terça-feira, outubro 20, 2015

Rio registra primeira união estável entre três mulheres

Ninguém mais segura!
Há pouco mais de uma semana, o Brasil registrou sua primeira união estável entre três mulheres. O local escolhido para a formalização foi o 15º Ofício de Notas do Rio, localizado na Barra da Tijuca, zona oeste. De acordo com o Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), este é o segundo trio que declara oficialmente uma relação. O primeiro caso aconteceu em Tupã, no interior de São Paulo, em 2012. Na ocasião, um homem e duas mulheres procuraram um cartório para registrar a relação. Com medo de serem hostilizadas, as três mulheres preferiram não dar entrevista. De acordo com a tabeliã Fernanda de Freitas Leitão, que celebrou a união, o fundamento jurídico para a formalização desse tipo de união é o mesmo estabelecido na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de 2011, ao reconhecer legalmente os casais homossexuais. “Não existe uma lei específica para esse trio, tampouco existe para o casal homoafetivo. Isso foi uma construção a partir da decisão do STF, que discriminou todo o fundamento e os princípios que reconheceram a união homoafetiva como digna de proteção jurídica. E qual foi essa base? O princípio da dignidade humana e de que o conceito de família é plural e aberto. Além disso, no civil, o que não está vedado, está permitido”, explicou a tabeliã.

O presidente do IBDFAM, Rodrigo Pereira, declarou que a relação entre três pessoas é reconhecida quando for caracterizada como núcleo familiar único. “Essas três mulheres constituíram uma família. É diferente do que chamamos de família simultânea (casais homo ou heterossexuais). Há milhares de pessoas no Brasil que são casadas, mas têm outras famílias. Esses são núcleos familiares distintos. Essas uniões de três ou mais pessoas vivendo sob o mesmo teto nós estamos chamando de famílias poliafetivas”, afirmou Pereira.

Por lei, uma mesma pessoa não pode se casar com outras duas [por enquanto...]. Mas o caso do trio é diferente por ser visto como uma união única.

Além da união estável em si, as três mulheres fizeram testamentos patrimoniais e vitais. O próximo passo delas é gerar um filho por meio de inseminação artificial. Por isso, a declaração da relação foi acompanhada dos testamentos, que estabelecem a divisão de bens e entregam para as parceiras a decisão sobre questões médicas das três cônjuges. [...]

Pereira explica que todos os direitos concedidos aos casais com união estável devem ser garantidos ao trio de mulheres. “A proteção legal deve ser a mesma. Ainda não tem jurisprudência, porque isso está começando. Isso é novo para o Direito, mas não tem uma verdade única. A família é um elemento da cultura, sofre variações”, completou. [...]


Nota: Não, a família não é um “elemento da cultura”. O conceito de família e de casamento – a união monogâmica entre um homem e uma mulher – vem do relato da criação, em Gênesis. Quando esse relato passou a ser visto paulatinamente como um mito, uma alegoria (mesmo por pessoas e igrejas que dizem seguir a Bíblia), estava preparado o caminho para a dissolução do conceito bíblico de casamento. Uma vez que o “casamento” de pessoas do mesmo sexo foi aprovado, não mais haverá impedimentos morais (e logo, logo legais) para situações que envolverem poligamia, incesto (duvida?) e, por que não, até zoofilia. Abriram a porta, agora não tem como segurar o que passar por ela. Ao abandonar a visão criacionista das origens, a humanidade destruiu os fundamentos morais e teológicos sobre os quais deveria estar fundada. Além do casamento, o sábado, memorial da criação, também tem sido relido à luz da teologia liberal e do paganismo. Tivesse sempre sido guardado por todos os cristãos, quem sabe essa situação toda fosse diferente hoje. [MB]

segunda-feira, outubro 19, 2015

Legalizar maconha e prostituição foi um erro

O dia em que meus filhos nasceram de novo

A destruição no templo do IACS
Quinta-feira, dia 15 de outubro de 2015 ficará na minha memória como o dia em que meus filhos nasceram de novo. O mais velho, Daniel, tem sete anos; o mais novo, Misael, dois anos. Um tornado com capacidade de arrancar árvores de grande porte, telhados completos, derrubar paredes e retorcer estruturas metálicas passou pela minha casa. Foi tudo muito rápido! A sala em que eles estavam ficou cheia de tijolos e eles tiveram arranhões e hematomas. A babá estava sentada no chão assistindo TV. Ela teve fratura nas duas pernas. A quantidade de tijolos caídos na sala não nos permitia imaginar que alguém sairia vivo dali. Todos os que viram a sala cheia de escombros se admiraram de modo especial pelas crianças, que não tiveram grandes problemas. Pela graça divina, todos sobreviveram.

Deus, quando permite que enfrentemos catástrofes, não é porque não tenha poder para nos livrar do mal. Mas para que o mal seja reconhecido como ele verdadeiramente é: mau. Se Deus nos preservasse de todos os males, não teríamos noção de quão mau é o mal. Hoje, mesmo conhecendo o mal, muitos ainda assim escolhem servir ao mal. Imagine se não tivéssemos nenhuma noção da malignidade do mal.

O “negócio” de Deus é salvação. Ele permite que aconteçam coisas ruins para que rejeitemos o mal como senhor de nossa vida e nos coloquemos ao lado do Senhor, ao lado do doador da salvação. Não desejaríamos um salvador se não soubéssemos que estamos perdidos. Se não passássemos por nenhuma tribulação, por nenhum sofrimento, por nenhuma tristeza, não acreditaríamos que há um salvador querendo nos livrar do mal. Nem ao menos acreditaríamos na necessidade de um salvador.

Para a nossa salvação Deus tem que permitir que passemos por situações difíceis, por tribulações, por catástrofes e sofrimentos. Mas Deus não permite que elas aconteçam se o fim delas não resultar em bênçãos, em salvação. Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8:28). O que é fé? Será que fé é acreditar, de todo o meu coração, que Deus tenha que me servir em todas as minhas necessidades? Tipo um garçom? “Senhor, agora preciso de tal coisa...” Será que fé é isso? Fé deve ser entendida como a confiança que deposito em Deus, mesmo que aconteçam coisas ruins para mim.

Habacuque 3:17 e 18 e Daniel 3:17 e 18 retratam a essência da verdadeira fé. Não se trata de limitar o poder de Deus. Não, de forma alguma! Ele pode fazer o que desejar, mas, mesmo que Ele permita que eu sofra, eu confiarei nEle. Isso é fé verdadeira. Senhor, ajuda-me a desenvolver mais e mais essa fé.

(Vanderlei Ricken é bibliotecário do Instituto Adventista de Ensino Cruzeiro do Sul [IACS]; um homem de fé e um servo de Deus como vi poucos; graças a ele conheci o adventismo [MB])

Vanderlei com sua esposa e os filhos
Nota: O Vanderlei, cuja casa foi destruída pelo tornado que passou por Taquara, RS (a casa do pastor do colégio foi abalada e duas outras destruídas), me disse que o IACS parece ter sido especialmente atingido. “A igreja está muito envolvida no evangelismo. Na semana anterior à tragédia, tivemos uma série de pregações com o pastor Bill Santos, do Canadá. Foram muitos batismos e umas 200 pessoas pediram estudos bíblicos”, ele me disse. Para o Vanderlei, o ponto alto não foi a destruição, mas a proteção de Deus em meio à tragédia. “Era para ter sido tudo muito, mas muito pior. Tivemos um livramento divino!” O inimigo bem que tentou, mas o IACS permanece de pé! [MB]

domingo, outubro 18, 2015

Tsunami atingiu costa brasileira no terremoto de Lisboa

Estima-se que 30 mil pessoas morreram após uma onda gigante atingir o Nordeste. Ela pode ter chegado com uma altura que varia de 2 a 6 metros. Esse terremoto ocorrido em 1755 é um dos sinais que marcaram o início do tempo do fim, segundo as profecias de Daniel e Apocalipse. (Clique aqui para assistir à reportagem.)

Papa Francisco e a ONU estão juntos e têm pressa

Tudo para "salvar o planeta"
O papa Francisco espera que a reunião sobre o clima de dezembro em Paris “contribua para decisões concretas, compartilhadas e orientadas, pelo bem comum, a longo prazo”, segundo uma entrevista publicada pela revista francesa Paris Match. “O cristão tem tendência ao realismo, não ao catastrofismo. No entanto, justamente por isso, não podemos negar uma evidência: o sistema atual é insustentável”, afirmou o pontífice à revista. “Nosso lar comum está contaminado, não para de deteriorar-se. Precisamos do compromisso de todos. Devemos proteger o homem de sua própria destruição”, adverte. O pontífice argentino reitera a esperança de que a conferência da ONU sobre o clima, a COP21, “contribua para decisões concretas, compartilhadas e orientadas, pelo bem comum, a longo prazo”.

Muito comprometido com a luta pela proteção do meio ambiente, Francisco defende “novas formas de desenvolvimento, de maneira que mulheres, homens e crianças que sofrem com a fome, exploração, guerra e desemprego possam viver e crescer dignamente”. Ao mesmo tempo, o papa denuncia o culto ao dinheiro. “O capitalismo e o lucro não são diabólicos desde que não os idolatremos. Mas, sim, a cobiça está na base de nosso sistema social e econômico, então nossas sociedades se dirigem à ruína. A humanidade deve renunciar a idolatrar o dinheiro e colocar novamente no centro o ser humano, sua dignidade, o bem comum, o futuro das gerações que vão morar na Terra depois de nós”, insiste o papa.

Ao falar sobre os conflitos atuais, como os registrados na Síria e no Iraque, o pontífice pede uma ação ante à “urgência”, mas sem esquecer de atacar as “causas”. “Nos perguntemos por que tantas guerras e tanta violência. [...] Não esqueçamos tampouco a hipocrisia desses poderosos da Terra que falam de paz, mas que, por baixo da mesa, vendem armas”, critica.


Nota: Os discursos do papa soam politicamente corretos e contam com o apoio de quase todo mundo. O problema é que há outras intenções por trás das palavras mansas (confira neste vídeo). Seria bom, também, prestar atenção ao vídeo abaixo, no qual a ONU expõe suas metas para os próximos anos. Aos poucos, o mundo e a Igreja Romana se unem pelo “bem comum”. [MB]

sexta-feira, outubro 16, 2015

The End: contagem regressiva para o fim

quinta-feira, outubro 15, 2015

Fóssil comprova que pássaros voaram sobre os dinossauros

Luis Chiappe
A história evolucionária dos pássaros é longa [e bem imaginativa...]. A primeira espécie conhecida, o famoso Archaeopteryx, viveu há cerca de [supostos] 150 milhões de anos onde hoje é a Alemanha. Entretanto, a capacidade de voar desses pássaros pré-históricos se manteve como uma incógnita, mas um estudo publicado nesta terça-feira na revista Scientific Reports comprova que ao menos uma dessas antigas espécies possuía características aerodinâmicas similares aos pássaros modernos. “A correspondência aerodinâmica da rede de músculos preservada no fóssil e aquelas que caracterizam as asas dos pássaros indica fortemente que alguns dos primeiros pássaros eram capazes da proeza aerodinâmica como muitos pássaros atuais”, disse Luis M. Chiappe, diretor do Instituto de Dinossauros do Museu de História Natural de Los Angeles e um dos autores do estudo.

O fóssil analisado foi a asa bem preservada de uma espécie de pássaro que viveu há [supostos] 125 milhões de anos na região central da Espanha. Os pesquisadores documentaram o intrincado arranjo de músculos e ligamentos que controlava as penas principais, mecanismo também encontrado em pássaros modernos. “É surpreendente que, apesar de o esqueleto ser bem diferente das espécies modernas, esses pássaros primitivos [!] mostram similaridades marcantes na anatomia dos tecidos moles”, disse Guillermo Navalón, pesquisador na Universidade de Bristol, no Reino Unido, e líder do estudo.

Chiappe destaca que a análise desse fóssil comprova que alguns pássaros sobrevoavam os grandes dinossauros, mas alguns aspectos desses seres voadores continuam desconhecidos. “Fósseis como esse estão permitindo aos cientistas dissecarem os mais intrincados aspectos do início da evolução do voo dos pássaros”, disse Chiappe.


Nota: Descobertas como essa deveriam levantar algumas questões: (1) Que tipo de processo rápido envolvendo água e lama foi capaz de preservar detalhes tão precisos como a rede de músculos da ave? (2) Como entender que há tantos milhões de anos um mecanismo tão complexo quanto o voo já existisse? (3) Como é possível que as aves que supostamente evoluíram dos dinossauros (segundo um delírio evolucionista) estivessem convivendo com eles há tantos milhões de anos? (4) O que significa o fato de que cada vez mais os fósseis, ao serem estudados, revelam que a complexidade dos seres “primitivos” não perdia em nada para seus descendentes modernos?

Leia mais sobre a lenda da evolução das aves em dinossauros (clique aqui).

Fóssil de mamífero apresenta tecidos moles preservados

Mais uma descoberta desconcertante
Um fóssil descoberto na Espanha revelou um pequeno mamífero já extinto que viveu há [supostos] 125 milhões de anos na região. Diferentemente de outros fósseis dessa idade, ele apresentava estruturas de pele, pelos e tecidos moles bem preservados. A descoberta foi publicada nesta quarta-feira (14) na revista Nature. Até o momento, esse grau de conservação só tinha sido visto em mamíferos que viveram mais de [supostos] 60 milhões de anos depois do que o que foi identificado em Las Hoyas, no centro-leste da Espanha. “Havia condições muito especiais em Las Hoyas que permitiram que ele fosse tão bem preservado”, disse Thomas Martin, professor de paleontologia da Universidade de Bonn, na Alemanha, e um dos autores do estudo. A espécie, nomeada Spinolestes xenarthrosus, tinha o tamanho de um rato e características típicas de mamíferos, como pelos longos, orelha externa e uma variedade de estruturas de pele, como pequenos espinhos similares aos dos ouriços de hoje em dia. “Essa espécie desapareceu há muito tempo, isso mostra que espinhos se desenvolveram separadamente em mamíferos em diversas ocasiões”, disse Martin.

Os pesquisadores dizem que a descoberta acrescenta mais dados à compreensão da grande variedade de mamíferos que tinham se desenvolvido naquela época, [supostos] 35 milhões de anos depois do aparecimento dos primeiros mamíferos.


Nota: O que essa descoberta “acrescenta” é que o fóssil era em todos os sentidos praticamente igual aos seus parentes contemporâneos, com todas as estruturas complexas de que ele se compõe perfeitamente identificáveis. “Acrescenta” também que fica cada vez mais difícil explicar como estruturas frágeis (tecidos moles) puderam ser preservadas por tantos milhões de anos. Mas eles quase não tocam nesse assunto. (Em anos recentes, têm sido feitas várias e desconcertantes descobertas como essa. Confira aqui.) [MB]

Veja também o PDF da pesquisa que mostra a presença de Carbono 14 em fósseis de dinossauros (clique aqui).

terça-feira, outubro 13, 2015

A sintonia fina do Universo

No sábado, papa tuíta sobre o domingo


Uma coisa é certa: o papa Francisco sabe muito bem como usar as diversas mídias à disposição de qualquer um. Diferentemente de muitos líderes religiosos, ele é bem ativo em redes sociais como o Twitter. Ele sabe que precisa estar onde o povo está e que especialmente as novas gerações marcam presença nas redes sociais. No último sábado, o líder católico tuitou uma mensagem sobre o domingo. Parece até provocação. Ele escreveu: O trabalho é importante, mas é-o também o repouso. Aprendamos a respeitar o tempo do repouso, sobretudo o repouso do Domingo.”

Faculdades devem respeitar sábado de alunos adventistas

Justiça seja feita
O juiz David de Oliveira Gomes Filho, da Segunda Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, decidiu que seja respeitada a liberdade religiosa dos alunos da Faculdade Mato Grosso do Sul (FACSUL) e da Faculdade Campo Grande (FCG) que, em razão de crença, não podem frequentar aulas no sábado e alegavam ser prejudicados com faltas e nas avaliações. A Ação Civil Pública foi ajuizada pela seccional da OAB/MS em 2012, assinada pelo então presidente Leonardo Avelino Duarte. Os alunos procuraram a OAB para buscar a garantia de seus direitos. De acordo com Avelino Duarte, se buscou a garantia da realização de obrigações acadêmicas de maneira alternativa, sendo aplicadas nos outros dias da semana tendo como base a Lei Estadual nº 2.104/00, que assegura ao aluno requerer à instituição de ensino, públicas ou privadas, que lhe sejam aplicadas provas ou trabalhos acadêmicos em dias não coincidentes com o período de guarda religiosa.

As instituições de ensino alegam que não poderiam mudar a grade curricular e cronograma de atividades em razão da fé dos acadêmicos, pois ao ingressarem na faculdade estariam de acordo com o regimento da instituição superior de ensino. No entanto, um parecer do Ministério Público Estadual recomenda que a FACSUL e a FCG têm obrigação constitucional de respeitar a liberdade de crença “dos seus acadêmicos, em especial aqueles que guardam o pôr do sol de sexta até o pôr do sol de sábado por serem adeptos da religião Adventista do Sétimo Dia”.

Com a decisão, os alunos sabatistas terão abono das faltas e a universidade deverá oferecer atividades em datas alternativas para os acadêmicos que justificarem a transferência da data por razão de crença religiosa. Não foi concedida a aplicação de nenhuma multa para as duas faculdades.


sexta-feira, outubro 09, 2015

A engrenagem de um inseto revela o gênio do Criador

Obra do acaso cego ou de design?
Todos nós temos conhecimento de que o desenvolvimento das engrenagens foi um marco na história da nossa engenharia. Não é mesmo? Pois bem, a partir do surgimento dessas pequenas (ou enormes) rodas dentadas, os humanos passaram a ser capazes de construir máquinas cada vez mais complexas. O grande trunfo desse mecanismo é que ele permite coordenar, de um jeito bem simplificado, diferentes processos que ocorrem ao mesmo tempo dentro de um dispositivo mecânico, e isso é apenas um exemplo. O potencial das engrenagens é tão grande que elas são velhas conhecidas dos inventores – a esfera de Arquimedes, por exemplo, reproduzia os movimentos do Universo por meio de engrenagens há mais de dois mil anos. São elas que fazem um relógio de ponteiro funcionar, e foram elas que acabaram virando um símbolo de tudo o que remeta a fábricas ou indústrias. Charlie Chaplin captou essa essência como ninguém e a reproduziu com graça e brilhantismo em Tempos Modernos.

Mas poucos sabem que as engrenagens não são uma invenção do ser humano. Muito antes de nós a natureza já havia “notado” a eficiência e a precisão que elas proporcionam – e, não à toa, a evolução acabou criando uma estrutura biológica que cumpre à risca o papel das engrenagens. A mesma lógica que funciona tão bem nas máquinas também é encontrada nas patas traseiras de um pequeno inseto do gênero Issus. O mecanismo não deve em nada àqueles encontrados nas bicicletas ou nas embreagens de carro.

Cada dente, por sua vez, é arredondado para absorver o choque e evitar que as partes se quebrem. O sistema garante total sincronia ao movimento das patas do bichano – elas sempre se movem dentro de 30 microssegundos uma da outra. Um microssegundo equivale a um milionésimo de segundo. Tamanha precisão é fundamental para a sobrevivência do inseto, já que seu meio de transporte, basicamente, se resume aos saltos poderosos que dá para se locomover. Durante o momento crítico da propulsão, qualquer discrepância na velocidade das patas, por menor que seja, seria o bastante para fazer com que o pequeno Issus perdesse o controle e saísse rodopiando por aí.
De acordo com o ponto de vista da seleção natural, ele viraria uma presa fácil para predadores, e provavelmente sua espécie acabaria sendo extinta. “Essa sincronia precisa seria impossível de ser atingida através de um sistema nervoso, pois os impulsos neurais levariam tempo demais para suprir a coordenação extrema que é exigida”, explicou Malcolm Burrows, do Departamento de Zoologia da Universidade de Cambridge. O pesquisador liderou um estudo a respeito das engrenagens do inseto.


Nota: E aí, o que você acha desta “lógica”? Engrenagens feitas pelo ser humano foram obra do gênio de seus criadores, design inteligente puro; a engrenagem encontrada na natureza, supercomplexa, finamente ajustada, com precisão de milissegundos, é obra da evolução cega. Dá para acreditar? [MB]


quinta-feira, outubro 08, 2015

Mecanismos de reparo do DNA

Estudando a complexidade
Nobel de Química vai para quem descobriu isso

O Nobel de Química de 2015 foi para os cientistas Tomas Lindahl, Aziz Sancar e Paul L. Modrich que, por meio de diferentes linhas de pesquisa, ajudaram a descobrir quais são os mecanismo de reparo do DNA. Ao perceber que alguns mecanismos do corpo não fazem nada além de consertar partes frágeis do DNA, Lindahl, do Instituto Francis Crick em Londres, na Inglaterra, criou todo um campo de pesquisa voltado ao assunto. Já Aziz Sancar, da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, partiu do princípio que uma das formas mais fáceis de danificar o DNA é o expondo a raios ultravioletas. Grande parte dos raios emitidos pelo Sol são filtrados pela camada de ozônio da Terra, mas ainda assim, vários conseguem passar. Pensando nisso, o pesquisador americano focou seu estudo em como os raios ultravioleta causam esse tipo de dano e o que as células precisam fazer para consertá-lo.

Existe também a possibilidade de o corpo danificar seu próprio DNA. O corpo humano depende da replicação de células e copia sem parar bilhões de pares que criam o código DNA de cada um. Mas assim como as máquinas, ele também pode cometer erros. O professor Paul Modrich, da Universidade Duke, nos Estados Unidos, descobriu como os grupos de reparação celular encontram e consertam esse DNA bagunçado durante o processo de replicação.

Ao todo, o trabalho do trio de cientistas prova o quão crucial é compreender como as mudanças genéticas funcionam – e como podem gerar doenças como o câncer, por exemplo.


Nota do químico Dr. Marcos Eberlin:Pense comigo. Se só para ‘desvendar’ os mecanismos de conserto do DNA e seus erros de cópia foram necessárias décadas de estudos e três mentes brilhantes ganhadoras de prêmio Nobel e em Química – eta, coisa complicada! – e centenas de pesquisadores em suas equipes; imagine o quanto de inteligência foi necessária para a mente que fez o DNA e seu sistema de cópia e correção – todo o arsenal de nanomáquinas que executa tais operações de forma espetacularmente automatizada cibernética e extremamente eficiente – “quase” perfeita, pois é tanta complicação e tanta máquina e tanta função que parece que nem Ele deu conta de evitar erros e teve que bolar a correção. Pense!”

Dois recados dos dinossauros



Leia a matéria aqui.

quarta-feira, outubro 07, 2015

Sem lei e sem vida: duas ações que negam a verdade

Negação explícita da verdade
Se há duas doutrinas, duas verdades bíblicas muito claras, essas são a vida eterna (João 3:16) e a vigência dos mandamentos de Deus (João 14:15) – ordens divinas que servem para nos proteger do mal e garantir uma boa vida aqui, agora. No Céu, o inimigo de Deus se insurgiu contra os dez mandamentos. Na Terra, ele procurou envolver nesse conflito o primeiro casal criado. Usou para isso a mentira e a desconfiança. Iludiu-os com a promessa de vida eterna longe da Fonte de vida; de conhecimento sem conexão com a fonte de todo o conhecimento. Inoculou em nossos primeiros pais o vírus da rebelião que ele mesmo havia começado. Prometeu-lhes vida e entregou-lhes morte. O que o inimigo não esperava é que o Criador viesse em pessoa morrer em lugar da humanidade pecadora, assumindo em Si a maior consequência desse abismo criado pelo pecado e ofertando a vida eterna que só Ele tem. É óbvio que o ódio do inimigo cresceu ao longo dos séculos. É óbvio que, se pudesse, ele destruiria a vida de todos e acabaria com a lei de Deus. Como não pode fazer isso de fato, ele corre pelas beiradas e promove estragos que seu poder limitado lhe possibilita.

Uma das formas de obscurecer a compreensão das pessoas é a propaganda ideológica disseminada por meio de filmes e outras mídias. A enxurrada de produções cinematográficas espiritualistas é um exemplo disso. Filmes e séries de bruxos, vampiros, anjos caídos, fantasmas, zumbis, etc. servem aos propósitos satânicos de fazer com que as pessoas acreditem que de qualquer forma existe vida após a morte. Que o ser humano teria uma “alma imortal” que continua vivendo depois da morte do corpo físico. Nada mais falso, biblicamente falando (confira neste vídeo). Mas uma mentira repetida mil vezes acaba sendo aceita como verdade, como diria Joseph Goebbels. Assim, propagandas de filmes como a do cartaz acima (O preço do amanhã) ajudam na propagação desse erro.

O outro fato que me fez pensar nas constantes tentativas do inimigo de solapar os mandamentos de Deus teve lugar em Oklahoma, nos Estados Unidos. Reportagem publicada ontem no USA Today diz o seguinte: “Os dez mandamentos exibidos em um monumento de granito no Capitólio do estado de Oklahoma foram substituídos por outro mandamento: ‘Não terás um display sobre propriedade do Estado que apoie ‘qualquer seita, igreja, denominação ou sistema de religião’.” Enquanto o governo federal dos EUA acolhe o papa, suas palavras e até suas sugestões de uma lei que apoie a família (com todas as implicações que essas palavras têm), as autoridades de Oklahoma mandam arrancar as tábuas da lei de seu município, alegando que elas violam as leis de uso de propriedade estatal. Eles aprovam, então, que se mate, roube, adultere, cobice, desonre os pais? Esses não são mandamentos universais, válidos para qualquer pessoa, independentemente de religião ou da falta dela? As leis humanas não são inspiradas nessas leis universais?

É chocante ver uma nação fundada sobre princípios cristãos dar as costas aos seus valores enquanto abraça a descrença e valores/leis/mandamentos que negam aqueles que estão sendo retirados.

Nada mais profético...

Michelson Borges

Selo da época de Davi é encontrado em Jerusalém

Mais uma confirmação
Um garoto de apenas dez anos encontrou um objeto que pode ser uma das descobertas arqueológicas mais importantes do ano em Jerusalém. Trata-se de um selo que data da época do Templo de Salomão. Provavelmente, o artefato de 3 mil anos de idade tenha pertencido a uma personalidade importante, sendo usado para assinar documentos e cartas. De acordo com o Dr. Gabriel Barkay, um dos responsáveis pelas escavações que vêm sendo realizadas no local da descoberta, vários sinetes parecidos já foram encontrados em Israel. Contudo, este é o primeiro descoberto em Jerusalém. Todos esses sinetes datam dos séculos 11 e 10 a.C., da época dos jebuseus e da conquista da cidade pelo rei Davi. Nessa mesma época ocorreu a construção do Templo, sob o reinado do seu filho, Salomão. O objeto foi descoberto em um aterro perto da Cidade Velha de Jerusalém. No fim da década de 1990, o local recebeu mais de 400 caminhões de terra retirados do Monte do Templo. Na época, a Waqf, autoridade jordaniana que controla a chamada Esplanada das Mesquitas, autorizou uma escavação para uma entrada subterrânea para o local que é considerado sagrado pelos muçulmanos.

Em 2004, a Universidade Bar-llan criou, com o apoio financeiro da Fundação Cidade de Davi, o programa Sifting Project (Projeto Peneira) com o objetivo de realizar escavações arqueológicas no local. O projeto permite que voluntários também participem da escavação, o que explica o fato de um turista ter encontrado o selo raro.

Segundo Zachi Dvira, idealizador da iniciativa, mais de 170 mil pessoas já participaram das escavações. De acordo com ele, cerca de 50 por cento da terra retirada do Monte do Templo já foi analisada, resultando em centenas de cacos de cerâmica do século 10 a.C. e uma ponta de flecha de bronze, do mesmo período.

Palco de constantes disputas entre judeus e árabes, o Monte do Templo, área sob domínio do governo da Jordânia, ainda é um sítio arqueológico pouco explorado, conforme lembra o Dr. Gabriel Barkay. “O Monte do Templo é o mais delicado e mais importante sítio arqueológico no país e jamais foi escavado por causa da política. É uma incógnita, um pedaço de terra desconhecida”, conclui. 

terça-feira, outubro 06, 2015

Dinossauro que viveu no Alasca pode mudar paleontologia

O Alasca já foi um jardim
A descoberta de uma nova espécie de dinossauro capaz de sobreviver e prosperar em temperaturas extremamente baixas pode trazer novos paradigmas sobre a história desses seres. Encontrado numa remota região do Alasca, o animal tinha cerca de dez metros de comprimento, andava em bando e era da família dos hadrossauros, cujos exemplares eram herbívoros. Nomeado cientificamente de Ugrunaaluk kuukpikensis, o animal pode mudar a história da Paleontologia no que diz respeito à maneira como os dinossauros se relacionavam com o clima. Até então, era comum a ideia de que eles eram capazes de sobreviver apenas em regiões com temperaturas mais quentes. O achado foi possível graças às análises de fósseis com cerca de 70 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista] e foi publicado em artigo na revista Acta Palaeontologica Polonica. O estudo foi conduzido pelo professor de Paleobiologia da Universidade do Estado da Flórida, Greg Erikson, e seu colega Patrick Druckenmiller, docente de Geologia na Universidade do Alasca, em Fairbanks.

Os ossos foram encontrados na região da formação Price Creek, no Norte do Alasca. Desde a década de 1980, escavações vinham sendo feitas no local, de onde foram removidos mais de nove mil ossos de diferentes animais, sendo seis mil do referido dinossauro. Como havia um alto número de material da espécie atribuído a exemplares de idades diferentes, foi possível inferir que ele não só sobreviveu às temperaturas geladas, como prosperou nessas condições. “A descoberta de dinossauros tão ao Norte desafia tudo que pensamos sobre a fisiologia de um desses seres”, disse Erickson. “Ela cria esta pergunta natural: Como eles sobreviviam aqui?”

O local da escavação configura uma unidade de rocha depositada na planície de inundação da região costeira do ártico há cerca de 69 milhões de anos [sic]. No tempo em que esses dinossauros viveram por lá, o Alasca era todo coberto por árvores, porque o clima da Terra era muito mais quente como um todo. Mas, como os dinossauros estavam tão longe, provavelmente enfrentavam meses de escuridão durante o inverno. E mesmo que não fosse tão frio quanto um inverno moderno, eles viviam em um ambiente onde a temperatura média era de 6 °C, e provavelmente tiveram contato com neve.

Segundo os cientistas, não há sinais de que eles tenham migrado em busca da luz do Sol ou de calor, sugerindo que toleravam as condições climáticas e conviviam de modo que a área em questão fosse tida como lar. “O que estamos descobrindo é basicamente um mundo perdido dos dinossauros, com muitos dados completamente novos para a ciência”, destacou Erickson.

A professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) Taissa Rodrigues, que é doutora em Paleontologia, comenta que a descoberta é, de fato, interessante e ainda pode trazer novos dados relevantes. É o caso de entender como eles enfrentavam as baixas temperaturas: “É possível fazer análises dos ossos para saber se eles tinham metabolismo mais alto, o que significa manter o calor do corpo”, observou. “Uma das formas de fazer essa verificação exige que os ossos sejam cortados. Como a variedade de material é grande, acho que isso não seria problema para os cientistas.


Nota: O que garante que as temperaturas e as condições ambientais antes da extinção dos dinossauros eram como as de hoje? O próprio fato de haver vegetação fossilizada mostra que a região do Alasca foi, no passado, um grande jardim (como, aliás, foi toda a Terra). O problema do pensamento uniformitarista (o presente é a chave do passado) é justamente este: interpretar o passado com base nas condições do mundo atual. Outra coisa: se aqueles animais fossilizaram na região em que estão, isso significa que foram surpreendidos por uma catástrofe hídrica que os sepultou com grande quantidade de água e lama. Vamos aguardar as pesquisas nos ossos, quando (e se) eles forem cortados. A investigação do interior de ossos fossilizados tem revelado coisas surpreendentes (confira aqui). Realmente essa descoberta poderia mudar a paleontologia, mas acho que evolucionistas não permitirão grandes mudanças. [MB] 

Holanda: legalizar maconha e prostituição foi um erro

Tiro no pé
A Holanda constatou ter sido um grande erro legalizar a maconha e a prostituição e iniciou ações de reparação dos danos. E aqui no Brasil tem gente fazendo passeata pela legalização dessa droga. A seguir, uma matéria da revista Veja (2008), escrita por Thomas Favaro, detalha esse engano: “A Holanda é um dos países mais liberais da Europa. Comportamentos considerados tabu em muitos países, como eutanásia, casamento gay, aborto e prostituição, são legalmente aceitos pelos holandeses. Em Amsterdã, turistas podem comprar pequenas quantidades de maconha em bares especiais, os coffee shops, e escolher abertamente prostitutas expostas em vitrines, uma tradição da cidade. No passado, De Wallen, o bairro da Luz Vermelha, como é chamado nos guias turísticos, foi relativamente tranquilo e apinhado de curiosos. Desde que a prostituição foi legalizada, sete anos atrás, tudo mudou. Os restaurantes elegantes e o comércio de luxo que havia nas proximidades foram substituídos por hotéis e bares baratos. A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta.

Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos. Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo. A prefeitura está investindo na remodelação do bairro, para atrair turistas mais ricos e bem-comportados.

De Wallen é um centro de bordéis desde o século 17, quando a Holanda era uma potência naval e Amsterdã importava cortesãs da França e da Bélgica. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é consequência do excesso de liberalidade.

Prostitutas se exibem em vitrines
O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como África, América Latina e o Leste Europeu.

A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico.

O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada mil holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca. O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai “turistas da droga” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.

“Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”, disse a Veja (2008) o criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã.

A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado.

A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro. Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971. A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade.


Nota: Não existe jeito certo de fazer a coisa errada. E o pior é querer imitar aquilo que já se provou um erro. [MB]