
“O Brasil sempre trabalhou e trabalhará para ter uma boa relação com os papas”, disse Lula. O presidente presenteou o papa com uma escultura de barro de uma família de retirantes nordestinos e ganhou uma caneta do pontífice. “Eu disse uma vez, logo depois da visita dele ao Brasil, que a imagem que eu tinha dele era a que passava na TV: um homem sisudo e de poucos amigos. A verdade é que ele é um homem afável e fiquei surpreso por ele ser bem informado sobre o Brasil.” (...)
Em seguida, representantes do governo brasileiro e do Vaticano assinaram acordo que ratifica normas já previstas na legislação brasileira, da atuação de religiosos no país.
“Não são estipulados privilégios e, sim, é reconhecida a importância da Igreja católica no Brasil”, afirmou Mamberti em seu discurso, no qual manifestou a satisfação da Igreja pelo acordo alcançado. “Acho que é um acordo histórico porque regulamenta todos os aspectos jurídicos da Igreja, que conviveu muitos anos tranqüilamente no Brasil”, declarou à imprensa o cardeal Claudio Hummes, que assistiu à cerimônia. (...)
(G1 Notícias)
Nota: Talvez Lula não esteja atento, mas o papa já andou dando “conselhozinhos” sobre como lidar com a crise ambiental: observar o domingo como dia sagrado (dia de descanso para a "mãe Terra"). Talvez o conselho para resolver a crise financeira vá na mesma direção.[MB]