polegar fora. Outro serrou o dedão do pé. Imprudência no trabalho? Não, culpa do diabo!

4. Puxada infernal. A atriz Ellen Burstyn, que fazia a mãe da garotinha endiabrada, sofreu uma grave lesão na cena em que é atirada para longe pela filha. A culpa é tanto do demônio quanto do diretor Willian Friedkin, que instrui o técnico responsável por puxá-la com a corda a "dar tudo de si".

5. Dublagem maldita. A atriz Mercedes McCambrige ingeriu ovos crus, fumou igual uma chaminé e fez o diabo pra ficar com a voz rouca e demoníaca da meninha possuída. Mas os produtores "esqueceram" de colocar o nome dela nos letreiros do filme. A atriz processou o estúdio - só para saberem que não se brinca com o demo!

6. Vingança musical. O argentino Lalo Schifrin compôs uma trilha sinistra para "O Exorcista", mas o diretor Friedkin achou o trabalho muito... chinfrim. Preferiu então usar o tema de piano já pronto ("Tubular Bells"). Schifrin vendeu a trilharejeitada para o filme "A Casa do horror" (1979). Resultado: recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, coisa rara para um filme de terror!

7. Antes nunca do que tarde. John Boorman foi a primeira escolha para dirigir "O Exorcista", mas recusou a oferta. Anos depois, assumiu as rédeas de "O Exorcista II - o Herege". Durante as filmagens, contraiu uma infecção respiratória e passou mais de um mês de cama. Quando tentou pular fora da roubada, foi ameaçado de processo judicial pelo estúdio e concluiu o filme contrariado

8. Papel de peso. A menininha meiga do primeiro filme virou uma mocinha rechonchuda em "O Exorcista II". Se alguém desconfiava que a jovem atriz Linda Blair era talentosa, ela fez questão de pulverizar essas suspeitas. O filme marca o início de sua decadência rumo ao ostracismo e a um corpo em forma... de pêra!

9. Xô, imitações. Se você acha "O Exorcista II" ruim (e ninguém aqui afirma o contrário!), precisa ver as imitações bisonhas que surgiram em toda parte do mundo. Aliás, precisa não. É melhor evitar. Coisas como Abby (a versão "black power" de "O Exorcista"), Seytan (a imitação cena a cena feita na Turquia) e Jadu Tona (produção hindu com muito canto e dança). Devem irritar até o próprio capeta!

10. Sem pé nem cabeça. "O Exorcista III" não é uma sequência dos anteriores. Ou melhor não era para ser. O filme se baseia no livro O Espírito do Mal, de William Peter Blatty, autor do primeiro O Exorcista, que aqui também brinca de diretor. Foi idéia dos produtores trocar o título e inserir referências ao clássico de 1973. O enredo se inspirou nun serial killer verdadeiro, confundindo ainda mais as coisas

11. Convite macabro. John Frankenheimer ("Operação França II", "Ronin") era um diretor respeitado em Hollywood. Isso até esnobar o convite para dirigir "Exorcista: o Início". Respondou um sonoro "não" aos executivos do estúdio e acabou fulminado por um derrame apenas um mês depois.

12. Fim de carreira. A carreia de Paul Schrader ia mal quando ele teve a boa chance de dirigir "Exorcista: o Início". Mas sua abordagem mais psicológica não fez a cabeça dos produtores. Ele foi demitido e deu lugar a Renny Harlin, que, precavido, já disse acreditar na maldição da saga

13. Marcha fúnebre. Michael Kamen ("Máquina Mortífera", "X-Men") foi o primeiro compositor cogitado para cuidar da trilha sonora do novo filme, antes de Christopher Yung assumir o posto. Kamen sofreu um ataque cardíaco fulminante em 2003. O músico, porém, já flertava com o perigo: em 1999, gravou com a banda Metallica, aquela que estorou nas paradas de sucesso após vender a alma ao diabo...

Colaboração: Thiago Leal

Editora americana quer publicar Bíblia escrita à mão

A editora Zondervan Corp. está pedindo uma "mãozinha" para 31 mil americanos a fim de produzir sua nova edição da Bíblia. A empresa deu início a uma cruzada por 90 cidades dos Estados Unidos para comemorar o aniversário de 30 anos de sua tradução para o livro sagrado dos cristãos. A turnê deve parar em eventos especiais, igrejas e pontos turísticos para dar às pessoas a chance de reescrever, de próprio punho, alguns versos da Bíblia.

O conjunto de versos escritos à mão será publicado e vendido ao final da turnê, em San Diego, em 12 de fevereiro.

A maioria dos versos deverá trazer a caligrafia de pessoas comuns, mas a editora espera conseguir também versões escritas pelo presidente George W. Bush e outras celebridades do país.

(G1 Notícias)

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