segunda-feira, março 23, 2015

Três cenários (improváveis) para o fim do Universo

Futuro sem esperança
Sabemos que ele [o Universo] vai acabar um dia, [mas] não sabemos (exatamente) como. Os cientistas já criaram várias hipóteses, e três delas são as mais aceitas atualmente para explicar o que pode acontecer no fim do mundo: o Big Rip (Grande Ruptura), o Big Freeze (Grande Congelamento) e o Big Crunch (Grande Colapso).

Grande Ruptura – Você deve saber que nosso Universo está expandindo. Por enquanto, no entanto, as galáxias não estão se afastando muito umas das outras como resultado dessa expansão porque a gravidade mantém os objetos espaciais juntos. No cenário do Big Rip, a aceleração da expansão é tanta que a gravidade já não consegue mais manter tudo junto. O resultado é uma grande ruptura e o dilaceramento do Universo.

Grande Congelamento – Nesse cenário, também chamado de morte térmica, enquanto o Universo cresce e expande, a matéria decai e se espalha – graças a uma coisa chamada entropia. Aos poucos, as estrelas e os buracos negros vão morrer, e não haverá nada para os substituir. Só gás e partículas de luz ainda estarão por aqui, mas estes também vão eventualmente decair. Em certo ponto, toda a atividade no Universo vai cessar, a entropia vai chegar ao seu máximo, e o mundo estará morto para sempre.

Grande Colapso – Se há menos energia escura (a misteriosa força que os cientistas ainda estão tentando compreender) no Universo do que imaginamos, a gravidade será a força dominante um dia. Assim, a expansão deve desacelerar e parar. E então, o inverso acontecerá: galáxias irão se fundir, e o Universo ficará cada vez mais compacto e quente. Tudo que existe irá colapsar em uma massa só, e um gigantesco ultraburaco negro irá devorar tudo, inclusive a si mesmo.


Nota: No livro 4% Universe, o físico Richard Panek sustenta (e outros estudiosos endossam) que nosso conhecimento do Universo não passa dos 4%. Os cosmólogos não sabem exatamente como o Universo começou; os físicos ignoram muita coisa sobre a realidade que nos cerca; e os biólogos não têm ideia (só hipóteses) de como a vida “surgiu” neste planeta. Como, então, alguns teóricos se atrevem a dizer para o público como será o fim do Universo, daqui a hipotéticos bilhões de anos? (Na verdade, a vida neste planeta terá desaparecido muito antes do fim do Universo, já que os teóricos naturalistas creem que o Sol vai torrar a Terra daqui a uns 5 bilhões de anos.) De qualquer forma, nenhum dos cenário de fim propostos pelos cientistas traz qualquer tipo de esperança. Muito pelo contrário: a vida e tudo o que existe no Cosmos estão fadados à extinção. Felizmente, a Bíblia Sagrada (livro que conta com muitas evidências de sua autenticidade e credibilidade) afirma que o fim não será exatamente o fim. O fim será o recomeço; a recriação da Terra e o fim do pecado. E esse processo terá início com a volta de Jesus. É nisso que eu creio. [MB]

Mais conversa fiada sobre a origem da vida na Terra

O mistério continua
A velha pergunta sobre como a vida começou na Terra acaba de ganhar mais uma pista. Um novo estudo, publicado na revista Nature Chemistry, aponta que os principais elementos necessários para a formação das primeiras formas de vida existem no planeta. Para isso, os cientistas utilizaram componentes que existiam na Terra na origem da vida para tentar reproduzir o provável processo que [sic] o planeta passou. Sulfeto de hidrogênio, ácido cianídrico e raio ultravioleta foram usados para tentar criar compostos que, eventualmente, pudessem gerar material genético para a formação do DNA. Porém, os cientistas acreditam que o processo deve ter tido uma influência externa. Pesquisadores teorizam que meteoritos podem ter atingido a superfície terrestre, o que gerou uma reação com o nitrogênio na atmosfera para criar o cianeto de nitrogênio. Essa substância na água poderia ter interagido tanto com sulfeto de nitrogênio quanto com a luz ultravioleta do sol, criando condições necessárias para o surgimento da vida.


Nota: Não sabem como foi a origem da vida, mas utilizaram componentes “que existiam na Terra na origem da vida”? Deu pra entender? E quando os evolucionistas começam a apelar para “influências externas”, isso significa a admissão de que a vida não poderia surgir por si só aqui em nosso planeta. Mas o ponto principal no qual os naturalistas nunca tocam é o seguinte: De onde veio a informação necessária para o “surgimento” do DNA? Lembre-se de que a vida não é apenas “hardware” (o que já seria difícil de explicar, dada a estruturação dela); a vida também é (e depende de) “software” de ponta; um “programa” fabuloso que permite o funcionamento da vida, sua replicação e correção de eventuais erros. Sulfeto de hidrogênio, ácido cianídrico e raio ultravioleta, carbono, etc. não contêm informação. São apenas compostos inorgânicos. Para mim, a “influência externa” que deu origem à vida é outra, e tem até nome. [MB] 

Revista Vida e Saúde de abril

domingo, março 22, 2015

Não confunda fundamentalismo com fidelidade

Fiéis com respeito e amor
Desde 11 de setembro de 2001, quando um grupo de terroristas coordenou o ataque às torres gêmeas, o tema do fundamentalismo religioso passou a ter destaque na agenda mundial. Nas últimas semanas, porém, com o atentado ao jornal satírico francês Charlie Hebdo e as execuções brutais do Estado Islâmico, o tema voltou à tona. Milhões foram às ruas para protestar, líderes políticos e religiosos esqueceram suas diferenças e se uniram contra o terrorismo, o assunto ocupou manchetes diárias, os processos de segurança foram reforçados e o medo se espalhou. A maioria dos jornalistas, comentaristas, governantes ou líderes religiosos tem consciência de que não devemos generalizar ao fazer qualquer análise. Afinal, a atitude de alguns não pode ser colocada na conta de todos. Por outro lado, não há como ignorar o aumento do ódio mundial contra essas pessoas e suas organizações.

Não é a primeira vez que movimentos assim acontecem. Na Idade Média, a religião cristã dominante também obrigava as pessoas a aceitar suas crenças e tradições. O pior é que, naqueles dias, o movimento era oficial. A Bíblia foi retirada das mãos do povo, e muitas cruzadas foram realizadas para matar impiedosamente os “infiéis”. Quantos foram queimados, assassinados brutalmente, entregues às feras, enterrados vivos ou mortos por afogamento? Isso só para lembrar alguns métodos. Quantas famílias foram divididas, cristãos sinceros silenciados e mentes brilhantes exterminadas? O que vemos hoje é uma versão moderna das mesmas atitudes.

Todas essas barbaridades, além de provocar um sentimento de ódio, acabam lançando sementes para iniciativas futuras. A profecia nos indica que nos últimos dias outra vez haverá perseguição, condenação e morte em nome da religião. Todos serão obrigados a ser parte de um movimento apresentado em nome de Deus, mas construído por interesses humanos.

Em meio a tal cenário se aprofunda a confusão entre fundamentalismo e fidelidade. A questão não é o significado das palavras em si, mas o comportamento envolvido. Podemos ver os fundamentalistas como pessoas fiéis às suas crenças, porém, de forma egoísta, fanática e desequilibrada. Estabelecem seus princípios e os impõem a qualquer preço. Já a fidelidade se manifesta em pessoas que não negociam princípios, mas também não os impõem. Creem na verdade absoluta, no Deus verdadeiro e na Palavra revelada, mas entendem que a crença é uma decisão pessoal.

O problema é que a fidelidade tem recebido o rótulo de fundamentalismo. Cada vez que alguém diz: “Estou disposto a perder meu emprego, um concurso ou um ano escolar para permanecer fiel às orientações de Deus”, aparecem pessoas para dizer: “Cuidado com gente radical! É por causa dessas pessoas que o mundo está enfrentando todas essas crises.” A confusão acaba em discriminação contra quem simplesmente deseja exercer seu direito de ser fiel.

Quando olhamos para o exemplo de Cristo, temos uma visão perfeita de fidelidade e liberdade. Ele foi completamente fiel, mas para isso não apoiou o uso de armas, não buscou poder, não incitou luta de classes e não viveu para Si. Sua vida foi usada para demonstrar e compartilhar amor. Morreu por aqueles que não O amaram nem O aceitaram.

Precisamos seguir Seu exemplo e nos manter fiéis a toda prova, sem temer pressão ou discriminação. Contudo, vamos fazê-lo com respeito e amor, sendo um testemunho vivo da real diferença entre fundamentalismo e fidelidade.

(Erton Köhler é presidente da Igreja Adventista para a América do Sul; Portal Adventista)

Criada por “casal” lésbico, ela é contra “casamento” gay

O pai fez falta para ela
Uma americana criada por um casal lésbico vem provocando controvérsia nos Estados Unidos após escrever um artigo para um jornal conservador dizendo que é contra o casamento gay porque afirma ter sentido a falta de um pai durante a infância. Heather Barwick, que tem 31 anos e vive no Carolina do Sul com o marido e quatro filhos, diz que a mãe se separou do pai quando ela tinha entre 2 e 3 anos de idade para viver com outra mulher. “Comunidade gay, eu sou sua filha. Minha mãe me criou com sua companheira entre os anos 80 e 90”, escreveu Heather para a publicação conservadora The Federalist (leia o texto completo, em inglês), reproduzida pelo inglês Daily Mail. “Estou escrevendo porque estou saindo do meu armário: eu não suporto casamento gay”, diz o texto.

No artigo, Heather se justifica: “Mas não é pelas razões que vocês estão pensando. Não é porque vocês são gays. Eu amo vocês, de verdade. É por causa da natureza das relações entre pessoas do mesmo sexo.”

Heather, então, diz que cresceu num ambiente muito liberal e “cabeça aberta” numa comunidade de amigos gays e lésbicas e que a companheira de sua mãe sempre a tratou “como se eu fosse sua própria filha”. A americana também admite que seu pai biológico “não era um grande cara” e “nunca se importou em visitá-la”.

A despeito de ter militado em defesa do casamento gay por volta dos 20 anos, ela afirma que mudou a maneira de pensar. “Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo o mesmo. Mas não é”, diz o texto.

“Muitos de nós, muitos de seus filhos, estão sofrendo. A ausência do meu pai criou um grande vazio em mim e eu sofria todo dia por não ter um. Eu amo a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca substituirá o pai que eu perdi.”

Falando à publicação religiosa World, a americana disse que só encontrou conforto para a ausência paterna após começar a frequentar a igreja com seu futuro marido. “Foi só quando encontrei Cristo que tirei esse peso de mim. E não fiquei amarga, não tenho raiva. Eu perdoei meu pai.”

Ela também falou sobre o que acredita terem sido consequências de ter duas mães. “Eu não sou gay, mas a relação que tinha como modelo antes era entre duas mulheres. Então tive que me esforçar quando adulta para entender como seria a relação com meu marido.” [...]

Heather foi também uma das seis pessoas criadas por casais gays que assinou a carta em defesa de Dolce & Gabbana, após a polêmica defesa dos estilistas do casamento apenas entre “homem e mulher”, que vem provocando protestos de celebridades como Elton John e Madonna.

sexta-feira, março 20, 2015

Cientistas estão alterando DNA de embriões humanos

Onde isso vai parar?
Uma série de reportagens e apelos assinados por cientistas de universidades e empresas de biotecnologia está chamando a atenção da imprensa do mundo todo. Nas reportagens, os próprios pesquisadores conclamam uma moratória total nas pesquisas com a manipulação genética de embriões humanos, taxadas por eles como perigosas e antiéticas. Segundo as revistas Nature e Science, artigos científicos a serem publicados nos próximos dias relatam experimentos com “técnicas de edição genética de precisão”, nos quais os cientistas modificaram o DNA de embriões humanos. O assunto foi denunciado pela revista Technology Review, do MIT (EUA), que cita “uma pesquisa ativa em torno de edição das células da linha germinativa, que está ocorrendo na China, na Universidade de Harvard e em uma empresa de biotecnologia de capital aberto chamada OvaScience”.

Os resultados devem ter assustado os próprios cientistas. Embora as revistas citem apenas “rumores” sobre os experimentos, o processo de publicação científica envolve a chamada “revisão por pares”, por meio da qual outros cientistas da área avaliam a qualidade dos artigos e dos experimentos antes que os artigos sejam efetivamente publicados. Ou seja, os experimentos e seus resultados já são conhecidos de uma parte da comunidade científica - além, obviamente, dos próprios cientistas envolvidos -, embora só devam chegar ao conhecimento público nos próximos dias.

E, aparentemente temendo serem acusados de conivência pela opinião pública, esses cientistas e as duas revistas de ciência mais famosas do mundo lançaram o apelo pela moratória.

Em um dos textos publicados pela revista Nature, intitulado “Não editem a linha germinativa humana”, cinco pesquisadores da área afirmam que “há graves preocupações com relação às implicações éticas e de segurança dessa pesquisa. Há também medo do impacto negativo que ela poderá ter sobre trabalhos importantes envolvendo o uso das técnicas de edição genômica em células somáticas (não reprodutivas)”.

Segundo eles, as tecnologias de edição do DNA - que envolvem a ativação ou o silenciamento de genes específicos - têm grande importância para a pesquisa de várias doenças humanas, e que essas técnicas não precisam lidar com as células reprodutoras humanas, que afetam diretamente o bebê a ser gerado e que podem visar a aplicações não terapêuticas, incluindo a “modelagem” de filhos com características específicas.

“Em nossa visão, a edição genômica em embriões humanos usando as tecnologias atuais poderá ter efeitos imprevisíveis sobre as futuras gerações. Isso as torna perigosas e eticamente inaceitáveis”, afirmam Edward Lanphier e seus colegas.

O grande problema é que apenas poucos países - cerca de 40 - criaram legislações restringindo ou proibindo a manipulação genética dos embriões humanos. E, se não é proibido, pressupõem os cientistas que continuam com essas pesquisas, então deve ser permitido.

Mas a parte da comunidade científica que agora decidiu se manifestar defende que a ética está sendo ferida, com graves riscos para a humanidade. Eles conclamam a sociedade a se manifestar para evitar que o impacto negativo atrapalhe as pesquisas que seguem as regras éticas e são feitas para benefício da raça humana.

Um embargo voluntário dos cientistas parece não ser suficiente, a exemplo do que ocorreu em 2011, quando eles manipularam o vírus da gripe aviária para que ele afetasse humanos, uma pesquisa que foi duramente criticada pela Organização Mundial da Saúde - os artigos acabaram publicados.


Veja aqui o que escrevi sobre tema semelhante, envolvendo a manipulação da vida.

quinta-feira, março 19, 2015

Quando as leis atrapalham a religião

Liberdade para decidir
Uma lei publicada no Diário Oficial do município de Florianópolis, na terça-feira (17), torna obrigatória a disponibilização de Bíblias em escolas públicas e privadas do município. A medida já está em vigor e vale para o Ensino Fundamental e Médio. Conforme o texto, “os exemplares deverão ficar em local de destaque, sendo disponibilizados na forma impressa, em braile e áudio” em bibliotecas das escolas. O custo de adquirir os livros, no entanto, fica a cargo de cada instituição de ensino. Em um dos artigos da lei, ainda há a sugestão de que exemplares da Bíblia sejam distribuídos nos pátios das escolas durante a semana que antecede o Dia do Livro. O artigo esclarece que isso será permitido caso a instituição queira. A lei n. 9.734, de 11 de março de 2015, foi concebida pelo vereador Jerônimo Alves (PRB), bispo da Igreja Universal. A lei não possui nenhuma menção a obrigatoriedade de livros de outras religiões.


Nota: Isso me lembra o esforço do deputado evangélico Marco Feliciano para obrigar por lei as escolas públicas a ensinar criacionismo. Já expliquei aqui por que criacionistas bem informados discordam dessa imposição. Tanto a lei do bispo quanto a proposta de Feliciano são um tiro no pé e depõem contra a liberdade que o cristianismo prega. Devemos lutar por um Estado laico, pela saudável separação entre igreja e Estado e pela liberdade religiosa. Que todos tenham direito de exercer sua fé e divulgá-la pelos meios lícitos. E que nenhuma religião seja imposta por lei ou beneficiada em detrimento das outras. O verdadeiro cristianismo, quando vivido e pregado, é poderoso o suficiente para não depender de leis a fim de ser espalhado. [MB]

Evento ateu em universidade pública pode?

Quando palestras ou eventos promovidos por acadêmicos, muitas vezes qualificados pesquisadores de renome nacional e/ou internacional, docentes de universidades públicas, são promovidos em universidades públicas para discutir o Design Inteligente, uma teoria científica, ou o criacionismo científico, que busca na racionalidade da ciência razões para a sua fé, toda uma galera se levanta, majoritariamente de ateus e agnósticos, e faz uma forte campanha inquisitiva com ameaças e denúncias de uso de dinheiro público e de universidades laicas para a propagação de supostas “crenças religiosas”. Sites e blogs notoriamente ateus divulgam opiniões de ateus que não raramente difamam os participantes acusando-os de “sem qualificação para falar de ciência”, ou de desonestos e outros adjetivos pejorativos, e de não terem convidado o outro lado para o contraponto. E não se fartam até que o evento seja cancelado. Você certamente conhece alguns desses casos. [Isso aconteceu na Unicamp, lembra?]

Emblemático, portanto, o evento anunciado no cartaz acima: um encontro de ateus (e agnósticos ateus) realizado em uma universidade pública e com o apoio/patrocínio de uma universidade pública, e com alguns palestrantes de reputação acadêmica difícil de averiguar, mas certamente não superior à de muitos dos palestrantes de eventos censurados, e tendo como tema evolução x criacionismo. Ou seja, não queremos aqui promover nenhum tipo de censura, pois a TDI BRASIL defende o livre debate acadêmico de ideias e teorias, mas fica a pergunta: Poderia então uma universidade laica e pública apoiar/patrocinar e ceder seu auditório para a realização de um encontro de ateus que tem como parte de seu tema o criacionismo, enquanto esses mesmos ateus são vigorosamente contra eventos semelhantes, quando promovidos por acadêmicos em universidades públicas sobre o mesma tema? Ateu criticar pode, cientista teísta ou defensor da TDI apoiar não pode não? Seriam nossas universidade públicas verdadeiramente laicas ou seriam elas, na realidade, ateias, e apoiariam – com recursos públicos recolhidos dos impostos de todos nós – só uma parte da sociedade restrita por uma posição filosófica e (a)teológica? Você responde.

(Design Inteligente, via Facebook)

quarta-feira, março 18, 2015

O erro fatal dos presbiterianos norte-americanos

New York Times acaba de publicar a notícia “Largest presbyterian denomination gives final approval for same-sex marriage”, ou seja, em tradução livre: “A maior de todas as igrejas presbiterianas aprova definitivamente o casamento homossexual”. O choque só seria maior se a manchete fosse publicada uns 10 anos atrás. Entretanto, ao ler o texto com atenção, percebe-se que em nenhum momento foi usado qualquer texto bíblico para apoiar tal decisão. Motivo: porque não existe! Obviamente que há passagens claras na Bíblia, sobretudo nos maravilhosos relatos dos evangelhos, acerca da vida e do ministério de Cristo, quanto à pregação e à defesa dos cansados e oprimidos (Mt 11:28-30). Porém, sempre que Jesus atendia àqueles que eram desprezados, hostilizados e injustiçados pela sociedade daquele tempo, Seu milagre para transformação sempre começava com o perdão, para depois ser seguido de “vá e não peques mais” (Jo 8:1-11).

A confusão da comunidade cristã internacional está vergonhosa. Além das tristes declarações da igreja católica acerca das origens, agora vem mais essa dessa outra igreja tradicional e que leva consigo mais de 1,8 milhão de fiéis só nos EUA. 

Que a igreja cristã deve e precisa urgentemente pregar com eficiência aos homossexuais é uma coisa, uma realidade; porém, uma apostasia dessa dimensão, em nível institucional, sem qualquer embasamento na Bíblia – que, para os cristãos verdadeiros, é a vontade de Deus expressa – traz tristeza e muita preocupação.

Grande desconforto pode até ser sentido ao imaginar as condições a que serão submetidos os pastores e anciãos daquela denominação (até porque os pastores poderão decidir se realizarão ou não cerimônias homossexuais). O resultado já é evidente e irá apenas aumentar: a divisão daquela igreja.

As instruções bíblicas acerca do tema são claras e várias (ver Gn 19:5-7; Lv 18:22; Dt 22:5; Rm 1:24-28; 1Co 6:9, 10; 1Tm 1:10). Porém, ao mesmo tempo, o chamado ao arrependimento, confissão, perdão e nova vida é por várias vezes anunciado por todos os seus autores. 

O dever da igreja é mostrar Cristo e Sua verdade imutável, e a certeza da esperança em um mundo sem esperança. Para tanto, alcançar os homossexuais têm sido uma missão difícil, sobretudo por conta de não se entender o amor e o perdão apresentados por Cristo a todos. Para “remediar” essa situação e/ou simplesmente atender a convicções pessoais de seus líderes e/ou à pressão de uma sociedade amoral, os líderes de uma tradicional denominação acabam por repudiar sua única arma e consolo ao mundo em que vivem: a Bíblia. 

Evangelismo pelo WhatsApp

Use o que estiver à mão
Recentemente tive uma experiência fantástica com Deus e gostaria de compartilhá-la.
Moro em Mogi Guaçu, SP, e há cerca de três ou quatro meses conheci uma senhora de Porto Velho, Rondônia. Desde então, venho trocando com ela mensagens pelo WhatsApp. O nome dela é Wilma Vasques. No fim do mês de novembro, criei um grupo de WhatsApp para discutir profecias, com o nome “escatologia”, envolvendo vários amigos e administradores. Pela providência divina, alguém colocou dona Wilma no grupo. Sem que soubéssemos que ela era da igreja Assembleia de Deus, falávamos no grupo sobre decreto dominical, ecumenismo, entre outros temas. Ao ver esses assuntos, ela foi ficando intrigada com os comentários. Até que um dia ela disse que iria sair do grupo por conta de não ser da mesma fé que ela professava. Foi quando comecei a falar com ela diretamente, no modo privado. Foi uma experiência abençoada. Ela perguntava e eu, com muita atenção, sempre mandava como resposta uma passagem bíblica. Resultado: no domingo passado, dia 15/3, a dona Wilma foi batizada, reafirmando seu compromisso com Deus. Louvado e exaltado seja o nome do Senhor por isso! (Davidson Cruz)

Batismo de Wilma Vasques
Nota: Agradeço ao Davidson por partilhar comigo, por e-mail, esse belo testemunho. São histórias como essa que nos mostram que podemos e devemos utilizar todos os recursos à nossa disposição para disseminar o evangelho e espalhar esperança. Basta nos colocarmos nas mãos de Deus e nos mantermos sensíveis e atentos às oportunidades de falar de Jesus e de Sua Palavra. Que o exemplo do Davidson possa inspirar também a você que lê esta postagem. Use seu e-mail, WhatsApp, Facebook, Twitter, suas palavras, sua vida para falar do amor de Deus. [MB]

E-mails que nos alegram (54)

“Olá, Michelson. Boa noite! Venho através deste primeiramente parabenizá-lo pelo blog Criacionismo, pelo qual sou apaixonada. Cresci e cresço muito com ele! Em segundo lugar, quero compartilhar com você uma notícia: estou fazendo enfermagem na Federal do Mato Grosso do Sul, Campus Coxim. Depois de Deus ter me ‘deixado de molho’ no ano passado, para conhecer o adventismo (sou fruto 99% da Novo Tempo e outro 1% do livro Tempo de Esperança, do pastor Mark Finley), pois Seus planos são diferentes dos nossos (Is 55:8, 9), neste ano tive a oportunidade de sair do interior de Minas para parar aqui. E ao aprender das filosofias adventistas, também percebi a importância do criacionismo. Como devemos levar Deus a sério e Suas obras. Porque com Ele não existe meio-termo. É sim ou não. Então passei a procurar saber mais sobre isso, tanto que estou tendo a oportunidade de ler seu livro A História da Vida, além de já ter visto umas palestras suas no blog e suas reportagens. E a notícia que mencionei acima é que na minha aula de Citologia a professora, descrevendo a célula, chegou à questão sobre o que é vida. E aí pensei que ia começar aquela coisa toda de evolucionismo, mas não. Foi diferente. Ela deu cinco temas para cada grupo pesquisar sobre algumas teorias, e falou para compararmos com o criacionismo. Me lembrei de você na hora (rs). Já vi no blog notícias de se levar o criacionismo para as universidades e ainda estava com seu livro em mãos. Enfim, meu trabalho é sobre teoria do RNA x criacionismo. Não é trabalho de grande escala, tanto que é para terça que vem, mas nós, como adventistas do sétimo dia, sabemos o quanto é relevante acreditar na fidelidade da Bíblia. É por isso que vim compartilhar isso com você. E agora é pedir mais a iluminação de Deus e ver o que posso usar. Ah, e no meu grupo tem mais três evangélicas de outras denominações. Grande abraço! Deus continue te abençoando! :D”

(Angélica Boaventura)

terça-feira, março 17, 2015

Não há evidência científica para uso da homeopatia

O mesmo efeito do placebo
Não há evidência científica de que a homeopatia seja eficaz contra qualquer problema de saúde. De acordo com uma extensa revisão de estudos promovida pelo Conselho Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da Austrália, a homeopatia não deve ser usada para tratar problemas de saúde crônicos ou graves. “Pessoas que escolhem a homeopatia podem colocar sua saúde em risco se rejeitarem ou postergarem tratamentos para os quais há evidências de segurança e eficácia”, diz o documento, divulgado pelo governo australiano este mês. A homeopatia é um tratamento alternativo e complementar baseado na premissa de que as substâncias que provocam doenças também podem, quando usadas em doses muito pequenas, tratar sintomas dessas mesmas doenças. Para chegar à conclusão sobre a ineficácia dos tratamentos homeopáticos, o órgão levou em conta 57 revisões sistemáticas que testaram a homeopatia em comparação a placebo ou a outros tratamentos. Ao todo, as revisões incluíram 176 estudos individuais.

Esses estudos avaliaram a eficácia da homeopatia para tratar 55 problemas de saúde diferentes, entre os quais asma, dor de cabeça, fibromialgia e sinusite. Entre os estudos de boa qualidade e com um número suficiente de pacientes para ter um resultado significativo, nenhum reportou que a homeopatia tenha resultado em uma melhora maior do que a obtida com placebo.

O médico Rubens Dolce Filho, um dos diretores da Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB) observa que é difícil reunir evidência científica sobre a eficácia da homeopatia por causa da falta de financiamento de pesquisas na área. “Os órgãos fomentadores criam uma série de obstáculos. Não vamos criar evidência nunca porque tem a questão econômica”, diz o homeopata.

Outro fator que torna difícil a elaboração de estudos sobre a homeopatia, segundo Dolce Filho, é o fato de o tema não ser abordado nas faculdades de medicina. “Para se fazer ciência, tem que ter cientista. Como vamos criar cientistas com pensamento homeopático se a homeopatia não é ensinada na universidade?”, diz Dolce Filho.

(G1 Notícias)

Saiba mais sobre homeopatia aqui.

segunda-feira, março 16, 2015

Vaticano aprova uso da força contra Estado Islâmico

A força contra os fundamentalistas
O embaixador do Vaticano nas Nações Unidas aprova uma ação militar contra o movimento Estado Islâmico no Iraque e na Síria, uma posição invulgar pois tradicionalmente o Vaticano opõe-se ao uso da força. Durante uma entrevista ao site católico norte-americano Crux, Silvano Tomasi disse que os combatentes do Estado Islâmico estão cometendo atrocidades numa escala enorme e que o mundo tem de intervir. “Temos de parar esse tipo de genocídio, de outro modo iremos questionar no futuro porque não fizemos alguma coisa, porque permitimos que acontecesse tal tragédia”, defendeu o arcebispo italiano. Silvano Tomasi referiu ser necessária uma “coligação bem pensada” para fazer tudo o que é possível para conseguir uma decisão política sem violência. “Mas, se isso não for possível, então o uso de força será necessário”, acrescentou. O papa Francisco já denunciou a “intolerável brutalidade” infligida aos cristãos e outras minorias no Iraque e na Síria pelos militantes do movimento Estado Islâmico.


Nota: Ninguém questiona que as ações praticadas pelos extremistas do Estado Islâmico são atrocidades que devem ser contidas. Mas, conforme já destaquei nesta outra postagem, chama atenção essa atitude do Vaticano de aprovar um tipo de “guerra santa”. É como se o mundo estivesse sendo acostumado a uma “coligação bem pensada” para empreender esforços enérgicos, quando o assunto é conter “extremismos”, “fundamentalismos” e ameaças à paz e a união de todos. [MB]

Terrorista socorrido por cristãos se converte ao Evangelho

O amor fala mais alto
Um militante do Estado Islâmico ferido durante um atentado terrorista do grupo, foi socorrido por um grupo de clérigos católicos e salvo da morte. O exemplo de amor ao próximo prestado pelos cristãos levou o muçulmano a se converter ao Evangelho. O jihadista foi encontrado na fronteira leste da Síria e estava com ferimentos graves após um ataque terrorista contra cristãos. Depois de socorrido, foi dado como clinicamente morto. Quando os clérigos o preparavam para ser sepultado, seus batimentos cardíacos voltaram e ele foi novamente socorrido. Quando recobrou a consciência e foi informado do que havia acontecido, o membro do Estado Islâmico, de 32 anos, decidiu ficar no mosteiro e ajudar os clérigos nas tarefas cotidianas, como sinal de gratidão. “Poucos dias depois, decidiu se converter ao cristianismo”, disse o principal responsável do mosteiro, de acordo com informações do site RT.

Os casos de muçulmanos que se convertem ao cristianismo logo após terem contato com a mensagem do Evangelho são cada vez mais comuns. Em suas doutrinações, os líderes islâmicos privam a maioria dos fiéis do conhecimento sobre o que é o cristianismo, mas a mensagem bíblica tem alcançado os muçulmanos pouco a pouco.

Em novembro do ano passado, um pastor missionário relatou conversões de muçulmanos ao longo dos anos após terem sonhado com Jesus: “O número de sonhos com Isa têm crescido tremendamente desde 2000, e depois de 2005 o ritmo parece ter diminuído. Mas houve uma explosão de testemunhos na internet nos últimos dois anos sobre pessoas que encontram Jesus em sonhos e, depois disso, se tornam seguidoras de Jesus”, contou Frank Costenbader, ressaltando que Isa é um nome árabe que se encontra no Alcorão, e corresponde a Jesus.

Mais muçulmanos convertidos ao cristianismo

Muçulmanos convertidos em Berlin
Duas vezes por mês, a Igreja da Trindade, no bairro berlinense de Steglitz, é palco de um ritual que chama a atenção. Logo no início da liturgia de três horas e meia, a pia de batismo é cercada por adultos que recebem o sacramento do pastor Gottfried Martens. Quando batizados, os muçulmanos de Irã, Síria ou Afeganistão têm atrás de si uma odisseia de intolerância, opressão, violência ou guerra civil. Com a conversão ao cristianismo, eles dão um ponto final às suas biografias anteriores, nas quais a religião era mais um motivo de conflito do que do encontro da paz. A Igreja da Trindade, evangélica luterana, não é a única da Alemanha que registra um movimento contra a corrente. Em todo o país, milhares de muçulmanos converteram-se ao cristianismo nos últimos anos. Segundo Gottfried Martens, de 52 anos, quanto maior é o debate sobre o fundamentalismo e o jihadismo na mídia, maior é também o interesse de jovens muçulmanos pelas religiões cristãs.

Mas o fundamentalismo religioso nos países de origem é também um fator importante na decisão da conversão. Somaye, uma iraniana convertida ao cristianismo, afirma que resolveu deixar de ser muçulmana no dia em que começou a ser perseguida pela polícia religiosa do seu país. “Eu estava fora de casa quando fui informada por amigos que a minha casa tinha sido vasculhada pela polícia religiosa, que encontrou no meu quarto uma Bíblia, um delito grave para um muçulmano no Irã”, revela a iraniana de 29 anos.

Uma conversão ao cristianismo só é possível no exílio. Países como o Irã, que têm uma polícia religiosa com poderes ainda maiores do que a Justiça comum, classificam a conversão como um crime tão grave que deve ser punido com a pena de morte.

Para evitar a perseguição no exílio, a igreja alemã mantém sigilo sobre os convertidos, embora o batismo, que é a coroação do processo de conversão, seja aberto ao público. A Igreja da Trindade batiza atualmente mais adultos muçulmanos do que crianças. Dois domingos do mês são dedicados ao batismo de muçulmanos adultos, enquanto os domingos restantes, alternados, têm como centro da liturgia o batismo de crianças.

Com orações rezadas em farsi (idioma do Irã) e em árabe, a missa dos convertidos da igreja de Steglitz termina com comemorações pelos novos cristãos e um bufê com especialidades dos países de origem dos batizados. Como não consegue mais atender à demanda de todos os interessados, o pastor Martens, que batizou 350 muçulmanos no ano passado, pediu ajuda de paróquias vizinhas, que passaram a abrir mais espaço para receber os novos cristãos.

O primeiro passo é o curso intensivo de catecismo. Para impedir que a conversão seja uma decisão pouco pensada, os padres e pastores encarregados da catequese costumam ter longas conversas com os interessados sobre os motivos que os levaram à decisão. Com isso, eles querem evitar que a opção pelo cristianismo seja uma tática para obter mais direitos como imigrantes na Alemanha. Muçulmanos convertidos ao cristianismo têm mais facilidade em obter visto de residência.

Cada um tem uma história diferente para contar, mas há um elemento em comum: uma situação de conflito extremo. O iraniano Elia Hosseini, de 20 anos, sofreu na adolescência uma opressão dupla – da polícia religiosa e do próprio pai, um muçulmano fundamentalista que teria tentado assassinar o filho por não tolerar os contatos que ele tinha com cristãos.

“Ser cristão significa para mim ter a sensação da mais profunda liberdade”, diz o iraniano, que todo domingo frequenta a igreja de Steglitz.

Em Berlim, os novos cristãos preferem a igreja luterana, que tem liturgias mais festivas, com mais músicas sacras e um sermão mais longo. Mas também igrejas católicas do Ocidente do país, como em Colônia, registram um grande interesse de muçulmanos pela conversão.

Talvez influenciado pela própria experiência, Hosseini diz que o cristianismo é a religião da alegria, enquanto o Islã é uma religião triste. “Aqui em Berlim, as pessoas sorriem quando cantam na liturgia; já nas mesquitas do Irã, eu só tinha vontade de chorar”, lembra ele.

O jovem iraniano ressalta, porém, que o problema não é a religião em si: “O problema é como a religião nos países islâmicos é instrumentalizada como parte do sistema de opressão. Uma religião que deixa as pessoas decidirem livremente se vão ou não à igreja, quais alimentos ou bebidas consomem, é um enriquecimento espiritual e não uma limitação da vida. Já o Islã é frequentemente o oposto.”

Segundo o pastor Martens, as entidades islâmicas, como o Conselho Central dos Muçulmanos da Alemanha, reagem com tolerância. Mas muitos dos convertidos são alvo de agressões de outros muçulmanos. Sobretudo os convertidos que moram no bairro de Neukölln, no Sul de Berlim, onde vivem mais muçulmanos, fundamentalistas e imãs pregadores da inimizade entre as religiões, os homens e mulheres jovens mantém sigilo absoluto de que foram batizados como medida da própria segurança.


Nota: Os muçulmanos precisam ter a chance de conhecer uma igreja/religião que valoriza um dia de repouso semanal (eles guardam a sexta-feira), se abstém de alimentos imundos e de álcool e crê na volta de Jesus e no poder de uma vida de oração. Em alguns lugares espalhados pelo mundo (como é o caso de São Paulo), a Igreja Adventista mantém casas de oração para muçulmanos. A liturgia é semelhante à de uma mesquita, mas a mensagem é a de Cristo. Mais esforços precisam ser empreendidos em favor desses filhos de Deus. [MB]

Arqueólogos encontram casa da época de Jesus em Nazaré

Arqueólogos israelenses revelaram [na] segunda-feira que encontraram os restos da primeira residência encontrada na cidade de Nazaré, no norte de Israel, que pode ser da época de Jesus Cristo. De acordo com o jornal israelense Haaretz, a descoberta fornece mais dados sobre como era a vida na cidade de Nazaré há cerca de 2 mil anos. A casa provavelmente fazia parte de um pequeno vilarejo com cerca de 50 residências habitadas por judeus pobres. Uma porta-voz da Autoridade Israelense para Antiguidades, Yardenna Alexandre, informou que os restos de uma parede, uma cisterna para coleta de água da chuva e um refúgio foram encontrados depois da descoberta do pátio de um antigo convento. De acordo com Alexandre, os arqueólogos também encontraram potes de argila, do tipo que era usado pelos moradores da Galileia (região onde hoje fica o norte de Israel) na época, uma indicação de que a casa pertencia a uma família judia simples. “É provável que Jesus e seus amigos de infância tenham conhecido a casa”, afirmou a porta-voz em entrevista. “A partir das poucas provas escritas disponíveis, sabemos que a Nazaré do primeiro século da era cristã era um pequeno vilarejo judeu localizado em um vale”, disse Alexandre, acrescentando que até agora “poucas sepulturas da época de Jesus foram encontradas, mas nunca encontramos os restos de residências daquela época”.

Um poço também foi encontrado, e os arqueólogos calculam que ele foi construído como parte dos preparativos dos judeus para a Grande Revolta contra os romanos, entre os anos de 66 e 73 d.C.

domingo, março 15, 2015

Isaac & Chales: duas descobertas

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