segunda-feira, setembro 14, 2009

Deficiente visual vence etapa do “Bom de Bíblia”

Ser bom de Bíblia é dever de todo cristão. E foi exatamente isso que 12 adventistas demonstraram ao vencer a etapa estadual do concurso “Bom de Bíblia”, no Maranhão. Até chegarem à final, os participantes passaram por quatro etapas. Da primeira a terceira etapas, o concurso foi em âmbito local. Já a quarta etapa envolveu os distritos do Estado, sendo realizada no dia 18 de agosto.

O “Bom de Bíblia” é um concurso promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia e está sendo realizado em toda a América do Sul. A última etapa será no dia 31 de outubro, com a participação do campeão de cada uma das doze Uniões (subdivisões regionais sul-americanas da igreja).

Mas o grande destaque que emocionou os que assistiam à premiação no Maranhão foi o jovem Silvestre, de 33 anos, campeão da categoria sênior. Cego há 20 anos, ele acertou 39 das 40 perguntas. Silvestre diz que até três meses antes do concurso era a esposa quem lia a Bíblia para ele, mas com alegria ele diz que ganhou uma Bíblia em áudio. Quando perguntaram a ele que mensagem gostaria de deixar para as pessoas, ele disse: “Leiam a Bíblia e façam de seus ensinamentos um estilo de vida.”

O Cético: uma "simples" bactéria

Vote no melhor comentário "Além da morte"

Os comentários abaixo foram selecionados entre dezenas. Outra vez, foi difícil escolher os três melhores. Agora é a sua vez, leitor, de eleger o melhor dos três. Dê agora o seu voto e ajude a decidir quem vai receber em casa uma camiseta do blog Criacionismo:

"Posso dizer que a ressurreição é certa em Jesus e a esperança que tenho de alcançar a vida eterna é estar correndo em busca de uma vitória que contemplo ainda distante, porém verdadeira. Paulo disse a Timóteo na 1ª carta, capítulo 6 verso 12: 'Toma posse da vida eterna.' A esperança que tenho é gerada pelo Espírito, mas tenho que fazer a minha parte tomando posse. Tomar posse entendo por segurar, agarrar, receber, atingir, alcançar alguma coisa por direito. O direito de tomar posse da vida eterna nos é dado quando recebemos Jesus Cristo como nosso Senhor e Salvador. Essa certeza nos traz segurança em meio a qualquer situação e nos dá forças para prosseguir sabendo que a recompensa será morar com o Senhor Jesus Cristo na Jerusalém celestial" - Dyane Marcelle de Paula Cavalheiro.

"A sensação de quem espera não é fácil!
A espera, gera impaciência, angústia, temor, desespero.
Mas esperar Naquele que é a essência de tudo,
Nos fortalece, nos faz enxergar a luz do fim do túnel.
Porque a força da nossa esperança está baseada, Naquele que é fiel." - Wellington Dias Neves

"A Ressurreição é para mim despertar em uma linda manhã de um profundo sono após uma noite negra, de um mundo sombrio sem Deus. A ressurreição marca o fim de um intervalo na história humana, a morte - um momento entre o sofrimento e a glória que virá. A ressurreição nos dará a oportunidade de ver o quanto foi bom viver, ter esperança e fé. É quando o invisível se tornará visível, e a fé será enfim concreta. Representa a continuidade da vida, e o começo de outra, a vida eterna. É a prova definitiva de que existe um Criador, um Salvador que será enfim contemplado em Sua beleza por olhos brilhantes que refletem a Sua gloria" - Joaquim Grigório Cantanhêde Neto, Pedreiras, MA

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domingo, setembro 13, 2009

Sócrates e Jesus

Imagine que um antigo filósofo grego surgisse em pleno século 20 e se matriculasse numa faculdade de teologia liberal, dessas que relativizam a autoridade bíblica. Mais: imagine que esse filósofo fosse o inquiridor Sócrates, considerado um dos fundadores da filosofia ocidental. Qual seria o teor das discussões do ateniense com os alunos e professores? Como o filósofo que se opunha ao politeísmo grego reagiria à leitura do Antigo e do Novo Testamentos? Como encararia Jesus Cristo e as alegações quanto à divindade e a ressurreição dEle? É disso – e muito mais – que tratam as duzentas páginas do livro Sócrates e Jesus (editora Vida), de Peter Kreeft, professor de Filosofia no Boston College.

Tive que ler esse livro em cumprimento parcial dos requisitos da disciplina de Filosofia, em meu curso de Estudos em Teologia, no Unasp. E fiquei fascinado. Não tanto pela ficção, em si (o desfecho até deixa a desejar), mas pelos diálogos habilmente construídos pelo autor.

“Jesus e Sócrates são certamente os dois homens mais influentes que já existiram, pois dão origem aos dois segmentos da civilização ocidental: a cultura bíblica (judaico-cristã) e a clássica (greco-romana)”, escreveu Kreeft logo na Introdução. Portanto, é o tipo de leitura que ajuda até mesmo a entender as bases sobre as quais nossa própria cultura está edificada.

Cristão e admirador de Sócrates, Kreeft se vale do filósofo para criticar a noção moderna de progresso, os valores da cultura ocidental e a forma como os cristãos nominais encaram o cristianismo. Se eu fosse resumir numa única frase o conteúdo da obra, seria: a razão em busca da verdade. Mas a verdade pode ser encontrada? “Sócrates” entende que sim e responde socraticamente com uma pergunta: “Se você não tem esperança de chegar, então como pode viajar esperançosamente? Não há pelo que esperar” (p. 39).

Na página 62, há o seguinte diálogo interessante:

“Bertha [colega de faculdade de “Sócrates”]: Eu apenas interpreto [a Bíblia] à luz das minhas convicções honestas.

“Sócrates: Mas você não poderia interpretar qualquer livro e quaisquer palavras de outro à luz das convicções deles em vez das suas?”

Vinte e quatro páginas adiante: “Se você escrevesse um livro para contar aos outros quais são as suas crenças, e eu o lesse e o interpretasse segundo as minhas crenças, que seriam diferentes das suas, ficaria feliz?” É exatamente isto que o Sócrates de Kreeft faz ao longo do livro: analisa as Escrituras sem preconceitos (já que ele não os tem, por ter vivido 400 anos antes de Cristo e não ter tido contato com a cultura judaica) e propõe que o leitor faça o mesmo, permitindo que elas falem por si mesmas, sem ser interpretadas.

Nessa busca pela verdade, “Sócrates” acaba tendo um “encontro” com Jesus e com o verdadeiro cristianismo que salta das páginas do Novo Testamento e que contrasta com o arremedo de cristianismo que muitos vivem atualmente.

Na página 138, outro personagem do livro cita Chesterton e diz que uma mente aberta é semelhante a uma boca aberta: só é útil se houver alguma coisa sólida para mastigar.

O livro de Kreeft estimula o pensamento e o ato de abrir a mente, mas oferece alimento sólido para ocupar o espaço. Por isso, merece ser lido.

Michelson Borges

Álcool + busca pela magreza = tragédia

Deu na IstoÉ desta semana: "A busca incessante pela magreza acaba de ganhar um perigoso aliado: o álcool. São cada vez mais comuns os casos de pessoas que substituem as refeições por bebida alcoólica, na tentativa de emagrecer. A prática, conhecida como alcoolrexia ou drunkorexia (derivada da palavra drunk, que significa bêbado), vem ganhando adeptos entre jovens de 20 a 35 anos e enchendo os consultórios de psiquiatras. As doses são sempre de destilados - cerveja, que incha, está fora de cogitação. (...)

"Embora ainda sem reconhecimento oficial pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença, que é um misto de alcoolismo com anorexia, assusta. 'São dois males que, sozinhos, já são complicados de tratar', afirma Maria Clara Mansur, presidente da Associação Brasileira de Transtornos Alimentares. Para ela, o que leva o jovem à alcoolrexia é um misto de complacência social com o álcool e glamourização da magreza. 'Tomar porre e ser magrinho é um imperativo cultural mundial', diz. 'E é chique acabar em um centro de reabilitação.' (...)

"'Quando bebo, em vez de comer, eu anestesio a fome', revela D.M. Fisicamente, substituir uma refeição por uma dose de uísque tem consequências devastadoras. Os problemas vão do comprometimento do sistema imunológico ao digestivo. 'Comecei a perceber que meus cabelos estavam caindo e minhas unhas quebrando', explica A.M., 36 anos, que sofreu com a alcoolrexia até 2003. 'Desenvolvi um problema hepático que me acompanha até hoje', diz. Segundo o médico Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia, por ingerir, em média, menos de mil calorias por dia, o drunkoréxico perde tônus muscular e sofre com graves distúrbios estomacais. 'É um verdadeiro desastre', diz a nutricionista Adriana Kachani, do Hospital das Clínicas de São Paulo. O corpo, acostumado a funcionar com proporções semelhantes de carboidratos, proteínas e gorduras, passa a operar apenas com os carboidratos do álcool.

"Mas, como em todos os vícios, as pessoas só reconhecem que estão doentes quando estão muito mal. 'A pessoa precisa tomar um susto para buscar tratamento', conta o psiquiatra Marcelo Niel, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade de São Paulo. Enquanto em 2008 ele atendeu apenas dois pacientes com o problema, nos primeiros seis meses de 2009 recebeu nove. 'É um fenômeno muito novo', reconhece Niel. 'Mas o número de casos está aumentando.'"

Darwinismo e psicologia sexual

"Seria possível agora entender a disputa entre Aquiles e Agamenon, na llíada, por uma bela escrava, e porque os filhos nascidos dessas conquistas eram tolerados pelas esposas legítimas, sendo homens livres e utilizando o nome do pai biológico. A 'psicologia evolucionista' poderia até mesmo transformar em paradigma biológico, verdadeiro objetivo perseguido pela natureza, a mulher grega da época heróica de Homero, a reprodutora que cuida da casa, dos filhos e das escravas, que o marido transforma em concubinas a seu bel-prazer. Da mesma forma, a prostituição, protegida pelo Estado em Atenas, poderia também ser um imperativo biológico. Os jônios, quem diria, poderiam agora ter seu comportamento sexual e sua organização social explicados pela 'nova ciência' e, ainda por cima, verem-se transformados em exemplos modelares da evolução biológica do comportamento moral.

"É bem verdade que esta não seria a primeira tentativa. Basta lembrar que há pouco mais de vinte anos manchetes anunciavam uma nova ciência e um livro revolucionário: Sociobiologia: A nova síntese. Seu autor, Edward Wilson, de Harvard, pretendia explicar os comportamentos sociais humanos, e a própria organização social, sob a ótica do darwinismo. Os supostos genes que determinariam a riqueza dos indivíduos, posição social, sucesso empresarial e até mesmo a cultura (!), profetizados na época pela sociobiologia, provaram ser apenas mais um exercício de ficção científica ou de proselitismo ideológico. (...)

"O que nos diz de novo a 'psicologia evolucionista'? Numa discutível aproximação freudiana, ela estaria centrada na 'psicologia sexual, que inclui tudo, desde o amor-próprio instável de um adolescente aos juízos estéticos que homens e mulheres fazem uns dos outros, os juízos morais que fazem uns dos outros, e mesmo os juízos dos que pertencem ao seu próprio sexo'. Existiria uma diferença básica entre a moralidade do homem e a da mulher, uma vez que 'grande parte dessa psicologia sexual humana decorre da escassez de ovos (sic) se comparados aos espermatozóides'."

(Nélio Bizzo, "Darwinismo, ciência e ideologia". In: Perspectivas em Epistemologia e História das Ciências. Universidade Estadual de Feira de Santana, 1997 - citado em Humor Darwinista)

Deu também no blog Humor Darwinista: "A extrema raridade das formas de transição no registro fóssil persiste como 'segredo do negócio' da paleontologia. As árvores evolutivas que adornam nossos manuais têm dados apenas nas pontas e nos nodos dos seus ramos; o resto, por mais razoável que seja, é inferência, e não evidência de fósseis" (Stephen Jay Gould, O Polegar do Panda).

sexta-feira, setembro 11, 2009

Além da morte

A revista Veja desta semana traz comovedora entrevista com o vice-presidente da República José Alencar, de 77 anos, que vem lutando contra o câncer e já fez 11 tratamentos, desde 2006, quando foi diagnosticado o sarcoma. A certa altura, ele responde à repórter Adriana Dias Lopes: “Um dia desses me disseram que, ao morrer, iria encontrar meu pai, falecido há mais de cinquenta anos. Aquilo me emocionou profundamente. Se for para me encontrar com mamãe e papai, quero morrer agora. A esperança de encontrar pessoas queridas é um alento muito grande – e uma grande razão para não ter medo da morte.”

Sem dúvida, é bíblica a promessa de reencontrarmos após a morte familiares e amigos que morreram em Cristo. Mas a Palavra de Deus afirma que esse reencontro ocorrerá na ressurreição, por ocasião da segunda vinda de Jesus Cristo (cf. 1Ts 4:13-17). O apóstolo Paulo disse, em Filipenses 1:21: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” Lucro? Sim, porque para aqueles que creem em Deus e nAquele que disse ser a ressurreição e a vida (João 11:25), a morte é apenas um sono (cf. João 11 e Ec 9:5, 6) do qual os salvos despertarão para a nova vida imortal. O cristão é estimulado a viver plenamente esta vida, mas sem se esquecer da verdadeira vida que o aguarda do outro lado da eternidade.

Oremos por José Alencar, para que Deus realize Sua vontade na vida dele e continue lhe dando forças nesse momento difícil.[MB]

PARTICIPE! Aproveito o assunto acima para lhe fazer um convite: escreva um comentário (de até dez linhas) sobre o que a esperança da ressurreição e da vida eterna significa para você e envie até às 9h de segunda-feira para blogcriacionismo@gmail.com. Os três melhores textos serão publicados aqui no blog e submetidos à votação dos leitores. O mais votado receberá em casa uma camiseta igual à da foto ao lado (se o seu texto não for o escolhido, não desanime: de vez em quando faremos outros concursos como este). Aproveito para agradecer a gentileza do Dr. Guilherme Ramos Sens, doador das camisetas.

Assista também ao vídeo “O que é a morte” (clique aqui).

O Criador, o sábado e as “folhas de outono”


No fim da manhã desta sexta-feira, os mais de 300 funcionários da matriz da Casa Publicadora Brasileira (uma das mais de 50 editoras adventistas espalhadas pelo mundo) participaram de uma cerimônia significativa e singular. Quando o sinal soou extraordinariamente às 11h30, nos dirigimos à plataforma da expedição de cargas. Junto à pequena multidão havia três caminhões com duas mil caixas contendo 400 mil livros Tempo de Esperança, do pastor Mark Finley. A campanha Impacto Esperança do ano que vem terá como tema principal o sábado bíblico e vai mostrar ao povo da América do Sul que o quarto mandamento da Lei de Deus é uma bênção para a humanidade, consistindo num tempo sagrado para adorar o Criador, servir aos necessitados e manter comunhão mais íntima com a família.

De cima da plataforma, o diretor geral da editora, pastor José Carlos de Lima, leu Isaías 58:1-3 e disse que há muitas pessoas buscando justiça e esperança. “Nos sentimos felizes em poder oferecer isso a elas”, completou. O diretor financeiro, pastor Edson Medeiros, disse estar com o coração apertado de emoção. “Minha família foi alcançada pela Palavra de Deus graças a um livro da Casa Publicadora”, explicou.

Depois de uma oração proferida pelos pastores Rubens Lessa (redator chefe) e Ozeas Moura (editor), posamos para uma foto ao lado dos caminhões que no domingo de madrugada sairão com a preciosa carga rumo a Brasília, cidade escolhida para o lançamento da campanha evangelística de 2010. O plano é que cada família da capital brasileira receba um livro.

Além do livro Tempo de Esperança (cuja tiragem total chegará a 5,4 milhões de exemplares), editores da Casa Publicadora Brasileira e da editora adventista da Argentina escreveram textos que mostram o sábado como um antídoto para o estresse e apresentam os benefícios desse dia sagrado para a saúde física e mental, entre outras vantagens. Esse material foi reunido na revista Um Dia de Esperança. No dia 31 de agosto, com a presença de líderes da igreja no Brasil e do presidente da Divisão Sul-Americana, pastor Erton Köhler, foi realizada nas dependências da editora brasileira uma cerimônia de lançamento da revista que terá tiragem de 19 milhões, em língua portuguesa.

Há mais de um século, Ellen White, uma das fundadoras da Igreja Adventista, escreveu: “As publicações devem ser multiplicadas e espalhadas como folhas de outono. Esses mensageiros silenciosos estão iluminando e modelando a mente de milhares” (O Colportor-Evangelista, p. 5). “A verdade deve ser dita com sinceridade, em folhas soltas e brochuras, e estas, espalhadas como folhas de outono” (Eventos Finais, p. 89).

Hoje vimos se cumprir parte dessa recomendação da mensageira do Senhor. É maravilhoso poder assistir e fazer parte desse momento especial. Jesus tem pressa de voltar!

Michelson Borges

Leia mais: clique aqui e confira como foi o Impacto Esperança do ano passado.

quinta-feira, setembro 10, 2009

Mais interesse pelo criacionismo

Dias atrás, recebi as seguintes perguntas por e-mail, às quais respondi como segue:

Os adventistas acreditam que o mundo foi criado por Deus, como é dito no livro de Gênesis. No entanto, apesar de serem criacionistas, muitos não saberiam defender essa ideia, caso fossem questionados. Por que você acredita que alguns adventistas sabem pouco sobre o criacionismo?

Talvez porque não compreendam a relação entre o criacionismo, as três mensagens de Apocalipse 14:6-12 e o sábado. Adventista é criacionista por excelência, ainda que talvez não saiba disso. Estamos entre os poucos cristãos que creem e defendem a criação em seis dias literais de 24 horas, e que defendem o sábado como memorial dessa criação. Além disso, ainda há muitos cristãos (não apenas adventistas) que não entendem que a ciência experimental pode ser um grande aliado na busca da verdade, e que o criacionismo é justamente uma associação coerente e sustentável entre ciência experimental e teologia bíblica.

O que cada adventista poderia fazer para aumentar seu conhecimento nessa área?

Primeiramente, ler livros e revistas publicados a respeito desse assunto. A Casa Publicadora Brasileira e a Sociedade Criacionista Brasileira têm alguns bons livros e outros materiais úteis e interessantes. Os sites www.scb.org.br e www.criacionismo.com.br fornecem boas fontes de pesquisa. Se informar a respeito e participar de eventos criacionistas é outra boa coisa a se fazer.

Você pode sugerir alguns livros que trazem esclarecimento sobre o criacionismo?

Origens, A História da Vida, Por Que Creio, Se Deus Fez – Se Deus Não Fez (todos esses da CPB), Em Busca das Origens, Evolução – Um Livro Texto Crítico, Criação, Uma Breve História da Terra (esses da SCB). Os leitores interessados podem também consultar a seção “Dicas de Leitura”, no meu blog.

E sites ou revistas que possuem informações atualizadas constantemente, você pode sugerir alguns?

Sugiro todos os links da seção “Sites e Blogs Relacionados”, no blog www.criacionismo.com.br

Se alguém ainda não se convenceu da importância de conhecer a criação de forma científica, o que você diria para essa pessoa começar a se importar com esse tema?

Na primeira vez em que essa pessoa tiver que dar a razão de sua fé a um cético, ateu e/ou mesmo um darwinista, vai sentir falta do tempo que desperdiçou e que não aproveitou para se informar a respeito de assuntos que iriam ajudar “Tomés” modernos a se convencerem da verdade para, depois, aceitar a personificação da Verdade: Jesus.[MB]

A propósito, o comentário mais votado sobre o significado do sábado foi o da Daniela Susana Gois. Parabéns, Daniela! A camiseta é sua.

Promessas de Deus ou dos homens?

A ganância desenfreada mais uma vez mostrou o caráter dissimulado de pessoas que lucram com a boa fé dos membros das igrejas. Diante de tantos fatos negativos mostrados na mídia, muitos podem se perguntar: “É correto dar dinheiro às igrejas?” Vamos buscar respostas bíblicas que revelam se dízimos e ofertas são da vontade de Deus ou de homens. Para começar, precisamos entender um termo que muitos conhecem, mas que atualmente possui sentido pejorativo: mordomia. A primeira ideia que pode nos vir à cabeça quando falamos de mordomia é a de alguém folgado que quer ser servido. E talvez imaginemos o mordomo como aquela figura sóbria, com uma bandeja na mão e que geralmente leva a culpa quando um crime acontece. Entretanto, ao consultar um dicionário, percebemos que mordomo simplesmente é alguém que administra uma casa ou os bens de alguém. Aí está o ponto: todos nós somos mordomos. O que quero dizer é que apenas administramos tudo o que o Senhor nos põe à mão (não só financeiramente, mas também nosso corpo, nosso tempo, etc.). Quando nascemos, nada trazemos a este mundo e dele nada levamos, quando morremos. Ninguém, por mais rico, famoso ou notório que seja, leva algo desta vida.

Agora que chegamos à conclusão de quem é o dono de todas as coisas, pois “ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam” (Salmo 24:1), podemos dar o segundo passo e entender o que é o dízimo. A palavra “dízimo” quer dizer a “décima parte”. Em Levítico 27, lemos: “Também todas as dízimas da terra, tanto do cereal do campo como dos frutos das árvores são do Senhor, santas são ao Senhor.” Os servos de Deus dizimaram desde o princípio. Abrão de tudo Lhe dava o dízimo (Gênesis 14:18-20). Jacó em seu pacto com Deus também prometeu dar-Lhe o dízimo (Gênesis 28:20-22). Diversas vezes a Bíblia mostra os filhos de Deus sendo fiéis por meio dos dízimos. Portanto, concluímos que devemos devolver ao Senhor apenas um décimo daquilo com o que Ele nos agraciou, não importando o valor, mas sim a fidelidade e gratidão a Ele. Vemos nisso claramente a sabedoria de Deus, que instituiu uma porcentagem do que recebemos e não um valor fechado, para que todos possam ser leais em conformidade com o que têm.

As ofertas também fazem parte da gratidão ao Senhor. Contudo, isso é algo individual entre cada um e Deus. “Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o Senhor, seu Deus, lhe houver concedido” (Deuteronômio 16:17). Nunca devemos ser persuadidos ou até mesmo coagidos a dar ofertas. Elas devem ser voluntárias e seu valor, como citado no verso bíblico acima, na proporção em que possamos dar.

Já descobrimos quem é o dono dos dízimos e das ofertas, como foi criado esse sistema e agora resta a pergunta: Para onde devem ir esses recursos?

Em números 18:21-24, conferimos que tudo devia ser entregue aos levitas, que eram os sacerdotes da época. Eles viviam apenas dos dízimos, visto que prestavam serviço exclusivamente no santuário de Deus. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na Minha casa; e provai-Me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida” (Malaquias 3:10). Note que nesse verso é dito que os dízimos devem ser levados à casa do Senhor, ou seja, eles devem ser levados à igreja. Na segunda parte do verso, é dito que em consequência disso Deus nos abençoará.

Vou abrir aqui um parêntese: esse é o grande argumento usado pelos charlatães da fé. É dar para receber. E receber mais ainda do que foi dado, sem medida! Reflitamos, no entanto, com atenção. Deus não é alguém com quem se barganhe. Ele é o Senhor dos Céus e da Terra. Não devemos oferecer nossos dízimos e ofertas com a intenção de receber algo em troca. E então você pode dizer, mas Deus não prometeu bênçãos sem medida? Claro que sim. Isso não quer dizer que automaticamente você receberá algo (e ainda mais do que deu), e que esse algo sejam as coisas que você julga merecer. As bênçãos de Deus não são apenas bens materiais. Saúde, família, paz, proteção, conhecimento, bem-estar espiritual e mental – e, principalmente, a graça da vida eterna pelo sacrifício do filho de Deus – são bênçãos sem medida, que dinheiro algum compra. Ser rico, estar bem financeiramente, não é pecado. Mas esse não deve ser o foco de nossa vida. Deus deve estar em primeiro lugar.

No Novo Testamento, Jesus não desaprovou esse sistema: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas” (Mateus 23:23). Na realidade, Jesus confirmou que era correto devolver o dízimo e que também temos a obrigação com a justiça, a misericórdia e a fé. Paulo, já depois da morte de Jesus, ratifica em 1 Coríntios 9: 14 essa prática: “Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho.”

Os dízimos e ofertas são propriedade de Deus, os quais Ele determinou que fossem usados para sustento dos que pregam o evangelho, para manter Sua casa (as igrejas) e para levar Sua palavra aos que ainda não a conhecem. Portanto, sejamos fiéis em nossos dízimos e generosos em nossas ofertas. Não esperando algo em troca, e sim expressando a Deus e somente a Ele nossa fidelidade, amor e gratidão.

E em relação aos que usam a Bíblia e o nome de nosso Senhor Jesus para enriquecer, esses serão julgados... Eles podem até escapar da justiça humana, mas certamente não do tribunal divino. “Roubará o homem a Deus? Todavia vós Me roubais, e dizeis: Em que Te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. Vós sois amaldiçoados com a maldição; porque a Mim Me roubais, sim, vós, esta nação toda” (Malaquias 3:8, 9).

(Lucila Tiujo dos Reis é jornalista em Curitiba, PR)

Leia também: “Igreja: a imunidade tributária e o dízimo inflacionado”

quarta-feira, setembro 09, 2009

Fósseis do Cambriano: um dilema para o darwinismo


Há exatamente cem anos, o principal paleontólogo americano Charles Doolittle Walcott estava caminhando ao longo de Burgess Pass, nas Montanhas Rochosas canadenses, quando encontrou uma placa de folhelho que contém crustáceos fósseis. O interesse de Walcott foi despertado e ele voltou ao Folhelho Burgess nos anos seguintes, onde finalmente recolheu dezenas de milhares de fósseis. Muitos deles estavam extraordinariamente bem preservados, e eram enigmáticos. Incluíram formas estranhas como Anomalocaris, Opabinia, Wiwaxia e Hallucigenia. Esses fósseis revelaram um mistério: como qualquer outra fauna cambriana, esses estranhos fósseis invertebrados apareceram no registro fóssil subitamente, sem precursores evolucionários.

O próprio Darwin estava ciente desse problema em sua época, escrevendo que a falta de evidências fósseis para a evolução dos trilobitas cambrianos “permanece inexplicável, e pode ser verdadeiramente um argumento válido contra as opiniões aqui defendidas”. Quase 150 anos depois que Darwin escreveu essas palavras, livros de biologia continuam a advertir: “A maioria dos filos de animais que estão representados nos registros fósseis aparece primeiro, ‘plenamente formados’, no Período Cambriano.” De fato, o surgimento extraordinário de animais na explosão Cambriana é retratado em um artigo recente da Nature, em comemoração ao 100º aniversário da descoberta de Walcott, afirmando que “praticamente todos os grupos de animais vivos hoje estavam presentes nos mares do Cambriano”.

Os mares do Cambriano estão sendo agora trazidos “à vida” em um novo vídeo da Illustra Media chamado “O Dilema de Darwin: O Mistério do Registro Fóssil Cambriano”, programado para ser lançado no próximo mês. Com uma animação impressionante e efeitos gráficos que estamos acostumados a ver na Illustra, o filme conta a história da descoberta do Folhelho Burgess por Walcott, assim como a beleza e importância científica dos fósseis que ele encontrou. Também narra as tentativas de paleontólogos para explicar o abrupto aparecimento de grandes grupos de animais na explosão cambriana e apresenta a opinião dos cientistas que acreditam que a melhor explicação para a explosão bioinformacional gravada em rochas do Cambriano é fruto de um projeto inteligente.

Teremos mais informações sobre este filme nas próximas semanas, mas é uma boa hora para recordar a importante descoberta de Walcott há 100 anos atrás e o desafio que trouxe ao pensamento darwinista.

(Evolution News & Views)

Projeto Atlanta 2010: O paraíso da serpente

Depois de ter conseguido a bicicleta no penúltimo dia antes da largada, no último momento, na última oração, obtive grande confiança nos favores e proteção de Deus para arrancar rumo a Atlanta. Se você não leu as primeiras informações deste desafio, saiba que ele consiste em correr e pedalar desde Boa Vista, em Roraima, até a Geórgia, nos Estados Unidos, onde pretendo chegar para a 59ª Sessão da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. Meu alvo é rodar com minha “gorduchinha” (a bicicleta que ganhei) pelas ruas de Atlanta no dia 18 de junho de 2010, cinco dias antes de começar a abertura dessa importante reunião mundial da Igreja Adventista. Esse evento vai de 23 de junho a 3 de julho de 2010. Para chegar lá pedalando, terei que percorrer os seguintes países a partir de Boa Vista: Venezuela, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, México e Estados Unidos. A previsão é correr e pedalar 13.850 km.

Então, após ganhar a bicicleta do Senhor Antonio Araújo, dono do Mercadão das Bicicletas, só necessito de fé e disposição física para dar a largada. Esta ocorreu sem muita pomba no dia 12 de agosto de 2009, quarta-feira, do centro de Boa Vista, após uma entrevista concedida à TV Roraima, ao repórter Luciano Abreu.

Desde o centro até a BR-174, que é a rodovia que liga o Brasil à Venezuela, fui acompanhado pelo Janus e seu filho, Gabriel, meus guias para chegar pelo caminho mais curto à estrada. Ainda antes da largada, por volta das 11h30, fui almoçar em um restaurante vegetariano, sendo essa refeição e todas as que fiz em minha estada em Boa Vista custeadas por Janus e a esposa dele, Ivonete.

Após uma oração sob um sol capaz de me fazer derreter, despedi-me do homem de Deus que me tratou com fineza e amor cristão. Acelerei a “Atlanta” (nome que dei à bicicleta), tendo Pacaraima como destino inicial. São 220 km e sabia ser impossível alcançar essa cidade saindo de Boa Vista às 12h30.

Pedalei 45 km antes de fazer a primeira parada, em uma pequena lanchonete. Tomei dois refrescos e comprei um frasco de mel. A pista desde o centro de onde larguei até essa parada está boa. Apenas o asfalto está velho e rachado em alguns pontos, necessitando de reparos, mas é possível pedalar com certo conforto. Apesar do calor, a natureza em volta encanta a vista. São quilômetros e quilômetros de uma região do Brasil pouco explorada. Tanto é que os rios que encontro sob as pontes são cristalinos e cheios de peixes. Assim que cheguei à primeira ponte com um rio corrente debaixo, pensei em tomar um banho. Todavia, minha disposição foi freada quando olhei por entre as folhagens pedaços de árvores escuros caídos no fundo do lago que se formou junto à ponte. Fiquei sob a sombra de uma linda palmeira, mirando com atenção o leito cristalino do rio, a ver se uma jiboia ou sucuri se mexia por entre as folhas. Isso durou meia hora e nada encontrei, apenas uns peixes grandes listrados de amarelo que se deliciavam com seus filhotes subindo a correnteza. Um ecossistema perfeito, equilibrado, no qual me faltava coragem para me integrar. Desejava dar um mergulho profundo (até carrego óculos de natação para esse fim).

Meu corpo pedia um banho relaxante. Já havia pedalado 65 km até aquele pequeno paraíso e, se pudesse imergir naquela banheira natural, que fosse por uns 10 minutos, minhas energias seriam restauradas. No entanto, estava sem coragem, uma vez que já quase fui engolido por uma piraíba (peixe que chega a uns cinco metros de comprimento), quando fui atravessar o rio Guaporé, em Rondônia, na cidade de Costa Marques. Também, noutra ocasião, nadando em rios do Amazonas, quase fui comigo por piranhas.

Por essas lembranças, estava desistindo de dar o mergulho encantado. Dizia para mim: “Bom, pelo menos esfriei o corpo sob a sombra de uma frondosa palmeira e meus olhos se deliciaram vendo a harmonia no mundo aquático deste pedaço do planeta.”

Estava quase para juntar as coisas e sair, quando parou um carro velho. Havia dois homens dentro dele. Um desceu, chegou sem cerimônia, tirou a camisa e se jogou dentro do lago. Ele fez exatamente o que pensei fazer: mergulhar ate o fundo daquele paraíso. Logo saiu da água. Aproveitei para lhe perguntar sobre o perigo das piranhas e sucuris.

– Neste rio não tem piranhas. Pode haver sucuris ou jiboias. Observe se elas estão deitadas, enroladas no fundo. Caso as veja assim, não tem perigo. Mas se observar alguma com a cabeça fora d’água, saia imediatamente porque ela está com fome e agarra a primeira presa que encontrar.

Deu-me a dica, colocou a camisa, entrou no carro e foi-se embora.

Então, tirei a camisa, cheguei à beira do lago e preparei-me para dar meu primeiro mergulho em águas roraimenses nesta viagem. Antes, observei se havia alguma cobra enrolada no fundo. Não vi coisa alguma. Então, tchibum! Lá fui eu com meus óculos de nadador para ver de perto aqueles cardumes de peixes coloridos.

Vi peixes lindíssimos. Vi folhagens retorcidas e belas. Vi um recanto aquático maravilhoso. Enquanto mergulhava mais e mais fundo, me esquecia das cobras e meu corpo se refrescava, relaxava e recuperava a forca dos músculos das pernas. Meus tendões, ligamentos e veias estavam se reestruturando para prosseguir na viagem até o por do sol.

Mas me achei muito ousado. Este não é o meu habitat. Não sou um peixe, apesar de nadar como muitos deles. Recuperei o bom senso e resolvi sair da água. O encanto das águas frescas do lago me atraíam perigosamente. Tanto é que quando fui sair, a apenas dois metros da margem, avistei uma cobra. Ela havia saído do mato e entrara na água. Fiquei gelado. Parei. Tranquei a respiração. Lembrei-me de estar sozinho e uma mordida - outra vez - de cobra, longe de qualquer auxilio, seria algo desastroso. Poderia comprometer meu projeto.

O complicado é que a cobra preta com listras brancas (não tive coragem de lhe perguntar se era venenosa) estava bem no lugar onde eu teria que passar para sair do lago. Então, resolvi ficar imóvel e deixar que Deus me guardasse, pois já havia me livrado do encontro com ela no fundo do lado.

Assim ocorreu. A cobra passou esgueirando-se a alguns centímetros de minha perna e, dando voltas com seu corpo reluzente, foi sumindo por entre as folhagens do lago e desapareceu.

Depois que o susto passou, pulei para fora do lago e, quando já estava rodando com a “gorducha”, a “Atlanta”, minha bike, dei glórias a Deus por ter me permitido refrescar o corpo e compartilhar o lago de cobras sem sofrer acidentes.

Como disse, vamos rumo à Atlanta. Venha comigo, porque Deus está aqui.

(George Silva de Souza, atleta e autor livro Conquistando o Brasil)

Oração atendida instantaneamente

Pertencer e atuar em um pequeno grupo era a paixão de João Carlos Pereira, popularmente conhecido como Joca (foto ao lado), hoje ancião na Igreja Adventista de Nova Tatuí, em Tatuí, SP.

No ano de 1999, ele abriu um pequeno grupo ao lado de sua casa, no Bairro Inocoop. O grupo, que era composto de 15 pessoas, funcionou bem por um ano. Mas as lutas da vida e dificuldades diversas fizeram com que as pessoas fossem deixando de frequentá-lo, e, uma a uma, se afastaram. Sozinho, desanimado e pensando em desistir, em uma sexta-feira (dia em que eles se reuniam), Joca foi à reunião do grupo. Estava só. A reunião começaria às 19h30, mas, como já vinha ocorrendo por várias semanas, não chegou ninguém. Desnorteado, quando o relógio marcava 19h50, Joca fez uma oração a Deus: “Senhor Deus! Se for da Tua vontade que este pequeno grupo continue, envia pelo menos uma pessoa até as 20h. Se não vier ninguém, entenderei que devo fechar o grupo.” [Leia mais]

Beber cerveja aumenta risco de câncer

Homens que bebem cerveja ou outras bebidas regularmente podem encarar um maior risco de desenvolver vários tipos de câncer, de acordo com um estudo feito na Universidade McGill, no Canadá. Pesquisadores da Universidade realizaram um questionário com aproximadamente 3.600 homens de 35 a 70 anos e descobriram que os que tinham o costume de beber têm maiores chances de desenvolver câncer do esôfago, estômago, cólon, pulmão, pâncreas, fígado e próstata. Entretanto, quando os pesquisadores observaram o tipo de álcool ingerido pelos homens, perceberam que só a cerveja e bebidas destiladas elevavam os riscos de câncer. Na maior parte, o risco aumentou de acordo com a regularidade com que os homens bebem.

Homens que bebem de uma a seis vezes por semana têm 83% mais chances de desenvolver câncer de esôfago do que aqueles que bebem menos frequentemente, enquanto os que bebem diariamente têm um risco maior.

Além disso, o risco de desenvolvimento de câncer também mostra estar relacionado ao número de anos que os homens bebem diariamente. “Nossos resultados mostram que os consumidores mais ávidos durante toda a vida têm as maiores taxas de riscos de câncer”, afirma a pesquisadora Andrea Benedetti.

Vários estudos sugerem que beber moderadamente – uma ou duas doses diárias, no máximo – são um hábito saudável, principalmente na prevenção de doenças cardíacas [também aqui há controvérsias]. Entretanto, este estudo sugere que mesmo beber moderadamente pode ser perigoso para o desenvolvimento de cânceres, quando a bebida de sua escolha é a cerveja ou destilados. (...)

(Hypescience)

Nota: “Se ouvires atentamente a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de Seus olhos, e inclinares os ouvidos aos Seus mandamentos, e guardares todos os Seus estatutos, sobre ti não enviarei nenhuma das enfermidades que enviei sobre os egípcios; porque Eu sou o Senhor que te sara” (Êxodo 15:26).

Seguir as recomendações de Deus na Bíblia é seguir a "lei da vida". Simples relação de causa e efeito.[MB]

terça-feira, setembro 08, 2009

Blog da Gi: O grupo

Oi, hoje eu vou contar uma história chamada “o grupo” e nesse grupo tinha membros e os membros eram Daniele, Nicole, Julia e a chefe Estefani. Nesse grupo eles cantavam, faziam brincadeiras... Era muito legal. Um dia Julia de sete aos viu uma menininha olhando para o grupo (o nome dela era Caroline). [Leia mais]

Município de SC pode ter sido atingido por tornado

A Defesa Civil de Santa Catarina informou na tarde desta terça-feira que suspeita de que a cidade de Guaraciaba tenha sido atingida por um tornado na madrugada de hoje, quando um forte vendaval danificou 70% das residências, deixou quatro mortos e pelo menos 138 feridos na cidade. Em todo o Estado, a Defesa Civil contabilizava, às 18h50, que 72.303 pessoas haviam sido afetadas em pelo menos 45 cidades. A Defesa Civil contabilizou que seis cidades decretaram situação de emergência: Santa Terezinha do Progresso, São Domingos, Vargeão, Vargem Bonita, Dionísio Cerqueira e Ipuaçu.

No Oeste, o município de Caçador comunicou o destelhamento de 230 residências, enquanto Abelardo Luz sofreu com a forte chuva de granizo que provocou prejuízos em pelo menos 2.012 edificações.

O município de São Domingos estava sem comunicação, enquanto a localidade de Campina da Alegria, no município de Vargem Bonita, sofre com a falta de água e energia elétrica e o destelhamento de 206 edificações. O município de Ipuaçu estava sem energia e com registros de destelhamento de casas e queda de árvores.

O município de Coronel Martins estava sem comunicação e energia elétrica, com destelhamento e queda de árvores. Monte Castelo informou aos técnicos da Defesa Civil Estadual a existência de cerca de 106 edificações atingidas, com pelos menos dois feridos, sendo uma vítima de infarto e 40 desalojados. O município de Penha, na foz do rio Itajaí-Açu estava sem água e sem eletricidade, além de contar com 411 edificações atingidas pelo vendaval. Em Blumenau, no Vale do Itajaí, foram verificados destelhamentos, quedas de árvores e o desabamento de um galpão da empresa Auto Viação Catarinense.

Segundo a Defesa Civil, os números devem aumentar com o repasse das informações das prefeituras para o órgão estadual.

(Terra)

Discrepâncias nos métodos de datação

Uma das ideias muito aceitas pelo público leigo é que os métodos de datação são a última palavra no que toca à “idade” de determinada rocha ou fóssil. A ideia é que que os geólogos aceitam qualquer que seja a “idade” dada por determinado método de datação e que eles não estão envoltos em controvérsia. Na prática, não é isso que acontece. Como funciona na prática:

Em 1964, trabalhadores municipais descobriram, por acaso, algumas pegadas numa praia. As pegadas ficaram conhecidas como as pegadas de Nahoon. O carbono-14 deu-lhes a “idade” de 30 mil anos (30.000).

Em 1995, o geólogo Dave Roberts descobriu as pegadas de Langebaan, as mais antigas que se conheciam de humanos anatomicamente modernos. “Datavam” de 130 mil anos (130.000). Por achar que as pegadas de Nahoon se tinham formado num ambiente costeiro semelhante às de Langebaan, e por saber que o carbono-14 não funciona em material com mais de 40 mil anos (40.000), Roberts quis fazer uma nova datação nas pegadas de Nahoon.

A datação através do método da termoluminescência deu uma “idade” de 200 mil anos (200.000) às pegadas. Como essa nova “idade”, segundo o geólogo, corresponde com a evidência geológica do local onde as pegadas foram descobertas, foi aceita como sendo a verdadeira idade.

Já o arqueólogo Hilary Deacon avisou que era necessária alguma precaução com a “idade” dada pelo método da termoluminescência, uma vez que ainda estava em fase experimental. Na sua ótica, os artefactos presentes no local indicam que as pegadas deviam ter uns 90 mil anos (90.000).

Conclusão: repare na quantidade de idades sugeridas para as pegadas. Repare também como o geólogo da nossa história já sabia que as pegadas tinham de ter mais de 40 mil anos e, como tal, a “idade” sugerida pelo carbono-14 não poderia ser aceita. Esses e muitos outros exemplos mostram que os métodos de datação não têm a palavra final no que concerne à idade das rochas ou fósseis. Eles se limitam a seguir as ideias pré-concebidas dos cientistas. Se a “idade” produzida pelo método corresponder às ideias pré-estabelecidas do geólogo, ela é aceita. Caso contrário, o geólogo tratará de justificar o sucedido e procurará refugiar-se na “idade” produzida por outro método.

A melhor maneira de termos a certeza da idade de alguma coisa é através de testemunhas oculares. Nisso, os criacionistas estão em vantagem, pois têm a Palavra daquele que estava lá quando os fósseis e as rochas se formaram.

(A Lógica do Sabino)

A ciência do slide perfeito

A revista Superinteressante deste mês traz uma matéria interessante para aqueles que precisam apresentar palestras e usar o recurso do PowerPoint para isso. Há até um link (no site da revista) para baixar uma pequena apresentação com dicas para se preparar bons slides. O criador do PowerPoint, Robert Gaskins, diz que as pessoas deveriam se preocupar mais com o conteúdo, e menos com o visual, das apresentações. Concordo com essa dica e acrescento mais algumas a seguir:

1. Cuidado com o contraste das cores. Nada de letras verdes sobre fundo azul, por exemplo.

2. Além da preocupação com o uso de poucas fontes com corpo de bom tamanho, procure usar fontes de fácil leitura. Na dúvida, opte sempre pela simplicidade.

3. O melhor é evitar aqueles recursos de movimento, com letras que “caem” na tela ou vêm “correndo” de algum canto. Isso apenas distrai quem assiste. É um “ruído” que não acrescenta nada de positivo à apresentação.

4. O ideal é colocar na tela apenas as ideias principais, a não ser que se trate de uma citação que você queira ler com o auditório. Se precisar fazer isso e o texto for um pouco longo, divida-o em partes e o distribua em mais de um slide. É bom não alterar a posição do texto e o corpo (tamanho) das letras, mantendo a unidade visual. Aliás...

5. A unidade visual vale para todos os elementos de seus slides. Procure manter sempre na mesma posição (e com as mesmas cores), além do texto, os títulos e os subtítulos (se houver). Isso promove organização e facilita a visualização desses elementos na tela.

6. Se for usar imagens (fotos, ilustrações, gráficos), que elas estejam de acordo com a mensagem do texto, "falem" a mesma língua. Use o bom senso na escolha delas. As ilustrações não devem ser mero enfeite. Devem ter um propósito.

7. Se for falar numa igreja (sermão ou palestra), evite projetar todos os textos bíblicos. Nada substitui o bom hábito de abrir a Bíblia e ler o texto em suas páginas.

8. Procure levar um esboço escrito de seu sermão/palestra, para a eventualidade de ocorrer uma pane nos equipamentos de projeção.

9. Não confie excessivamente na tecnologia, pois ela não substitui o estudo, o preparo e a oração.

10. Lembre-se de que os recursos de multimídia ajudam a fixar a mensagem na mente das pessoas, mas não são mais importantes que a mensagem.

Michelson Borges