sexta-feira, junho 07, 2013

Papa quer frear o avanço das igrejas evangélicas

A punto de que se cumpla un mes de su elección, el cardenal emérito de Washington cree que Francisco puede “cambiar de arriba abajo” la región con su nuevo mensaje. Durante un encuentro en la sede del Diálogo Interamericano de Washington, el cardenal y obispo emérito de la capital estadounidense, Theodore McCarrick, ha indicado que los viajes que Francisco tiene previstos hacer, a Brasil, en julio, y a Argentina y Chile, en septiembre, podrán alumbrar señales sobre su papel, aunque, ha dejado claro, que frenar el avance de la iglesia evangélica deberá ser una prioridad. “Cuando el Papa visite Brasil hará ver a sus ciudadanos la importancia de la Iglesia católica allí y lo hará con entusiasmo, dirigiéndose directamente a las personas, haciéndoles ver que no existe uma diferencia essencial entre esa confesión y la evangélica”, ha indicado McCarrick, que estuvo presente en el último Cónclave, aunque no pudo votar por razón de su edad (83 años). En agosto del año pasado, el entonces papa Benedicto XVI habló del contexto de América Latina como de una zona donde la Iglesia católica debía hacer frente a un pluralismo religioso creciente. Durante las dos últimas décadas, la comunidade católica há ido disminuyendo a costa de las iglesias evangélicas y pentecostales.

Brasil, el primer destino a América Latina del para Francisco, es un claro ejemplo de esta situación. Con 123 millones, el país sudamericano es el que tiene la mayor población católica del mundo, sin embargo, el censo del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística de 2010 mostró una disminución de fieles del 10% en la primera década del siglo XXI a costa de la expansión del credo evangélico. La Iglesia Evangélica brasileña cuenta ya con 42 millones de miembros. Con 565 millones de fieles en todo el mundo, 107 millones de los evangélicos se encuentran en América Latina y el Caribe.

McCarrick sostiene que la “personalidad humilde” del nuevo papa obstaculizará el rápido acance de los evangélicos, no sólo en América Latina, sino en el resto de países en vías de desarrollo. “Si se lo propone, cambiará América Latina de arriba abajo”, asegura el prelado.

Para la Iglesia católica, los problemas que hacen a los fieles distanciarse de su credo no son tanto dogmáticos como pastorales y, en este sentido, según McCarrick, “Francisco es el mejor pastor, tiene la intención de trasladar el lenguaje del Concilio Vaticano II al del día a día”. El cardenal de Washington se muestra convencido de que con el nuevo pontífice “desarrollará una relación distinta a la que la Iglesia católica ha tenido hasta ahora en América Latina, centrada exclusivamente em las elites y los gobenantes. Eso va a cambiar, va a ser diferente”.

El antiguo obispo de Washington destaca las cualidades humanas y espirituales del nuevo Pontífice como los motores propicios para liderar ese cambio y, en ese sentido, destaca su dominio del español y el portugués como herramientas para apuntalar su intención reformista. “Quizás no tenga el carisma de Juan Pablo II, pero Francisco ha demostrado que sabe crear atmósferas propicias, sabe cómo conectar con el pueblo. El hecho de que hable su idioma hace que los latinoamericanos lo vean como uno de los suyos, que lo perciban como alguien cercano”.

Pese a ese regreso a los dogmas del Concilio Vaticano II que McCarrick vaticina que liderará el papa Francisco, la apertura de la Iglesia católica en América Latina resta de ser completa, al menos por el momento. Otro problema enquistado, el movimiento de la Teología de la Liberación, no parece que vaya a resolverse a medio plazo. “Está claro que la Teología de la Liberación comparte el sustrato del Concilio Vaticano II, pero lo que la Iglesia no puede tolerar que amparen y apoyen movimientos guerrilleros y violentos”, asegura McCarrick. “Sin duda el compromiso del nuevo papa con los más pobres y su defensa del medioambiente [leia-se ECOmenismo], ha sido bien recibida y ayudará a tender puentes, pero la perseverancia en algunos de sus principios seguirán suscitando oposición en el Vaticano. Es lo que Francisco tratará de explicarles”, indica el cardenal.

(El País, via Impacto Evangelístico)

Nota: Como bom jesuíta, mas com estilo franciscano, Francisco agrada ao povo com sua humildade, enquanto defende tenazmente os interesses da Igreja Católica, especialmente no sentido de deter a perda de ovelhas e garantir o aumento de seu rebanho. É o papa ideal para as necessidades católicas do momento.[MB]

Mentes perigosas: o psicopata mora ao lado

Páginas 157 e 158 (trechos selecionados):

O “saber” e o “ser” já foram bens de alto valor moral social. Hoje vivemos os tempos do “ter”, em que não importa o que uma pessoa saiba ou faça, mas sim que ela tenha dinheiro (de preferência muito) para pagar por sua ignorância e por suas falhas de caráter. Nesse cenário propício surge a cultura da “esperteza”: temos que ser ricos, bonitos, etiquetados, sarados, descolados e muito invejados. O pior dessa cultura é que seus membros sociais não se contentam apenas com o “ter”, é necessário exibir e ostentar todos os seus bens. Assim ninguém esquece, nem sequer por um minuto, quem são os donos da festa.

Páginas 190 a 192 (trechos selecionados):

A ideologia sobre a qual se alicerça a cultura dos nossos tempos é baseada em três princípios básicos: (1) o individualismo; (2) o relativismo; (3) o instrumentalismo.

De forma compreensível e sem, contudo, aprofundar-me na esfera da filosofia, os três princípios podem ser avaliados da seguinte maneira:

1. O individualismo prega a busca do melhor tipo de vida a se usufruir. Entende-se como o melhor tipo de vida aquele que abrange o autodesenvolvimento, a autorrealização e a autossatisfação. De acordo com essa concepção, o indivíduo tem a “obrigação moral” de buscar sua felicidade em detrimento de qualquer outra obrigação com os demais.

2. Segundo o relativismo, todas as escolhas são igualmente importantes, pois não há um padrão de valor objetivo que nos permita estabelecer uma hierarquia de condutas. Assim, qualquer ação que leva o indivíduo a atingir a autossatisfação é válida e não pode ser questionada.

3. O instrumentalismo afirma que o valor de qualquer coisa fora de nós é apenas um valor instrumental, ou seja, o valor das pessoas e das coisas se resume no que elas podem fazer por nós.

Na verdade, tudo está implícito no primeiro e principal componente da cultura moderna: o individualismo. Assim, nosso principal objetivo é a realização e a satisfação pessoais.

Estamos perdendo o senso de responsabilidade compartilhada no campo social e o de vinculação significativa nas relações interpessoais. O aumento implacável da violência é senão uma resposta lógica e previsível a toda essa situação.

Páginas 193 e 194 (trechos selecionados):

Somente uma educação pautada em sólidos valores altruístas poderá fazer surgir uma nova ética social que seja capaz de conciliar direitos individuais com responsabilidades interpessoais e coletivas. A aprendizagem altruísta é o único caminho possível para combatermos a cultura psicopática pautada na insensibilidade interpessoal e na ausência da solidariedade coletiva.

A construção de uma sociedade mais solidária é, a meu ver, o grande desafio dos nossos tempos. E para tal empreitada teremos que harmonizar o desenvolvimento tecnológico com uma consciência que não faça qualquer tipo de concessão ao estilo psicopático de ser ou de viver. A luta contra a psicopatia é a luta pelo que há de mais humano em cada um de nós. É a luta por um mundo mais ético e menos violento, repleto de “gente fina, elegante e sincera”.

Autor: Ana Beatriz Barbosa Silva (psiquiatra no Rio de Janeiro)
Editora: Objetiva (RJ)
Ano de publicação: 2008 (1ª edição)

Os adventistas e as origens

quinta-feira, junho 06, 2013

Ex-atriz pornô fala de sua luta com o pecado

Conhecida no Brasil e em muitos países por ter namorado o craque de futebol Ronaldo Nazário, Viviane Brunieri, hoje missionária evangélica, usa sua experiência de vida como exemplo de superação para pregar e ensinar jovens atletas a não se envolverem com as chamadas marias-chuteiras. Em entrevista exclusiva para o G1, a ex-Ronaldinha conta como se envolveu com drogas, prostituição, com a máfia japonesa e o mundo dos filmes adultos, esse último por dinheiro e vingança. Apesar de ter nascido em Jundiaí (SP), Viviane passou a maior parte da infância e adolescência em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Nessa época, competia como atleta de bodyboarding e participava de concursos de beleza, até que foi para o Japão, aos 15 anos, reencontrar a mãe que não via havia cinco. “Meu maior sonho era ficar perto da minha mãe e continuar a carreira de surfista, o que aconteceu no início. Competi por vários estados e fui para outros países. Mas em menos de um ano o diabo roubou vários dos meus sonhos. Em pouco tempo, eu já estava trabalhando na noite, em um karaokê, como recepcionista”, relata.

Viviane explica que foi nessa época que teve sua primeira experiência com a prostituição, aos 16 anos. “Quando eu digo prostituta, algumas pessoas se escandalizam, mas não tem outra palavra. Alguns falam acompanhante, garçonete, mas recepcionista, que trabalha em karaokê no Japão, não vive do salário, apesar de ser remunerada para limpar as mesas, servir e conversar com os clientes. Quando uma mulher se submete a trabalhar na noite, não é para ser garçonete. É já na esperança de encontrar um cliente que vai bancar, realizar seus sonhos. Eu nunca falei com detalhes, mas sinto que é hora de falar. Um cliente me convidou para fazer um passeio em uma praia, em um iate que ele tinha. Eu fui para essa viagem. O fetiche dele era tirar fotografias minhas, mas não parou nas fotos. Nós não tivemos a relação em si, mas teve sexo oral. E ali, para mim, foi muito forte, como se todos os sonhos fossem roubados. Você dorme de um jeito e acorda de outro. Eu não sou mais aquela menina. Ele me pagou 10 mil dólares”, lembra.

Foi no Japão que a ex-modelo ganhou mais dinheiro. “Eu mudei. Achei que não tinha mais jeito e incorporei a prostituta. E como eu sempre quis fazer tudo com excelência, me tornei a mais requisitada de Nagoya. Fui conquistando clientes, pessoas famosas e presidentes de multinacionais. Em pouco tempo, abri a minha própria casa, a Garota de Ipanema, com proteção de um grupo da Yakuza, a máfia japonesa”, conta.

Também foi nessa fase, dos 16 aos 18 anos, que Viviane conheceu as drogas e fez o primeiro aborto. “Eu já bebia bastante para aguentar os programas. Então conheci uma droga muito usada no Japão, a metanfetamina, que inibe o apetite e acelera o metabolismo. Experimentei todas as drogas, mas essa era a que mais usava. Em nenhum programa eu estava de cara limpa, sempre drogada. Nessa época, fiz o meu primeiro aborto, por conta do relacionamento com um integrante famoso da Yakuza. Isso mexeu muito comigo. Depois, aos 18 anos, tive meu primeiro relacionamento com uma mulher, uma filipina. Vivemos juntas por um ano”, diz.

Durante uma viagem ao país natal da companheira, Viviane decidiu passar um mês no Brasil. Foi quando conheceu Ronaldo. “Era muita droga. Eu queria dar um tempo. Eu cheguei em fevereiro, na época do Carnaval, fui para Peruíbe e depois para o Rio de Janeiro, tentar fazer um curso de teatro, achando que poderia sair dessa vida. Fui com meu irmão mais velho e fiquei em um flat na Barra. O Ronaldo estava nesse flat fazendo fisioterapia. Na época ele jogava no PSV. Se eu visse o Ronaldo não saberia quem ele era, não conhecia. Foi meu irmão, que também era jogador, quem me disse e na hora eu pensei: dinheiro eu tenho, bonita eu sou, mas preciso de fama. Lembrei de algumas famosas, que continuam na mídia por terem namorado famosos, era o que eu precisava. Foi tudo premeditado. Meu irmão disse que ele já estava de olho em mim, nos viu na piscina, perguntou se a gente era namorado e nos convidou para ir em um pagode. Em menos de um semana a gente já estava namorando. Isso foi em 1996”, lembra.

Viviane conta que o relacionamento com o craque foi rápido e durou apenas 10 meses. “Eu fui morar com ele na Holanda. Nós estávamos bem, eu estava renovando o meu passaporte para ir para a Olimpíada de Atlanta com ele. Mas eu queria voltar para o Japão, precisava fechar a casa noturna e resolver um monte de coisas, acabar aquela vida. Os empresários dele começaram a pressionar, queriam saber como uma menina tão nova tinha relógio rolex, apartamento duplex e carro importado. O Ronaldo achava que eu era modelo, que o dinheiro vinha desse trabalho. Um dia, bebendo, eu falei tudo para ele, da casa noturna, do relacionamento com outra mulher, e foi aí o término”, lembra.

Com o fim do relacionamento, Viviane foi para o Japão, finalizou tudo e retornou para o Rio. Foi quando conheceu Nádia, também ex-namorada de Ronaldo, e surgiu a ideia das Ronaldinhas. “A princípio, queríamos montar um programa de futebol. Nós gravamos um piloto e levamos a vários lugares, até que surgiu o convite para posarmos juntas na Playboy. O nome Ronaldinhas foi ideia de um fotógrafo. Fomos capa em 13 países e então veio a dupla musical, em 1998. Esse ano eu não precisei sair com nenhum homem. Tive minha independência financeira com meu trabalho artístico. Foi assim até o ano 2000, quando veio a morte do meu pai e me vi sem chão”, recorda.

Viviane conta que foi nesse momento que teve o primeiro contato com a religião evangélica. “Deus usou uma moça para dizer tudo o que eu precisava ouvir. Comecei a caminhar com Cristo, entendi a morte do meu pai e passei a renunciar algumas coisas. Em 2002, fui trabalhar na Copa como repórter de uma emissora japonesa. Reencontrei um ex-namorado e engravidei do meu primeiro filho, depois de três abortos e um ovário retirado. Também voltei a encontrar o Ronaldo e entrevistei ele. Isso gerou muita polêmica, acharam que eu poderia estar grávida dele, mas não estava. Ele era casado com a Milene na época, que é muito minha amiga, até hoje”, conta.

Depois da Copa, Viviane voltou para o Brasil, mas, em 2005, acabou retornando para o país asiático, após deixar um trabalho. “Eu ainda estava em processo de conversão, mas esbarrava na questão financeira. Achava que dava para conciliar, mas aos poucos entendi que não. Pedi as contas, fui para Peruíbe e depois levei meu filho para o Japão, para conhecer os avós paternos. Eu achava que ia conseguir, que estava firme, ia procurar uma igreja próxima, mas em menos de 24 horas eu já estava bebendo e me drogando novamente. Foi muito rápido, me afundei de novo. Conheci o pai da minha filha, que era DJ. Engravidei de gêmeas, mas só uma menina nasceu”, relata.

Depois de três anos no Japão, veio o convite para fazer filmes pornográficos no Brasil. “Foi a questão financeira que chamou a atenção. Seria, no mínimo, R$ 500 mil. Era a oportunidade que eu esperava para ir embora do Japão. Quando o produtor mandou a minuta, eram cinco cenas. A negociação durou 40 dias. Exigi carro importado e apartamento. Eles aceitaram. Fui para o Brasil e um mês depois comecei a gravar. Mas foi muito difícil. Por mais que eu tivesse me prostituído, era camuflado. Agora seria para todos, e para sempre. A primeira cena foi em São Paulo, mas eu chorei tanto que não foi aproveitada”, lamenta.

A última cena, onde Viviane contracena com vários atores ao mesmo tempo, foi ideia dela. “Quem sugeriu fui eu. Estava muito louca e fiz por vingança. Eu queria atingir algumas pessoas em um momento de muita revolta. Em todas as gravações eu estava muito louca, cheirada. Dediquei essa cena para algumas pessoas em uma rede social na internet”, revela.

Depois dos filmes, Viviane voltou a se prostituir, mas dessa vez no Brasil. “Eu passei a fazer programas, como são conhecidos aqui. Eu fazia apresentações em casas noturnas, presenças, stripteases, ficava dois a três dias nas cidades e sempre fazia os programas, nunca de cara limpa. Durou um ano, até que, em fevereiro de 2009, em Joinville (SC), fiz show em uma casa noturna e um empresário da cidade quis fazer programa com a Ronaldinha. Eu acordei de madrugada, em um quarto de motel, sozinha e nua. Quando eu olhei na cabeceira, tinha um bolo de dinheiro, uns R$ 5 mil, e preservativos no chão. Fiquei desesperada, não lembrava com quem eu tinha ido, com quantos homens, o que tinha feito. O meu produtor disse que eu estava louca, que ninguém me segurava. Depois desse dia, procurei o meu pastor, uma médica e acabei ficando um mês internada. Foi quando aconteceu minha conversão definitiva”, lembra.

Desde então, a ex-Ronaldinha passou a usar as experiências pelas quais passou para evangelizar e pregar em igrejas da Baixada Santista e de todo o país. O dinheiro que ganhou foi investido em obras de caridade e projetos ligados a jovens atletas. “Primeiro surgiu o Resgatando Vidas, em Peruíbe, onde trabalhava na recuperação de moradores de rua, até 2011. Hoje tenho uma parceria com a Escola de Formação para o Futebol Profissional (EFAF-PRO), que atua com atletas pré-adolescentes e adolescentes. Fazemos peneiras por todo o Brasil, é um centro de treinamento, minha parte é evangelizar, pregar e até batizar”, descreve.

Por ter namorado o Ronaldo, Viviane fala com os meninos com propriedade sobre a tentação das chamadas marias-chuteiras. “Essas mulheres, como eu fui, são usadas para enganar, engravidar. Eu passo isso para os jogadores, falo que tudo tem um tempo, para eles não se anteciparem, não irem para baladas, não beberem. Se eles se esforçarem para conhecer a palavra de Deus, dificilmente serão enganados”, explica.

Apesar de convertida, Viviane afirma que é constantemente tentada a voltar à antiga vida. “A libertação é diária, sempre existe o temor de uma recaída. Até 2011, eu ainda recebia propostas para gravar cenas que não tinha feito. Fora empresários ligando para ir a festas. Uma coisa é você recusar R$ 300 mil quando tem R$ 1 milhão na conta, outra é recusar não tendo dinheiro para comprar o leite para a filha, como aconteceu comigo. Mas eu resisti”, conta.

Prestes a lançar um DVD onde contará sua história, hoje Viviane Brunieri não tem medo da exposição e fala sobre tudo. “O meu filho sabe que eu fui prostituta, que fiz filme pornô. Foi difícil a minha primeira conversa, mas hoje ele entende. Sempre quis me tornar uma pessoa pública, a exposição não me incomoda. Eu fiquei dois anos sem ver televisão ou internet, um dia, em uma livraria evangélica, li os comentários abaixo de uma pregação minha. Algumas pessoas me chamavam de vagabunda. Fui mesmo, mas hoje sou uma nova criatura. Mas fiquei muito chateada quando falaram dos meus filhos. Hoje, como missionária, não só leio como respondo. Foi por Deus que eu consegui me livrar de todo o mal que estava sobre minha vida. E através de mim, várias garotas de programa têm se convertido. Também digo para os jovens que não se iludam com o mundo da pornografia. Não vai abrir portas, só a do cemitério. Sei que eu incomodo, mas o que tenho a dizer é que não posso me calar. Ser cristão é muito mais do que frequentar uma igreja, vem de dentro para fora. Eu vivi no meio de gente que tem milhões, mas nada traz essa paz”, conclui.


Nota: É mais uma história trágica que revela parte do “grande conflito” envolvendo uma vida atormentada e, finalmente, libertada. Viviane é como toda pessoa neste planeta, apenas o tipo de luta é que muda. Entregue ao mal, o pecado foi ganhando proporções terríveis na vida dela, como um câncer agressivo que se alastra mais e mais. E é assim que o pecado atua: uma vez que cedemos, o passo seguinte para o fundo do poço acaba se tornando mais fácil. Note o que ela revela na entrevista: (1) quando se envolveu sexualmente com um homem, num relacionamento sem sentido, foi como se os sonhos dela tivessem sido roubados; daí para uma vida promíscua foi um "pulo"; (2) quando fez o primeiro aborto, isso mexeu com ela; (3) o relacionamento com o jogador foi premeditado e visava à fama; (4) quando conseguiu dinheiro, ela ficou um ano sem sair com homens; (5) a morte do pai fez com que ela “perdesse o chão”; (6) ao reincidir no pecado, ela fez três abortos; (7) quando gravou a primeira cena de um filme pornográfico, ela chorou muito; (8) para se prostituir e filmar, ela precisava se drogar; (9) ela admite que somente a Palavra de Deus liberta e que a luta para vencer o pecado é diária; (10) como conhecedora do meio, ela diz que pornografia é uma ilusão que leva à morte; (11) e, finalmente, afirma que dinheiro, fama e prazer ilícito (“nada”) traz paz. Do testemunho dela, concluo: (1) por mais que a mídia promova o tal do sexo casual, as múltiplas experiências, etc., isso destrói os sonhos e a felicidade e conduz à promiscuidade, com todos os riscos (físicos, emocionais e espirituais) inerentes; (2) por mais que se promova o aborto como algo corriqueiro, um direito da mulher, etc., aquelas que o praticam ficam marcadas para sempre; (3) quem busca fama, dinheiro e prazer pelo prazer, dificilmente encontra o amor; (4) se a prostituição fosse prazerosa, quando conseguiu dinheiro, ela não teria ficado um ano sem sair com homens; (5) frequentemente, é em momentos de perda que as pessoas “acordam para a vida”, e Deus permite que isso aconteça e usa isso para chamar a atenção de Seus filhos perdidos; (6) a segurança do pecador está em não soltar a mão do Pai; (7) pornografia destrói os sentimentos de quem a produz e de quem a consome; (8) pornografia e drogas combinam, pois ambas entorpecem e destroem; (9) quem se envolve com drogas (seja de qual tipo for) precisa de libertação diária, pois a luta será constante; precisa fugir dos fatores de tentação e viver em comunhão íntima com Deus; (10) quem consome pornografia vai se sentir menos atraído para o sexo real e será envolvido pela ilusão; além disso, uma vez rendido a esse vício, sempre vai querer “doses” maiores e mais intensas para se satisfazer; (11) o prazer verdadeiro só existe quando vivemos de acordo com os planos de Deus. Faça suas escolhas com sabedoria e aprenda pelo exemplo de outros. Deus vai ajudá-lo(a).[MB]

“É difícil mulher rodada encontrar um cara legal”

Marina Ruy Barbosa, 17, falou sobre virgindade em entrevista à revista Quem. A atriz, que vive a Nicole de “Amor à Vida” (Globo), namora Klebber Toledo, 26, há quase dois anos. “[Perder a virgindade] tem que ser com a pessoa certa, com alguém em que você confie e que seja legal com você”, afirmou. “Cada um sabe sua hora.” “É uma coisa que não banalizo”, disse. “Acho feio banalizar, acho que perde a graça. A vida é bonita, então, vamos fazer ficar bonito.” “Por ser mais velho, o Klebber não tem tanta pressa de tudo, já viveu, já fez, já conheceu”, explicou. “Nunca dormi fora e o Klebber nunca dormiu na minha casa.” “No começo, eu era mais ciumenta, mas o Klebber me passa muita segurança”, contou. “Barraco, não faço. Nunca.” “Há mulheres muito galinhas. É louco, né? Acho que não se comportam e, aí, os caras não valorizam”, avaliou. “Não adianta querer um príncipe se você não é uma princesa.” “É muito difícil uma mulher rodada encontrar um cara legal”, ensinou. “Só vai encontrar sapo.”


Nota: Conselhos interessantes e corajosos de alguém que vive num meio em que as pessoas geralmente valorizam coisas como “pegada”, “curtição”, “casualidade”, e por aí vai. Marina diz que se deve perder a virgindade com a pessoa certa. Eu acrescentaria que é preciso entregar a virgindade para a pessoa certa, no momento certo e no contexto certo, e isso tem nome: casamento. A atriz tem toda razão quando diz que princesas atraem príncipes e que mulheres “rodadas” atraem sapos. Se querem ser valorizados, homens e mulheres devem se valorizar e respeitar uns aos outros. Parabéns, Marina![MB]

quarta-feira, junho 05, 2013

Masatoshi Nei e o "núcleo duro" da evolução

Você acha que o mundo surgiu espontaneamente? Ninguém concordaria com isso, nem mesmo um evolucionista. Mas isso, na verdade, é o que os evolucionistas acreditam. Na verdade, eles dizem que isso é um fato. Um fato tanto quanto a gravidade ou a Terra ser redonda. Não deve haver nenhum design, não há causas finais, nem teleologia. O mundo deve ter surgido por si mesmo – espontaneamente. E não, a seleção natural não muda isso. Não existe uma varinha de condão ou um feedback loop que faça o processo evolucionário hipotetizado não ser um processo espontâneo. E, de qualquer maneira, a seleção natural finalmente está encontrando seu fim há muito aguardado, e confirmando ainda mais o que é ser evolucionista.

Eis um teste. Quando eu lhe disser uma palavra, você me diz a primeira coisa que lhe vem à mente. Eis a palavra: “Evolução”. Resposta: Seleção natural, certo? Se o seu professor de Biologia pudesse usar somente uma ideia para descrever a evolução, provavelmente teria sido seleção natural. Ela era praticamente sinônima de evolução. Mas isso era ontem; agora é assim.

O conceito de seleção natural sempre teve problemas e em anos recentes eles ficaram cada vez mais fortes. Tão fortes que os evolucionistas, um por um, estão admitindo aos poucos que a seleção natural não poderia ser a fonte importante, primária que era defendida por muito tempo como sendo assim.

Considere, por exemplo, o novo livro de Masatoshi Nei, Mutation-Driven Evolution [Evolução guiada por mutação]. A expressão “guiada por mutação” quer dizer que as mutações não somente são tidas como fornecendo as matérias brutas para a mudança evolucionária, mas que elas também são tidas como causando a mudança evolucionária sem a ajuda da venerável seleção natural.

Você pode estar reclamando agora se se lembrar de todas as vezes que lhe disseram que o neodarwinismo – evolução por meio de mutação aleatória e seleção natural – era um fato. Se os evolucionistas tais como Nei estão agora descartando tão facilmente o antes alardeado “fato”, então por que nós devemos crer na nova versão deles? Particularmente, quando a nova versão é ainda mais improvável do que a antiga versão, se isso fosse possível.

Mas, cuidado! Os evolucionistas nunca quiseram afirmar que o neodarwinismo era um fato. Eu sei que isso foi o que eles disseram, e bem energicamente. Mas eles disseram isso somente por que o neodarwinismo era a atual versão da teoria evolucionária. O que eles quiseram realmente dizer é que a evolução, amplamente construída, é um fato. O neodarwinismo, como todas as hipóteses particulares da evolução, era sempre descartável.

As hipóteses da evolução podem ser atiradas debaixo do ônibus a qualquer hora. O que não pode ser questionado é a evolução amplamente construída, ou como Ernst Mayr costumava dizer, a evolução por si mesma. E o que é evolução por si mesma? Que as espécies surgiram de acordo com os eventos aleatórios e lei natural – acaso e necessidade. A biologia não tem mão que dirija, não tem nenhum design ou causas finais. Deve ter surgido espontaneamente. Isso, como Lakatos afirmaria, é o núcleo duro da evolução. E isso é que é ser um evolucionista.

(Cornelius Hunter)

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Queria ver a cara de alguns cientistas da Nomenklatura científica tupiniquim e da galera dos meninos e meninas de Darwin – a cada dia que passa é mais um prego no caixão da teoria da evolução de Darwin através da seleção natural e n mecanismos evolucionários de A a Z e em todos os multiversos (se existirem...). Pano rápido, pois em ciência tem coisas mais interessantes do que contos da carochinha ou mitos de criação secularistas...”

Sabatistas têm desvantagens no Enem

Carta aberta à presidente Dilma:

Nós, representantes das comunidades brasileiras cristã e acadêmica, adiante assinados, secundados ainda por outros representantes do povo também subscritos que, embora professem crença diversa ou, até mesmo, não sejam filiados a qualquer religião, se sensibilizaram e ofereceram seu apoio, vimos, respeitosamente, dirigir a V.Exa. o seguinte apelo:

A situação que desejamos seja solucionada é a dos candidatos pertencentes à comunidade judaica, que, por guardarem o sábado, não podem realizar a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) antes do pôr do sol, atualmente sendo obrigados a aguardar no local e fazer a prova à noite, em situação extremamente penosa e, contudo, de facilíssima solução, que nenhum prejuízo ou inconveniente traria a quem quer que seja.

Apela-se à sensibilidade de V.Exa. para, tão e simplesmente, que sejam determinadas as providências cabíveis, no sentido de que a próxima edição do Enem e também as sucessivas sejam realizadas, como aliás o era até pouco tempo atrás, em dois domingos e não mais em um único fim de semana.

Seria uma solução muitíssimo menos gravosa, seguramente, do que constranger os que guardam o sábado a chegarem aos locais de prova junto com os demais inscritos e fazê-los esperar por horas, até o cair da noite, como hoje lamentavelmente se faz, para que, afinal, iniciem uma avaliação que, como se sabe, é complexa, extensa e, por que não dizer, também decisiva para a vida acadêmica e para a vida profissional dos milhares e milhares de brasileiros que buscam ascensão em todos os níveis. Além das horas de espera, após fazer as provas no período noturno, o intervalo para descanso até o dia seguinte, em que ocorrerá nova prova, é insuficiente.

Em situações mais gravosas para o país, como o serviço militar, por exemplo, a Constituição providencia solução alternativa. Aqui, por maior razão, deve existir sensibilidade, pois o que se almeja é tão somente que as provas voltem a ser, como antes, apenas aos domingos.

Apelamos ainda para a sensibilidade de V.Exa., não apenas como governante, mas também como mulher e mãe, a fim de resguardar os jovens, os quais merecem a oportunidade de competir em igualdade de condições, porém, a situação atual não assegura esse estado.

Entendemos desnecessário e gravoso, e completamente fora da cultura de paz, harmonia e tolerância que caracterizam o país, deixar mais de 30 mil jovens em situação altamente prejudicial a seu desempenho, com graves prejuízos ao processo de seleção para o ensino superior. Acreditamos que com boa vontade e sabedoria este assunto possa ser resolvido. Embora não acometidos diretamente pelo problema, buscamos V.Exa. munidos do espírito de fraternidade que une todos os brasileiros e que é, dentro de muitos, um dos maiores exemplos que nossa pátria oferece ao mundo.

Aproveitando o ensejo para manifestar a nossa mais alta estima e consideração por V.Exa., por seu compromisso com os valores democráticos e por sua história de luta pela liberdade e pelos direitos humanos, e confiando ainda em sua sensibilidade, subscrevemo-nos.

Respeitosamente,
APEB – Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil
CIMEP – Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil
CONCEPAB – Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil
EDUCAFRO /FAECIDH – Francisco de Assis Cidadania, Inclusão e Direitos Humanos
FENASP – Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política
JURISTAS DE CRISTO – Associação de Juristas Evangélicos

Abner Ferreira – Pastor, Presidente da Convenção das Assembleias de Deus Ministério de Madureira/RJ
Antônio dos Santos – Deputado Estadual/SE e Presidente da APEB
David Santos – Padre Franciscano, Diretor Executivo da EDUCAFRO / FAECIDH
Fátima Pelaes – Deputada Federal/AP e Vice-presidente da Frente em Defesa da Família do Congresso Nacional
Fernanda Marinela – Prof. Direito Administrativo
Francisco Paixão – Pastor, Presidente da CONCEPAB
Henrique Afonso – Deputado Federal/AC
Ney Maranhão – Juiz do Trabalho/PA e Professor
Paulo Cremoneze – Advogado, Colaborador da Prelazia Pessoal do Papa e Cavaleiro da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém
Roberto de Lucena – Deputado Federal/SP
Rodolfo Pamplona – Juiz do Trabalho/BA e Professor
Rogério Greco – Procurador de Justiça/MG e Professor
Rubens Teixeira – Professor e Pastor da Assembleia de Deus
Marcelo Crivella – Senador
Silas Câmara – Deputado Federal/AM
William Douglas – Juiz Federal/RJ e Professor
Wilton Acosta – Pastor, Presidente do FENASP


Leia também: "Enem: inclusão ou exclusão?", "Jornal de SC fala sobre os adventistas e o Enem", "Bandidos podem, sabatistas, não" e "Testemunho de uma confinada no Enem"

terça-feira, junho 04, 2013

Ministério da Saúde glamouriza prostituição

Com o objetivo de reduzir o estigma da prostituição e a associação feita entre as profissionais do sexo e doenças como a aids, o Ministério da Saúde lançou, no último fim de semana, uma campanha para dar visibilidade e respeito às prostitutas. Feita pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, a mobilização comemorou o Dia Internacional das Prostitutas em 2 de junho com panfletos e vídeos protagonizados por mulheres que trabalham com o sexo. Em um deles, a frase “Eu sou feliz sendo prostituta” ganha destaque. O material, elaborado em uma oficina de comunicação em saúde em João Pessoa (PB), estará circulando na internet até dia 2 de julho. A campanha homenageia ainda Rosarina Sampaio, fundadora da Federação Nacional de Trabalhadoras do Sexo, que morreu no último dia 25 de março. 


Nota: Uma coisa é valorizar a mulher (ser humano) que, por um motivo ou outro, acaba enveredando pelo caminho da prostituição. Outra é valorizar a prostituta. Como o governo pode glamourizar uma “profissão” que avilta a dignidade feminina? Como pode enaltecer uma “profissão” que expõe pessoas aos riscos inerentes ao sexo promíscuo e a todas as consequências deletérias da prostituição para a sociedade? O Ministério da Saúde já vem fazendo algo parecido em suas campanhas pelo sexo seguro durante o Carnaval; campanhas que, em lugar de promover o verdadeiro sexo seguro (no contexto do casamento monogâmico heterossexual), ajudam a difundir a promiscuidade e um comportamento que deixa sequelas não apenas físicas (as menos piores), mas emocionais e espirituais. É mais um desserviço estatal.[MB] 

Em tempo: "Publicada no Diário Oficial exoneração de diretor após campanha para prostitutas"

Estudantes são desafiados a estudar mais o criacionismo

Cientistas e pesquisadores do criacionismo estiveram no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, para participar do XII Simpósio Universitário promovido pelo campus. Além dos estudantes, estiveram presentes pessoas de outros estados do Brasil e de outros países. Há 12 anos, o Unasp promove o Simpósio Universitário no campus. Neste ano, o evento foi realizado nos dias 24 a 26 de maio, na Igreja do Unasp, com o tema “O universitário Cristão e as Origens”. Durante o fim de semana, cientistas e pesquisadores abordaram assuntos relacionados ao criacionismo, evolucionismo, experimentos científicos e estudos bíblicos. O objetivo foi esclarecer boa parte do conceito criacionista e preparar os participantes para enfrentar as controvérsias no meio profissional e acadêmico.

O evento, organizado pelo Programa de Apoio ao Discente (Proad), trouxe palestrantes especialistas nas áreas de biologia, física, geologia, química, teologia e jornalismo. Entre eles, o diretor do Geocience Research Institute (GRI), da sede mundial da Igreja Adventista, Lloyd James Gibson, e o Diretor da Sociedade Criacionista Brasileira (SCB), Ruy Carlos de Camargo Vieira. De acordo com uma das organizadoras do Simpósio, a professora Ana Perez, foi importante a participação dos alunos neste evento pela relevância do tema discutido. “Os estudantes que participaram do simpósio terão um esclarecimento maior sobre as teorias e as origens. Isso é importante para quando eles forem enfrentar o meio secular”, comenta a professora.

Foram 850 inscrições, inclusive de interessados da comunidade próxima ao Centro Universitário que acompanharam a programação. Parte dos inscritos veio de diferentes estados do Brasil, como Maranhão, Alagoas, Amapá, Paraná, Bahia, Rio de Janeiro, além do Estado de São Paulo. Estudantes das universidades públicas e federais do país também estiveram presentes.

Para o geólogo e diretor da GRI no Brasil, Nahor Neves de Souza Jr., o criacionismo ainda é pouco divulgado e sofre preconceito, por isso a importância dos encontros criacionistas para a explanação e conhecimento do tema. “O criacionismo, quando exposto, é feito de maneira implícita e a falta de interesse faz com que as pessoas tenham menos conhecimento. Qualquer pessoa deve ter base do conhecimento científico e bíblico, por isso é necessário o aprofundamento da teoria”, explica. O jornalista Michelson Borges acrescenta que encontros como esses ajudam a despertar o interesse científico e bíblico dos participantes. “Um evento como esse ajuda. Por meio de palestras, como as apresentadas, eles percebem que o criacionismo é muito mais que um dogma, uma hipótese ou algo parecido”, relata.

No Simpósio, os palestrantes também relataram que o criacionismo, apesar do preconceito e da falta de interesse por parte de alguns cristãos na divulgação do tema, está mais em evidência do que no passado. O Dr. James Gibson afirma: “Em Apocalipse 14, as três mensagens angélicas, há uma referência à criação, e está falando do tempo do fim. Nossa igreja está comunicando a criação mais do que fez no passado. Mas agora percebemos que há muitos que não sabem sobre a criação e precisamos divulgar.” O diretor também declara que no ano que vem haverá uma ênfase no evangelismo sobre a criação com a divulgação de livros. E é mais um passo para as pessoas ouvirem mais do criacionismo e espalharem essa cosmovisão.

Sobre o Simpósio, os estudantes das universidades seculares do país ficaram empolgados com tudo que lhes foi passado. Eles comentaram que essa experiência serviu para reafirmar suas crenças. “Vivemos em um meio ateu, e é importante conhecer um pouco mais da verdade, a verdade do criacionismo”, conta a estudante de Neurociência da UFABC, Marianna Nogueira. “Vim para o Simpósio para obter mais conhecimento e conhecer pessoas que compartilham da mesma crença. Foi muito bom conhecer os pesquisadores do criacionismo”, diz o astrônomo e mestrando em Física da Unesp, Josué Cardoso.

Vindo do Rio de Janeiro para o Simpósio, Cláudia Rezende ficou sabendo do evento no Unasp pela internet. Ela também acompanha blogs sobre o criacionismo, como o do jornalista Michelson Borges. “Sempre acompanho os encontros criacionistas do país e esse foi maravilhoso, porque pude presenciar as verdades que o criacionismo apresenta. Passei a ter mais noção e esclarecimento”, declara.

O Simpósio também contou com a participação e a presença do Dr. Marcos Eberlin, da Unicamp; Wellington Silva, professor de Ciência e Religião do Iaene; do pesquisador e pastor Vanderlei Dorneles; e do biólogo Tarcisio da Silva Vieria, da SCB.

segunda-feira, junho 03, 2013

Novo filme do Superman resgata paralelos com Jesus Cristo

“Quando você tem dois deuses batalhando, é como se seu mundo fosse feito de papel”, disse Zack Snyder, o diretor de O Homem de Aço. “Deuses não são cuidadosos. Um deles é, pelo menos, mas isso não importa muito no calor da batalha”, comentou em coletiva de imprensa na tarde de sexta em Los Angeles, referindo-se aos antagonistas do filme, Superman (Henry Cavill) e o General Zod (Michael Shannon). O exagero na ação e destruição desses encontros é um contraponto interessante no filme com os temas e simbolismos. “Nosso objetivo foi pegar um quadrinho e levá-lo às telas da melhor maneira possível, sem preocupações com realismo e fatos do mundo real. É uma obra de ficção, mas com preocupações verdadeiras sobre o que ela representa. Superman é uma metáfora sobre encontrar seu lugar no mundo, para essa jornada. Todo mundo é incompreendido quando jovem, quando criança. Esse é um sentimento universal”, segue Snyder.

Segundo o roteirista David Goyer, “todos conseguem se identificar com não ser compreendido e buscar seu lugar no mundo. Mas a grande diferença é que Kal-El tem a responsabilidade de escolher entre mudar o planeta ou não. Ele conta com os ensinamentos de seus pais para escolher, mas ao final é a voz de seu pai biológico, Jor-El, que o guia na decisão definitiva. Kryptonianos não escolhem seus destinos – essa é a diferença fundamental entre os humanos e eles”.

Uma das grandes preocupações sobre o papel do Superman nos dias de hoje, quando há super-heróis muito mais “malandros” nas telas, é como torná-lo “bacana” outra vez. “Superman é legal? É legal fazer o certo. Ele é um trabalhador voluntário em escala global, alguém que não busca glórias pelo que faz. Superman é legal, sim”, garante Snyder.

O simbolismo religioso é outro elemento que O Homem de Aço resgata. “A relação entre Jesus Cristo e Superman não foi inventada por nós. Existe desde a criação do personagem. Mas é uma dessas coisas que desapareceram nas últimas décadas... Eu achei que deveríamos voltar a falar dessa mitologia e da importância desse personagem e sua relevância para o momento”, explica Snyder. “A mitologia da história estabelece um paralelo interessante com a história de Cristo, dando uma camada de interesse extra ao filme. Filosofia, religião, respeito aos quadrinhos, tudo isso nos interessou.”

Goyer também exalta outras referências mitológicas: “O mito de Moisés é outra influência. Superman tem raízes no Novo e também no Velho Testamento. Ele é um personagem messiânico e ao mesmo tempo meio Beowulf, meio Gilgamesh, entre outros heróis clássicos que representam a conciliação entre os deuses e nós.”


Nota: Não é de agora que os “deuses dos quadrinhos” vêm ganhando as telas do cinema e invadindo as locadoras. X-Men, Wolverine, Thor, Lanterna Verde, Batman, Os Vingadores, Homem-Aranha e outros já tiveram sua vez. E é claro que o maior de todos os super-heróis e o pioneiro da DC Comics não poderia ficar fora dessa nova onda. Superman é claramente uma paródia de Jesus Cristo: ele vem de fora da Terra, é adotado por uma família humana, inicia seu “ministério” em favor da humanidade já na vida adulta, morre numa história em quadrinhos que vendeu milhões e, posteriormente, é ressuscitado. Nesse novo filme de Zack Snyder, o personagem se aproxima ainda mais da história sagrada, fazendo-a parecer tão mitológica quanto o filme. Note que para o roteirista de O Homem de Aço, até a história de Moisés é mito. E assim esses filmes vão cumprindo uma “agenda” que parece ser a mesma: substituir a crença nos antigos deuses pela idolatria dos novos “deuses”, mitologizando a ideia de que existe um verdadeiro Filho de Deus que efetivamente morreu pela humanidade e que prometeu voltar para levar consigo aqueles que aceitarem Sua proposta de vida eterna numa nova realidade sem pecado. Quanto mais distração e distorção houver no caminho dos filhos de Deus, melhor para aquele que já foi derrotado pelo Herói e que não quer ninguém do lado vencedor.[MB]

As 15 perguntas que os evolucionistas mais temem

1. Como a vida surgiu? O evolucionista Paul Davies admitiu: “Ninguém sabe como uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula” (Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003). Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse: “Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta” (PBS Nova interview, How Did Life Begin?, July 1, 2004). Por menor que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. Mesmo que todos os átomos do Universo fossem uma experiência com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do Universo, nem uma única proteína funcional se formaria. Então, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)?
 
2. Como surgiu o código genético? Código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras em que o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras – tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixels na tela). Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de design inteligente? Como o sistema de código do DNA surgiu sem ser obra de design inteligente?
 
3. Como as mutações – acidentes na cópia (“letras” do DNA trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossómica, etc.) – geraram os enormes volumes de informação de DNA nos sistemas biológicos? Como esses erros poderiam gerar três bilhões de letras de informação DNA de modo a transformar um micróbio em um microbiólogo? Há informação para construir proteínas, mas também para controlar seu uso – assim como um livro de culinária possui os ingredientes, mas também a forma como usá-los. Um sem o outro não serve para nada. As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de mil doenças, como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. Como a mistura de informação existente no DNA poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou nanomáquinas biológicas?

4. Por que seleção natural, um princípio sugerido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como “evolução”, como se isso explicasse a origem e a diversidade da vida? Por definição, a seleção natural (SN) é um processo seletivo (que “escolhe” entre a informação genética já existente) e, como tal, não se trata de um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam certo tipo de criaturas para que vivam num ecossistema específico), mas não explica a origem dos mais aptos. A morte de formas de vida mal adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos mais bem adaptados não explicam a origem das características que tornam um organismo mais bem ajustado a um meio ambiente.

5. Como se originaram as novas reações bioquímicas, que envolvem múltiplas enzimas operando em sincronia? Para funcionar, todas as reações químicas (bem como as nanomáquinas) requerem múltiplos componentes “proteína + enzima”. Como é que acidentes fortuitos teriam criado apenas uma das tais estruturas? O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu: “Temos que admitir que atualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular – apenas uma variedade de especulações esperançosas” (Franklin M. Harold [emeritus biochemistry Colorado State University], The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205). Por que as escolas públicas – pagas por todos – escondem esse tipo de declarações?

6. Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados? Como os evolucionistas sabem que eles não foram? O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu: “A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projetadas [criadas] com um propósito” (Richard Dawkins, The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986). Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (co-descobridor da estrutura de dupla hélice do DNA), escreveu: “Os biólogos têm que se lembrar constantemente de que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu” (Francis Crick, “What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery”, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.) O problema para os evolucionistas é que os seres vivos revelam muito design. Quem levanta objeções a um arqueólogo quando ele declara que certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente? No entanto, e numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente. Por que as origens da biosfera se devem restringir apenas e somente a causas que estejam de acordo com a versão atual do naturalismo?
 
7. Como vida multicelular surgiu? Como é que as células adaptadas para a sobrevivência individual “aprenderam” a cooperar para formar plantas e animais complexos?
 
8. Como o sexo surgiu? A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexuada. Dada essa situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser selecionada? Como as forças da física e da química conseguiram, ao mesmo tempo e na mesma área geográfica, “inventar” o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não inteligentes não conseguem planejar futura coordenação entre macho e fêmea.
 
9. Por que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta? Darwin ressalvou o problema, mas ele ainda se mantém. As árvores evolutivas dos livros escolares se baseiam na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu: “A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia” (Stephen Jay Gould, “Evolution’s erratic pace”, Natural History 86[5]14, May 1977). Outros evolucionistas afirmam essencialmente o mesmo.
 
10. Como os “fósseis vivos” permanecem essencialmente da mesma forma durante os supostos “milhões de anos”, se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período? O evolucionista Gould escreveu: “A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo” (S. J. Gould and N. Eldredge, “Punctuated equilibrium comes of age”, Nature 366:223–224, 1993). Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?
 
11. Como a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade? Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida – se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?

12. Por que os evolucionistas toleram histórias da carochinha? Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de “explicar” uma observação que contradiga a teoria da evolução. O falecido professor de Química Dr. Philip Skell escreveu: “As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a seleção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos, exceto – exceto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou a seleção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar sua semente – exceto quando a seleção prefere homens que são protetores fiéis. Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-la empiricamente – muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas” (P. S. Skell, “Why do we invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology”, The Scientist 19[16]:10, 2005). Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerá-la uma teoria “científica”?
 
13. Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução? Dr. Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard, diz: “De fato, durante os últimos cem anos, praticamente toda a biologia progrediu independentemente da teoria da evolução, exceto a própria biologia evolucionária. A Biologia Molecular, a Bioquímica e a Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução” (citado no “Boston Globe”, 23 de outubro 2005). O Dr. Skell escreveu: “É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida – e não especulações sobre a forma como elas surgiram há milhões de anos – que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores” (P. S. Skell, “The dangers of overselling evolution, Forbes magazine, 23 de fevereiro de 2009). Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Por que, então, as escolas e as universidades ensinam o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo da biologia experimental que tanto tem beneficiado a humanidade?
 
14. Ciência envolve experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Por que a evolução, uma “teoria” sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que ciência operacional? Não podemos experimentar – ou observar – o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Dawkins disse: “A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava ocorrendo” (pbs.org/now/printable/transcript349_full_print.html, 3 de dezembro de 2004). Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que supostamente ocorreu no passado?

15. Por que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças que falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência? Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse: “O darwinismo não é ciência testável, mas, sim, um programa metafísico [religioso] de pesquisa” (K. Popper, Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976). Michael Ruse, fervoroso evolucionista, declarou: “A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência. A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade. Sou um ardente evolucionista e um ex-cristão, mas tenho que admitir que nessa queixa – e o sr. [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão corretos. A evolução é uma religião. Isso foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje” (Michael Ruse, “Saving darwinism from the darwinians”, National Post [May 13, 2000).

Russos conseguem sangue fresco de mamute

[Há supostos 15 mil anos], uma velha fêmea de mamute lanudo, com idade entre 50 e 60 anos e pesando cerca de três toneladas, estava fugindo de predadores e acabou caindo no gelo ou se atolando em um pântano. Seu cadáver foi encontrado recentemente por cientistas russos, em um bloco de gelo na Ilha Lyakhovsky, uma ilha do grupo mais ao sul do arquipélago Novosibirsk, na Sibéria. As partes mais baixas do mamute, incluindo o estômago, ficaram encerradas no gelo nos últimos [supostos] 10 mil a 15 mil anos. A parte superior do torso e duas pernas foram preservadas no solo e mostram sinais de terem sido mordidas por predadores pré-históricos e modernos. Semyon Grigoriev, chefe do Museu de Mamutes do Instituto de Ecologia Aplicada da Universidade Federal do Norte e Nordeste (Rússia) está chamando este de o “mais bem preservado mamute da história da paleontologia”.

Mas não é só o estado de preservação do mamute que chama a atenção. Durante a escavação, conforme os pesquisadores retiravam blocos de gelo, eles notaram manchas de sangue escuro nas cavidades abaixo da barriga do mamute. Quando quebraram o gelo com uma sonda, o sangue começou a fluir. Só que isso não deveria acontecer – a carcaça e o sangue estavam presos em um bloco de gelo a -10°C.

“Podemos presumir que o sangue dos mamutes tenha alguma propriedade anticongelante”, apontou Grigoriev. Essa descoberta é consistente com o trabalho feito por geneticistas canadenses que, em 2010, mostraram que a hemoglobina dos mamutes liberava mais oxigênio a baixas temperaturas que a hemoglobina dos elefantes modernos.

Além do sangue, os paleontólogos recuperaram tecido muscular, ossos e dentes. Segundo eles, o tecido muscular recuperado tem a cor vermelha de carne fresca. O sangue está passando por uma análise bacteriológica nos laboratórios da universidade, em Yakutsk, e os resultados devem sair em breve.

A descoberta de sangue líquido cria também a expectativa de que o mamute lanudo possa vir a ser clonado a partir desse material. A universidade já firmou parceria com o controverso cientista Hwang Woo-Suk (que já fraudou dados envolvendo um procedimento para clonar células humanas).

Mas não são só os cientistas envolvidos em clonagem que estão interessados na fêmea de mamute lanudo – paleontólogos também esperam aprender mais sobre como viviam os mamutes da espécie.